Divertido, mas eu achei bem mais ou menos. Senti que os personagens da Pina e do Hawk (que são perfeitamente muito chatos) foram pouco explorados em suas fragilidades. O que era uma comédia, vira um draminha bobo, com tom professoral de um casal de vizinhos quase não humanos, com ar psicanalistas perfeitos e salvadores. Não me comoveu não.
Ótimo filme, mas não é fácil de assistir pois aborda traumas, violência, manipulação, vícios... o submundo nu e cru de uma grande metrópole que, ao mesmo tempo que atraí muita gente com os seus sonhos de vencer na vida, os confronta brutalmente com uma sociedade que trata o outro como objeto de descarte
Chatinho. Toda hora surge algo "diferentão" nas cenas ou personagens pra dar aquele ar de bizarro ("olha como sou um filme diferentão"), sendo que já da pra entender isso no começo. Sem contar que hoje em dia precisam deixar explícito a crítica do filme pra quem assiste.
Não funcionou pra mim — achei arrastado e sem graça. Fui assistir esperando uma ficção científica, mas acabei vendo uma comédia meio boba. Pra piorar, o filme é longo demais (especialmente a primeira parte), com tramas que não levam a lugar nenhum e personagens muito mal desenvolvidos (Timo, Kai, Agente Zeke...). No fim das contas, a falta de profundidade e as escolhas de roteiro acabaram incomodando mais do que o fato do filme ser apenas uma comédia simples.
as tramas do Timo (amigo ou ex-amigo do protagonista) ou da Kai, não acrescentam nada. Fiquei esperando também um aprofundamento maior sobre a revolta do agente Zeke contra os abusos do Marshall, mas isso só é revelado no fim do filme, como se fosse uma solução mágica.
Filme gostoso de ver :) produção excelente para um filme independente, com uma história muito boa que te prende desde o início. Consegue ter uma diversão com o desconhecido, sem fugir do tom de suspense. As cenas de transformação são revolucionárias (talvez muito mais convincentes do que um CG), e a fotografia também é muito bonita. Apesar de não contribuir em nada para a história, eu achei bem interessante as analogias traçadas com distúrbios mentais ao longo do filme (neurose / bipolaridade por ex).
Excelente representação de relações possessivas e abusivas... o outro é só um meio para a realização das fantasias e desejos de quem abusa.
O filme é muito interessante em como trata a temática, mas achei a parte final um pouco decepcionante porque tenta ir para um lado de mostrar uma certa "moral da história" que já não era mais necessária, além de ser mais longo do que deveria.
Senti que o lado da ficção poderia ter sido mais explorado e algumas passagens serem mais sucintas. Ainda assim é um filme ótimo e vale muito a pena ser visto. Ponto forte para as atuações.
É um dos melhores filmes que já vi sobre amadurecimento. Achei interessante o personagem do Mário. Nós somos feitos para acreditar na perfeição, que iremos salvar todos de suas escolhas, mas não temos o controle de tudo à nossa volta, muito menos sobre a demanda de amor do outro. Nada vai impedir que essa figura, em algum momento, se torne o Luigi, o personagem mais humano que a Nintendo replicou do Mário.
Além de toda a abordagem sobre o amadurecimento, também tras muitas questões importantes em relação à mulher, principalmente sobre o desrespeito e visão de inferioridade (Maria e Patrizia), que são julgadas como loucas e culpadas por não conseguirem "sustentar um casamento", guiado pelo medo da repercurssão do divórcio ou de boatos negativos em relação a familia. Há uma ambientação de julgamento social moralista e muito apego (que ainda existem nos dias de hoje), o que nos impede de progredirmos.
O ponto de vista observador do personagem principal, buscando entender e aceitar a situação, é tipico de quando nos colocamos a disposição de formar caráter e valor próprio (na maioria das vezes por necessidade), e o filme desenrola isso muito bem: "Quando vocês iam me contar?" "Quando você estivesse grande" "E quando eu seria isso?" "Acho que agora".
