Adorei como o filme faz jus ao título e mantém a figura central como um completo desconhecido, mesmo para aqueles que conviviam com Bob Dylan. O elenco todo está muito bem, com destaque pra Monica Barbaro, que tá encantadora.
Tenta abraçar muitas sub-histórias e acaba não conseguindo ir a fundo em nenhuma, além de incluir algumas entrevistas meio desnecessárias. Acredito que toda a dificuldade na produção também pode ter prejudicado um pouco (originalmente seria lançado em 2008, mas só conseguiu sair 6 anos depois).
Apesar dos problemas, é um material que pode até não agregar novidades aos grandes fãs do gênero, mas serve bem para aqueles que apreciam a música dessas bandas, porém não conhecem a fundo a história delas (meu caso). Agora vou revisitar as discografias que já conheço e escutar pela primeira vez as que nunca parei pra escutar.
[OBS: Depois de muito trabalho, tô quase terminando a legenda desse. Em breve, finalmente teremos na internet a primeira legenda realmente completa e mais fiel ao que de fato é dito pelos entrevistados, e ela será em português!]
Gosto de como ele aborda a estranheza do que a personagem sente, mas o desenvolvimento inicial do envolvimento dela parece um pouco exagerado. Também é um pecado o tanto que falta tesão num filme que se propõe ser tão sexualmente ousado.
Tenta ser grandioso, e de certa forma até consegue, mas se perde na cafonice. De tão ruim chega a ser quase divertido (mas eu disse quase, só quase, entendeu?)
Tem um primeiro capítulo bem interessante, com a ambientação dos queers numa cidadezinha do México vivendo suas vidas solitárias entre bares, festas, bebidas, drogas e sexo casual, exibidos com uma bem-vinda ousadia. Os capítulos seguintes caem e, apesar de alguns bons momentos, o filme intencionalmente entra numa viagem e parece se perder em meio ao que tenta passar, retomando seu bom momento apenas no epílogo.
Na primeira parte, do estádio, depois que você aceita os diversos acontecimentos favoráveis ao protagonista, se mostra até divertida. Mas a segunda parte parece querer fazer muitas coisas e acaba se perdendo no caminho, levando do nada a lugar nenhum.
O filme faz jus ao seu nome e conta cinco histórias repletas de nudez feminina, ousadia e transgressão, cumprindo o papel que se propõe de chocar o espectador. Tem méritos nas imagens bem filmados, com exceção de alguns poucos momentos, mas suas histórias são desinteressantes e uma delas, que acabou não integrando a versão original, é repugnante no pior sentido.
Primeira história → Um palestrinha palestrando sobre as ondas na beira da praia enquanto obriga sua prima mais nova a praticar o famoso bola-gato.
Segunda → Adaptada de um livro, tem uma história ok, envolvendo um misto de culpa e obsessão religiosa, com participações especiais de pepinos e alguns closes bem explícitos.
Terceira → Esse ficou de fora da versão lançada originalmente e deveria ter ficado assim. É, com sobras, uma das coisas mais bizarras que já assisti, basicamente uma besta que parece um lobisomem correndo atrás dessa mulher que vai fugindo e se despindo, até que ela involuntariamente masturba a criatura com os pés e depois é estuprada e PASSA A GOSTAR DISSO e aí depois faz a criatura de pau gigantesco gozar tanto a ponto de quase literalmente explodir de prazer até morrer 🤯🤯🤯 No objetivo de chocar, esse aqui foi campeão porque a mente tinha que estar muito doentio pra criar isso e achar ok. Traumatizante.
Quarta → Um desfile de belas mulheres peladas sob o comando da filha de Pablo Picasso interpretando a condessa Elizabeth Báthory (serial killer que existiu de fato), que é despida no meio de dezenas de mulheres enquanto uma delas enfia pérolas no priquito (???) e depois mata todo mundo pra tomar banho com o sangue delas. A cena do banho dela é deveras engraçada porque ela fica se levantando da banheira, dando uma volta e sentando só pra ter mais tempo de tela com ela pelada. O desfecho é bem decepcionante, envolvendo um homem nada a ver.
