"eu criei centenas de experiências, mas você, você foi o meu maior sucesso. eu tenho muito orgulho de você, Stitch."
Stitch preocupado de ser uma criatura ruim, um monstro, quando na real é uma das coisinhas mais adoráveis já criadas porque encontrou uma família que o acolheu e o amou incondicionalmente apesar de todo o caos que ele é capaz de criar. fofo.
o Jumba falando que ele é um querido justo por ser algo muito diferente do que se esperava dele só me lembrou As Férias da Minha Vida, quando o Chef Didier fala sobre como "não é como se começa, mas como se termina". porque no fim é meio isso mesmo. encontrar as pessoas quem amamos e nos permitir sermos transformadas por elas.
lembrei de um dos atores entrevistados no documentário "QT8: The First Eight" falando que o Tarantino adora conversar sobre cinema mas assim. ele te ouve falar e depois te ENTERRA com um trilhão de referências que possui de tudo que já assistiu, consumiu e produziu.
adoro os filmes dele mas JAMAIS o veria como alguém humilde que faz isso por pura empolgação. ele sabe que pode fazer o que e quando quiser, um senso de superioridade in a way.
dito isso, creio que ele usa uma quantidade absurda de contra-plongée não só para representar a superioridade dos heróis de suas histórias, mas por se enxergar neles.
por gostar da sensação de encarar seu público de uma posição acima, talvez não apenas por ego mas numa perspectiva de esconder segredos e saber algo que nós não sabemos.
sempre um passo à nossa frente com um sorrisinho de canto de quem sabe que vai surpreender quando menos esperarmos.
off: a música calminha de Kill Bill (https://youtu.be/iUnDZI18NRs?si=yUidE_TBEjgP9Bt2) com momentos tensos da filmografia dele: FODA, TÁ? foda. o gosto musical apuradíssimo sempre.
stop motion é o encontro do artesanato e do cinema e, como tal, é lindo.
incrível o nível de detalhes que nem imaginava como a iluminação, o guia de cada personagem com suas expressões faciais e corporais até as cores dos OLHOS da galinhas. tudo feito com carinho, muita atenção e um perfeccionismo inexplicável.
também me pegou muito perceber como lidam com pequenos empecilhos como a diferença de escala entre os bonecos das galinhas e dos humanos, assim como os cenários que precisam conversar com eles.
lindo demais a dedicação da equipe do filme com seus vídeos pessoais para captar melhor a ideia de movimento que queriam em cada cena+personagem para trazer ainda mais verossimilhança.
ainda mais bonito perceber como não estão ali só por pura obrigação, mas todos se divertem no processo. um processo trabalhoso, delicado, onde falhas são muito difíceis para serem corrigidas mas que ainda assim consegue ser feliz e primoroso tanto para a equipe quanto para quem assiste.
já admirava muito animação nesse estilo, saio desse curta 1000x mais encantada. principalmente por mostrarem que, se fazer cinema é difícil, fazer cinema em stop motion é muito mais.
"dentro de uma caixa mágica, uma mulher encontra a chance de revisitar um momento crucial em sua infância."
o que mais gosto nas propagandas bem feitas é quando elas são tão próximas da audiência que a gente esquece que tá vendo uma. porque ninguém liga para o que um produto faz, mas para o que ele resolve e, principalmente, significa na vida de alguém. porque histórias conectam pessoas. é o que acontece aqui.
a escolha da Keala Settle como protagonista, com a música do curta (Sia - Bird Set Free) conversam MUITO com a minha favorita do filme The Greatest Showman (This Is Me, também interpretada por ela), uma mensagem inspiradora sobre vulnerabilidade, auto aceitação e determinação.
mostra como, apesar de ser um processo demorado, delicado e difícil, o que nos aconteceu não é uma sentença, mas algo que pode ser mudado. que em cada um de nós existe um potencial inexplorado, que será descoberto se trabalharmos para isso e, principalmente, aceitarmos que isso é possível. e que somente nós podemos decidir nos salvar.
alguém comentou num vídeo que retrata bem o processo terapêutico de revisitar memórias desconfortáveis, ressignificá-las e passar esse aprendizado adiante, impactando também aos outros que precisam dele. e eu concordo 100%.
viver uma vida que valha a pena mesmo sem destino - só ponto de partida.
caí nesse por acaso nas recomendações do YouTube. e ainda bem.
