A série mais comentada da Netflix nas últimas semanas vem movimentando debates intensos nas redes sociais. Com uma trama provocativa, mergulhando de cabeça em temas polêmicos e extremamente atuais em nossa sociedade.
Tecnicamente, a série é fantástica. Com apenas quatro episódios, que são gravados em planos sequências, e que essa dinâmica funcionou para mim. Os atores estão muito bem e seguros, e dá para assistir a série numa tacada só.
Escancara o conflito geracional entre pais e filhos, mostrando como adultos, como o detetive e o pai do garoto, estão completamente desconectados dos dilemas atuais. Falta diálogo, escuta e sensibilidade — só após a tragédia é que começam a prestar melhor atenção nos filhos.
Stephen Graham está fantástico, na atuação e na produção da série. Ele merece ser mais apreciado em suas produções. Owen Cooper, que faz o garoto, está fantástico também, atuação aterrorizante e parece que nem atuando está, de tão natural.
Inspiraram por casos reais de garotos que esfaquearam colegas do sexo feminino na escola, ele constrói uma narrativa provocadora que reflete a tensão crescente entre gêneros desde a juventude. A série também aborda o bullying na adolescência, o impacto da exposição excessiva nas redes sociais, e como novos comportamentos online podem interferir na mente deles.
Esses fatores agravam a vulnerabilidade emocional dos adolescentes. Sem maturidade suficiente, eles acabam sendo arrastados por um conflito de gênero que mal compreendem, absorvendo essa tensão e reproduzindo-a de forma impulsiva — o que, considerando a idade, é até compreensível. O resultado é uma violência que escancara o reflexo de um ambiente social tóxico, diante do qual os adultos se mostram omissos e incapazes de intervir.
ma minissérie da HBO inspirada na obra teatral de Tony Kushner, com um texto intenso e uma trama impactante. A narrativa retrata a década de 80 nos Estados Unidos, sob a presidência de Ronald Reagan e sua política neoliberal e conservadora, contraposta à epidemia de AIDS que afeta a comunidade gay, abordando histórias autênticas e humanas. Os textos são de alta qualidade, apesar que tem um ar teatral nessa produção, me causou um pouco de afastamento esses diálogos e o desenvolvimento lento, porém fiquei fisgado e dei chance para série e continuei até o final.
Os personagens são desenvolvidos de forma excepcional, com atuações memoráveis que revelam a profundidade de suas dores e conflitos. A atmosfera da série é melancólica, transmitindo a sensação de que o final do século 20 seria catastrófico, sugerindo que o mundo não sobreviveria aos anos 2000 sem enfrentar um apocalipse. O medo da AIDS, a falta de esperança política e a intolerância criam um ambiente em que o fim dos tempos parece próximo, especialmente para aqueles que lutam contra a doença.
O protagonista, Prior Walter (Justin Kirk), é um homem homossexual que descobre que está doente e começa a ter visões de anjos. Seu companheiro, Louis (Ben Shenkman), não consegue lidar com a sua enfermidade e decide deixá-lo. Ao mesmo tempo, acompanhamos a trajetória de Roy Cohn (Al Pacino), um advogado poderoso e conservador, inspirado em um verdadeiro advogado que trabalhou ao lado de Joseph McCarthy. Cohn é homofóbico e implacável, ocultando sua própria sexualidade enquanto também luta contra a AIDS. A narrativa se amplia para incluir Joe Pitt (Patrick Wilson), um mórmon republicano que vive um dilema com sua sexualidade, e sua esposa Harper (Mary-Louise Parker), que enfrenta problemas psicológicos e alucinações.
A direção de Mike Nichols conduz a história com uma atenção especial às emoções, permitindo que os momentos de grande dramaticidade se entrelacem de forma natural com as dores humanas. Al Pacino oferece uma performance cativante como Roy Cohn, um personagem vil e cheio de contradições, que nega sua verdadeira identidade enquanto se entrega a doença que ele mesmo despreza publicamente. Meryl Streep, em múltiplos papéis, reforça a grandiosidade da produção, e Justin Kirk emociona como Prior, transformando sua tragédia pessoal em uma jornada de descoberta e resistência. Ainda tem a participação de Emma Thompson, brilhante e estonteante, como a aparição de um anjo.
É isso que é time de heróis. Os pontos de vista de Charles e Magneto foram jogados a prova aqui. E o time é um ajudando o outro, grandes cenas, lutas e a abertura com a música original ❤️. Uma das melhores produções desde Ultimato em 2019.
