Me deixou entretido, mas não é essa obra prima que o povo pintou não. Achei interessante Amy Madigan estar com uma indicação bem provável ao Oscar, acho que realmente vão começar a reconhecer as boas atuações em filmes desse gênero.
Lindo quando apareceram os personagens que morreram durante a série/filmes. E um lindo tributo à Maggie Smith, uma das maiores atrizes da história. Como história, poderia ter sido mais elaborado. Mas um fim digníssimo a essa saga espetacular.
Ainda bem que as músicas são ótimas, e as atuações tão boas quanto. Mas no meio de tanta cinebiografia musical, essa torna-se apenas mais uma, sem nada de novo ou grandioso.
É um filme muito incrível. Mas entendo que não seja um filme que agrade todos os públicos. É o tipo de filme de nuances. Além do que é diretamente mostrado, tem muitos detalhes que podem passar despercebidos.
Toda a questão do abuso sexual é uma delas. Desde o início do filme, são dadas indiretas sobre isso. Desde a irmã pedindo, em outra sala, para tirarem as mãos dela, e depois com a Zsofia. Por fim, culminado no abuso que o Laslo sofre, naquela necessidade masculina de querer ser o dominante e ver que estava perdendo esse posto pelo seu arquiteto. Tanto que, quando Erzse faz a acusação, só a filha fica do lado dela.
Para quem é da área da arquitetura, como eu, algumas coisas podem soar um tanto decepcionantes. Particularmente, tentei ignorar alguns aspectos. Apesar de entender que, no período modernista, tudo era meio "extra" assim mesmo. Egocêntrico, conceitual, blablabla. Interessante também ver como trabalharam no filme a relação do arquiteto/artista/prestador de serviços com o dinheiro do cliente.
Um grande problema é a duração. Particularmente, sei que não seria fácil assistir esse filme em casa. Dava pra cortas uns bons minutos. O filme é tecnicamente impecável, com grande destaque à Adrien Brody (vai levar o Oscar merecidamente), à fotografia e à direção.
Achei todos os indicados a Melhor Documentário essa ano no Oscar bem razoáveis. Ano passado a lista estava MUITO melhor. Soundtrack to a Coup d’État com certeza é o mais ambicioso e interessante dentre os 4. Pode ser burrice minha, mas pra quem não conhece a história, é extremamente confuso, já que não há muita explicação dos fatos. Além disso, é tanta música o tempo todo que causa uma cacofonia na cabeça, ainda mais sendo 2h30min de documentário. Muito cansativo, com muito foco no conceito e no produto, e não no resultado em si. A história em si, entretanto, é muito interessante. O número de acontecimentos que nos parecem tão distante mas que estão todos geopoliticamente interligados é muito doido. Acho que com algumas explicações a mais e um pouco menos de música, teria muito mais sucesso. Pela ambição e criatividade artística (e baixa qualidade dos concorrentes), eu diria que merece levar a estatueta. Entretanto, o prêmio deve ficar com No Other Land.
Eu, de verdade, não consegui entender onde esse documentário queria chegar. Muito fraco. Nos últimos 3 anos, sempre há a presença de documentários sobre as crises geopolíticas do momento (Navalny, No Other Land, 20 Days in Mariupol), e parece que esse entrou nessa lista (o que deixa ele mais fraco ainda, já que os citados são, no mínimo, razoáveis).
Eu queria muito ter gostado mais desse filme. Mas achei a maneira que ele foi construído muito confusa, principalmente na primeira metade. A perspectiva em primeira pessoa, os cortes rápidos de cena e a falta de conexão entre elas deixaram tudo nesse período meio bagunçado, foi difícil de entender o ponto em que o roteiro queria chegar. A segunda metade parece mais coesa, mais entendível. Por esses pontos me surpreende a indicação a melhor roteiro adaptado. Penso que a fotografia e a trilha sonora é o que mais se destaca.
Meio difícil falar desse filme. Principalmente pelo timing péssimo em que foi lançado. Bem eletrizante e interessante em mostrar como a mídia precisou agir (sem muita responsabilidade) em um momento tão complexo e atípico, com as tecnologias que eles tinham disponíveis. Assistir esse filme em 2025 é meio estranho porque fica parecendo uma propaganda israelense, que apaga completamente o lado das 200 reféns em Israel, por exemplo. Mas o filme trata de uma história real, e na época era essa a propaganda mesmo. Enfim, difícil de avaliar o sentimento.
Ter esse filme impecável em vários quesitos entre os indicados a Melhor Filme Internacional e o brasileiro precisar se preocupar com Emilia Pérez é um absurdo sem tamanho.