é a história de um cara obcecado com o sentido do número 7, mas vai além.
ele quer encontrar o sentido por trás dos acontecimentos da vida, e como no fim talvez eles nem façam sentido algum e seja tudo tão aleatório que é difícil aceitar. claro, não controlar nossa vida é assustador.
é MUITO curioso, pois essa semana mesmo revi algumas curiosidades sobre Clarice Lispector e como ela se ligava nesse mesmo número 7 e a sua importância mística.
perceba: - na Bíblia, Deus demorou 7 dias para construir o mundo; - existem 7 pecados capitais e também são 7 as virtudes cardinais; - são 7 os sacramentos na igreja, - ao morrer, Jesus falou exatamente 7 palavras; - são 7 as maravilhas mundo; - são 7 as notas musicais; - são 7 os dias da semana; - são 7 as cores do arco-íris; - são 7 as ondas que se pula no réveillon.
e por aí vai.
mas a questão é:
esse curta é de uma sensibilidade tão grande que pensei é isso o que me vem à mente quando falo sobre gente que AMA cinema criando filmes.
tão bonito e ao mesmo tempo tão simples, tão bem executado, desde a parte técnica (o argumento, as imagens que o diretor escolheu captar, movimentos de câmera) até a parte emocional, humana. uma IA jamais conseguiria produzir algo que chegasse perto disso.
transformar experiências pessoais em algo bonito que seja ao mesmo tempo delicado e poderoso não é fácil, e muito menos pra qualquer um. e aqui é o que ele faz perfeitamente.
experiências essas que, com certeza, muita gente se identificaria, assim como eu me identifiquei. um murro no estômago de quem também é meio obcecado com encontrar o sentido das coisas.
talvez no fim das contas seja menos sobre buscar alguma explicação e mais sobre curtir o momento e apreciar as aleatoriedades da vida.
soltar o controle e fazer apenas isso que hoje nos é tão difícil, mas caro: viver.
Lembrei de uma frase do filme Rainha de Katwe: "Às vezes, o lugar em que estamos acostumados não é o lugar em que pertencemos. Você pertence onde acreditar que pertence."
Não supera o meu favorito (Bao), mas é SENSACIONAL. E é até engraçado ver o quanto a gente se identifica com algum dos personagens (ou todos) e seus problemas cotidianos, e mostra como a terapia modifica a sua abordagem desses mesmos problemas e traz certo conforto pessoal. É bonitinho demais.
"Eu sou um ser maravilhoso. Eu respeito a mim e àqueles que me rodeiam. Adoto a mudança positiva e rejeito todos os hábitos que surgem do medo. Estou em um lugar seguro onde me permito expressar sentimentos de raiva e tristeza. E eu me amo."
Surreal a forma como a mídia retrata o caso, tal qual abutres rondando alimento. Tudo pela audiência: desde o poder que foi dado ao Lindemberg ao conversar com programas de TV, até mesmo a confiança que inspirou na polícia por deixar Nayara (amiga sobrevivente) voltar ao prédio, mas, principalmente pela forma como abordaram a situação. Pintaram o sequestrador como um bom rapaz, em diversos momentos se referindo a ele como alguém sem antecedentes criminais, e referindo-se a um "final feliz" que, nas entrelinhas, seria basicamente o bem dele e não da própria Eloá (como se já não fosse suficiente a garota passar por tudo aquilo, ainda foi responsabilizada indiretamente pela situação, nada novo sob o sol). Como sempre, além de questões referentes à "perca de poder" do sequestrador sobre a vítima, até o sequestro, culminando no feminicídio em si, existe ainda a violência simbólica que foi cometida contra Eloá. É bizarro observar (até hoje) que vidas valem menos do que uma pontuação alta no Ibope. O sensacionalismo em sua face mais cruel e sanguinária. 24 minutos de muita raiva, indignação e tristeza.