Quinta → Uma suruba incestuosa blasfema entre o papa, a filha e um irmão (eu acho). Coisa leve.
Até admiro a coragem do realizador em fazer uma continuação bem diferente do que todos esperavam, mas apenas a coragem de arriscar não é suficiente pra sustentar algo como decente. O filme é um emaranhado de (possíveis) boas intenções, mas falha em tudo que propõe de novo: - a 'Arlequina' é uma personagem qualquer, muito mal escrita e cheia de clichês - os números musicais ou são fracos ou não têm a força ideal para o filme, muitas vezes quebram totalmente o ritmo, parecem se perder na função que têm na obra e rendem o pior pesadelo possível para um musical: o lamento do espectador ao ver que "lá vem outra música" e praticamente implorar para que "parem de cantar!" - Um desfecho mequetrefe que acabou tirando a comoção que poderia proporcionar.
A tentativa de abordar a situação dos detentos e do sensacionalismo da mídia em crimes com grande repercussão é válida, mas no meio dessa bagunça toda acabam se perdendo também. Os poucos pontos positivos são todos herdados do primeiro filme: o grande personagem que é o Coringa (embora neste ele esteja um pouco idiotizado), a excelente ambientação de Gotham e mais uma ótima atuação de Joaquin Phoenix.
Pra finalizar, dois pontos extremamente irritantes: - É tão difícil assim filmar cenas bonitas sem precisar se escorar no uso dos cigarros? - A atuação do advogado de acusação é talvez uma das mais caricaturalmente irritantes da história do cinema. Terminei o filme querendo sair no soco com ele (e não por ser um personagem detestável e sim pela atuação bisonha mesmo).
Enfim, uma desnecessária continuação que até tentou inovar para não fazer o óbvio e fácil, mas acabou se perdendo em sua confusão de ideias.
Independente de ter gostado ou não, A Substância é o tipo de filme que me deixa feliz que tenha sido feito. Um filme ousado, gore, crítico, repugnante, cheio de frescor... O roteiro foge da mesmice na abordagem desse monstro etarista que são os padrões de beleza, que gera uma busca incessante da perfeição a ponto de pessoas se deformarem fazendo procedimentos estéticos. O último ato dá uma descaralhada total a ponto de eu achar que talvez tinha perdido a mão e aí continua ficando mais absurdo e eu volto a gostar e aí fica mais absurdo ainda e parece perder a mão e aí fica mais absurdo e eu volto a gostar... (e o ciclo se repete) A escolha de Demi Moore foi extremamente precisa e ela entrega uma atuação excelente, muito provavelmente a melhor de sua carreira. Margaret Qualley também foi adequadamente escolhida e tá encantadora no papel da linda e vazia Sue, assim como Dennis Quaid interpretando o asqueroso Harvey. Definitivamente um filme que mereceu muita atenção em 2024!
Antes de tudo: se você ainda não assistiu e está com vontade, evite ver o trailer antes.
O filme cria momentos interessantes de tensão e Mackenzie Davis está bem demais, assim como as crianças (Art rouba a cena!), mas a ideia do filme acabou sendo enfraquecida pela escolha de seguir o caminho genérico do terror com protagonistas fazendo escolhas burras uma atrás da outra. Além disso, a progressão parece se perder um pouco em seu ritmo, preferindo ter escaladas bruscas ao invés de graduais, que provavelmente criariam um desconforto maior disfarçado de sutil.
Até tem elementos interessantes e o início me envolveu, mas chega um certo ponto que o desenvolvimento se perde e alguns acontecimentos perdem o fôlego pro drama que se propõem ter. Tem um ponto crucial que tudo começa a desandar de vez e pouco depois disso eu vi um dos diálogos mais constrangedores que já assisti. Muito sexo e pouco sexy.
Tem seu momentos bons, mas parece se crer como um filme profundo, quando na verdade tem um roteiro bem simples e repleto de personagens convenientemente burros.
Alguns acontecimentos um tanto quanto indigestos nesse turbilhão que é a vida de uma adolescente de 16 anos, nessa confusão de sentimentos em situações nas quais ela ainda tenta compreender e se encaixar. A personagem Eva é ótima e a atuação de Daniela Marín Navarro é maravilhosa.
