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Data de lançamento
26 Set. 2019Duração
São Paulo, 1984. O Brasil vive uma de suas piores crises, devido a alta da inflação e a imposição da censura aos artistas, em plena ditadura militar. Hebe, por sua vez, continua a brilhar cada dia mais na televisão: É a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar quarenta anos de profissão, perto de chegar aos sessenta anos de vida, está madura o suficiente para não aceitar mais ser apenas um produto comercial que vende muito bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes de uma sociedade hipócrita e preconceituosa.
Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia , Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras, dona de sua voz e única autora de sua própria história.
O filme apresenta Hebe com seu jeito exagerado e extrovertido e sua sinceridade nos comentários, mesmo ameaçada pela censura que vigorava na época nos meios de comunicação, chegando a sair de uma emissora que a censurava e que queria que seus programas não fosse mais apresentados ao vivo. Mostra também os dramas que passou na sua vida particular, como o machismo, agressões e o ciúme exagerado de seu segundo marido Lélio Ravagnani.
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Personagem bem complexa para caber em um filme.
Roteiro muito fraquinho. É assistível, mas não recomendo.
Beltrão encarna uma Hebe muito bem interpretada. Na verdade, todo o elenco está bem nos papéis. Dá para saber de quem se trata mesmo antes de citarem o nome da pessoa. Alguns pontos mais caricatos, sim, mas sem desmerecer as interpretações.
Na caracterização, o trabalho de maquiagem ficou satisfatório.
Que graçinha !!!
Pensando ser mais uma biografia-homenagem e descubro que essa mulher incrível e corajosa bateu de frente com a ditadura e censura nos anos 80 dando voz aos LGBTQ+, falando de política, HIV na TV aberta, numa época de proibições, fantástica… Segundo o filho, o filme é parte ficcional (ela não bebia tanto, nem no trabalho que nunca atrasou um só dia)...
Porque mulheres maravilhosos aceitavam homens pequenos e desprezíveis...
Uma mulher esplendida, corajosa e muito a frente de seu tempo…