O documentário oferece uma análise crítica sobre a cidade que deveria simbolizar o progresso e a modernização do Brasil. Seis anos após sua inauguração, Brasília se revela um microcosmo das desigualdades sociais do País, contrariando a promessa de um espaço urbano igualitário e acessível a todos.
Idealizada por Juscelino Kubitschek e projetada por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, a nova capital foi concebida como um modelo de planejamento urbano e desenvolvimento nacional. O filme, no entanto, expõe as falhas dessa visão utópica. A esperança de uma cidade sem segregação ruiu diante da realidade: enquanto a elite ocupava o Plano Piloto, os operários, majoritariamente migrantes nordestinos e nortistas, eram remanejados às cidades-satélites. Esses trabalhadores, que ajudaram a erguer Brasília, enfrentaram desemprego com a crise da construção civil e, mesmo sem perspectivas, permaneceram na região.
D.W. Griffith é o pai do cinema americano, para o bem e para o mal. Conseguiu criar obras que ficaram marcadas para a história. E aqui temos um dos seus primeiros projetos, que é um curta. O filme é um dos primeiros exemplos de cinema socialmente engajado, abordando as desigualdades econômicas e os impactos do capitalismo desenfreado.
O filme expõe desigualdades sociais sem recorrer a cortes ou intervenções formais, construindo contrastes visuais entre o campo e a cidade, entre o trabalhador e o magnata, apenas pela força do enquadramento e da mise-en-scène. D.W. Griffith se revelando o mestre da montagem e do enquadramento neste curta.
O desfecho do filme é gratificante, mostrando o resultado final da ganância desenfreada.
Com uma pequena duração, o curta/documentário não busca ser um estudo exaustivo, mas sim um convite para que o espectador explore o vasto universo dos quadrinhos por conta própria. Ao citar diversos nomes considerados mestres da arte sequencial, Sganzerla estabelece um ponto de partida para aqueles que desejam se aprofundar no tema, tornando o curta uma excelente porta de entrada para iniciantes.
Além disso, o documentário destaca a evolução dos quadrinhos ao longo do tempo e como as diferentes épocas e regiões influenciaram as narrativas e estilos das histórias. Esse aspecto evidencia a riqueza e diversidade da linguagem dos quadrinhos, reforçando seu valor cultural e histórico. Também incentiva o espectador a trilhar seu próprio caminho nesse universo, proporcionando um vislumbre instigante de sua amplitude e impacto."
Experiência fantástica ao assistir a este curta-metragem, com um uso brilhante do surrealismo e de feitos práticos cinematográficos, podemos observar o cotidiano sufocante desta mulher se desdobrar em um ciclo de eventos enigmáticos, onde realidade e sonho se confundem. Talvez do tédio de tanto ficar trancada em casa.
Enquadramentos de câmeras, a trilha sonora, os cortes abruptos da edição, tudo isso na década de 40 e, com certeza, já influenciaram diretores e cineatas ao redor do mundo com o passar dos anos. Esse uso inovador da montagem não linear e da perspectiva subjetiva cria uma experiência imersiva e desorientadora, colocando o espectador dentro da mente da protagonista.
Buster Keaton merece muito mais reconhecimento. One Week é sua estreia como diretor independente e já mostra sua genialidade. A trama é simples: um casal ganha de presente uma casa portátil para montar em uma semana, mas nada sai como o esperado. O resultado? Uma sequência de trapalhadas inesquecíveis.
O humor físico de Keaton impressiona até hoje. Suas gags visuais são hilárias, precisas e perigosas. É difícil não se perguntar como ele sobreviveu a tantas cenas arriscadas. Seus filmes são um verdadeiro presente para quem ama cinema, e One Week é um exemplo perfeito de por que ele continua atemporal. Depois de mais de 100 anos da produção, a pergunta de como algumas cenas visuais foram feitas ainda pairam para quem assiste.
