O fato de tudo isso ter aocntecido como um desenrolar da prisão de um abusador malditoq ue era líder dessa comunidade torna tudo ainda mais desolador e mostra bem o poder de devastação mental que as seitas provocam nos indivíduos. Que dor, que pena dessas mulheres.
Eu estou encantada com a relação da Victora com a psicanalista Fernanda. Vicky é absolutamente totoca, mas no fundo é apenas demasiadamente humana. Adoro também o desenvolvimento dos personagens secunários.
Até o momento, achei a temporada mais fraquinha, mas mesmo assim ela é muito cativante. A gente fica fascinado com a humanidade e todas as imperfeições dos personagens, as decisões que geram arrependimento, as coisas que dão errado, etc etc. Que achado essa série!
Eu estranhei um bocado a Bianca Comparato como mãe de uma adolescente, mas de modo geral gostei da obra. Poderiam ter focado mais da destruição dos vínculos entre os antigos voluntários da Casa após a prisão do João ou nas pessoas da região que estavam nas folhas de pagamento dele.
A cena no clube de blues quando o Sammie toca é surreal de bacana. Tem um quê de "From dusk till dawn", mas é mais...criativo e até mesmo divertido em alguns momentos. Poderia haver um melhor desenvolvimento de personagens secundários e suas tramas (como a ex mulher e a bebê), mas mesmo assim a trama funciona de forma bem sacada e cativante.
Um trabalho impecável de Jesuíta Barbosa como Ney e de Esmir Filho no roteiro e direção. Penso que "Homem com H" chegou ao auge do que uma cinebio pode ser. Que trabalho visualmente espetacular e envolvente enquanto história.
Gostei um bocado de "Nightbitch", um filme com roteiro bem honesto sobre maternidade, ressentimento e o quão brutal é a experiência de parir e cuidar de um outro ser humano na classe média e sob o regime cishétero, mas achei muito zoado o modo como desenvolveram a metáfora que atravessa a obra e o PAVOROSO final que sabota a personagem de Amy Adams.
Um filme bem feito, mas protocolar. É impressionante como o comentário da Isabela Boscov sobre a Angelina Jolie ser obcecada em achar bonita na tela ficou apitando na minha mente durante 85% do longa. Ao fim, quando aparecem imagens da Callas real, ela me pareceu muito mais meiga e calorosa do que a abordagem escolhida pelo longa, mesmo em momentos de flashback.
Fui assistir por conta de Cate Blanchett, que está muito bem, por sinal, mas me decepcionei muito. A trama perde muito ao não desenvolver a relação entre mãe maluca e obcecada pelo filho e toda a fabulação sexual que ela cria em torno dele. O personagem do velho maluco é delirante e toda a história perde a mão no exagero em cenas como a reação da equipe do escritório ao livro, que chega a ser constrangedora.
Também me incomodou muito ter que chegar ao último episódio para ver uma reviravolta que coloca a protagonista, até então uma coitada de uma mãe que só queria dar uma transadinha em paz, como uma vítima de abuso que acaba sendo humilhada e só consegue sua "redenção" como inocente. Constrangedor demais ela buscar até o fim, após o seu relato, ser "perdoada" pelo marido inseguro.
Inacreditavelmente ruim. Antonio Banderas num nível de atuação canastríssimo. Em quase uma hora de filme o mocinho segue incapaz de entregar uma única frase completa.
Me irritou profudamente a patética cena do molecote de bigode falhado ensinando o que é consentimento para a DIRETORA DE UMA MULTINACIONAL DE AUTOMAÇÃO EM ROBÓTICA e ela basicamente reclamando que ele estava inventando palavra
. A montagem do filme também peca em diversos momentos e o final é simplesmente decepcionante. De algum modo, me fez lembrar o desfecho da série "Disclaimer" (HBO), que faz um serviço igualmente porco ao mostrar uma mulher inteligente e profissionalmente bem sucedida que cai em momentos "catárticos" de choro, culpa e humilhação por parte dos outros personagens devido aos seus desejos e uma mínima abertura de sua sexualidade. É um retrocesso, sem tirar, nem por.