Qualquer material sobre o Clube da Esquina vale muito a pena ser visto. Este aqui é gostoso como estar envolvido em uma conversa de bar. Apesar de ter rendido histórias divertidas e um momento musical muito bonito, parece ter faltado profundidade ao falar da obra-prima que é o disco do Clube da Esquina.
Lutas que parecem sem sentido e apressadas demais, apenas pra tentar colocar o máximo possível de sangue em tela. Piadas nada criativas e raramente saindo da monotemática pau/bunda. Parece um American Pie de ação. O nosso vilão Tom Wambsgans nem é engraçado e nem inspira medo.
Teria que melhorar muito pra ser pelo menos um mediano divertido.
Legal a demonstração da ansiedade como algo que consegue tomar o controle de todo o seu emocional, imagino que pessoas que convivem com a doença devam se identificar com a representação. Porém o desenvolvimento do filme parece perder oportunidades que o universo Divertida Mente oferece e dentre as emoções novas, apenas a Ansiedade e a Vergonha têm utilidade, enquanto o Tédio não acrescenta muito mas é ok, e a Inveja é simplesmente uma mini-Ansiedade, sem personalidade alguma (até a Nostalgia que não tem nem 1 minuto de tela consegue se destacar muito mais).
Uma comédia romântica constituída de um casal com ZERO química e momentos totalmente sem graça (com exceção de uma única cena engraçadinha): receita perfeita para um filme desastroso. O roteiro parece que teve trechos aleatoriamente deletados de tão ruim que é. Os eventos simplesmente acontecem, sem o mínimo esforço em torná-los críveis. O chefe inicialmente detestável, num passe de mágica vira praticamente um príncipe de conto de fadas. Zara é chata mesmo, mas o filme em certo momento praticamente a transforma em vilã, como se não fosse normal alguém no lugar dela achar esse namoro bizarro.
Horrível! Não ironicamente é pior que o episódio musical de Riverdale sobre o filme/musical (Importante ressaltar o quão ruim Riverdale é, e os episódios musicais são os piores da série, então essa afirmação quer dizer muito...)
Bom filme, mas a direção tem algumas breguices incômodas e as cenas de ação são fraquinhas, com uns momentos de câmera lenta desnecessários seguidos de uma câmera tremida e acelerada que deixa tudo confuso. O roteiro fraco não justifica algumas ações de personagens secundários, e a construção de Cômodo evidencia o lado chorão mimado dele e o quanto ele é um maluco, mas faltou mais ênfase no lado cruel dele, o que causaria mais emoção no clímax.
Extremamente divertido, com boas piadinhas, repleto de referências atuais utilizadas nos momentos certos e uma animação moderna e bem fluida. Espero que a continuação consiga manter o nível.
A condução do romance é bem fraca como já esperava, mas o lado de mostrar as consequências do namoro entre uma mulher mais velha e um jovem cantor de sucesso rendeu alguns momentos interessantes.
Bom filme, com vários momentos bem divertidos, e que poderia ser ainda melhor se não fosse por alguns momentos besteirol e decisões muito forçadas de roteiro.
Um Completo Desconhecido
3.5 235 Assista AgoraAdorei como o filme faz jus ao título e mantém a figura central como um completo desconhecido, mesmo para aqueles que conviviam com Bob Dylan. O elenco todo está muito bem, com destaque pra Monica Barbaro, que tá encantadora.
Beautiful Noise
3.8 17Tenta abraçar muitas sub-histórias e acaba não conseguindo ir a fundo em nenhuma, além de incluir algumas entrevistas meio desnecessárias. Acredito que toda a dificuldade na produção também pode ter prejudicado um pouco (originalmente seria lançado em 2008, mas só conseguiu sair 6 anos depois).
Apesar dos problemas, é um material que pode até não agregar novidades aos grandes fãs do gênero, mas serve bem para aqueles que apreciam a música dessas bandas, porém não conhecem a fundo a história delas (meu caso). Agora vou revisitar as discografias que já conheço e escutar pela primeira vez as que nunca parei pra escutar.
