Que horror! Um desses caras que cria vídeos no Facebook indicando filmes (alguns deles são simplesmente insuportáveis) fez uma lista com filmes com finais surpreendentes e colocou este. Eu não conhecia. Pensei "porque não arriscar?". Bastaram 10 minutos de filme para ver onde fui me meter. Atuações ridículas, parecia um vídeo amador, fotografia de filme pra TV, mas fui até o final. Vai que surpreendesse, né? Mas, não. Só ridículo mesmo. Assim como o cara que indicou.
Belíssimo. Até agora, um dos melhores do ano. François Ozon constrói, em "O Estrangeiro" uma adaptação fidelíssima do romance de Albert Camus, preservando a espinha dorsal da obra e mantendo a história intacta, enquanto descarta com precisão as divagações mais difíceis de traduzir para o cinema.
A opção pela fotografia em preto e branco é particularmente feliz: elegante e rigorosa, ela reforça a aridez emocional e o distanciamento do protagonista, sem recorrer a excessos estilísticos. Nota-se, ao longo de todo o filme, que Ozon ama o seu protagonista. Há um olhar atento, quase compassivo, que busca compreendê-lo sem jamais absolvê-lo. Benjamin Voisin está magnífico no papel. E lindo, também.
Camus afirmou que sua obra tratava de um homem que não “joga o jogo”, alguém que acaba condenado não apenas por seu crime, mas por não ter chorado no funeral da mãe. O filme incorpora essa ideia com notável clareza, evidenciando a lógica absurda de uma sociedade que exige performances emocionais como prova de humanidade. O resultado é um filme austero, coerente e profundamente inquietante, que honra a essência do texto original ao mesmo tempo em que encontra sua própria força no silêncio e na imagem.
Não tinha visto trailer, nada. Só li a sinopse. Achei que veria algo bacana, assustador, satanistas num velho hotel. Não foi o que encontrei: John Wick, Kill Bill, numa trama frouxa, repetitiva, cíclica. Pra que matar "imortais" se eles revivem? Entendo que a galera curtiu a bagunça e o gore. Mas pra mim, não funcionou. Nem Patricia Arquette e Heather Graham salvam. Aliás, o roteiro é praticamente inexistente. Parece um videogame de ação cujo objetivo final é matar o "chefão".
Se tivesse como "desver", eu o faria. Fui pela sinopse... Um lixo atômico. Aquela menininha chata gritando toda hora "Bee"... "Bee!"... O boy magia que faz o irmão dela no filme, Kaydin Gibson faz essas novelinhas verticais de temática gay para umas plataformas aí. Melhor ficar com a novelinha.
Gostei muito de "Longlegs". Achei "O Macaco" deliciosamente insano, com mortes muito criativas. Mas este aqui achei modorrento. Uma boa premissa, um ótimo mcguffin (o tal bolo) desperdiçado (criei toda uma historinha macabra na minha mente sobre o bolo e o propósito dele) e Tatiana Maslany fazendo muito com um fiapo de roteiro. Também adoraria ver outro ator no lugar do Rossif. Talvez, para esse papel especialmente pelo plot do final, alguém mais sedutor, um Ben Barnes, um Sam Claflin, um Richard Armitage (já que o budget, pelo visto, era um guaraná e um sanduíche e 1% da bilheteria).
Esse eu não assisti quando criança. Só fui ver agora. A atmosfera, a abertura com aquelas imagens e a narração e a trilha sonora, ótimas. A história achei tudo meio jogado, sem muito sentido. Estava indo bem até a cena do ataque no galpão do velhinho. Depois, sei lá, não me fisgou, não deu medo, nada. Mesmo assim, valeu a sessão.
Obs.: Esse segundo pôster, com monstros, filme de terror, postado aqui, não sei por quem, não é deste filme, pessoal. Quem quiser, pode denunciar aos moderadores para retirarem. Pra ninguém comprar gato por lebre.
