A ligação da Sônia Abrão com o Lindemberg nem sequer foi citada. A possibilidade de o tiro que matou a Eloá ter sido disparado por um policial também não.
Documentário “isento” que deixou de fora momentos e acontecimentos-chave para não se envolver em polêmica. Faz exatamente o que ele mesmo quis criticar. A produção aponta o dedo para a mídia, que, em busca de ibope e lucro, interferiu e atrapalhou a ação dos responsáveis de forma absurda e completamente prejudicial… mas, no momento em que não relata tudo por medo de polêmica, faz exatamente o mesmo. Ou seja, no fim, é só mais uma produção midiática que quer lucrar com o sofrimento de uma família e com a atenção e o ibope que o caso ainda atrai.
Sinto muito pela família, que teve que passar por tudo isso e que vai ter que conviver com essa dor para sempre. Dar voz a vocês é o ponto positivo da produção.
Uma review polêmica, porque vai contra a maioria… mas é isso.
Fui assistir Weapons cheia de expectativa, porque só tinha visto crítica positiva e geral pirando. E aí já sabemos: expectativa demais nunca é uma boa. Acabou acontecendo comigo o mesmo que rolou no ano passado com Longlegs: marketing vendendo como “o terror do ano”... e no fim é um bom filme, mas não O filme.
Tecnicamente, o longa é muito bem produzido, com movimentos de câmera e planos interessantes. Gostei bastante dos planos-sequência, que dão ritmo e dinamismo à narrativa. Há tensão e atmosfera de mistério, mas nada de especial. O ponto alto é o final, que com certeza vai ficar marcado na memória coletiva. E o elenco segura muito bem — principalmente Julia Garner (que eu amo desde Ozark), entregando mais uma performance incrível.
No geral, a história é boa, mas nada inovadora. Gostei do título em inglês (Weapons) e da semiótica por trás da ideia de que, pelo vodu (ou seja lá o que Tia Gladys faz), pessoas são transformadas em armas mortíferas. Mas, como de costume, a tradução em português tirou um pouco da força desse sentido.
O maior problema está no roteiro: muitos furos, muitas pontas soltas que não se conectam. O próprio diretor já reconheceu em entrevistas que tentou amarrar algumas linhas narrativas e simplesmente não conseguiu — e que “tá tudo bem”. Só que, pra mim, isso deixou o filme arrastado em certos momentos.
Achei interessante perceber uma tendência estrutural: Weapons é dividido em capítulos pelo olhar de cada personagem, sempre introduzido pelo nome na tela. Não é exatamente o efeito Rashomon clássico, mas lembra essa lógica de múltiplas perspectivas que vem ganhando força. Me lembrou muito Dias Perfeitos, série do Rafael Montes na Globoplay, que estou assistindo e adorando, e que também alterna a história entre Téo e Clarice.
Weapons é um filme muito bom, com méritos técnicos e atuações sólidas (Julia Garner brilha!). Indico á todos, principalmente para os fãs de terror. Mas não entrega tudo o que a internet prometia. Continuo na espera do verdadeiro “terror do ano”.
O roteiro tem muitos furos e não traz exatamente uma história nova — é algo que já vimos em muitos filmes e séries. Mas, apesar de tudo, o filme me pegou. Prendeu minha atenção e, no fim das contas, gostei de ter assistido. Não é o melhor filme do mundo, mas eu assistiria de novo, por exemplo. E é importante pontuar: está mais para um thriller do que para um terror de fato.
Tenho certeza de que ele tem — na técnica e seja na história — como referência o filme Sombras da Vida, de 2017 (que, aliás, é ótimo).
Tecnicamente, a produção é filmada inteiramente pelo ponto de vista da “presença” — a famosa câmera subjetiva. Confesso que alguns movimentos mais rápidos, junto com a distorção da lente usada, me deixaram literalmente enjoada. Mas é sempre legal assistir a filmes com propostas diferentes — e aqui, a linguagem coube bem.