One Week é uma grande metáfora para o casamento: mesmo no caos, o casal segue unido e seguindo em frente. Com sutileza, Keaton mostra que o amor se constrói no dia a dia.
Um dos momentos mais marcantes é a cena da banheira, onde uma mão cobre a lente da câmera para que a personagem de Sybil Seely pegue o sabão sem mostrar a sua nudez. É um toque genial de metalinguagem, mostrando que Keaton não só dominava o humor físico, mas também sabia brincar com a própria linguagem do cinema.
Rogério Sganzerla inicia sua carreira cinematográfica com um curta-metragem que tem várias coisas a nos dizer. Um filme de uma geração inquieta, com grandes ideias criativas, mas com crises existenciais e inquietações com o que acontecia ao redor na sociedade. Dois jovens, sem muito o que fazer, procuram uma sessão de cinema. O simples ato de andar e conversar reflete a realidade da juventude da época, marcada pela incerteza e busca por sentido.
Nesse aqui, Sganzerla já esboçava seus traços cinematográficos, brincando com a linguagem, modificando a mise-en-scène e criando um estilo próprio. E o filme é uma metalinguagem poderosa, se intitulando como "Documentário", com a captura da vida cotidiana e diálogos espontâneos, mas claramente é uma obra de ficção.
Os dois jovens estavam indecisos ao que filme assistir, vagueiam por uma São Paulo cheia de cinemas em forma de "estabelecimentos" e não em dentro de Shoppings como hoje em dia, uma gravação até interessante e nostálgica, em observar como era a metrópole naquela época. Todo tipo de filme em cartaz já não interessava mais, todo estilo de gibi e HQ já foi lida, o diretor estava ansioso para criar algo novo e revolucionar o nosso próprio cinema.
Cinema é arte, cinema é entretenimento, cinema também é registro histórico. A obra "Black Panthers" de Agnès Varda é um testemunho vívido e artístico de um momento histórico marcado pela luta por igualdade racial e pela resistência contra o racismo estrutural nos Estados Unidos. Filmado em Oakland durante os protestos pelo encarceramento de Huey Newton, cofundador do Partido dos Panteras Negras, o documentário se destaca por equilibrar um olhar intimista e político, capturando a essência do movimento em sua força e dignidade.
Varda adota uma abordagem única ao permitir que os protagonistas do movimento falem por si mesmos, sem distorções ou sermões, destacando suas palavras, suas identidades e suas reinvidações. A diretora também mostra sua habilidade em combinar seu controle cinematográfico, capturando a espontaneidade de eventos reais com enquadramentos que carregam intenções artísticas e emocionais. Essa fusão reflete sua capacidade de criar um cinema que é ao mesmo tempo observador e transformador.
Uma obra fantástica e singela sobre um menino e uma amizade (?) com um balão. Sim, pois, o Balão Vermelho se transforma num personagem neste curta-metragem, persegue o menino, se apaixona por um balão de outra cor, e sofre bullying de uma garotada malvada.
Um balão trazendo a alegria e a beleza da vida para um menino numa Paris cinzenta no Pós-Guerra. Além das cores dos balões, temos também a linda trilha sonora para aliviar a produção. Simplesmente mágico e encantador. Levou uma merecida Palma de Ouro em Cannes como melhor curta-metragem.
Um pouquinho de "Gordo e o Magro" não faz mal para ninguém. Os dois têm um carisma incrível, e estão para sempre na história da comédia mundial e na história do cinema.
Este filme é o único deles à ganhar um Oscar da Academia. Ganhando melhor Curta Metragem e de Comédia.
A esquete da caixa na escada é muito engraçada, e foi reprisada por vários humoristas durante as décadas.