Não amei, mas até que gostei. Tipo um podrão que enche a pança e satisfaz, mesmo sendo cheio de porcarias no meio. O protagonista é lindinho (das séries "American Crime" e "Objetos Cortantes"), Taylor John Smith. Parece uma mistura de Chris Pratt com Jeremy Irvine) e Victoria Justice e o elenquinho estão bem. Coitado do Dermot Mulroney não tem uma fala no filme, só grunhe e faz cara feia. O prédio achei interessante, a cor, a arquitetura, acho que poderiam explorar mais, assim como faltou tbm explorar mais o mistério das garotas que sumiam ali perto. Ou eu dormi e não vi a explicação. A maior parte da equipe técnica principal é indiana, bem como os produtores. Mas em resumo: tenho uma teoria de qualquer produção feita para a TV dos anos 70 aos 90, dessas que pipocavam no Supercine, é melhor do que a maioria desses filmes independentes de hoje em dia. Tenho dito.
Não é assim horrível...É quase. O filhote da Elizabeth Hurley chamando os amigos para um final de semana num lugar paradisíaco e estreando na direção. Muita gente bonita (o filme vale pelo Freddie Thorp, que já tinha gostado na minissérie "Safe", do Harlan Coben) e uma historinha meio sem pé nem cabeça e cheia de furos. Peca ainda por ser "tímido" nas cenas. Já que não tem história mesmo, poderia rolar nudez, cenas calientes, mas nem pra isso serve.
Às vezes tudo que você quer é assistir a uma farofa gostosa. Sim, um monte de clichês de todos os filmes do gênero, de "Premonição" (a morte da escada, lembra bastante, bem como a do metrô) passando por quaisquer filme onde grupo de jovens enfrentam algo sobrenatural, basta substituir a tábua Ouija ou a caixinha de desejos por um baralho de tarô amaldiçoado, com direito a olhinhos satânicos brilhando no escuro (coisa que se vê muito no "Invocaverso"), alguns jump scares inofensivos e um elenco jovem com personagens rasos e burros. Cumpriu o que nem prometeu. Dentro da média, mas achei bem satisfatório.
Numa noite onde assisti dois filmes, um horrível e este, este acabou sendo uma grata surpresa. Fotos de crimes. Bruxaria. Santeria. Satanismo. Maravilhoso! O formato de tela, 4:3, que, conforme vai chegando no final, vai fechando ainda mais (total sentido com a história contada), assim como o desenho de som que fica em mono com ruídos quando o protagonista vai perdendo a audição, é tudo genial, da forma como foi feito. É imersivo. Harold Torres, o protagonista, Santiago, é muito bom. Apesar de ele parecer mais asiático do que mexicano, ou talvez ambos os povos tenham traços parecidos mesmo, ele leva o filme nas costas o tempo todo e é difícil desviar o olhar da atuação dele. Merecia ser mais conhecido. Muito bom. Acho que o final poderia ser mais corajoso. Sim, eu queria ver o que foi proposto pelo necromante. Mas mesmo assim, não compromete uma obra impecável como essa.
Rapaz... Pense num troço ruim. Histórias assim já foram contadas brilhantemente em filmes como "Ilusões Perigosas" (1995) e o mais recente "O Segredo de Marrowbone". Assisti por curiosidade porque curto histórias que se passem em velhos casarões (o "Campton Manor" do título) e pelo rosto angular do Shawn Roberts no novo cartaz do filme, lançado agora, em 2024, anteontem (07-06-2024). Mas nada funciona aqui. E nada faz muito sentido. O slogan do filme resume tudo. "Sometimes you're stuck in your own ghost story". E é isso. Sem surpresas. Sem sustos. Com mãozinhas pintadas de branco saindo debaixo da cama e agarrando um pé. Atuações qualquer nota e uma história tediosa que poderia ser resumida em 30 minutos. Boa sorte.
Gostei, mas também não vi nada de excepcional. Tem episódios de séries criminais, bem melhores. Bom, enxuto, não enrola muito e vai direto ao ponto. Mas tem pontos negativos. O elenco é de mediano a ruim, inexpressivo. Tanto o protagonista, como a atriz que faz a Monika. Carisma zero. O que se mostrou uma qualidade, ser enxuto, também limou as possibilidades de a gente se apegar a algum personagem. O filme tem 112 minutos de duração e nenhuma cena memorável ou inspirada. Tudo colcha de retalhos de outras produções. O que alguns não parecem ter entendido é o que fez o procurador "descobrir" o culpado. Agatha Christie usou bastante esse recurso. Sabe quando a gente viu algo, mas no momento pareceu irrelevante e acaba que a gente esquece que viu?