“Então, é assim que se cria uma única história: mostre um povo como uma coisa, como somente uma coisa, repetidamente, e será o que eles se tornarão. (...) A consequência de uma única história é essa: ela rouba das pessoas sua dignidade. Faz o reconhecimento de nossa humanidade compartilhada difícil. Enfatiza como nós somos diferentes ao invés de como somos semelhantes. (...) Histórias importam. Muitas histórias importam. Histórias têm sido usadas para expropriar e tornar maligno. Mas histórias podem também ser usadas para capacitar e humanizar. Histórias podem destruir a dignidade de um povo, mas histórias também podem reparar essa dignidade perdida.”
"E se você pensa sobre isso, qual é o objetivo de um anúncio a não ser nos fazer ficar infelizes com o que temos? Então, 3000 vezes por dia nos dizem que nosso cabelo está errado, nossa pele está errada, nossa roupa está errada, nossa mobília está errada, nossos carros estão errados, nós estamos errados, mas que tudo pode ser consertado de formos às compras."
Bem didático e indispensável tal qual o documentário "Money as debt"
A Origem de Stitch
3.5 3"eu criei centenas de experiências, mas você, você foi o meu maior sucesso. eu tenho muito orgulho de você, Stitch."
Stitch preocupado de ser uma criatura ruim, um monstro, quando na real é uma das coisinhas mais adoráveis já criadas porque encontrou uma família que o acolheu e o amou incondicionalmente apesar de todo o caos que ele é capaz de criar. fofo.
o Jumba falando que ele é um querido justo por ser algo muito diferente do que se esperava dele só me lembrou As Férias da Minha Vida, quando o Chef Didier fala sobre como "não é como se começa, mas como se termina". porque no fim é meio isso mesmo. encontrar as pessoas quem amamos e nos permitir sermos transformadas por elas.
visto em 23/05/2025
Tarantino: From Below
1o Plano Tarantino.
lembrei de um dos atores entrevistados no documentário "QT8: The First Eight" falando que o Tarantino adora conversar sobre cinema mas assim. ele te ouve falar e depois te ENTERRA com um trilhão de referências que possui de tudo que já assistiu, consumiu e produziu.
adoro os filmes dele mas JAMAIS o veria como alguém humilde que faz isso por pura empolgação. ele sabe que pode fazer o que e quando quiser, um senso de superioridade in a way.
dito isso, creio que ele usa uma quantidade absurda de contra-plongée não só para representar a superioridade dos heróis de suas histórias, mas por se enxergar neles.
por gostar da sensação de encarar seu público de uma posição acima, talvez não apenas por ego mas numa perspectiva de esconder segredos e saber algo que nós não sabemos.
sempre um passo à nossa frente com um sorrisinho de canto de quem sabe que vai surpreender quando menos esperarmos.
off: a música calminha de Kill Bill (https://youtu.be/iUnDZI18NRs?si=yUidE_TBEjgP9Bt2) com momentos tensos da filmografia dele: FODA, TÁ? foda. o gosto musical apuradíssimo sempre.
visto em 04/04/2025
A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets - Making …
4.0 7stop motion é o encontro do artesanato e do cinema e, como tal, é lindo.
incrível o nível de detalhes que nem imaginava como a iluminação, o guia de cada personagem com suas expressões faciais e corporais até as cores dos OLHOS da galinhas. tudo feito com carinho, muita atenção e um perfeccionismo inexplicável.
também me pegou muito perceber como lidam com pequenos empecilhos como a diferença de escala entre os bonecos das galinhas e dos humanos, assim como os cenários que precisam conversar com eles.