Estava a velha em seu lugar Veio a mosca lhe fazer mal A mosca na velha e a velha a fiar Estava a mosca em seu lugar Veio a aranha lhe fazer mal A aranha na mosca, a mosca na velha E a velha fiar Estava a aranha em seu lugar Veio o rato lhe fazer mal O rato na aranha, a aranha na mosca A mosca na velha e a velha a fiar Estava o rato em seu lugar Veio o gato lhe fazer mal O gato no rato, o rato na aranha A aranha na mosca, a mosca na velha E a velha a fiar Estava o gato em seu lugar Veio o cachorro lhe fazer mal O cachorro no gato, o gato no rato O rato na aranha, a aranha na mosca A mosca na velha e a velha a fiar Estava o cachorro em seu lugar Veio o pau lhe fazer mal O pau no cachorro, o cachorro no gato O gato no rato, o rato na aranha A aranha na mosca, a mosca na velha E a velha a fiar Estava o pau em seu lugar Veio o fogo lhe fazer mal O fogo no pau, o pau no cachorro O cachorro no gato, o gato no rato O rato na aranha, a aranha na mosca A mosca na velha e a velha a fiar Estava o fogo em seu lugar Veio a água lhe fazer mal A água no fogo, o fogo no pau O pau no cachorro, o cachorro no gato O gato no rato, o rato na aranha A aranha na mosca, a mosca na velha E a velha a fiar Estava a água em seu lugar Veio o boi lhe fazer mal O boi na água, a água no fogo O fogo no pau, o pau no cachorro O cachorro no gato, o gato no rato O rato na aranha, a aranha na mosca A mosca na velha e a velha a fiar Estava o boi em seu lugar Veio o homem lhe fazer mal O homem no boi, o boi na água A água no fogo, o fogo no pau O pau no cachorro, o cachorro no gato O gato no rato, o rato na aranha A aranha na mosca, a mosca na velha E a velha a fiar Estava o homem em seu lugar Veio a mulher lhe fazer mal A mulher no homem, o homem no boi O boi na água, a água no fogo O fogo no pau, o pau no cachorro O cachorro no gato, o gato no rato O rato na aranha, a aranha na mosca A mosca na velha e a velha a fiar Estava a mulher em seu lugar Veio a morte lhe fazer mal A morte na mulher, a mulher no homem O homem no boi, o boi na água A água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro O cachorro no gato, o gato no rato O rato na aranha, a aranha na mosca A mosca na velha e a velha a fiar
O design clássico do desenho de Charlie Brown ativa um lado nostálgico na mente, e te acalma, fazendo lembrar destes e de outros desenhos clássicos que assistíamos na infância.
Este episódio especial de Natal é fantástico. Charlie Brown critica o lado consumista da data, seu amigo Linus o ensina o que é o Natal falando do nascimento de Jesus Cristo, com uma cena marcante. Temos também as peripécias de Snoopy, além de um milagre na árvore de Natal. Aqui temos uma parte icônica, aonde temos todos os personagens dançando, cada um no seu estilo, no teatro.
O álbum que revolucionou o mundo da música e a década de 80, sendo influenciado até hoje! Uma música com um vídeo clipe bastante ousado, com boas técnicas de efeitos especiais e práticos. E a coreografia marcante que é referenciada até hoje.
Primeiramente, entendi foi é nada hahaha. Pois, todo o roteiro e desenvolvimento é assinado por Luis Buñuel e Salvador Dali, gênios do surrealismo.
E não procure sentido apenas assistindo ao filme pela primeira vez, esta obra tem que ser estudada e revisada, e cada pessoa tem suas respostas aos acontecimentos do filme.
Por se tratar de um filme mudo, temos as cenas sem diálogo e com a trilha sonora tocando. É esta trilha sonora é fantástica e não enjoativa, como vemos em outros filmes mudos conhecidos.
É impressionante a técnica de efeitos práticos de Georges Méliès para decepar as cabeças dos soldados turcos na execução. Um curta com uma técnica impressionante e uma violência bastante gráfica.