O diálogo com a Patrizia no hospital psiquiátrico, mostra bem o confronto da inocência (acreditar na simples história do Monjezinho) com o amargor da realidade, de que o "buraco é muito mais embaixo". O diálogo na prisão e com o diretor, ressalta a importância de criação da consciência de que cada um é livre para trilhar o seu próprio caminho, sem deixar os fantasmas do passado incomodar a aceitação da realidade. Afinal, é dessa forma que tinha que ser.
Revisto ontem. Acho muito legal como o Rohmer trata a neurose e obsessão aqui. Senti bastante conexão entre esse filme e O Raio Verde por esse ponto em comum. Como é difícil para certas pessoas (e me incluo nisso) tirar a importância de sua existência e valorizar mais as coisas simples inesperadas. O que há de melhor em viver é a imprevisibilidade.
No fim, Gaspard sacrificou suas oportunidades em detrimento de algo que julgava ser mais importante, mas que não tinha necessidade momentânea. Tudo para poder escapar do "rolo que se meteu" por não conseguir desagradar o outro e decidir o que ele realmente valoriza para ele. Sempre com seu narcisismo disfarçado de baixa autoestima e fugindo do que deseja para viver de idealizações
.
E que bom que aqui não tem muita gente julgando o filme por conta do personagem ser equivocado. Essa é a graça do Rohmer, a construção de personagens humanos (falhos).
Reassisti depois de uns 15 anos e achei melhor ainda. Acho que por conta da idade, hoje eu percebo a analogia do filme com o vício em drogas e em retratar famílias disfuncionais, tudo no ponto de vista de um pré-adolescente que crê no fantástico (vampiros) para atenuar sua realidade. Muito, muito, muito bom.
O único aspecto positivo do filme é que ele oferece uma reflexão interessante sobre a perspectiva da posse masculina, com o personagem principal sendo um stalker obsessivo. No entanto, sinceramente, o filme quase não possui um roteiro, não apresenta diálogos significativos e carece de interações mínimas. Tudo parece estar escondido por trás de um ideal e de uma pretensa profundidade, com cenas bonitinhas que não dizem porra nenhuma. Achei horrível.
Revi esse filme ontem depois de uns bons anos. Quem for ver, tem que entender que é completamente outra pegada. É experimental, surreal, curto, porém muito bom por todas essas características. Não tem muitas explicações de contexto, é correria do início ao fim, o que não penaliza o filme de forma alguma e sim agrega na sua proposta.
É um bom filme, mas não achei uma boa sequência. Apesar de belo e poético, é mais confuso porque exagera demais desse exercício, contrastando ainda com um aventuresco meio cansativo. Acho que Asas do Desejo não precisava de uma sequência.
Solidão, complexidade humana e o desejo são abordados de uma maneira muito bem peculiar, bonita e acolhedora, com uma estética no padrão Wim Wenders. Que filme maravilhoso.
Tem drama, introspecção, alcoolismo, comédia, ironia... com detalhes sutis que vão aparecendo ao longo do filme como uma forma de desvendar o histórico e a personalidade de cada personagem. Que filmaço.
Cenas que mexeram comigo por diversos motivos e que fizeram me dar uma atenção especial ao filme:
- Miles roubando dinheiro da mãe e a sensação de culpa ao recordar do seu pai pelas fotos. - Bebedeira no bar. Bem montada pra cacete com total imersão no personagem e na introspecção. - Cena da Maya falando sobre os vinhos, de novo no esquema de imersão do ponto de vista do Miles, e ele perdendo o timing :( . - Jack apanhando. Eu literalmente CHOREI de rir por uns 3 min. depois dessa cena. Ele todo pimpão indo presentear a Stephanie com um ursão de pelúcia cafona pra cacete. O personagem dele como alívio cômico é excelente, o famoso "amigo folgado", egoísta, cafona (ator de televisão e shop time kkk) e que supervaloriza o sexo, mas que tem a sua importância pro desenrolar da história e na vida do seu amigo. - Ligação final onde descobrimos dos problemas de família do Miles (morte do pai) e o porque decidiu não ficar pro aniversário da sua mãe (your sister is a bitch).