No posto de gasolina, após o suspeito lá estar preso, o procurador vê uma moça fumando. Ela usa um anel com uma pedra vermelha. Um anel qualquer. Aí, ele lembra que a mãe da Monika falou sobre o anel que estava com ela e lembra que quando esteve na casa do legista,passou pelo quarto do filho dele (o real assassino) e viu ele escondendo um anel com uma pedra vermelha, rubi. Ligou os pontos. Simples.
Se eu for me orientar pelos comentários (de qualquer lugar, não só daqui), não assisto a mais nada. Sempre tem alguém para achar ruim. Vou experimentar. Não assisti trailer, nada. Só li a sinopse, curti demais o pôster e vou pelo meu feeling. Pode ser ruim? Até pode. Mas já vi coisas piores, com certeza.
Aquela cena, logo no começo, dele na sala de aula com a aluna reclamando da palavra "negro", "Com todo o respeito,Brittany, eu superei isso,certamente você consegue também." me fez rir muito e achei que o timing do filme seria todo nessa pegada inteligente, bem sacado, afiado, (como a cena da biblioteca). Mas não foi. Da metade para o final, algo se perde pelo caminho junto com a identidade da personagem. Entra para o rol dos que poderia ser muito, mas muito melhor. Superestimado.
Já denunciei duas vezes ao Filmow, mas não adianta, os erros permanecem. Os pôsteres do outro filme, continuam aqui. Bem como data de lançamento nos cinemas, tudo errado. Este filme deste post, não é o recente que está nos cinemas "O Jogo da Morte". É um filme egípcio, cujo título americano (The Blue Whale) é o mesmo. Mas não é terror, é um drama. Ponto. Existe outro post com o filme correto (que é russo) cadastrado. https://filmow.com/o-jogo-da-morte-t370080/
Ah, sim. Como ele foi lançado em blu-ray na Alemanha em novembro de 2023, já tem por aí nos torrents para download. No Brasil, se a Paris Filmes não mudar de idéia, iria estrear nos cinemas em fevereiro/2024, dia 22.
O trailer tem uma pegada e uma entidade muito similares a "Amizade Desfeita 2". Gostei. Gosto desse tipo de filme. Mas é um filme de terror teen russo. Pelas últimas experiências que tive (A Sereia, A Noiva, A Dama do Espelho, Ritual das Trevas, entre outras) o visual é bom, boa fotografia, mas roteiros, direção e atuações pouco inspirados.
Gostei muito mais do Alexander Davion (um charme, como o Tony) no filme, atuação contida, sólida, num papel que precisava algo assim, do que do histrionismo do Oliver Reed, bem canastrão. Sobre o filme, um bom suspense da Hammer, excelente fotografia em P&B, direção segura do Freddie Francis, que peca só por acabar abruptamente (como quase todos da Hammer) sem ao mínimo um epílogo. Alguns, realmente, não se faz necessário esse epílogo, aqui, achei que fez falta.
Bom suspense, um tanto datado, a cara dos anos 90, mas intrigante e com direito a um final com um plot twist hitchcockiano. Diversão rápida e sem culpa. Nunca tinha reparado em como o Peter Outerbridge, quando jovem, era gracinha. Olhos lindos. Jennifer Rubin tambem era linda, uma princesa.
Já não curto muito filmes japoneses, um que outro prestam (os sul coreanos e os tailandeses, sim, fazem terror dos bons), mas esse não é terror, é um dorama infantilóide adolescente com um bonecão de Olinda usado como monstro. Vergonha alheia define. Não assusta nada, não empolga, não tem atmosfera e ainda jogam umas musiquinhas alegrinhas de Jpop lá pelo meio que acaba com qualquer vontade de continuar assistindo. Existiriam umas 20 maneiras de usar esse plot em algo que funcionasse. Mas não foi dessa vez.
Agatha Christie mandou lembrança. Quero assistir. Mas fico só observando a maioria do elenco totalmente desconhecido. Ah, se vão produzir algo assim, onde os personagens são o destaque, não adianta colocar só a Mischa Barton. Deveriam investir um pouquinho num bom elenco...