Foi muito bom (uma sorte) o filme ter sido lançado logo depois da série “Adolescência”. O público, depois de ver uma série inteira em plano sequência, acaba estranhando menos — e até se interessando mais — por um filme todo em câmera subjetiva.
E tem algo muito pessoal aqui: eu adoro filmes com apenas uma locação. Sempre imagino o quanto deve ser desafiador manter o interesse do público sem sair do mesmo lugar — e aqui, funcionou muito bem. Eu gostei.
Filme para ir sem muitas expectativas… e se surpreender um pouco.
Espetacular! Estruturalmente tão singular e diferente do comum, assim como David Bowie. Construído de maneira única, funciona extremamente bem, prendendo a atenção, gerando interesse e honrando o artista da melhor forma possível. Achei uma experiência única. Não consegui desgrudar o olhar da tela nem por um segundo. Indico demais, seja fã ou não, é uma experiência e tanto!
Sinto que não tive empatia suficiente para conseguir me conectar com a mensagem desse filme. Sinto que há muitas camadas e sentimentos nessa história, mas eu só consegui achar chato, chato, chato. Pelo marketing, esperava algo que fosse mais do terror substancial e não do terror da própria existência, que não deixa de nos afetar, mas é preciso estar em uma certa vibe de consciência para tal efeito.
Vocês estão muito ansiosos por respostas, quando o filme não é sobre elas, e sim sobre os sentimentos e as consequências da falta dessas, a falta ou ainda a disseminação de informações erradas.
O filme se trata exatamente do que vocês sentiram ao vê-lo, os sentimentos de não saberem o que está acontecendo e o que isso gera.
Não importa o que cada coisa significa, importa o terror, o desespero, o medo em frente ao que parece morte iminente, o medo de não saber o que está acontecendo, do que vai acontecer, do que se deve fazer e o que isso tudo gera. Importa o que vocês fariam em relação ao que vocês acham que está acontecendo ou não.
O filme é a reprodução de como aquele projeto explicado no final funcionaria, forma mais rentável de destruir um governo, deixar ele se destruir sozinho. Isola, desinforma, causa terror e sem um inimigo claro, as pessoas se viram umas contra as outras..... e caos. Não precisa saber o que era cada coisa, sabe-se agora que ele funciona.
As pontas soltas e não explicadas, são para ficarem sem explicação e vocês terem sentimentos em relação aa isso.
A nota aqui no filmow realmente nao condiz com o filme! Filme sensacional!! Prende completamente a atenção durante suas quase 2 horas (o que é bem difícil nos dias de hoje) e história bem diferente do comum. EU AMEI!
Qual a necessidade das crianças matarem e comerem o animalzinho de estimação delas?!?!?!?!?! Não to superando isso!! Moçada que tá comentando e votando aqui nunca assistiu Aladdin?! A sinopse desse filme para mim poderia ser: remake de Aladdin ambientado em outra cultura.
Um filme show de luzes e efeitos, que acredito que na época que foi lançado era algo que atraía o interesse e encantava, mas para hoje em dia é só isso, faz muita falta não ter um roteiro mais complexo e desenvolvido. Um pouco decepcionada, mas consciente que talvez se eu tivesse visto em 1977 eu teria amado.
Uma história muito legal, com uma super problemática, porém com um roteiro bem mal construído e nada envolvente. O filme vale a pena pela história, mas não vale por como ela se desenrola na tela.