Ainda estou sem palavras para descrever o quanto esse filme é necessário. É uma fonte inesgotável para reflexão sobre diversos assuntos, que vão desde os problemas relacionados às hierarquias sociais ao machismo institucionalizado, não deixando de lado o contexto político mexicano da época. Sem contar a riqueza absurda nos detalhes: tudo é feito com um cuidado profundo, onde praticamente todas cenas possuem elementos com alguma relação simbólica e significativa para a história, do início ao fim (interligando-os, inclusive). Que filmaço.
Estética lindíssima. De resto, achei que a primeira história deveria ser mais explorada e desenrolada no restante do filme, pois ela é sensacional, desde sua beleza até no poder de cativação dos personagens (Que abertura FODA, diga-se de passagem. Plano de sequência + trilha sonora). Já a segunda não me cativou muito. Achei muito chatinha, inverossímil e dispensável.
O Convite
3.9 327 Assista AgoraDivertido, mas eu achei bem mais ou menos. Senti que os personagens da Pina e do Hawk (que são perfeitamente muito chatos) foram pouco explorados em suas fragilidades. O que era uma comédia, vira um draminha bobo, com tom professoral de um casal de vizinhos quase não humanos, com ar psicanalistas perfeitos e salvadores. Não me comoveu não.
Perdidos na Noite
4.2 349 Assista AgoraÓtimo filme, mas não é fácil de assistir pois aborda traumas, violência, manipulação, vícios... o submundo nu e cru de uma grande metrópole que, ao mesmo tempo que atraí muita gente com os seus sonhos de vencer na vida, os confronta brutalmente com uma sociedade que trata o outro como objeto de descarte
O Menu
3.6 1,1K Assista AgoraChatinho. Toda hora surge algo "diferentão" nas cenas ou personagens pra dar aquele ar de bizarro ("olha como sou um filme diferentão"), sendo que já da pra entender isso no começo. Sem contar que hoje em dia precisam deixar explícito a crítica do filme pra quem assiste.
Aquele Que Sabe Viver
4.2 28Filme gostoso de ver. Personagens confrontando seus traumas...
infelizmente um final bem típico de como a vida pode ser
Vicky Cristina Barcelona
3.8 2,2K Assista grátisBem legalzinho
Mickey 17
3.4 556 Assista AgoraNão funcionou pra mim — achei arrastado e sem graça. Fui assistir esperando uma ficção científica, mas acabei vendo uma comédia meio boba. Pra piorar, o filme é longo demais (especialmente a primeira parte), com tramas que não levam a lugar nenhum e personagens muito mal desenvolvidos (Timo, Kai, Agente Zeke...). No fim das contas, a falta de profundidade e as escolhas de roteiro acabaram incomodando mais do que o fato do filme ser apenas uma comédia simples.
as tramas do Timo (amigo ou ex-amigo do protagonista) ou da Kai, não acrescentam nada. Fiquei esperando também um aprofundamento maior sobre a revolta do agente Zeke contra os abusos do Marshall, mas isso só é revelado no fim do filme, como se fosse uma solução mágica.
A Morte Pede Carona
3.5 311O roteiro tem furo, os personagens são pouco desenvolvidos também... não funcionou pra mim
Scarface
4.4 1,8K Assista Agora3 horas passam voando... filmaço
Grito de Horror
3.3 204Filme gostoso de ver :) produção excelente para um filme independente, com uma história muito boa que te prende desde o início. Consegue ter uma diversão com o desconhecido, sem fugir do tom de suspense. As cenas de transformação são revolucionárias (talvez muito mais convincentes do que um CG), e a fotografia também é muito bonita. Apesar de não contribuir em nada para a história, eu achei bem interessante as analogias traçadas com distúrbios mentais ao longo do filme (neurose / bipolaridade por ex).