Quando o pôster é propaganda enganosa... Não tem nenhum elemento do cartaz no filme que funciona mais como horror psicológico do que realmente um terror. Timothy Granaderos é bom ator. Entrega uma boa atuação mesmo numa produção tabajara, tosca, onde quase nada se salva. Radha Mitchell pagando os boletos. E Emile Hirsch deve ser amigo do diretor, só isso explica sua participação ridícula. Detestei a fotografia mal cuidada, fosca, escura. E no todo, o filme tem alguma coisa que causa um certo desconforto (será que é por ser mal feito?) e pelo menos deve servir de laboratório para o diretor/roteirista, que talvez acerte num dos seus próximos projetos.
Vou dar uma estrelinha pela tentativa bem intencionada do Russell Crowe, que além de dirigir, escreveu o roteiro e até a letra da canção tema que toca no final. Mas o filme é um desastre, não empolga em momento nenhum, não serve nem para drama e nem para ação, é tudo meio jogado, tudo muito corrido, não existe qualquer tentativa de desenvolvimento dos personagens e fica só mesmo a tentativa de contar uma história com uma lição sobre o que realmente tem valor na vida e que dinheiro não é tudo. P.S. Legal ver o elenco quase todo australiano e que Russell chamou Jack Thompson, veterano ator que fez o pai dele lá no comecinho de carreira, no belo "The Sum of Us" (Um Caso de Amor), onde Russell fazia um jogador de futebol gay, no armário. Aqui, Jack Thompson faz o Pajé, curandeiro e guia espiritual que tem um encontro com o o personagem de Russell no início do filme.
Intersection
1.8 4Que horror! Um desses caras que cria vídeos no Facebook indicando filmes (alguns deles são simplesmente insuportáveis) fez uma lista com filmes com finais surpreendentes e colocou este. Eu não conhecia. Pensei "porque não arriscar?". Bastaram 10 minutos de filme para ver onde fui me meter. Atuações ridículas, parecia um vídeo amador, fotografia de filme pra TV, mas fui até o final. Vai que surpreendesse, né? Mas, não. Só ridículo mesmo. Assim como o cara que indicou.
O Estrangeiro
3.6 28Belíssimo. Até agora, um dos melhores do ano.
François Ozon constrói, em "O Estrangeiro" uma adaptação fidelíssima do romance de Albert Camus, preservando a espinha dorsal da obra e mantendo a história intacta, enquanto descarta com precisão as divagações mais difíceis de traduzir para o cinema.
A opção pela fotografia em preto e branco é particularmente feliz: elegante e rigorosa, ela reforça a aridez emocional e o distanciamento do protagonista, sem recorrer a excessos estilísticos. Nota-se, ao longo de todo o filme, que Ozon ama o seu protagonista. Há um olhar atento, quase compassivo, que busca compreendê-lo sem jamais absolvê-lo.
Benjamin Voisin está magnífico no papel. E lindo, também.
Camus afirmou que sua obra tratava de um homem que não “joga o jogo”, alguém que acaba condenado não apenas por seu crime, mas por não ter chorado no funeral da mãe. O filme incorpora essa ideia com notável clareza, evidenciando a lógica absurda de uma sociedade que exige performances emocionais como prova de humanidade.
O resultado é um filme austero, coerente e profundamente inquietante, que honra a essência do texto original ao mesmo tempo em que encontra sua própria força no silêncio e na imagem.
Eles Vão Te Matar
3.1 275 Assista AgoraNão tinha visto trailer, nada. Só li a sinopse. Achei que veria algo bacana, assustador, satanistas num velho hotel. Não foi o que encontrei: John Wick, Kill Bill, numa trama frouxa, repetitiva, cíclica. Pra que matar "imortais" se eles revivem? Entendo que a galera curtiu a bagunça e o gore. Mas pra mim, não funcionou. Nem Patricia Arquette e Heather Graham salvam. Aliás, o roteiro é praticamente inexistente. Parece um videogame de ação cujo objetivo final é matar o "chefão".
O segredo da colmeia
1.8 2Se tivesse como "desver", eu o faria.
Fui pela sinopse... Um lixo atômico. Aquela menininha chata gritando toda hora "Bee"... "Bee!"...
O boy magia que faz o irmão dela no filme, Kaydin Gibson faz essas novelinhas verticais de temática gay para umas plataformas aí. Melhor ficar com a novelinha.