Só quem conviveu ou se relacionou com pessoas obessoras, com bordeline, traumas do passado é difícil de conviver e entender. Não se sabe se naquele dia ela vai te tratar mal ou normal.
A série é muito bem produzida, com uma história pesada e te fazem pensar que existem pessoas assim. Na série, não tem ninguém com razão, todos estavam com seus erros e traumas.
O pior, é que o ator principal é o afetado na vida real, ele teve muito cacife para retratar novamente esses fatos e lembrar minuciosamente os acontecimentos.
Cybil Shepard novinha e belíssima. Bruce Willis sempre foi malandro e canastrão. Muito bom acompanhar a série, continua tendo um ritmo fácil de acompanhar. Infelizmente tem série dos anos 80 já datadas, nesta aqui eu não achei.
Esses dois compositores criaram somente as grandes músicas dos anos 80. Uma época mágica e que qualquer produção fazia sucesso. E as músicas são atemporais, são boas até hoje.
Eles também criaram músicas infantis que seguem vivas até hoje.
E no último episódio teve os cantores famosos interpretando as músicas que eles escreveram. Mais um acerto do Globoplay e o acervo gigantesco da Globo.
Série curtinha, boas cenas de luta, destaque para a protagonista, deficiente auditiva e conseguiu um papel de destaque, Vincent D'Onofrio retornando e um certo advogado também aparece.
Que sensacional!! Sem palavras para descrever o que foi essa série, e depois quando mostra os bastidores, a série melhora ainda mais no meu conceito. Ronald é um cara para cima e amigável.
Série fantástica que mostra os bastidores da produção de "O Poderoso Chefão". Série obrigatória para quem é fã da Franquia e que gosta de cinema. Mostra como foi a correria para conseguir dinheiro, as locações, os problemas com a máfia, além de contratar o elenco estrelado. As melhores cenas são a reconstituição das cenas famosas do filme e os bastidores do mesmo.
Saudades destas séries boas e cativantes de cada caso é um episódio. E o Mentalista consegue sair na frente de cada um só pela observação da pessoa. Vou tentar acompanhar os episódios e as outras temporadas.
A série é engraçadinha e com boas sacadas. Do estilo mockumentary (falso documentário) é a mais fraca que existe no mercado, porém ainda é assistivel. É um documentário sobre o ensino público americano, que tem coisas que dão para refletir e levar para o ensino brasileiro.
Série para assistir na hora do almoço, e vendo também pelo nosso querido Tyler James Williams, o eterno "Todo Mundo Odeia o Chris".
Altas confusões de um condomínio aonde tem um pessoal da pesada. Um drama familiar e policial bastante pesado, que te prende na tensão e nas atuações de nossos atores brasileiros.
Adriana Esteves está magnífica, Eduardo Sterblitch largou o humor escrachado do Pânico e nos mostra toda sua versatilidade. Todo o elenco tem seu tempo de tela para brilhar e histórias densas e tensas para contar.
O nível de humor da série é fraco, a ação é padrão e enlatada. Não sei o motivo do Tio Arnold aceitar em fazer esta série, as cenas deles são as aceitáveis, o resto do elenco não deu para aceitar muito. São poucos episódios, porém me arrastei para assistir tudo. A série é boa para ver num fim de semana tedioso.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraA série mais comentada da Netflix nas últimas semanas vem movimentando debates intensos nas redes sociais. Com uma trama provocativa, mergulhando de cabeça em temas polêmicos e extremamente atuais em nossa sociedade.
Tecnicamente, a série é fantástica. Com apenas quatro episódios, que são gravados em planos sequências, e que essa dinâmica funcionou para mim. Os atores estão muito bem e seguros, e dá para assistir a série numa tacada só.
Escancara o conflito geracional entre pais e filhos, mostrando como adultos, como o detetive e o pai do garoto, estão completamente desconectados dos dilemas atuais. Falta diálogo, escuta e sensibilidade — só após a tragédia é que começam a prestar melhor atenção nos filhos.
Stephen Graham está fantástico, na atuação e na produção da série. Ele merece ser mais apreciado em suas produções. Owen Cooper, que faz o garoto, está fantástico também, atuação aterrorizante e parece que nem atuando está, de tão natural.
Inspiraram por casos reais de garotos que esfaquearam colegas do sexo feminino na escola, ele constrói uma narrativa provocadora que reflete a tensão crescente entre gêneros desde a juventude. A série também aborda o bullying na adolescência, o impacto da exposição excessiva nas redes sociais, e como novos comportamentos online podem interferir na mente deles.