É uma cinebio bem Globo Filmes que acaba contando mais sobre todo o contexto do que sobre a personagem central. Entrei e saí do cinema sem saber nada além do que já sabia sobre a maravilhosa Gal, infelizmente, mas achei uma produção bem-feita e gostei muito do trabalho de alguns nomes que compõem o elenco, como o cara que interpreta o Caetano e é simplesmente primoso! Também gostei de Sophie Charlotte durante o longa,
O começo é bem fraquinho, mas com o desenrolar das tramas de cada personagem "fantasma" - e das coisas que eles deixaram sem fechamento em suas vidas, a história melhora. Isso também acontece com o gênero do filme: quando ele deixa de lado os jumpscare e as tomadas de filme de terror abrindo espaço para a comédia com pitadas dramáticas, tudo melhora.
Gostei bastante do começo do filme e da premissa do narrador não confiável, mas conforme foram surgindo outras histórias e atos eu fui desgostando e achando tudo muito raso e sem apelo, apesar da trama ir se tornando mais complexa "em termos". O final é bonito e traz uma lição bem emocionante, mas que me pareceu gratuita e sem sustentação depois da trama do patrão
babaca que repete a postura do pai abusador e rico e do rapaz que volta sozinho para a cidade onde ganhou um trauma assustador ainda na infância. E, meu deus, que caracterizações RUINS de Olivia Wilde jovem e da moça espanhola envelhecida. Para um filme com elenco tão recheado, faltou um cuidado básico nesse sentido.
Um filme simplesmente pavoroso, que desrespeita de forma vil a imagem de Marilyn ao apresentar uma narrativa centrada em abusos e traumas, colocando-a como alguém que é levada de lugar a lugar como um pacote, um "serviço de quarto" incapaz,
além de simplesmente enfiar na cara do espectador uma explícita agenda anti aborto com cenas repetitivas e PAVOROSAS de fetos, takes de espéculos enfiados vagina adentro e diálogos imaginários que reforçam a ideia de culpa e trauma sobre o tema em um momento histórico tão crítico sobre o direito reprodutivo das mulheres nos EUA (e no mundo como um todo).
É tudo extremamente ofensivo com a imagem de quem lutou para ser reconhecida como uma atriz "de verdade", que abriu sua própria produtora para fazer melhores papeis e teve seu talento e dedicação sempre postos em segundo plano pela indústria.
- Ana de Armas está primorosa no papel e a filmografia se dedicou a reproduzir fielmente as imagens mais marcantes de sua carreira, e só por isso dou uma estrela. Todo o resto é uma bomba misógina que parece sentir prazer em retratá-la em posições humilhantes e passivas de diversos tipos de violência.
Eu gostei mais da temporada passada, apesar de alguns avanços necessários na trama. Não deixa de ser agridoce o episódio final, já que a justiça "do outro lado" continua sendo negligente com os crimes cometidos em Gilead e gente fanática segue apoiando o terror encarnado nos Waterfords..
Eu demorei muito a ver esse filme, considerado o marco das "comédias românticas". Achei bem fraco na comédia e com momentos muito constrangedores no começo. Depois de um certo tempo começou a me remeter aos filmes do Woody Allen centrados em encontros e desencontros em NY, e eu simpatizei um pouquinho mais. No geral, achei bem mediano. Há dezenas de comédias românticas bem melhores, inclusive com roteiros também assinados por Nora Ephron.
Os Assassinatos de Åre (1ª Temporada)
3.3 23 Assista AgoraAssisti sem expectativas e resenhas prévias e gostei bastante. A
aproximação entre os protagonistas foi um clichê meio decepcionante
Confie em Mim: O Falso Profeta
3.9 20 Assista AgoraO fato de tudo isso ter aocntecido como um desenrolar da prisão de um abusador malditoq ue era líder dessa comunidade torna tudo ainda mais desolador e mostra bem o poder de devastação mental que as seitas provocam nos indivíduos. Que dor, que pena dessas mulheres.
Caso Eloá: Refém ao Vivo
3.5 113 Assista AgoraO fato de Sônia Abrãao até hoje ter espaço na TV é surreal
Invejosa (2ª Temporada)
3.6 17 Assista AgoraEu estou encantada com a relação da Victora com a psicanalista Fernanda. Vicky é absolutamente totoca, mas no fundo é apenas demasiadamente humana. Adoro também o desenvolvimento dos personagens secunários.