Eu amei, um filmão em todos os sentidos! Lento? Sim! Amargo? Sim! Angustiante?! Sim! Mais e ai vc já passou por uma crise existencial? ou apenas uma crise? Vc consegue superar? Vc consegue superar rápido?! Pois é, eu duvido, então, um ritmo de filme que bate com a premissa do roteiro. A ideia de sentir as coisas, as dores, as emoções, a dificuldade de se sentir, de se deixar sentir, assim como o personagem que tem dificuldade com suas emoções, de se abrir para as pessoas e dificuldade maior ainda de superar, leva tempo! 2019 né, as comunicações são rápidas, tudo é transmitido rápido, 15 segundos de stories as vezes já é sufocante, todo mundo quer superar suas crises o mais rápido possível......realmente fica difícil acompanhar uma obra mais lenta, mas com certeza o esforço vale a pena! Leva tempo, faz a gente sentir uma angustia profunda e complicada, assim como uma crise existencial é! Poderia ter outro formato?! poderia! Mas sinceramente, para mim, essa estrutura me fez sentir o que uma crise faz sentir e eu achei um filme perfeito no ponto! (e nossa senhora fotografia e efeitos sensacionais, Tommy Lee Jones, caraca!!/ de questões da física, sou de humanas, entendo nd, amém licença poética :D)
Ai, eu amei! Conseguiu trazer Mary Poppins honrando o antigo e em um formato, efeitos e etc que honra a atualidade também. Agrada os corações de gerações que já eram apaixonadas por Mary Poppins e também aquelas que ainda não a conhecia. <3
Caso Eloá: Refém ao Vivo
3.5 109 Assista AgoraA ligação da Sônia Abrão com o Lindemberg nem sequer foi citada.
A possibilidade de o tiro que matou a Eloá ter sido disparado por um policial também não.
Documentário “isento” que deixou de fora momentos e acontecimentos-chave para não se envolver em polêmica. Faz exatamente o que ele mesmo quis criticar. A produção aponta o dedo para a mídia, que, em busca de ibope e lucro, interferiu e atrapalhou a ação dos responsáveis de forma absurda e completamente prejudicial… mas, no momento em que não relata tudo por medo de polêmica, faz exatamente o mesmo. Ou seja, no fim, é só mais uma produção midiática que quer lucrar com o sofrimento de uma família e com a atenção e o ibope que o caso ainda atrai.
Sinto muito pela família, que teve que passar por tudo isso e que vai ter que conviver com essa dor para sempre. Dar voz a vocês é o ponto positivo da produção.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraUma review polêmica, porque vai contra a maioria… mas é isso.
Fui assistir Weapons cheia de expectativa, porque só tinha visto crítica positiva e geral pirando. E aí já sabemos: expectativa demais nunca é uma boa. Acabou acontecendo comigo o mesmo que rolou no ano passado com Longlegs: marketing vendendo como “o terror do ano”... e no fim é um bom filme, mas não O filme.
Tecnicamente, o longa é muito bem produzido, com movimentos de câmera e planos interessantes. Gostei bastante dos planos-sequência, que dão ritmo e dinamismo à narrativa. Há tensão e atmosfera de mistério, mas nada de especial. O ponto alto é o final, que com certeza vai ficar marcado na memória coletiva. E o elenco segura muito bem — principalmente Julia Garner (que eu amo desde Ozark), entregando mais uma performance incrível.
No geral, a história é boa, mas nada inovadora. Gostei do título em inglês (Weapons) e da semiótica por trás da ideia de que, pelo vodu (ou seja lá o que Tia Gladys faz), pessoas são transformadas em armas mortíferas. Mas, como de costume, a tradução em português tirou um pouco da força desse sentido.
O maior problema está no roteiro: muitos furos, muitas pontas soltas que não se conectam. O próprio diretor já reconheceu em entrevistas que tentou amarrar algumas linhas narrativas e simplesmente não conseguiu — e que “tá tudo bem”. Só que, pra mim, isso deixou o filme arrastado em certos momentos.
Achei interessante perceber uma tendência estrutural: Weapons é dividido em capítulos pelo olhar de cada personagem, sempre introduzido pelo nome na tela. Não é exatamente o efeito Rashomon clássico, mas lembra essa lógica de múltiplas perspectivas que vem ganhando força. Me lembrou muito Dias Perfeitos, série do Rafael Montes na Globoplay, que estou assistindo e adorando, e que também alterna a história entre Téo e Clarice.
Weapons é um filme muito bom, com méritos técnicos e atuações sólidas (Julia Garner brilha!). Indico á todos, principalmente para os fãs de terror. Mas não entrega tudo o que a internet prometia. Continuo na espera do verdadeiro “terror do ano”.