As fotografias foram tiradas para comprovar o salto daquele cavalo no meio do galope. O fotógrafo percebeu que rodando várias fotos, se transformaria em movimento, assim sendo usado para fazer um filme.
Gravar uma viagem parece banal para gente, hoje em dia, mas no começo do século passado foi uma revolução. Gravações da cidade de Nova York, tomadas muito bem inteligentes e bem feitas, são belas imagens!
Parece banal hoje em dia, mas para a época em que foi concebido foi uma verdadeira revolução cinematográfica. O grande Georges Méliès consegue fazer a magia se tornar realidade com os efeitos práticos.
Mesmo incompleto, ainda é histórico. É o filme de ficção mais velho lançado no Brasil. Um clima familiar e interiorano muito nostálgico, pois vemos o avô defende o netinho, mesmo este aprontando altas travessuras. Outra curiosidade é saber como era a escrita em português da época, pai era "pae" hahaha.
Brasília, Contradições de uma Cidade Nova
4.1 23Brasília, a Capital do País do Futuro
O documentário oferece uma análise crítica sobre a cidade que deveria simbolizar o progresso e a modernização do Brasil. Seis anos após sua inauguração, Brasília se revela um microcosmo das desigualdades sociais do País, contrariando a promessa de um espaço urbano igualitário e acessível a todos.
Idealizada por Juscelino Kubitschek e projetada por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, a nova capital foi concebida como um modelo de planejamento urbano e desenvolvimento nacional. O filme, no entanto, expõe as falhas dessa visão utópica. A esperança de uma cidade sem segregação ruiu diante da realidade: enquanto a elite ocupava o Plano Piloto, os operários, majoritariamente migrantes nordestinos e nortistas, eram remanejados às cidades-satélites. Esses trabalhadores, que ajudaram a erguer Brasília, enfrentaram desemprego com a crise da construção civil e, mesmo sem perspectivas, permaneceram na região.
Quadrinhos no Brasil
3.9 1Praticamente a continuação do Curta de Quadrinhos no Mundo, mas agora focado nas produções que fizeram sucesso no Brasil.
Um Canto no Trigo
3.9 6D.W. Griffith é o pai do cinema americano, para o bem e para o mal. Conseguiu criar obras que ficaram marcadas para a história. E aqui temos um dos seus primeiros projetos, que é um curta. O filme é um dos primeiros exemplos de cinema socialmente engajado, abordando as desigualdades econômicas e os impactos do capitalismo desenfreado.
O filme expõe desigualdades sociais sem recorrer a cortes ou intervenções formais, construindo contrastes visuais entre o campo e a cidade, entre o trabalhador e o magnata, apenas pela força do enquadramento e da mise-en-scène. D.W. Griffith se revelando o mestre da montagem e do enquadramento neste curta.
O desfecho do filme é gratificante, mostrando o resultado final da ganância desenfreada.
HQ - Histórias em Quadrinhos
3.8 15 Assista AgoraCom uma pequena duração, o curta/documentário não busca ser um estudo exaustivo, mas sim um convite para que o espectador explore o vasto universo dos quadrinhos por conta própria. Ao citar diversos nomes considerados mestres da arte sequencial, Sganzerla estabelece um ponto de partida para aqueles que desejam se aprofundar no tema, tornando o curta uma excelente porta de entrada para iniciantes.
Além disso, o documentário destaca a evolução dos quadrinhos ao longo do tempo e como as diferentes épocas e regiões influenciaram as narrativas e estilos das histórias. Esse aspecto evidencia a riqueza e diversidade da linguagem dos quadrinhos, reforçando seu valor cultural e histórico. Também incentiva o espectador a trilhar seu próprio caminho nesse universo, proporcionando um vislumbre instigante de sua amplitude e impacto."
Tramas do Entardecer
4.4 99Experiência fantástica ao assistir a este curta-metragem, com um uso brilhante do surrealismo e de feitos práticos cinematográficos, podemos observar o cotidiano sufocante desta mulher se desdobrar em um ciclo de eventos enigmáticos, onde realidade e sonho se confundem. Talvez do tédio de tanto ficar trancada em casa.