[OBS: Depois de muito trabalho, tô quase terminando a legenda desse. Em breve, finalmente teremos na internet a primeira legenda realmente completa e mais fiel ao que de fato é dito pelos entrevistados, e ela será em português!]
Babygirl
2.7 493 Assista AgoraGosto de como ele aborda a estranheza do que a personagem sente, mas o desenvolvimento inicial do envolvimento dela parece um pouco exagerado. Também é um pecado o tanto que falta tesão num filme que se propõe ser tão sexualmente ousado.
Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa
3.8 220 Assista AgoraFoi mágico poder assistir no cinema a Vila Abobrinha que tanto habitou a mente do pequeno Lucas Gabriel R. M. Chico Bento.
Deuses do Egito
2.6 729 Assista AgoraTenta ser grandioso, e de certa forma até consegue, mas se perde na cafonice. De tão ruim chega a ser quase divertido (mas eu disse quase, só quase, entendeu?)
Queer
3.1 188 Assista AgoraTem um primeiro capítulo bem interessante, com a ambientação dos queers numa cidadezinha do México vivendo suas vidas solitárias entre bares, festas, bebidas, drogas e sexo casual, exibidos com uma bem-vinda ousadia.
Os capítulos seguintes caem e, apesar de alguns bons momentos, o filme intencionalmente entra numa viagem e parece se perder em meio ao que tenta passar, retomando seu bom momento apenas no epílogo.
Armadilha
2.7 874 Assista AgoraNa primeira parte, do estádio, depois que você aceita os diversos acontecimentos favoráveis ao protagonista, se mostra até divertida. Mas a segunda parte parece querer fazer muitas coisas e acaba se perdendo no caminho, levando do nada a lugar nenhum.
Contos Imorais
2.9 56 Assista AgoraO filme faz jus ao seu nome e conta cinco histórias repletas de nudez feminina, ousadia e transgressão, cumprindo o papel que se propõe de chocar o espectador. Tem méritos nas imagens bem filmados, com exceção de alguns poucos momentos, mas suas histórias são desinteressantes e uma delas, que acabou não integrando a versão original, é repugnante no pior sentido.
Primeira história → Um palestrinha palestrando sobre as ondas na beira da praia enquanto obriga sua prima mais nova a praticar o famoso bola-gato.
Segunda → Adaptada de um livro, tem uma história ok, envolvendo um misto de culpa e obsessão religiosa, com participações especiais de pepinos e alguns closes bem explícitos.
Terceira → Esse ficou de fora da versão lançada originalmente e deveria ter ficado assim. É, com sobras, uma das coisas mais bizarras que já assisti, basicamente uma besta que parece um lobisomem correndo atrás dessa mulher que vai fugindo e se despindo, até que ela involuntariamente masturba a criatura com os pés e depois é estuprada e PASSA A GOSTAR DISSO e aí depois faz a criatura de pau gigantesco gozar tanto a ponto de quase literalmente explodir de prazer até morrer 🤯🤯🤯 No objetivo de chocar, esse aqui foi campeão porque a mente tinha que estar muito doentio pra criar isso e achar ok. Traumatizante.
Quarta → Um desfile de belas mulheres peladas sob o comando da filha de Pablo Picasso interpretando a condessa Elizabeth Báthory (serial killer que existiu de fato), que é despida no meio de dezenas de mulheres enquanto uma delas enfia pérolas no priquito (???) e depois mata todo mundo pra tomar banho com o sangue delas. A cena do banho dela é deveras engraçada porque ela fica se levantando da banheira, dando uma volta e sentando só pra ter mais tempo de tela com ela pelada. O desfecho é bem decepcionante, envolvendo um homem nada a ver.
Quinta → Uma suruba incestuosa blasfema entre o papa, a filha e um irmão (eu acho). Coisa leve.
Coringa: Delírio a Dois
2.5 925 Assista AgoraAté admiro a coragem do realizador em fazer uma continuação bem diferente do que todos esperavam, mas apenas a coragem de arriscar não é suficiente pra sustentar algo como decente.