Me surpreendi bastante, ainda mais depois de ter achado The Northman um porre. Tecnicamente muito bom, desde atuações, direção, roupas e maquiagem. A fotografia é impecável. No meu caso, só conhecia a história através do filme do Coppola. Então, pra mim, foi uma ótima adaptação, muito bem trabalhada, e ajudou já conhecer alguns aspectos da história.
Particularmente, não é o tipo de documentário que me agrada muito - sou mais dos mais "artísticos" do que dos "vamos filmar isso que está acontecendo". Grande favorito ao Oscar de melhor documentário, seguindo o padrão com Navalny e 20 Days in Mariupol. É bem forte, mas achei meio "one note". Fiquei com a impressão de que a história poderia ter sido melhor trabalhada.
Total queerbait, me apavora tanta gente cair. Muito longo (não pelo tempo de duração, mas pelo tanto de cenas desnecessárias), umas tensões sexuais sem sentido e uns desenrolares da história piores ainda. A fotografia é muito boa, e a trilha sonora bem interessante (apesar de eu ainda achar um absurdo o Hans Zimmer perder o Globo de Ouro pra esse filme). As atuações também não deixam a desejar.
Um filme baseado em "Menino, se eu te contar..." Fotografia, trilha sonora e atuações impecáveis. Típico filme que acontece quase inteiro no mesmo lugar, com um enquadramento de imagem diagonal que causa desconforto e ansiedade pro espectador esperar as reviravoltas que não param de acontecer. Retrata a crise que a Igreja Católica vive em sua ideologia, com uma dualidade no conclave que provavelmente foi vista na eleição do Papa Francisco. Vai ganhar umas boas indicações ao Oscar. Se leva alguma, é outra história.
Fui ferido pelas minhas próprias expectativas. Anora é frontrunner em categorias como Melhor Filme e Melhor Roteiro Original no Oscar, mas eu, particularmente, considero The Florida Project (do mesmo diretor) muito superior e não teve todo o apelo. Agora, em relação à atuação da Mikey Madison... 10/10. A fotografia é ótima também.
O grande defeito, pra mim, é o filme ser muito vazio. O caos é muito legal, mas parece que falta profundidade. A própria personagem da Anora é muito rasa e pouco explorada, parece uma perca de oportunidade.
Eu e minha vira-latice fomos sem esperar muita coisa. Que bom que quebrei a cara (no bom sentido). O filme cria muito bem uma atmosfera de aconchego, até o momento em que vira a chave e é uma angústia total até o fim. Vai ser indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, e acredito ter chances de ganhar, apesar de precisar deixar pra trás o grande favorito Emília Perez. Fernanda Torres tá sensacional. Acredito não ter chances ao Oscar de Melhor Atriz, mas torço muito pra que ganhe pelo menos uma indicação, já seria uma grande vitória. Viva o cinema nacional! E não parem de sorrir!
Que filme sensacional. Colman Domingo é um dos melhores atores dessa geração, e tá trabalhando duro pra ganhar um Oscar - e talvez venha com esse. Curiosamente, a parte mais emocionante do filme
Não fazia ideia do que se tratava, então ver isso pós-queimadas foi meio brutal quando se nota algumas semelhanças com a situação brasileira, principalmente com os relatos de que, não importa qual o governo, nenhum faz algo de efetivo para alterar a situação.
Pra mim, achei o final um pouco anticlimático. Confesso que caí na ladainha de que Tekla seria Evrim que mudou de nome. Fiquei tão tocado com a cena deles descobrindo que ela provavelmente teria se afundado nas drogas, que teria terminado o filme com Lia apenas andando pela ponte e pensando no que diria caso encontrasse Tekla.
Me incomodou o aspecto "Hulk" de crescimento de músculos desde o início, mas acho que a caricatice foi proposital. Mesmo assim, não agradou, ainda mais naquela cena final.
A Hora do Mal
3.7 1,0KMe deixou entretido, mas não é essa obra prima que o povo pintou não. Achei interessante Amy Madigan estar com uma indicação bem provável ao Oscar, acho que realmente vão começar a reconhecer as boas atuações em filmes desse gênero.
Downton Abbey: O Grande Final
3.7 21 Assista AgoraLindo quando apareceram os personagens que morreram durante a série/filmes. E um lindo tributo à Maggie Smith, uma das maiores atrizes da história.
Como história, poderia ter sido mais elaborado. Mas um fim digníssimo a essa saga espetacular.
A Bela Adormecida
3.6 464Eu não lembrava o quão incrível era o design de animação desse filme. As cores, os fundos, o trabalho com planos, os enquadramentos... Sublime
Um Completo Desconhecido
3.5 234Ainda bem que as músicas são ótimas, e as atuações tão boas quanto. Mas no meio de tanta cinebiografia musical, essa torna-se apenas mais uma, sem nada de novo ou grandioso.