Enquadramentos de câmeras, a trilha sonora, os cortes abruptos da edição, tudo isso na década de 40 e, com certeza, já influenciaram diretores e cineatas ao redor do mundo com o passar dos anos. Esse uso inovador da montagem não linear e da perspectiva subjetiva cria uma experiência imersiva e desorientadora, colocando o espectador dentro da mente da protagonista.
Uma Semana
4.4 50Buster Keaton merece muito mais reconhecimento. One Week é sua estreia como diretor independente e já mostra sua genialidade. A trama é simples: um casal ganha de presente uma casa portátil para montar em uma semana, mas nada sai como o esperado. O resultado? Uma sequência de trapalhadas inesquecíveis.
O humor físico de Keaton impressiona até hoje. Suas gags visuais são hilárias, precisas e perigosas. É difícil não se perguntar como ele sobreviveu a tantas cenas arriscadas. Seus filmes são um verdadeiro presente para quem ama cinema, e One Week é um exemplo perfeito de por que ele continua atemporal. Depois de mais de 100 anos da produção, a pergunta de como algumas cenas visuais foram feitas ainda pairam para quem assiste.
One Week é uma grande metáfora para o casamento: mesmo no caos, o casal segue unido e seguindo em frente. Com sutileza, Keaton mostra que o amor se constrói no dia a dia.
Um dos momentos mais marcantes é a cena da banheira, onde uma mão cobre a lente da câmera para que a personagem de Sybil Seely pegue o sabão sem mostrar a sua nudez. É um toque genial de metalinguagem, mostrando que Keaton não só dominava o humor físico, mas também sabia brincar com a própria linguagem do cinema.
Documentário
3.9 31É que cinema tá ficando um assunto sério demais
Rogério Sganzerla inicia sua carreira cinematográfica com um curta-metragem que tem várias coisas a nos dizer. Um filme de uma geração inquieta, com grandes ideias criativas, mas com crises existenciais e inquietações com o que acontecia ao redor na sociedade. Dois jovens, sem muito o que fazer, procuram uma sessão de cinema. O simples ato de andar e conversar reflete a realidade da juventude da época, marcada pela incerteza e busca por sentido.
Nesse aqui, Sganzerla já esboçava seus traços cinematográficos, brincando com a linguagem, modificando a mise-en-scène e criando um estilo próprio. E o filme é uma metalinguagem poderosa, se intitulando como "Documentário", com a captura da vida cotidiana e diálogos espontâneos, mas claramente é uma obra de ficção.
Os dois jovens estavam indecisos ao que filme assistir, vagueiam por uma São Paulo cheia de cinemas em forma de "estabelecimentos" e não em dentro de Shoppings como hoje em dia, uma gravação até interessante e nostálgica, em observar como era a metrópole naquela época. Todo tipo de filme em cartaz já não interessava mais, todo estilo de gibi e HQ já foi lida, o diretor estava ansioso para criar algo novo e revolucionar o nosso próprio cinema.
Os Panteras Negras
4.3 43 Assista AgoraCinema é arte, cinema é entretenimento, cinema também é registro histórico. A obra "Black Panthers" de Agnès Varda é um testemunho vívido e artístico de um momento histórico marcado pela luta por igualdade racial e pela resistência contra o racismo estrutural nos Estados Unidos. Filmado em Oakland durante os protestos pelo encarceramento de Huey Newton, cofundador do Partido dos Panteras Negras, o documentário se destaca por equilibrar um olhar intimista e político, capturando a essência do movimento em sua força e dignidade.