Para Sempre Medo
2.4 94 Assista AgoraGostei muito de "Longlegs". Achei "O Macaco" deliciosamente insano, com mortes muito criativas. Mas este aqui achei modorrento. Uma boa premissa, um ótimo mcguffin (o tal bolo) desperdiçado (criei toda uma historinha macabra na minha mente sobre o bolo e o propósito dele) e Tatiana Maslany fazendo muito com um fiapo de roteiro.
Também adoraria ver outro ator no lugar do Rossif. Talvez, para esse papel especialmente pelo plot do final, alguém mais sedutor, um Ben Barnes, um Sam Claflin, um Richard Armitage (já que o budget, pelo visto, era um guaraná e um sanduíche e 1% da bilheteria).
As criaturas finais até são bem medonhas, queria ter visto mais sobre, saber um pouco mais das origens, enfim
Boa atmosfera num filme sonolento. O mais fraco do Osgood Perkins até agora. Lembrando que só a direção é dele, o roteiro, não.
Os Demônios dos Seis Séculos
2.9 35 Assista AgoraEsse eu não assisti quando criança. Só fui ver agora.
A atmosfera, a abertura com aquelas imagens e a narração e a trilha sonora, ótimas.
A história achei tudo meio jogado, sem muito sentido. Estava indo bem até a cena do ataque no galpão do velhinho. Depois, sei lá, não me fisgou, não deu medo, nada.
Mesmo assim, valeu a sessão.
Depravação
2.7 16Obs.: Esse segundo pôster, com monstros, filme de terror, postado aqui, não sei por quem, não é deste filme, pessoal. Quem quiser, pode denunciar aos moderadores para retirarem. Pra ninguém comprar gato por lebre.
Depravação
2.7 16Não amei, mas até que gostei. Tipo um podrão que enche a pança e satisfaz, mesmo sendo cheio de porcarias no meio.
O protagonista é lindinho (das séries "American Crime" e "Objetos Cortantes"), Taylor John Smith. Parece uma mistura de Chris Pratt com Jeremy Irvine) e Victoria Justice e o elenquinho estão bem.
Coitado do Dermot Mulroney não tem uma fala no filme, só grunhe e faz cara feia.
O prédio achei interessante, a cor, a arquitetura, acho que poderiam explorar mais, assim como faltou tbm explorar mais o mistério das garotas que sumiam ali perto. Ou eu dormi e não vi a explicação.
A maior parte da equipe técnica principal é indiana, bem como os produtores.
Mas em resumo: tenho uma teoria de qualquer produção feita para a TV dos anos 70 aos 90, dessas que pipocavam no Supercine, é melhor do que a maioria desses filmes independentes de hoje em dia. Tenho dito.
Estritamente Confidencial
1.7 18Não é assim horrível...É quase.
O filhote da Elizabeth Hurley chamando os amigos para um final de semana num lugar paradisíaco e estreando na direção.
Muita gente bonita (o filme vale pelo Freddie Thorp, que já tinha gostado na minissérie "Safe", do Harlan Coben) e uma historinha meio sem pé nem cabeça e cheia de furos. Peca ainda por ser "tímido" nas cenas. Já que não tem história mesmo, poderia rolar nudez, cenas calientes, mas nem pra isso serve.
O Tarô da Morte
2.3 221 Assista AgoraÀs vezes tudo que você quer é assistir a uma farofa gostosa. Sim, um monte de clichês de todos os filmes do gênero, de "Premonição" (a morte da escada, lembra bastante, bem como a do metrô) passando por quaisquer filme onde grupo de jovens enfrentam algo sobrenatural, basta substituir a tábua Ouija ou a caixinha de desejos por um baralho de tarô amaldiçoado, com direito a olhinhos satânicos brilhando no escuro (coisa que se vê muito no "Invocaverso"), alguns jump scares inofensivos e um elenco jovem com personagens rasos e burros. Cumpriu o que nem prometeu. Dentro da média, mas achei bem satisfatório.
Desaparecer Por Completo
3.0 28 Assista AgoraNuma noite onde assisti dois filmes, um horrível e este, este acabou sendo uma grata surpresa. Fotos de crimes. Bruxaria. Santeria. Satanismo. Maravilhoso!
O formato de tela, 4:3, que, conforme vai chegando no final, vai fechando ainda mais (total sentido com a história contada), assim como o desenho de som que fica em mono com ruídos quando o protagonista vai perdendo a audição, é tudo genial, da forma como foi feito. É imersivo.