O filme é um emaranhado de (possíveis) boas intenções, mas falha em tudo que propõe de novo:
- a 'Arlequina' é uma personagem qualquer, muito mal escrita e cheia de clichês
- os números musicais ou são fracos ou não têm a força ideal para o filme, muitas vezes quebram totalmente o ritmo, parecem se perder na função que têm na obra e rendem o pior pesadelo possível para um musical: o lamento do espectador ao ver que "lá vem outra música" e praticamente implorar para que "parem de cantar!"
- Um desfecho mequetrefe que acabou tirando a comoção que poderia proporcionar.
A tentativa de abordar a situação dos detentos e do sensacionalismo da mídia em crimes com grande repercussão é válida, mas no meio dessa bagunça toda acabam se perdendo também.
Os poucos pontos positivos são todos herdados do primeiro filme: o grande personagem que é o Coringa (embora neste ele esteja um pouco idiotizado), a excelente ambientação de Gotham e mais uma ótima atuação de Joaquin Phoenix.
Pra finalizar, dois pontos extremamente irritantes:
- É tão difícil assim filmar cenas bonitas sem precisar se escorar no uso dos cigarros?
- A atuação do advogado de acusação é talvez uma das mais caricaturalmente irritantes da história do cinema. Terminei o filme querendo sair no soco com ele (e não por ser um personagem detestável e sim pela atuação bisonha mesmo).
Enfim, uma desnecessária continuação que até tentou inovar para não fazer o óbvio e fácil, mas acabou se perdendo em sua confusão de ideias.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraIndependente de ter gostado ou não, A Substância é o tipo de filme que me deixa feliz que tenha sido feito. Um filme ousado, gore, crítico, repugnante, cheio de frescor...
O roteiro foge da mesmice na abordagem desse monstro etarista que são os padrões de beleza, que gera uma busca incessante da perfeição a ponto de pessoas se deformarem fazendo procedimentos estéticos. O último ato dá uma descaralhada total a ponto de eu achar que talvez tinha perdido a mão e aí continua ficando mais absurdo e eu volto a gostar e aí fica mais absurdo ainda e parece perder a mão e aí fica mais absurdo e eu volto a gostar... (e o ciclo se repete)
A escolha de Demi Moore foi extremamente precisa e ela entrega uma atuação excelente, muito provavelmente a melhor de sua carreira. Margaret Qualley também foi adequadamente escolhida e tá encantadora no papel da linda e vazia Sue, assim como Dennis Quaid interpretando o asqueroso Harvey.
Definitivamente um filme que mereceu muita atenção em 2024!
Não Fale o Mal
3.3 627Antes de tudo: se você ainda não assistiu e está com vontade, evite ver o trailer antes.
O filme cria momentos interessantes de tensão e Mackenzie Davis está bem demais, assim como as crianças (Art rouba a cena!), mas a ideia do filme acabou sendo enfraquecida pela escolha de seguir o caminho genérico do terror com protagonistas fazendo escolhas burras uma atrás da outra. Além disso, a progressão parece se perder um pouco em seu ritmo, preferindo ter escaladas bruscas ao invés de graduais, que provavelmente criariam um desconforto maior disfarçado de sutil.
Observadores
3.0 486 Assista AgoraAté tem elementos interessantes e o início me envolveu, mas chega um certo ponto que o desenvolvimento se perde e alguns acontecimentos perdem o fôlego pro drama que se propõem ter. Tem um ponto crucial que tudo começa a desandar de vez e pouco depois disso eu vi um dos diálogos mais constrangedores que já assisti. Muito sexo e pouco sexy.
Quase 18
3.7 613 Assista AgoraUm filme sobre adolescência com todos elementos dosados na medida certa, sem faltar nem sobrar.
(Obs.: Este filme foi contemplado pelo programa Bolsa Hailee, que já garante ½ estrela apenas por ter Hailee Steinfeld no elenco)
Prometheus
3.1 3,5K Assista AgoraTem seu momentos bons, mas parece se crer como um filme profundo, quando na verdade tem um roteiro bem simples e repleto de personagens convenientemente burros.