Varda adota uma abordagem única ao permitir que os protagonistas do movimento falem por si mesmos, sem distorções ou sermões, destacando suas palavras, suas identidades e suas reinvidações. A diretora também mostra sua habilidade em combinar seu controle cinematográfico, capturando a espontaneidade de eventos reais com enquadramentos que carregam intenções artísticas e emocionais. Essa fusão reflete sua capacidade de criar um cinema que é ao mesmo tempo observador e transformador.
Rua da Paz
4.1 24 Assista AgoraCharles Chaplin tira o terno, e coloca a farda policial nesta comédia sobre poder policial e tem camadas de desigualdade social.
O Balão Vermelho
4.4 240 Assista AgoraÉ só o menino, o balão e um sonho
Uma obra fantástica e singela sobre um menino e uma amizade (?) com um balão. Sim, pois, o Balão Vermelho se transforma num personagem neste curta-metragem, persegue o menino, se apaixona por um balão de outra cor, e sofre bullying de uma garotada malvada.
Um balão trazendo a alegria e a beleza da vida para um menino numa Paris cinzenta no Pós-Guerra. Além das cores dos balões, temos também a linda trilha sonora para aliviar a produção. Simplesmente mágico e encantador. Levou uma merecida Palma de Ouro em Cannes como melhor curta-metragem.
Sr. Hublot
4.1 107Curta muito bonito e sensível. Essencial e emocionante para quem tem Pet.
Entrega à Domicílio
4.0 11Um pouquinho de "Gordo e o Magro" não faz mal para ninguém. Os dois têm um carisma incrível, e estão para sempre na história da comédia mundial e na história do cinema.
Este filme é o único deles à ganhar um Oscar da Academia. Ganhando melhor Curta Metragem e de Comédia.
A esquete da caixa na escada é muito engraçada, e foi reprisada por vários humoristas durante as décadas.
A Incrível História de Henry Sugar
3.6 178 Assista AgoraTirando as cores gritantes e as cenas com quadrantes e parelelas, o que sobra para Wes Anderson?
Disco Inferno
1.9 21 Assista AgoraSe organizarem direito, daria um filme muito maneiro. Porém, como curta metragem tem seu valor.
A Velha a Fiar
4.2 70Estava a velha em seu lugar
Veio a mosca lhe fazer mal
A mosca na velha e a velha a fiar
Estava a mosca em seu lugar
Veio a aranha lhe fazer mal
A aranha na mosca, a mosca na velha
E a velha fiar
Estava a aranha em seu lugar
Veio o rato lhe fazer mal
O rato na aranha, a aranha na mosca
A mosca na velha e a velha a fiar
Estava o rato em seu lugar
Veio o gato lhe fazer mal
O gato no rato, o rato na aranha
A aranha na mosca, a mosca na velha
E a velha a fiar
Estava o gato em seu lugar
Veio o cachorro lhe fazer mal
O cachorro no gato, o gato no rato
O rato na aranha, a aranha na mosca
A mosca na velha e a velha a fiar
Estava o cachorro em seu lugar
Veio o pau lhe fazer mal
O pau no cachorro, o cachorro no gato
O gato no rato, o rato na aranha
A aranha na mosca, a mosca na velha
E a velha a fiar
Estava o pau em seu lugar
Veio o fogo lhe fazer mal
O fogo no pau, o pau no cachorro
O cachorro no gato, o gato no rato
O rato na aranha, a aranha na mosca
A mosca na velha e a velha a fiar
Estava o fogo em seu lugar
Veio a água lhe fazer mal
A água no fogo, o fogo no pau
O pau no cachorro, o cachorro no gato
O gato no rato, o rato na aranha
A aranha na mosca, a mosca na velha
E a velha a fiar
Estava a água em seu lugar
Veio o boi lhe fazer mal
O boi na água, a água no fogo
O fogo no pau, o pau no cachorro
O cachorro no gato, o gato no rato
O rato na aranha, a aranha na mosca
A mosca na velha e a velha a fiar
Estava o boi em seu lugar
Veio o homem lhe fazer mal
O homem no boi, o boi na água
A água no fogo, o fogo no pau
O pau no cachorro, o cachorro no gato
O gato no rato, o rato na aranha
A aranha na mosca, a mosca na velha
E a velha a fiar
Estava o homem em seu lugar
Veio a mulher lhe fazer mal
A mulher no homem, o homem no boi
O boi na água, a água no fogo
O fogo no pau, o pau no cachorro
O cachorro no gato, o gato no rato
O rato na aranha, a aranha na mosca
A mosca na velha e a velha a fiar
Estava a mulher em seu lugar
Veio a morte lhe fazer mal
A morte na mulher, a mulher no homem
O homem no boi, o boi na água
A água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro
O cachorro no gato, o gato no rato
O rato na aranha, a aranha na mosca
A mosca na velha e a velha a fiar
O Natal de Charlie Brown
4.3 61 Assista AgoraO design clássico do desenho de Charlie Brown ativa um lado nostálgico na mente, e te acalma, fazendo lembrar destes e de outros desenhos clássicos que assistíamos na infância.