Harold Torres, o protagonista, Santiago, é muito bom. Apesar de ele parecer mais asiático do que mexicano, ou talvez ambos os povos tenham traços parecidos mesmo, ele leva o filme nas costas o tempo todo e é difícil desviar o olhar da atuação dele.
Merecia ser mais conhecido.
Muito bom. Acho que o final poderia ser mais corajoso. Sim, eu queria ver o que foi proposto pelo necromante. Mas mesmo assim, não compromete uma obra impecável como essa.
O Mistério da Mansão Campton
1.6 7 Assista AgoraRapaz... Pense num troço ruim.
Histórias assim já foram contadas brilhantemente em filmes como "Ilusões Perigosas" (1995) e o mais recente "O Segredo de Marrowbone".
Assisti por curiosidade porque curto histórias que se passem em velhos casarões (o "Campton Manor" do título) e pelo rosto angular do Shawn Roberts no novo cartaz do filme, lançado agora, em 2024, anteontem (07-06-2024).
Mas nada funciona aqui. E nada faz muito sentido.
O slogan do filme resume tudo.
"Sometimes you're stuck in your own ghost story". E é isso. Sem surpresas. Sem sustos. Com mãozinhas pintadas de branco saindo debaixo da cama e agarrando um pé. Atuações qualquer nota e uma história tediosa que poderia ser resumida em 30 minutos.
Boa sorte.
As Cores do Mal: Vermelho
3.1 115 Assista AgoraGostei, mas também não vi nada de excepcional. Tem episódios de séries criminais, bem melhores. Bom, enxuto, não enrola muito e vai direto ao ponto. Mas tem pontos negativos. O elenco é de mediano a ruim, inexpressivo. Tanto o protagonista, como a atriz que faz a Monika. Carisma zero. O que se mostrou uma qualidade, ser enxuto, também limou as possibilidades de a gente se apegar a algum personagem.
O filme tem 112 minutos de duração e nenhuma cena memorável ou inspirada. Tudo colcha de retalhos de outras produções.
O que alguns não parecem ter entendido é o que fez o procurador "descobrir" o culpado.
Agatha Christie usou bastante esse recurso.
Sabe quando a gente viu algo, mas no momento pareceu irrelevante e acaba que a gente esquece que viu?
No posto de gasolina, após o suspeito lá estar preso, o procurador vê uma moça fumando. Ela usa um anel com uma pedra vermelha. Um anel qualquer. Aí, ele lembra que a mãe da Monika falou sobre o anel que estava com ela e lembra que quando esteve na casa do legista,passou pelo quarto do filho dele (o real assassino) e viu ele escondendo um anel com uma pedra vermelha, rubi. Ligou os pontos. Simples.
All You Need is Death
2.5 9 Assista AgoraSe eu for me orientar pelos comentários (de qualquer lugar, não só daqui), não assisto a mais nada. Sempre tem alguém para achar ruim. Vou experimentar. Não assisti trailer, nada. Só li a sinopse, curti demais o pôster e vou pelo meu feeling. Pode ser ruim? Até pode. Mas já vi coisas piores, com certeza.
Ficção Americana
3.8 424Aquela cena, logo no começo, dele na sala de aula com a aluna reclamando da palavra "negro", "Com todo o respeito,Brittany, eu superei isso,certamente você consegue também." me fez rir muito e achei que o timing do filme seria todo nessa pegada inteligente, bem sacado, afiado, (como a cena da biblioteca). Mas não foi. Da metade para o final, algo se perde pelo caminho junto com a identidade da personagem.
Entra para o rol dos que poderia ser muito, mas muito melhor. Superestimado.
O Jogo da Morte
2.1 3Já denunciei duas vezes ao Filmow, mas não adianta, os erros permanecem.
Os pôsteres do outro filme, continuam aqui. Bem como data de lançamento nos cinemas, tudo errado.
Este filme deste post, não é o recente que está nos cinemas "O Jogo da Morte". É um filme egípcio, cujo título americano (The Blue Whale) é o mesmo. Mas não é terror, é um drama. Ponto. Existe outro post com o filme correto (que é russo) cadastrado.
https://filmow.com/o-jogo-da-morte-t370080/
O Jogo da Morte
2.0 28 Assista AgoraAh, sim. Como ele foi lançado em blu-ray na Alemanha em novembro de 2023, já tem por aí nos torrents para download.