Invejosa (3° Temporada)
4.0 12 Assista AgoraAté o momento, achei a temporada mais fraquinha, mas mesmo assim ela é muito cativante. A gente fica fascinado com a humanidade e todas as imperfeições dos personagens, as decisões que geram arrependimento, as coisas que dão errado, etc etc. Que achado essa série!
A Vizinha Perfeita
3.5 212 Assista AgoraMuito interessante pelo formato de captação de imagens, utilizando bastante as câmeras corporais de policiais.
João Sem Deus: A Queda de Abadiânia
3.3 9 Assista AgoraEu estranhei um bocado a Bianca Comparato como mãe de uma adolescente, mas de modo geral gostei da obra. Poderiam ter focado mais da destruição dos vínculos entre os antigos voluntários da Casa após a prisão do João ou nas pessoas da região que estavam nas folhas de pagamento dele.
Pecadores
4.0 1,3K Assista AgoraInteressantíssimo!
A cena no clube de blues quando o Sammie toca é surreal de bacana. Tem um quê de "From dusk till dawn", mas é mais...criativo e até mesmo divertido em alguns momentos. Poderia haver um melhor desenvolvimento de personagens secundários e suas tramas (como a ex mulher e a bebê), mas mesmo assim a trama funciona de forma bem sacada e cativante.
Homem com H
4.2 535 Assista AgoraUm trabalho impecável de Jesuíta Barbosa como Ney e de Esmir Filho no roteiro e direção. Penso que "Homem com H" chegou ao auge do que uma cinebio pode ser. Que trabalho visualmente espetacular e envolvente enquanto história.
Canina
3.0 182 Assista AgoraGostei um bocado de "Nightbitch", um filme com roteiro bem honesto sobre maternidade, ressentimento e o quão brutal é a experiência de parir e cuidar de um outro ser humano na classe média e sob o regime cishétero, mas achei muito zoado o modo como desenvolveram a metáfora que atravessa a obra e o PAVOROSO final que sabota a personagem de Amy Adams.
Maria Callas
3.1 129 Assista AgoraUm filme bem feito, mas protocolar. É impressionante como o comentário da Isabela Boscov sobre a Angelina Jolie ser obcecada em achar bonita na tela ficou apitando na minha mente durante 85% do longa. Ao fim, quando aparecem imagens da Callas real, ela me pareceu muito mais meiga e calorosa do que a abordagem escolhida pelo longa, mesmo em momentos de flashback.
Difamação
4.0 135 Assista AgoraFui assistir por conta de Cate Blanchett, que está muito bem, por sinal, mas me decepcionei muito. A trama perde muito ao não desenvolver a relação entre mãe maluca e obcecada pelo filho e toda a fabulação sexual que ela cria em torno dele. O personagem do velho maluco é delirante e toda a história perde a mão no exagero em cenas como a reação da equipe do escritório ao livro, que chega a ser constrangedora.
Também me incomodou muito ter que chegar ao último episódio para ver uma reviravolta que coloca a protagonista, até então uma coitada de uma mãe que só queria dar uma transadinha em paz, como uma vítima de abuso que acaba sendo humilhada e só consegue sua "redenção" como inocente. Constrangedor demais ela buscar até o fim, após o seu relato, ser "perdoada" pelo marido inseguro.
Babygirl
2.7 496 Assista AgoraInacreditavelmente ruim. Antonio Banderas num nível de atuação canastríssimo. Em quase uma hora de filme o mocinho segue incapaz de entregar uma única frase completa.
Me irritou profudamente a patética cena do molecote de bigode falhado ensinando o que é consentimento para a DIRETORA DE UMA MULTINACIONAL DE AUTOMAÇÃO EM ROBÓTICA e ela basicamente reclamando que ele estava inventando palavra
Black Rio! Black Power! Filme
3.9 4Muito, muito bacana! Excelentes depoimentos de figuras que estiveram por dentro do movimento black dos anos 60 e 70
Meu Nome é Gal
3.0 142 Assista AgoraÉ uma cinebio bem Globo Filmes que acaba contando mais sobre todo o contexto do que sobre a personagem central. Entrei e saí do cinema sem saber nada além do que já sabia sobre a maravilhosa Gal, infelizmente, mas achei uma produção bem-feita e gostei muito do trabalho de alguns nomes que compõem o elenco, como o cara que interpreta o Caetano e é simplesmente primoso! Também gostei de Sophie Charlotte durante o longa,
mas os trechos finais com clipes da própria Gal no palco mostram que faltou algo ali na construção da obra -
O Urso do Pó Branco
2.9 372Uma bobajada com altas doses de sangue pra todo lado, mas divertidíssimo. Vi sem expectativa alguma e adorei como passatempo nonsense.