Possessão
3.9 662Excelente representação de relações possessivas e abusivas... o outro é só um meio para a realização das fantasias e desejos de quem abusa.
O filme é muito interessante em como trata a temática, mas achei a parte final um pouco decepcionante porque tenta ir para um lado de mostrar uma certa "moral da história" que já não era mais necessária, além de ser mais longo do que deveria.
Senti que o lado da ficção poderia ter sido mais explorado e algumas passagens serem mais sucintas. Ainda assim é um filme ótimo e vale muito a pena ser visto. Ponto forte para as atuações.
A Mão de Deus
3.6 191É um dos melhores filmes que já vi sobre amadurecimento. Achei interessante o personagem do Mário. Nós somos feitos para acreditar na perfeição, que iremos salvar todos de suas escolhas, mas não temos o controle de tudo à nossa volta, muito menos sobre a demanda de amor do outro. Nada vai impedir que essa figura, em algum momento, se torne o Luigi, o personagem mais humano que a Nintendo replicou do Mário.
Além de toda a abordagem sobre o amadurecimento, também tras muitas questões importantes em relação à mulher, principalmente sobre o desrespeito e visão de inferioridade (Maria e Patrizia), que são julgadas como loucas e culpadas por não conseguirem "sustentar um casamento", guiado pelo medo da repercurssão do divórcio ou de boatos negativos em relação a familia. Há uma ambientação de julgamento social moralista e muito apego (que ainda existem nos dias de hoje), o que nos impede de progredirmos.
O ponto de vista observador do personagem principal, buscando entender e aceitar a situação, é tipico de quando nos colocamos a disposição de formar caráter e valor próprio (na maioria das vezes por necessidade), e o filme desenrola isso muito bem: "Quando vocês iam me contar?" "Quando você estivesse grande" "E quando eu seria isso?" "Acho que agora".
O diálogo com a Patrizia no hospital psiquiátrico, mostra bem o confronto da inocência (acreditar na simples história do Monjezinho) com o amargor da realidade, de que o "buraco é muito mais embaixo". O diálogo na prisão e com o diretor, ressalta a importância de criação da consciência de que cada um é livre para trilhar o seu próprio caminho, sem deixar os fantasmas do passado incomodar a aceitação da realidade. Afinal, é dessa forma que tinha que ser.
Blow-Up: Depois Daquele Beijo
3.9 380Gostei bastante e não fiquei decepcionado com o desfecho.
Herbie Hancock e Yardbirds <3
Conto de Verão
4.0 53Revisto ontem. Acho muito legal como o Rohmer trata a neurose e obsessão aqui. Senti bastante conexão entre esse filme e O Raio Verde por esse ponto em comum. Como é difícil para certas pessoas (e me incluo nisso) tirar a importância de sua existência e valorizar mais as coisas simples inesperadas. O que há de melhor em viver é a imprevisibilidade.
No fim, Gaspard sacrificou suas oportunidades em detrimento de algo que julgava ser mais importante, mas que não tinha necessidade momentânea. Tudo para poder escapar do "rolo que se meteu" por não conseguir desagradar o outro e decidir o que ele realmente valoriza para ele. Sempre com seu narcisismo disfarçado de baixa autoestima e fugindo do que deseja para viver de idealizações
E que bom que aqui não tem muita gente julgando o filme por conta do personagem ser equivocado. Essa é a graça do Rohmer, a construção de personagens humanos (falhos).
Cemitério Maldito
3.7 1,1K Assista AgoraPor trás de todo o terror e fantasia, esse filme (e obviamente o livro do King) também trazem ótimas reflexões sobre o luto e a aceitação da morte.
Os Garotos Perdidos
3.8 737Reassisti depois de uns 15 anos e achei melhor ainda. Acho que por conta da idade, hoje eu percebo a analogia do filme com o vício em drogas e em retratar famílias disfuncionais, tudo no ponto de vista de um pré-adolescente que crê no fantástico (vampiros) para atenuar sua realidade. Muito, muito, muito bom.