lindo demais a dedicação da equipe do filme com seus vídeos pessoais para captar melhor a ideia de movimento que queriam em cada cena+personagem para trazer ainda mais verossimilhança.
ainda mais bonito perceber como não estão ali só por pura obrigação, mas todos se divertem no processo. um processo trabalhoso, delicado, onde falhas são muito difíceis para serem corrigidas mas que ainda assim consegue ser feliz e primoroso tanto para a equipe quanto para quem assiste.
já admirava muito animação nesse estilo, saio desse curta 1000x mais encantada. principalmente por mostrarem que, se fazer cinema é difícil, fazer cinema em stop motion é muito mais.
visto em 29/12/2024
Walmart: The Box
2.5 1"dentro de uma caixa mágica, uma mulher encontra a chance de revisitar um momento crucial em sua infância."
o que mais gosto nas propagandas bem feitas é quando elas são tão próximas da audiência que a gente esquece que tá vendo uma. porque ninguém liga para o que um produto faz, mas para o que ele resolve e, principalmente, significa na vida de alguém. porque histórias conectam pessoas. é o que acontece aqui.
a escolha da Keala Settle como protagonista, com a música do curta (Sia - Bird Set Free) conversam MUITO com a minha favorita do filme The Greatest Showman (This Is Me, também interpretada por ela), uma mensagem inspiradora sobre vulnerabilidade, auto aceitação e determinação.
mostra como, apesar de ser um processo demorado, delicado e difícil, o que nos aconteceu não é uma sentença, mas algo que pode ser mudado. que em cada um de nós existe um potencial inexplorado, que será descoberto se trabalharmos para isso e, principalmente, aceitarmos que isso é possível. e que somente nós podemos decidir nos salvar.
alguém comentou num vídeo que retrata bem o processo terapêutico de revisitar memórias desconfortáveis, ressignificá-las e passar esse aprendizado adiante, impactando também aos outros que precisam dele. e eu concordo 100%.
visto em 05/11/2024
Nothing, Except Everything
3.5 2viver uma vida que valha a pena mesmo sem destino - só ponto de partida.
caí nesse por acaso nas recomendações do YouTube. e ainda bem.
é a história de um cara obcecado com o sentido do número 7, mas vai além.
ele quer encontrar o sentido por trás dos acontecimentos da vida, e como no fim talvez eles nem façam sentido algum e seja tudo tão aleatório que é difícil aceitar. claro, não controlar nossa vida é assustador.
é MUITO curioso, pois essa semana mesmo revi algumas curiosidades sobre Clarice Lispector e como ela se ligava nesse mesmo número 7 e a sua importância mística.
perceba:
- na Bíblia, Deus demorou 7 dias para construir o mundo;
- existem 7 pecados capitais e também são 7 as virtudes cardinais;
- são 7 os sacramentos na igreja,
- ao morrer, Jesus falou exatamente 7 palavras;
- são 7 as maravilhas mundo;
- são 7 as notas musicais;
- são 7 os dias da semana;
- são 7 as cores do arco-íris;
- são 7 as ondas que se pula no réveillon.
e por aí vai.
mas a questão é:
esse curta é de uma sensibilidade tão grande que pensei é isso o que me vem à mente quando falo sobre gente que AMA cinema criando filmes.
tão bonito e ao mesmo tempo tão simples, tão bem executado, desde a parte técnica (o argumento, as imagens que o diretor escolheu captar, movimentos de câmera) até a parte emocional, humana. uma IA jamais conseguiria produzir algo que chegasse perto disso.
transformar experiências pessoais em algo bonito que seja ao mesmo tempo delicado e poderoso não é fácil, e muito menos pra qualquer um. e aqui é o que ele faz perfeitamente.
experiências essas que, com certeza, muita gente se identificaria, assim como eu me identifiquei. um murro no estômago de quem também é meio obcecado com encontrar o sentido das coisas.