Fervo
3.1 23O começo é bem fraquinho, mas com o desenrolar das tramas de cada personagem "fantasma" - e das coisas que eles deixaram sem fechamento em suas vidas, a história melhora. Isso também acontece com o gênero do filme: quando ele deixa de lado os jumpscare e as tomadas de filme de terror abrindo espaço para a comédia com pitadas dramáticas, tudo melhora.
Tár
3.7 424Cate impecável. Protagonista complexa, intragável, extremamente competente e insalubre com seus pequenos jogos de poder e interesse.
Em Segredo
3.2 107 Assista AgoraGostei bastante. Esperava um drama histórico simples, mas a trama vai ganhando um contorno muito interessante e sombrio, bem atormentado.
A Vida em Si
4.0 355 Assista AgoraGostei bastante do começo do filme e da premissa do narrador não confiável, mas conforme foram surgindo outras histórias e atos eu fui desgostando e achando tudo muito raso e sem apelo, apesar da trama ir se tornando mais complexa "em termos". O final é bonito e traz uma lição bem emocionante, mas que me pareceu gratuita e sem sustentação depois da trama do patrão
babaca que repete a postura do pai abusador e rico e do rapaz que volta sozinho para a cidade onde ganhou um trauma assustador ainda na infância. E, meu deus, que caracterizações RUINS de Olivia Wilde jovem e da moça espanhola envelhecida. Para um filme com elenco tão recheado, faltou um cuidado básico nesse sentido.
Blonde
2.6 450 Assista AgoraUm filme simplesmente pavoroso, que desrespeita de forma vil a imagem de Marilyn ao apresentar uma narrativa centrada em abusos e traumas, colocando-a como alguém que é levada de lugar a lugar como um pacote, um "serviço de quarto" incapaz,
além de simplesmente enfiar na cara do espectador uma explícita agenda anti aborto com cenas repetitivas e PAVOROSAS de fetos, takes de espéculos enfiados vagina adentro e diálogos imaginários que reforçam a ideia de culpa e trauma sobre o tema em um momento histórico tão crítico sobre o direito reprodutivo das mulheres nos EUA (e no mundo como um todo).
É tudo extremamente ofensivo com a imagem de quem lutou para ser reconhecida como uma atriz "de verdade", que abriu sua própria produtora para fazer melhores papeis e teve seu talento e dedicação sempre postos em segundo plano pela indústria.
- Ana de Armas está primorosa no papel e a filmografia se dedicou a reproduzir fielmente as imagens mais marcantes de sua carreira, e só por isso dou uma estrela. Todo o resto é uma bomba misógina que parece sentir prazer em retratá-la em posições humilhantes e passivas de diversos tipos de violência.
O Conto da Aia (4ª Temporada)
4.3 447 Assista AgoraEu gostei mais da temporada passada, apesar de alguns avanços necessários na trama. Não deixa de ser agridoce o episódio final, já que a justiça "do outro lado" continua sendo negligente com os crimes cometidos em Gilead e gente fanática segue apoiando o terror encarnado nos Waterfords..
Harry & Sally: Feitos um Para o Outro
3.9 539 Assista AgoraEu demorei muito a ver esse filme, considerado o marco das "comédias românticas". Achei bem fraco na comédia e com momentos muito constrangedores no começo. Depois de um certo tempo começou a me remeter aos filmes do Woody Allen centrados em encontros e desencontros em NY, e eu simpatizei um pouquinho mais. No geral, achei bem mediano. Há dezenas de comédias românticas bem melhores, inclusive com roteiros também assinados por Nora Ephron.
Sra. Harris vai a Paris
3.6 136Um filme fofíssimo e com uma pegada beeem sonhadora, sem maiores pretensões.