Presença
2.8 270O roteiro tem muitos furos e não traz exatamente uma história nova — é algo que já vimos em muitos filmes e séries. Mas, apesar de tudo, o filme me pegou. Prendeu minha atenção e, no fim das contas, gostei de ter assistido. Não é o melhor filme do mundo, mas eu assistiria de novo, por exemplo. E é importante pontuar: está mais para um thriller do que para um terror de fato.
Tenho certeza de que ele tem — na técnica e seja na história — como referência o filme Sombras da Vida, de 2017 (que, aliás, é ótimo).
Tecnicamente, a produção é filmada inteiramente pelo ponto de vista da “presença” — a famosa câmera subjetiva. Confesso que alguns movimentos mais rápidos, junto com a distorção da lente usada, me deixaram literalmente enjoada. Mas é sempre legal assistir a filmes com propostas diferentes — e aqui, a linguagem coube bem.
Foi muito bom (uma sorte) o filme ter sido lançado logo depois da série “Adolescência”. O público, depois de ver uma série inteira em plano sequência, acaba estranhando menos — e até se interessando mais — por um filme todo em câmera subjetiva.
E tem algo muito pessoal aqui: eu adoro filmes com apenas uma locação. Sempre imagino o quanto deve ser desafiador manter o interesse do público sem sair do mesmo lugar — e aqui, funcionou muito bem. Eu gostei.
Filme para ir sem muitas expectativas… e se surpreender um pouco.
Moonage Daydream
4.2 85 Assista AgoraEspetacular! Estruturalmente tão singular e diferente do comum, assim como David Bowie. Construído de maneira única, funciona extremamente bem, prendendo a atenção, gerando interesse e honrando o artista da melhor forma possível. Achei uma experiência única. Não consegui desgrudar o olhar da tela nem por um segundo. Indico demais, seja fã ou não, é uma experiência e tanto!
Desespero Profundo
2.2 160 Assista Agoratudo nesse filme é ruim e mal desenvolvido....
Eu Vi o Brilho da TV
2.8 169 Assista AgoraSinto que não tive empatia suficiente para conseguir me conectar com a mensagem desse filme. Sinto que há muitas camadas e sentimentos nessa história, mas eu só consegui achar chato, chato, chato. Pelo marketing, esperava algo que fosse mais do terror substancial e não do terror da própria existência, que não deixa de nos afetar, mas é preciso estar em uma certa vibe de consciência para tal efeito.
Feriado Sangrento
3.1 494Pegou a fórmula de Pânico, trocou x por y e pronto, ou seja, mais do mesmo, sendo nada memorável.
O Mundo Depois de Nós
3.2 990 Assista AgoraVocês estão muito ansiosos por respostas, quando o filme não é sobre elas, e sim sobre os sentimentos e as consequências da falta dessas, a falta ou ainda a disseminação de informações erradas.
O filme se trata exatamente do que vocês sentiram ao vê-lo, os sentimentos de não saberem o que está acontecendo e o que isso gera.
Não importa o que cada coisa significa, importa o terror, o desespero, o medo em frente ao que parece morte iminente, o medo de não saber o que está acontecendo, do que vai acontecer, do que se deve fazer e o que isso tudo gera. Importa o que vocês fariam em relação ao que vocês acham que está acontecendo ou não.
O filme é a reprodução de como aquele projeto explicado no final funcionaria, forma mais rentável de destruir um governo, deixar ele se destruir sozinho. Isola, desinforma, causa terror e sem um inimigo claro, as pessoas se viram umas contra as outras..... e caos. Não precisa saber o que era cada coisa, sabe-se agora que ele funciona.
As pontas soltas e não explicadas, são para ficarem sem explicação e vocês terem sentimentos em relação aa isso.
Till: A Busca por Justiça
3.7 71 Assista AgoraEles mereciam um filme melhor, esse não deu conta de transmitir a imensa tristeza do caso e da força e importância de Mamie Till-Mobley.
O Chalé
3.3 731Muitooooo bom! Mas importante saber a refêrencia do Heaven' gate para entender mais certinho e achar bom mesmo.