Esses fatores agravam a vulnerabilidade emocional dos adolescentes. Sem maturidade suficiente, eles acabam sendo arrastados por um conflito de gênero que mal compreendem, absorvendo essa tensão e reproduzindo-a de forma impulsiva — o que, considerando a idade, é até compreensível. O resultado é uma violência que escancara o reflexo de um ambiente social tóxico, diante do qual os adultos se mostram omissos e incapazes de intervir.
Invencível (3ª Temporada)
4.1 124 Assista AgoraSuperou a segunda temporada, e para mim, reconectou com aquela violência da primeira.
Angels in America
4.2 129 Assista Agorama minissérie da HBO inspirada na obra teatral de Tony Kushner, com um texto intenso e uma trama impactante. A narrativa retrata a década de 80 nos Estados Unidos, sob a presidência de Ronald Reagan e sua política neoliberal e conservadora, contraposta à epidemia de AIDS que afeta a comunidade gay, abordando histórias autênticas e humanas. Os textos são de alta qualidade, apesar que tem um ar teatral nessa produção, me causou um pouco de afastamento esses diálogos e o desenvolvimento lento, porém fiquei fisgado e dei chance para série e continuei até o final.
Os personagens são desenvolvidos de forma excepcional, com atuações memoráveis que revelam a profundidade de suas dores e conflitos. A atmosfera da série é melancólica, transmitindo a sensação de que o final do século 20 seria catastrófico, sugerindo que o mundo não sobreviveria aos anos 2000 sem enfrentar um apocalipse. O medo da AIDS, a falta de esperança política e a intolerância criam um ambiente em que o fim dos tempos parece próximo, especialmente para aqueles que lutam contra a doença.
O protagonista, Prior Walter (Justin Kirk), é um homem homossexual que descobre que está doente e começa a ter visões de anjos. Seu companheiro, Louis (Ben Shenkman), não consegue lidar com a sua enfermidade e decide deixá-lo. Ao mesmo tempo, acompanhamos a trajetória de Roy Cohn (Al Pacino), um advogado poderoso e conservador, inspirado em um verdadeiro advogado que trabalhou ao lado de Joseph McCarthy. Cohn é homofóbico e implacável, ocultando sua própria sexualidade enquanto também luta contra a AIDS. A narrativa se amplia para incluir Joe Pitt (Patrick Wilson), um mórmon republicano que vive um dilema com sua sexualidade, e sua esposa Harper (Mary-Louise Parker), que enfrenta problemas psicológicos e alucinações.
A direção de Mike Nichols conduz a história com uma atenção especial às emoções, permitindo que os momentos de grande dramaticidade se entrelacem de forma natural com as dores humanas. Al Pacino oferece uma performance cativante como Roy Cohn, um personagem vil e cheio de contradições, que nega sua verdadeira identidade enquanto se entrega a doença que ele mesmo despreza publicamente. Meryl Streep, em múltiplos papéis, reforça a grandiosidade da produção, e Justin Kirk emociona como Prior, transformando sua tragédia pessoal em uma jornada de descoberta e resistência. Ainda tem a participação de Emma Thompson, brilhante e estonteante, como a aparição de um anjo.
Manual de Sobrevivência Escolar do Ned (3ª Temporada)
4.1 5Uma temporada muito maneira e com mais amadurecimento dos protagonistas.
X-Men '97 (1ª Temporada)
4.5 259 Assista AgoraMagneto Was Right
É isso que é time de heróis. Os pontos de vista de Charles e Magneto foram jogados a prova aqui. E o time é um ajudando o outro, grandes cenas, lutas e a abertura com a música original ❤️. Uma das melhores produções desde Ultimato em 2019.
Bebê Rena
4.0 633 Assista AgoraGatilhos e mais gatilhos
Só quem conviveu ou se relacionou com pessoas obessoras, com bordeline, traumas do passado é difícil de conviver e entender. Não se sabe se naquele dia ela vai te tratar mal ou normal.
A série é muito bem produzida, com uma história pesada e te fazem pensar que existem pessoas assim. Na série, não tem ninguém com razão, todos estavam com seus erros e traumas.
O pior, é que o ator principal é o afetado na vida real, ele teve muito cacife para retratar novamente esses fatos e lembrar minuciosamente os acontecimentos.
Star Wars: The Bad Batch (3ª Temporada)
4.1 21Alguns episódios foram maçantes, mas o último da temporada foi maneiro. Essa temporada foi do protagonismo da Omega
Invencível (2ª Temporada)
3.8 125 Assista AgoraRoteiro mediano, porém o nível da primeira temporada estava alta demais, e acho que foi díficil manter assim.