O Brutalista
3.6 307É um filme muito incrível. Mas entendo que não seja um filme que agrade todos os públicos. É o tipo de filme de nuances. Além do que é diretamente mostrado, tem muitos detalhes que podem passar despercebidos.
Toda a questão do abuso sexual é uma delas. Desde o início do filme, são dadas indiretas sobre isso. Desde a irmã pedindo, em outra sala, para tirarem as mãos dela, e depois com a Zsofia. Por fim, culminado no abuso que o Laslo sofre, naquela necessidade masculina de querer ser o dominante e ver que estava perdendo esse posto pelo seu arquiteto. Tanto que, quando Erzse faz a acusação, só a filha fica do lado dela.
Para quem é da área da arquitetura, como eu, algumas coisas podem soar um tanto decepcionantes. Particularmente, tentei ignorar alguns aspectos. Apesar de entender que, no período modernista, tudo era meio "extra" assim mesmo. Egocêntrico, conceitual, blablabla. Interessante também ver como trabalharam no filme a relação do arquiteto/artista/prestador de serviços com o dinheiro do cliente.
Um grande problema é a duração. Particularmente, sei que não seria fácil assistir esse filme em casa. Dava pra cortas uns bons minutos. O filme é tecnicamente impecável, com grande destaque à Adrien Brody (vai levar o Oscar merecidamente), à fotografia e à direção.
Trilha Sonora Para Um Golpe de Estado
3.9 51Achei todos os indicados a Melhor Documentário essa ano no Oscar bem razoáveis. Ano passado a lista estava MUITO melhor.
Soundtrack to a Coup d’État com certeza é o mais ambicioso e interessante dentre os 4. Pode ser burrice minha, mas pra quem não conhece a história, é extremamente confuso, já que não há muita explicação dos fatos. Além disso, é tanta música o tempo todo que causa uma cacofonia na cabeça, ainda mais sendo 2h30min de documentário. Muito cansativo, com muito foco no conceito e no produto, e não no resultado em si.
A história em si, entretanto, é muito interessante. O número de acontecimentos que nos parecem tão distante mas que estão todos geopoliticamente interligados é muito doido. Acho que com algumas explicações a mais e um pouco menos de música, teria muito mais sucesso.
Pela ambição e criatividade artística (e baixa qualidade dos concorrentes), eu diria que merece levar a estatueta. Entretanto, o prêmio deve ficar com No Other Land.
Guerra da Porcelana
3.1 25Eu, de verdade, não consegui entender onde esse documentário queria chegar. Muito fraco. Nos últimos 3 anos, sempre há a presença de documentários sobre as crises geopolíticas do momento (Navalny, No Other Land, 20 Days in Mariupol), e parece que esse entrou nessa lista (o que deixa ele mais fraco ainda, já que os citados são, no mínimo, razoáveis).
O Reformatório Nickel
3.3 158Eu queria muito ter gostado mais desse filme. Mas achei a maneira que ele foi construído muito confusa, principalmente na primeira metade. A perspectiva em primeira pessoa, os cortes rápidos de cena e a falta de conexão entre elas deixaram tudo nesse período meio bagunçado, foi difícil de entender o ponto em que o roteiro queria chegar. A segunda metade parece mais coesa, mais entendível. Por esses pontos me surpreende a indicação a melhor roteiro adaptado. Penso que a fotografia e a trilha sonora é o que mais se destaca.
Setembro 5
3.4 91 Assista AgoraMeio difícil falar desse filme. Principalmente pelo timing péssimo em que foi lançado. Bem eletrizante e interessante em mostrar como a mídia precisou agir (sem muita responsabilidade) em um momento tão complexo e atípico, com as tecnologias que eles tinham disponíveis. Assistir esse filme em 2025 é meio estranho porque fica parecendo uma propaganda israelense, que apaga completamente o lado das 200 reféns em Israel, por exemplo. Mas o filme trata de uma história real, e na época era essa a propaganda mesmo. Enfim, difícil de avaliar o sentimento.
A Garota da Agulha
4.0 297 Assista AgoraTer esse filme impecável em vários quesitos entre os indicados a Melhor Filme Internacional e o brasileiro precisar se preocupar com Emilia Pérez é um absurdo sem tamanho.
Nosferatu
3.6 937 Assista AgoraMe surpreendi bastante, ainda mais depois de ter achado The Northman um porre. Tecnicamente muito bom, desde atuações, direção, roupas e maquiagem. A fotografia é impecável. No meu caso, só conhecia a história através do filme do Coppola. Então, pra mim, foi uma ótima adaptação, muito bem trabalhada, e ajudou já conhecer alguns aspectos da história.
Sem Chão
4.3 88 Assista AgoraParticularmente, não é o tipo de documentário que me agrada muito - sou mais dos mais "artísticos" do que dos "vamos filmar isso que está acontecendo". Grande favorito ao Oscar de melhor documentário, seguindo o padrão com Navalny e 20 Days in Mariupol. É bem forte, mas achei meio "one note". Fiquei com a impressão de que a história poderia ter sido melhor trabalhada.