Tubarão
3.7 1,2K Assista AgoraQue filmão, uma aula de roteiro
Na Cidade de Sylvia
3.6 42O único aspecto positivo do filme é que ele oferece uma reflexão interessante sobre a perspectiva da posse masculina, com o personagem principal sendo um stalker obsessivo. No entanto, sinceramente, o filme quase não possui um roteiro, não apresenta diálogos significativos e carece de interações mínimas. Tudo parece estar escondido por trás de um ideal e de uma pretensa profundidade, com cenas bonitinhas que não dizem porra nenhuma. Achei horrível.
Corra, Lola, Corra
3.8 1,1K Assista AgoraRevi esse filme ontem depois de uns bons anos. Quem for ver, tem que entender que é completamente outra pegada. É experimental, surreal, curto, porém muito bom por todas essas características. Não tem muitas explicações de contexto, é correria do início ao fim, o que não penaliza o filme de forma alguma e sim agrega na sua proposta.
Dica:
fumar um e assistir.
Tão Longe, Tão Perto
4.0 93É um bom filme, mas não achei uma boa sequência. Apesar de belo e poético, é mais confuso porque exagera demais desse exercício, contrastando ainda com um aventuresco meio cansativo. Acho que Asas do Desejo não precisava de uma sequência.
Asas do Desejo
4.3 501 Assista AgoraSolidão, complexidade humana e o desejo são abordados de uma maneira muito bem peculiar, bonita e acolhedora, com uma estética no padrão Wim Wenders. Que filme maravilhoso.
Sideways: Entre Umas e Outras
3.6 271 Assista AgoraTem drama, introspecção, alcoolismo, comédia, ironia... com detalhes sutis que vão aparecendo ao longo do filme como uma forma de desvendar o histórico e a personalidade de cada personagem. Que filmaço.
Cenas que mexeram comigo por diversos motivos e que fizeram me dar uma atenção especial ao filme:
- Miles roubando dinheiro da mãe e a sensação de culpa ao recordar do seu pai pelas fotos.
- Bebedeira no bar. Bem montada pra cacete com total imersão no personagem e na introspecção.
- Cena da Maya falando sobre os vinhos, de novo no esquema de imersão do ponto de vista do Miles, e ele perdendo o timing :( .
- Jack apanhando. Eu literalmente CHOREI de rir por uns 3 min. depois dessa cena. Ele todo pimpão indo presentear a Stephanie com um ursão de pelúcia cafona pra cacete. O personagem dele como alívio cômico é excelente, o famoso "amigo folgado", egoísta, cafona (ator de televisão e shop time kkk) e que supervaloriza o sexo, mas que tem a sua importância pro desenrolar da história e na vida do seu amigo.
- Ligação final onde descobrimos dos problemas de família do Miles (morte do pai) e o porque decidiu não ficar pro aniversário da sua mãe (your sister is a bitch).
Na Natureza Selvagem
4.3 4,6K Assista AgoraBtw, a trilha do Eddie Vedder é monumental, conseguindo expressar literalmente o ponto de vista do personagem através de belíssimas canções.
Roma
4.1 1,3K Assista AgoraAinda estou sem palavras para descrever o quanto esse filme é necessário. É uma fonte inesgotável para reflexão sobre diversos assuntos, que vão desde os problemas relacionados às hierarquias sociais ao machismo institucionalizado, não deixando de lado o contexto político mexicano da época. Sem contar a riqueza absurda nos detalhes: tudo é feito com um cuidado profundo, onde praticamente todas cenas possuem elementos com alguma relação simbólica e significativa para a história, do início ao fim (interligando-os, inclusive). Que filmaço.
Amores Expressos
4.2 394 Assista AgoraEstética lindíssima. De resto, achei que a primeira história deveria ser mais explorada e desenrolada no restante do filme, pois ela é sensacional, desde sua beleza até no poder de cativação dos personagens (Que abertura FODA, diga-se de passagem. Plano de sequência + trilha sonora). Já a segunda não me cativou muito. Achei muito chatinha, inverossímil e dispensável.