No Brasil, se a Paris Filmes não mudar de idéia, iria estrear nos cinemas em fevereiro/2024, dia 22.
O Jogo da Morte
2.0 28 Assista AgoraO trailer tem uma pegada e uma entidade muito similares a "Amizade Desfeita 2". Gostei. Gosto desse tipo de filme.
Mas é um filme de terror teen russo. Pelas últimas experiências que tive (A Sereia, A Noiva, A Dama do Espelho, Ritual das Trevas, entre outras) o visual é bom, boa fotografia, mas roteiros, direção e atuações pouco inspirados.
Paranóico
3.4 16Gostei muito mais do Alexander Davion (um charme, como o Tony) no filme, atuação contida, sólida, num papel que precisava algo assim, do que do histrionismo do Oliver Reed, bem canastrão.
Sobre o filme, um bom suspense da Hammer, excelente fotografia em P&B, direção segura do Freddie Francis, que peca só por acabar abruptamente (como quase todos da Hammer) sem ao mínimo um epílogo. Alguns, realmente, não se faz necessário esse epílogo, aqui, achei que fez falta.
A Foto da Morte
2.4 2Bom suspense, um tanto datado, a cara dos anos 90, mas intrigante e com direito a um final com um plot twist hitchcockiano. Diversão rápida e sem culpa.
Nunca tinha reparado em como o Peter Outerbridge, quando jovem, era gracinha. Olhos lindos. Jennifer Rubin tambem era linda, uma princesa.
Re/Member
2.5 77 Assista AgoraJá não curto muito filmes japoneses, um que outro prestam (os sul coreanos e os tailandeses, sim, fazem terror dos bons), mas esse não é terror, é um dorama infantilóide adolescente com um bonecão de Olinda usado como monstro. Vergonha alheia define. Não assusta nada, não empolga, não tem atmosfera e ainda jogam umas musiquinhas alegrinhas de Jpop lá pelo meio que acaba com qualquer vontade de continuar assistindo. Existiriam umas 20 maneiras de usar esse plot em algo que funcionasse. Mas não foi dessa vez.
Invitation to a Murder
2.7 10Agatha Christie mandou lembrança.
Quero assistir. Mas fico só observando a maioria do elenco totalmente desconhecido.
Ah, se vão produzir algo assim, onde os personagens são o destaque, não adianta colocar só a Mischa Barton. Deveriam investir um pouquinho num bom elenco...
A Oficina do Diabo
1.5 25Quando o pôster é propaganda enganosa...
Não tem nenhum elemento do cartaz no filme que funciona mais como horror psicológico do que realmente um terror.
Timothy Granaderos é bom ator. Entrega uma boa atuação mesmo numa produção tabajara, tosca, onde quase nada se salva. Radha Mitchell pagando os boletos. E Emile Hirsch deve ser amigo do diretor, só isso explica sua participação ridícula.
Detestei a fotografia mal cuidada, fosca, escura. E no todo, o filme tem alguma coisa que causa um certo desconforto (será que é por ser mal feito?) e pelo menos deve servir de laboratório para o diretor/roteirista, que talvez acerte num dos seus próximos projetos.
Jogo Perfeito
2.2 28 Assista AgoraVou dar uma estrelinha pela tentativa bem intencionada do Russell Crowe, que além de dirigir, escreveu o roteiro e até a letra da canção tema que toca no final. Mas o filme é um desastre, não empolga em momento nenhum, não serve nem para drama e nem para ação, é tudo meio jogado, tudo muito corrido, não existe qualquer tentativa de desenvolvimento dos personagens e fica só mesmo a tentativa de contar uma história com uma lição sobre o que realmente tem valor na vida e que dinheiro não é tudo.
P.S. Legal ver o elenco quase todo australiano e que Russell chamou Jack Thompson, veterano ator que fez o pai dele lá no comecinho de carreira, no belo "The Sum of Us" (Um Caso de Amor), onde Russell fazia um jogador de futebol gay, no armário.
Aqui, Jack Thompson faz o Pajé, curandeiro e guia espiritual que tem um encontro com o o personagem de Russell no início do filme.