A Semente do Fruto Sagrado
3.9 155 Assista AgoraRealmente dá pra aprender tudo no YouTube
Um filme muito interessante, muito potente, mas que infelizmente se perde completamente no seu 1/4 final.
Rivais
3.6 575 Assista AgoraTotal queerbait, me apavora tanta gente cair.
Muito longo (não pelo tempo de duração, mas pelo tanto de cenas desnecessárias), umas tensões sexuais sem sentido e uns desenrolares da história piores ainda.
A fotografia é muito boa, e a trilha sonora bem interessante (apesar de eu ainda achar um absurdo o Hans Zimmer perder o Globo de Ouro pra esse filme).
As atuações também não deixam a desejar.
Como Ganhar Milhões Antes Que a Avó Morra
4.3 133 Assista AgoraMuito delicado, mas totalmente previsível. Pra quem tem/teve uma boa relação com os avós, esse filme deve ser um aperto no coração
Will & Harper
4.0 20Muito foda. Espero que não seja esnobado nas indicações do Oscar (tanto de documentário quanto de música original)
Conclave
3.9 828Um filme baseado em "Menino, se eu te contar..."
Fotografia, trilha sonora e atuações impecáveis. Típico filme que acontece quase inteiro no mesmo lugar, com um enquadramento de imagem diagonal que causa desconforto e ansiedade pro espectador esperar as reviravoltas que não param de acontecer. Retrata a crise que a Igreja Católica vive em sua ideologia, com uma dualidade no conclave que provavelmente foi vista na eleição do Papa Francisco. Vai ganhar umas boas indicações ao Oscar. Se leva alguma, é outra história.
Anora
3.4 1,1KFui ferido pelas minhas próprias expectativas. Anora é frontrunner em categorias como Melhor Filme e Melhor Roteiro Original no Oscar, mas eu, particularmente, considero The Florida Project (do mesmo diretor) muito superior e não teve todo o apelo.
Agora, em relação à atuação da Mikey Madison... 10/10. A fotografia é ótima também.
O grande defeito, pra mim, é o filme ser muito vazio. O caos é muito legal, mas parece que falta profundidade. A própria personagem da Anora é muito rasa e pouco explorada, parece uma perca de oportunidade.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraEu e minha vira-latice fomos sem esperar muita coisa. Que bom que quebrei a cara (no bom sentido). O filme cria muito bem uma atmosfera de aconchego, até o momento em que vira a chave e é uma angústia total até o fim. Vai ser indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, e acredito ter chances de ganhar, apesar de precisar deixar pra trás o grande favorito Emília Perez. Fernanda Torres tá sensacional. Acredito não ter chances ao Oscar de Melhor Atriz, mas torço muito pra que ganhe pelo menos uma indicação, já seria uma grande vitória.
Viva o cinema nacional! E não parem de sorrir!
Sing Sing
3.8 147 Assista AgoraQue filme sensacional. Colman Domingo é um dos melhores atores dessa geração, e tá trabalhando duro pra ganhar um Oscar - e talvez venha com esse.
Curiosamente, a parte mais emocionante do filme
são os créditos. Saber que a maior parte dos atores estão interpretando eles mesmos, aos moldes de Nomadland.
Invisible Demons
3.8 9Não fazia ideia do que se tratava, então ver isso pós-queimadas foi meio brutal quando se nota algumas semelhanças com a situação brasileira, principalmente com os relatos de que, não importa qual o governo, nenhum faz algo de efetivo para alterar a situação.
Caminhos Cruzados
4.1 48Maravilhoso. Forte candidato a estar entre os 5 indicados ao Oscar de melhor filme internacional.
Pra mim, achei o final um pouco anticlimático. Confesso que caí na ladainha de que Tekla seria Evrim que mudou de nome. Fiquei tão tocado com a cena deles descobrindo que ela provavelmente teria se afundado nas drogas, que teria terminado o filme com Lia apenas andando pela ponte e pensando no que diria caso encontrasse Tekla.
Realmente, o Central do Brasil turco.
Divertida Mente 2
4.0 645É um belo filme, mas um pouco previsível (algo normal em sequências.
A cena final, durante a crise de ansiedade, foi o pico do filme, muito bem executada.
Love Lies Bleeding: O Amor Sangra
3.5 276 Assista AgoraAs 5 atuações principais são um espetáculo. Trilha sonora, cor e fotografia ótimos, a diretora está de parabéns.
Me incomodou o aspecto "Hulk" de crescimento de músculos desde o início, mas acho que a caricatice foi proposital. Mesmo assim, não agradou, ainda mais naquela cena final.