Este episódio especial de Natal é fantástico. Charlie Brown critica o lado consumista da data, seu amigo Linus o ensina o que é o Natal falando do nascimento de Jesus Cristo, com uma cena marcante. Temos também as peripécias de Snoopy, além de um milagre na árvore de Natal. Aqui temos uma parte icônica, aonde temos todos os personagens dançando, cada um no seu estilo, no teatro.
Michael Jackson: Thriller
4.7 28O super álbum Thriller completando 40 anos!
O álbum que revolucionou o mundo da música e a década de 80, sendo influenciado até hoje! Uma música com um vídeo clipe bastante ousado, com boas técnicas de efeitos especiais e práticos. E a coreografia marcante que é referenciada até hoje.
Um Cão Andaluz
4.1 709 Assista AgoraPrimeiramente, entendi foi é nada hahaha. Pois, todo o roteiro e desenvolvimento é assinado por Luis Buñuel e Salvador Dali, gênios do surrealismo.
E não procure sentido apenas assistindo ao filme pela primeira vez, esta obra tem que ser estudada e revisada, e cada pessoa tem suas respostas aos acontecimentos do filme.
Por se tratar de um filme mudo, temos as cenas sem diálogo e com a trilha sonora tocando. É esta trilha sonora é fantástica e não enjoativa, como vemos em outros filmes mudos conhecidos.
O Terrível Executor Turco
3.7 1É impressionante a técnica de efeitos práticos de Georges Méliès para decepar as cabeças dos soldados turcos na execução. Um curta com uma técnica impressionante e uma violência bastante gráfica.
O Cavalo em Movimento
4.2 31Fotos em movimento
As fotografias foram tiradas para comprovar o salto daquele cavalo no meio do galope. O fotógrafo percebeu que rodando várias fotos, se transformaria em movimento, assim sendo usado para fazer um filme.
A Trip Through New York City in 1911
4.6 1Gravar uma viagem parece banal para gente, hoje em dia, mas no começo do século passado foi uma revolução. Gravações da cidade de Nova York, tomadas muito bem inteligentes e bem feitas, são belas imagens!
O Homem com a Cabeça de Borracha
4.2 32Parece banal hoje em dia, mas para a época em que foi concebido foi uma verdadeira revolução cinematográfica. O grande Georges Méliès consegue fazer a magia se tornar realidade com os efeitos práticos.
O Cair das Folhas
3.9 43 Assista AgoraSingelo e emocionante. Uma linda prova de amor!
Os Óculos do Vovô
3.5 16Mesmo incompleto, ainda é histórico. É o filme de ficção mais velho lançado no Brasil. Um clima familiar e interiorano muito nostálgico, pois vemos o avô defende o netinho, mesmo este aprontando altas travessuras. Outra curiosidade é saber como era a escrita em português da época, pai era "pae" hahaha.