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Últimas opiniões enviadas

  • Horror Head

    O filme divide o seu foco entre Pepe Mujica, Mauricio Rosencof (ator gato demais e filho do muso Ricardo Darín), e Eleuterio Fernández Huidobro membros do grupo de guerrilheiros Tupamaros, que ficaram presos por 12 anos na ditadura militar uruguaia.

    Ao contrário do que o marketing do filme divulga não se trata de uma biografia de Pepe Mujica, na realidade se contabilizarmos o tempo de tela, talvez Rosencof seja o que melhor tenha tido seu enredo desenvolvido, não por menos, ele foi quem escreveu o romance que inspirou o filme.

    O enredo deixa bem claro que o cárcere na ditadura foi a desculpa encontrada pelos militares uruguaios para desumanizá-los de todas as maneiras possíveis, tanto por meio do trancafiamento em celas solitárias e pelo isolamento de qualquer socialização, como pela negação a cuidados básicos de higiene, a ponto de um médico legista ter dito que seria menos desumano tê-los fuzilado em vez de aprisioná-los.
    O filme é fantástico, nos faz refletir muito, com uma trilha sonora belíssima vale a pena.

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  • Horror Head

    Quero que saibam que sou uma pessoa que venera a primeira temporada da série, Murder House. Para mim foi a melhor, por mais que a segunda, Asylum, tivesse mais qualidade técnica de enredo, a temática da primeira me agrada muito mais. E com certeza sou do time que acha a terceira temporada, Coven, a grande decepção da história de AHS. Num ranking da melhor para pior Murder House ficaria em primeiro e Coven em último.

    Dito isso, destaco que a 8ª temporada da série, "Apocalypse", foi ousada ao juntar “a melhor” e a “pior" temporada, com ênfase para a última, apresentando tantos personagens em somente dez episódios.

    O enredo desta temporada parece ter surgido como pretexto para consertar o grande desastre que foi Coven e deu certo, com alguns tropeços, mas deu.

    A verdade é que ‘Apocalypse’ construiu uma temporada boa para se maratonar. Assistir capítulo por capítulo semanalmente causou certa exaustão. Outra coisa que incomoda bastante também é a fotografia da série. O início é incrivelmente escura, mas com a chegada das bruxas no terceiro episódio a luz branca estourada predomina. Ela é tão ruim que chega ao ponto de causar estranheza em um dos episódios mais legais que foi o retorno à Murder House, fazendo o cenário da casa parecer menor; Até o brilho natural da personagem mais foda de todas temporadas, Constance Langdon, no retorno da brilhante Jessica Lange, pareceu ofuscada com aquela luz toda.

    Por fim, "Apocalypse" deixa abertura para uma continuidade que pode ou não acontecer, mas na real, com o fim dela, deu é vontade, vejam só, de maratonar a terceira novamente, por mais ruim que ela seja, o que prova que imagem das bruxas nessa oitava temporada foi completamente restaurada :)

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  • Horror Head

    “Vocês vão morrer hoje. Marxistas, liberais, membros da elite… “

    Esta é a frase que diz Anders Behring Breivik, quando entra em um salão de reunião, num acampamento para estudantes do Ensino Médio, e mata a todos os adolescentes que estavam no local num dos fatos mais chocantes do nosso século, o personagem histórico foi responsável pelo hediondo atentado de 22 de julho de 2011, na Noruega.

    “Há muito medo e fúria lá fora e, por isso, o amanhã pertence a nós.”

    Disse o guru extremista de Breivik em depoimento ao seu advogado.

    Embora o filme não aborde plenamente os anseios ideológicos de direita que levaram a Breivik cometer o assassinato de 76 pessoas, a maioria adolescentes, em um acampamento político e escolar ligado ao Partido Trabalhista da Noruega, ferindo mais 97 pessoas, fica impossível não fazer relação com com o que vem acontecendo em vários países nessa década. A onda conservadora e violenta que deturpa conceitos progressistas e age de maneira bem pensada excluindo minorias e abafando pautas progressistas, fazendo alguns, como Breivik, tomarem atitudes extremistas e na sequência se ausentando da culpa.

    O filme foca no atentado e nas consequências dele para as vítimas e para o autor dele, interpretado de maneira brilhante.
    Intenso, polêmico, político, 22 de Julho é uma obra sobre o ponto final de uma ideia extremista: sempre matar para impor aquilo que, por algum motivo, acredita-se que é “para a salvação de todos“.

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  • Nenhum recado para Horror Head.

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