Tenho Sonhos Elétricos
3.5 20Alguns acontecimentos um tanto quanto indigestos nesse turbilhão que é a vida de uma adolescente de 16 anos, nessa confusão de sentimentos em situações nas quais ela ainda tenta compreender e se encaixar. A personagem Eva é ótima e a atuação de Daniela Marín Navarro é maravilhosa.
Nada Será como Antes - A Música do Clube da …
3.6 12Qualquer material sobre o Clube da Esquina vale muito a pena ser visto. Este aqui é gostoso como estar envolvido em uma conversa de bar. Apesar de ter rendido histórias divertidas e um momento musical muito bonito, parece ter faltado profundidade ao falar da obra-prima que é o disco do Clube da Esquina.
Deadpool & Wolverine
3.7 923 Assista AgoraLutas que parecem sem sentido e apressadas demais, apenas pra tentar colocar o máximo possível de sangue em tela.
Piadas nada criativas e raramente saindo da monotemática pau/bunda. Parece um American Pie de ação.
O nosso vilão Tom Wambsgans nem é engraçado e nem inspira medo.
Teria que melhorar muito pra ser pelo menos um mediano divertido.
Divertida Mente 2
4.0 645 Assista AgoraLegal a demonstração da ansiedade como algo que consegue tomar o controle de todo o seu emocional, imagino que pessoas que convivem com a doença devam se identificar com a representação.
Porém o desenvolvimento do filme parece perder oportunidades que o universo Divertida Mente oferece e dentre as emoções novas, apenas a Ansiedade e a Vergonha têm utilidade, enquanto o Tédio não acrescenta muito mas é ok, e a Inveja é simplesmente uma mini-Ansiedade, sem personalidade alguma (até a Nostalgia que não tem nem 1 minuto de tela consegue se destacar muito mais).
Tudo em Família
2.5 136 Assista AgoraUma comédia romântica constituída de um casal com ZERO química e momentos totalmente sem graça (com exceção de uma única cena engraçadinha): receita perfeita para um filme desastroso.
O roteiro parece que teve trechos aleatoriamente deletados de tão ruim que é. Os eventos simplesmente acontecem, sem o mínimo esforço em torná-los críveis.
O chefe inicialmente detestável, num passe de mágica vira praticamente um príncipe de conto de fadas.
Zara é chata mesmo, mas o filme em certo momento praticamente a transforma em vilã, como se não fosse normal alguém no lugar dela achar esse namoro bizarro.
Atração Mortal
3.7 348 Assista AgoraHorrível! Não ironicamente é pior que o episódio musical de Riverdale sobre o filme/musical (Importante ressaltar o quão ruim Riverdale é, e os episódios musicais são os piores da série, então essa afirmação quer dizer muito...)
Gladiador
4.2 1,7K Assista AgoraBom filme, mas a direção tem algumas breguices incômodas e as cenas de ação são fraquinhas, com uns momentos de câmera lenta desnecessários seguidos de uma câmera tremida e acelerada que deixa tudo confuso.
O roteiro fraco não justifica algumas ações de personagens secundários, e a construção de Cômodo evidencia o lado chorão mimado dele e o quanto ele é um maluco, mas faltou mais ênfase no lado cruel dele, o que causaria mais emoção no clímax.
As Tartarugas Ninja: Caos Mutante
3.7 154 Assista AgoraExtremamente divertido, com boas piadinhas, repleto de referências atuais utilizadas nos momentos certos e uma animação moderna e bem fluida. Espero que a continuação consiga manter o nível.
(Queria muito ser amigo do Donatello!)
Uma Ideia de Você
3.2 404 Assista AgoraA condução do romance é bem fraca como já esperava, mas o lado de mostrar as consequências do namoro entre uma mulher mais velha e um jovem cantor de sucesso rendeu alguns momentos interessantes.
Dois Caras Legais
3.6 662 Assista AgoraBom filme, com vários momentos bem divertidos, e que poderia ser ainda melhor se não fosse por alguns momentos besteirol e decisões muito forçadas de roteiro.