Mas, o crime foi ter esse hiato na temporada e a pouca divulgação desta nova temporada.
A Gata e o Rato (2ª Temporada)
3.7 3Muito divertida. O episódio aonde aparece a Whoopi Goldberg é muito engraçado!
A Gata e o Rato (1ª Temporada)
3.8 32Cybil Shepard novinha e belíssima.
Bruce Willis sempre foi malandro e canastrão.
Muito bom acompanhar a série, continua tendo um ritmo fácil de acompanhar. Infelizmente tem série dos anos 80 já datadas, nesta aqui eu não achei.
Sullivan & Massadas: Retratos e Canções
3.5 7Esses dois compositores criaram somente as grandes músicas dos anos 80. Uma época mágica e que qualquer produção fazia sucesso. E as músicas são atemporais, são boas até hoje.
Eles também criaram músicas infantis que seguem vivas até hoje.
E no último episódio teve os cantores famosos interpretando as músicas que eles escreveram. Mais um acerto do Globoplay e o acervo gigantesco da Globo.
Eco
2.9 105Série curtinha, boas cenas de luta, destaque para a protagonista, deficiente auditiva e conseguiu um papel de destaque, Vincent D'Onofrio retornando e um certo advogado também aparece.
Mestres do Universo (2ª Temporada - A Revolução)
3.5 14 Assista AgoraLinha de brinquedos renovadas.
A temporada foi boa, com um história bastante inovadora. Pena que são poucos episódios e o arco todo foi nestes episódios.
Na Mira do Júri (1ª Temporada)
4.2 129 Assista AgoraQue sensacional!! Sem palavras para descrever o que foi essa série, e depois quando mostra os bastidores, a série melhora ainda mais no meu conceito. Ronald é um cara para cima e amigável.
The Offer
4.4 40 Assista AgoraSérie fantástica que mostra os bastidores da produção de "O Poderoso Chefão". Série obrigatória para quem é fã da Franquia e que gosta de cinema. Mostra como foi a correria para conseguir dinheiro, as locações, os problemas com a máfia, além de contratar o elenco estrelado. As melhores cenas são a reconstituição das cenas famosas do filme e os bastidores do mesmo.
O Urso (2ª Temporada)
4.5 298Quem sentiu ansiedade no episódio de Natal, levanta a mão!
A Mão do Eurico
4.0 35A história de quem ajudou e também ferrou bastante o Club de Regatas Vasco da Gama.
O Mentalista (1ª Temporada)
4.3 193Saudades destas séries boas e cativantes de cada caso é um episódio. E o Mentalista consegue sair na frente de cada um só pela observação da pessoa. Vou tentar acompanhar os episódios e as outras temporadas.
Abbott Elementary (2ª Temporada)
4.2 39 Assista AgoraRealmente a série melhorou bastante. Os destaques vão para o eterno Chris, Tyler James Williams, a Quinta Brunson e o Mr. Johnson.
Abbott Elementary (1ª Temporada)
4.1 63A série é engraçadinha e com boas sacadas. Do estilo mockumentary (falso documentário) é a mais fraca que existe no mercado, porém ainda é assistivel. É um documentário sobre o ensino público americano, que tem coisas que dão para refletir e levar para o ensino brasileiro.
Série para assistir na hora do almoço, e vendo também pelo nosso querido Tyler James Williams, o eterno "Todo Mundo Odeia o Chris".
Os Outros (1ª Temporada)
4.0 282 Assista AgoraAltas confusões de um condomínio aonde tem um pessoal da pesada. Um drama familiar e policial bastante pesado, que te prende na tensão e nas atuações de nossos atores brasileiros.
Adriana Esteves está magnífica, Eduardo Sterblitch largou o humor escrachado do Pânico e nos mostra toda sua versatilidade. Todo o elenco tem seu tempo de tela para brilhar e histórias densas e tensas para contar.
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 622 Assista AgoraA série foi qualquer coisa, menos Black Mirror
Fubar (1ª Temporada)
3.2 39 Assista AgoraO nível de humor da série é fraco, a ação é padrão e enlatada. Não sei o motivo do Tio Arnold aceitar em fazer esta série, as cenas deles são as aceitáveis, o resto do elenco não deu para aceitar muito. São poucos episódios, porém me arrastei para assistir tudo. A série é boa para ver num fim de semana tedioso.
Invasão Secreta
2.7 191 Assista AgoraAssistir mesmo pelo Samuel L. Jackson, porque de resto foi bem abaixo do esperado.