Poderes Ocultos
3.7 170 Assista AgoraA nota aqui no filmow realmente nao condiz com o filme!
Filme sensacional!! Prende completamente a atenção durante suas quase 2 horas (o que é bem difícil nos dias de hoje) e história bem diferente do comum. EU AMEI!
The Requin: À Deriva
1.3 56 Assista AgoraPensa em um filme ruim! Esse é mil vezes pior! pelo amor de deus, que filme terrivél....
Din e o Dragão Genial
3.9 116 Assista AgoraQual a necessidade das crianças matarem e comerem o animalzinho de estimação delas?!?!?!?!?! Não to superando isso!!
Moçada que tá comentando e votando aqui nunca assistiu Aladdin?! A sinopse desse filme para mim poderia ser: remake de Aladdin ambientado em outra cultura.
Contatos Imediatos do Terceiro Grau
3.7 604 Assista AgoraUm filme show de luzes e efeitos, que acredito que na época que foi lançado era algo que atraía o interesse e encantava, mas para hoje em dia é só isso, faz muita falta não ter um roteiro mais complexo e desenvolvido. Um pouco decepcionada, mas consciente que talvez se eu tivesse visto em 1977 eu teria amado.
Calmaria
2.5 239 Assista AgoraUma história muito legal, com uma super problemática, porém com um roteiro bem mal construído e nada envolvente. O filme vale a pena pela história, mas não vale por como ela se desenrola na tela.
Apollo 11
3.9 56nossa, que porre! Quase surtei com o piiiii constante do sinal de comunicação, socorro!
Ad Astra: Rumo às Estrelas
3.3 870 Assista AgoraEu amei, um filmão em todos os sentidos!
Lento? Sim! Amargo? Sim! Angustiante?! Sim! Mais e ai vc já passou por uma crise existencial? ou apenas uma crise? Vc consegue superar? Vc consegue superar rápido?! Pois é, eu duvido, então, um ritmo de filme que bate com a premissa do roteiro. A ideia de sentir as coisas, as dores, as emoções, a dificuldade de se sentir, de se deixar sentir, assim como o personagem que tem dificuldade com suas emoções, de se abrir para as pessoas e dificuldade maior ainda de superar, leva tempo! 2019 né, as comunicações são rápidas, tudo é transmitido rápido, 15 segundos de stories as vezes já é sufocante, todo mundo quer superar suas crises o mais rápido possível......realmente fica difícil acompanhar uma obra mais lenta, mas com certeza o esforço vale a pena! Leva tempo, faz a gente sentir uma angustia profunda e complicada, assim como uma crise existencial é! Poderia ter outro formato?! poderia! Mas sinceramente, para mim, essa estrutura me fez sentir o que uma crise faz sentir e eu achei um filme perfeito no ponto! (e nossa senhora fotografia e efeitos sensacionais, Tommy Lee Jones, caraca!!/ de questões da física, sou de humanas, entendo nd, amém licença poética :D)
Predadores Assassinos
3.2 783 Assista Agoraroteiro bobinho, mas achei os efeitos e os planos muito bem feitos e planejados.
Abominável
3.8 227 Assista AgoraAcho que só quem já perdeu o pai ou a mãe para entender de verdade. "Que Bom que você voltou, minha netinha" <3
O Retorno de Mary Poppins
3.5 340 Assista AgoraAi, eu amei! Conseguiu trazer Mary Poppins honrando o antigo e em um formato, efeitos e etc que honra a atualidade também. Agrada os corações de gerações que já eram apaixonadas por Mary Poppins e também aquelas que ainda não a conhecia. <3
Ilegal
4.4 50Deveria ser obrigatório ver esse documentário!!!
Operação Fronteira
3.1 391Um elenco maravilhoso p um filme 100% à toa :/
Aquaman
3.7 1,7K Assista AgoraEra melhor ter ido ver o filme do Pelé! Que filme ruim, nussasinhora!
Escape Room
3.1 765 Assista AgoraQue filme mais mal estruturado e atoa!