Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > jvitordantas
21 years Aracaju - (BRA)
Usuário desde Janeiro de 2015
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Graduando em Cinema e Audiovisual. 21 anos.

Últimas opiniões enviadas

  • João Vitor Dantas

    Vamos lá... mais um filme do Nolan em que eu vou falar que é bom mas nem chega perto do que a crítica e os fãs do diretor fazem ele parecer.

    Dunkirk é provavelmente um dos filmes de guerra mais frio que já assisti na vida, e quando digo frio eu quero dizer sem emoção, distante. Nolan prioriza a montagem de mais um de seus quebra-cabeças ao invés de focar em seus personagens, no drama da história, e isso cria uma falta de envolvimento e empatia que, ao analisar sua filmografia, é extremamente recorrente.

    A mesma frieza de Interestelar (que tanto critico) se repete aqui com a decisão de dividir o filme em linhas temporais que se entrelaçam. Sim, isso torna tudo mais grandioso, tenso e até complexo, porém, assim que a poeira baixa, as limitações de Nolan ficam evidentes. A trilha de Hans Zimmer (maravilhosa, por sinal), tenta compor um pouco da afetividade que falta ao filme e é usada à exaustão, até ficar enjoativa; ação começa a ficar repetitiva, os personagens vão se mostrando cada vez mais planos, o clímax perde a força.
    No final temos um espetáculo visual impressionante que só o Nolan sabe fazer, e só. De resto temos um vazio.

    Engraçado ter revisitado "Nascido para Matar" do Kubrick justamente ontem, isso só torna os meus problemas com esse filme ainda mais evidentes.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • João Vitor Dantas

    Apresenta as questões e consegue chocar em alguns momentos apresentando imagens em um ponto de vista grotesco e assustador. Entretanto senti falta de profundidade, um debate maior a respeito de sub-temas que pareciam que iam ser abordados na introdução do documentário.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • João Vitor Dantas

    Uma discussão sobre a naturalidade e a artificialidade, a ganância e o amor, uma visão do ser humano a partir de um estudo de um personagem profundamente ambíguo, por vezes bom, por vezes mal; por vezes bonito, por vezes feio; por vezes pobre, por vezes rico, mas, no final, essa dicotomia pouco importa.

    Apenas um diretor pessimista e metódico como Stanley Kubrick conseguiria entregar um resultado final tão belo e tão contundente.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.

Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.