Como a Anna Muylaert teve coragem de lançar esse filme? É vergonhoso, é horrível, não funciona nem como entretenimento. Se pensarmos que se pretende enquanto crítica, dá mais vergonha ainda. Errou feio, errou rude.
Encerrando (tomara) a "trilogia de composição enfadonha de personagens históricas depressivas" do Larraín. Soa um ultraje a possível concorrência ao Oscar de Angelina Jolie com um lip sync tão pavoroso.
Fiquei muito empolgado com o início do filme, como há muito não ficava com Woody Allen. O que começou de forma promissora, se perdeu nos 2/3 finais. Irregular, uma pena.
Estamos diante de uma estética que enche os olhos (afinal, se trata de Guillermo del Toro), mas três pontos fazem com que "O Beco do Pesadelo" deixe a desejar: - a atuação monocromática de Bradley Cooper, que não convence no papel do vigarista amoral; - Cate Blanchett fora do tom e entregando uma caricatura; - o plot twist executado de forma tão simplória que faz perder todo o seu potencial.
Causa aquela sensação do que poderia ser e não foi.
Eytan Fox entregou mais um filme lindo, simples e cheio de verdade. Temos aqui um ótimo trabalho com o elenco. Chorei e, assim como Bubble, já está na minha lista de favoritos. Um táxi para Tel Aviv, por favor.
Um filme que não envolve em absolutamente nada. Se vale de linguagem e trilha sonora descoladas mas o roteiro não te ajuda a se inteirar do assunto e acompanhar a sequência dos eventos. Se você, como eu, é leigo em economia, vai se entediar. Péssima escolha feita para um sábado à noite.
Depois do ótimo "Eu, Daniel Blake", Ken Loach entrega mais um trabalho que nos revira o estômago, pois é a realidade nua e crua. O capitalismo nos mata lenta e dolorosamente.
A história chove no molhado, carregando clichês deste tipo de narrativa dramática gay. Mas, ainda que o último ato seja pouco aprofundado, o filme como um todo é bem feito, com boas atuações e uma fotografia interessante.
O roteiro de The Boys in the Band é fabuloso! Joe Mantello faz um bom remake e traz um elenco afinado, que defende com dignidade suas personagens. Mas, inevitável comparar, a versão de 1970 segura muito mais a bronca emocional de toda a situação, focando mais no momento presente do que em enfeitar a tela com flashbacks e situações pós-festa.
O Clube das Mulheres de Negócios
2.5 25Como a Anna Muylaert teve coragem de lançar esse filme? É vergonhoso, é horrível, não funciona nem como entretenimento. Se pensarmos que se pretende enquanto crítica, dá mais vergonha ainda. Errou feio, errou rude.
Ao Seu Lado
3.0 93 Assista AgoraÉ aquilo: padrão não é sinônimo de tesão.
Maria Callas
3.1 128 Assista AgoraEncerrando (tomara) a "trilogia de composição enfadonha de personagens históricas depressivas" do Larraín. Soa um ultraje a possível concorrência ao Oscar de Angelina Jolie com um lip sync tão pavoroso.
Motel Destino
3.4 191 Assista AgoraPrometeu um filme quente e eletrizante; entregou um filme morno e abaixo da média. Que patacoada, Karim!
As Panteras
3.1 705 Assista AgoraFalta personalidade: na trama, no carisma das atrizes, nas cenas de ação, nas tentativas de humor. Sofrível.
A Garota de Miller
2.3 153 Assista AgoraUm Super Cine cafona e enfadonho.
Trapaceiros
3.5 141 Assista AgoraFiquei muito empolgado com o início do filme, como há muito não ficava com Woody Allen. O que começou de forma promissora, se perdeu nos 2/3 finais. Irregular, uma pena.
Blonde
2.6 450 Assista AgoraÀs vezes menos é mais: menos tempo, menos efeitos, menos cara de coitada e chororô da personagem.
Close
4.2 656 Assista AgoraAs atuações de Eden Dambrine e Gustav De Waele são de um impacto imensurável... que trabalho!
Sorria
3.1 954 Assista AgoraÉ uma patacoada sem fim.
Licorice Pizza
3.5 631Como pode um filme tão entediante concorrer à principal categoria do Oscar?
O Beco do Pesadelo
3.5 522 Assista AgoraEstamos diante de uma estética que enche os olhos (afinal, se trata de Guillermo del Toro), mas três pontos fazem com que "O Beco do Pesadelo" deixe a desejar:
- a atuação monocromática de Bradley Cooper, que não convence no papel do vigarista amoral;
- Cate Blanchett fora do tom e entregando uma caricatura;
- o plot twist executado de forma tão simplória que faz perder todo o seu potencial.
Causa aquela sensação do que poderia ser e não foi.
Sublocação
3.6 34Eytan Fox entregou mais um filme lindo, simples e cheio de verdade. Temos aqui um ótimo trabalho com o elenco. Chorei e, assim como Bubble, já está na minha lista de favoritos. Um táxi para Tel Aviv, por favor.
Baraka - Um Mundo Além das Palavras
4.5 140Um arrebatamento audiovisual!
A Grande Aposta
3.7 1,3KUm filme que não envolve em absolutamente nada. Se vale de linguagem e trilha sonora descoladas mas o roteiro não te ajuda a se inteirar do assunto e acompanhar a sequência dos eventos. Se você, como eu, é leigo em economia, vai se entediar. Péssima escolha feita para um sábado à noite.
Fuja
3.4 1,1K Assista AgoraSarah Paulson tava tão desesperada assim pra aceitar fazer parte dessa bomba?
Pedaços De Uma Mulher
3.8 545 Assista AgoraO filme é promissor no início, mas perde força em seu decorrer. Torna-se mediano, embora conte com bons planos e uma boa atuação de Vanessa Kirby.
14 Dias, 12 Noites
3.1 6Que fotografia!
Você Não Estava Aqui
4.1 252Depois do ótimo "Eu, Daniel Blake", Ken Loach entrega mais um trabalho que nos revira o estômago, pois é a realidade nua e crua. O capitalismo nos mata lenta e dolorosamente.
Seu Nome Gravado em Mim
4.0 192A história chove no molhado, carregando clichês deste tipo de narrativa dramática gay. Mas, ainda que o último ato seja pouco aprofundado, o filme como um todo é bem feito, com boas atuações e uma fotografia interessante.
Enter The Void: Viagem Alucinante
4.0 876 Assista AgoraO filme se vende como uma experiência, mas não sustenta sua pretensão. Chatíssimo, enjoado.
Ammonite
3.6 254 Assista AgoraDormi.
The Boys in the Band
3.5 213O roteiro de The Boys in the Band é fabuloso! Joe Mantello faz um bom remake e traz um elenco afinado, que defende com dignidade suas personagens.
Mas, inevitável comparar, a versão de 1970 segura muito mais a bronca emocional de toda a situação, focando mais no momento presente do que em enfeitar a tela com flashbacks e situações pós-festa.
Saint Laurent
3.4 144 Assista AgoraO que salva, nas 2h30 de uma narrativa vazia, é a direção de arte.