talvez no fim das contas seja menos sobre buscar alguma explicação e mais sobre curtir o momento e apreciar as aleatoriedades da vida.
soltar o controle e fazer apenas isso que hoje nos é tão difícil, mas caro: viver.
visto em 01/05/2024
Stalled
3.9 11não acredito que ainda me surpreendi com o final mesmo ele dizendo NA CARA que
um paradoxo não se resolve, se termina
Um Pequeno Passo
4.2 59Lembrei de uma frase do filme Rainha de Katwe: "Às vezes, o lugar em que estamos acostumados não é o lugar em que pertencemos. Você pertence onde acreditar que pertence."
Bonitinho demais. ♥
Comportamento Animal
3.5 48Não supera o meu favorito (Bao), mas é SENSACIONAL. E é até engraçado ver o quanto a gente se identifica com algum dos personagens (ou todos) e seus problemas cotidianos, e mostra como a terapia modifica a sua abordagem desses mesmos problemas e traz certo conforto pessoal. É bonitinho demais.
Fica aí o mantra:
"Eu sou um ser maravilhoso. Eu respeito a mim e àqueles que me rodeiam. Adoto a mudança positiva e rejeito todos os hábitos que surgem do medo. Estou em um lugar seguro onde me permito expressar sentimentos de raiva e tristeza. E eu me amo."
Quem Matou Eloá?
4.6 70 Assista AgoraSurreal a forma como a mídia retrata o caso, tal qual abutres rondando alimento. Tudo pela audiência: desde o poder que foi dado ao Lindemberg ao conversar com programas de TV, até mesmo a confiança que inspirou na polícia por deixar Nayara (amiga sobrevivente) voltar ao prédio, mas, principalmente pela forma como abordaram a situação. Pintaram o sequestrador como um bom rapaz, em diversos momentos se referindo a ele como alguém sem antecedentes criminais, e referindo-se a um "final feliz" que, nas entrelinhas, seria basicamente o bem dele e não da própria Eloá (como se já não fosse suficiente a garota passar por tudo aquilo, ainda foi responsabilizada indiretamente pela situação, nada novo sob o sol). Como sempre, além de questões referentes à "perca de poder" do sequestrador sobre a vítima, até o sequestro, culminando no feminicídio em si, existe ainda a violência simbólica que foi cometida contra Eloá. É bizarro observar (até hoje) que vidas valem menos do que uma pontuação alta no Ibope. O sensacionalismo em sua face mais cruel e sanguinária. 24 minutos de muita raiva, indignação e tristeza.
Aggretsuko: Feliz Natal Metaleiro
3.8 13Black Mirror - Nosedive hahaha
TEDTalks: O Perigo de Uma Única História
4.9 7“Então, é assim que se cria uma única história: mostre um povo como uma coisa, como somente uma coisa, repetidamente, e será o que eles se tornarão.
(...)
A consequência de uma única história é essa: ela rouba das pessoas sua dignidade. Faz o reconhecimento de nossa humanidade compartilhada difícil. Enfatiza como nós somos diferentes ao invés de como somos semelhantes.
(...)
Histórias importam. Muitas histórias importam. Histórias têm sido usadas para expropriar e tornar maligno. Mas histórias podem também ser usadas para capacitar e humanizar. Histórias podem destruir a dignidade de um povo, mas histórias também podem reparar essa dignidade perdida.”
INCRÍVEL.
A História das Coisas
4.2 153 Assista Agora"E se você pensa sobre isso, qual é o objetivo de um anúncio a não ser nos fazer ficar infelizes com o que temos? Então, 3000 vezes por dia nos dizem que nosso cabelo está errado, nossa pele está errada, nossa roupa está errada, nossa mobília está errada, nossos carros estão errados, nós estamos errados, mas que tudo pode ser consertado de formos às compras."
Bem didático e indispensável tal qual o documentário "Money as debt"