Desde sua estreia, *Andor* tem sido celebrada como uma das melhores — se não a melhor — produções do universo *Star Wars*. Criada por Tony Gilroy, a série se destaca ao apresentar uma abordagem madura e complexa, explorando não apenas os eventos que levam à formação da Aliança Rebelde, mas também a intrincada teia de política, espionagem e moralidade que permeia esse vasto universo. Ao contrário de muitas produções de *Star Wars*, que focam em batalhas épicas e heroísmo grandioso, *Andor* aprofunda-se nas engrenagens políticas e sociais que sustentam a galáxia. A série mergulha na luta contra a opressão do Império, mostrando como as pequenas engrenagens — ações de indivíduos e grupos aparentemente insignificantes — podem desencadear grandes mudanças. Nos primeiros episódios, a trama pode parecer um pouco lenta e até mesmo confusa, mas essa construção cuidadosa é essencial para estabelecer o tom e os conflitos centrais. As manobras políticas, os jogos de poder nos bastidores e a exploração das motivações dos personagens criam uma narrativa rica e envolvente. Os capítulos finais trazem um clímax arrebatador, recompensando a paciência dos espectadores com momentos de tensão, ação e emoção genuína. As atuações em *Andor* são outro destaque inegável. Diego Luna brilha no papel de Cassian Andor, oferecendo uma performance cheia de nuances que expõem as camadas de complexidade de seu personagem. Cassian não é um herói tradicional — ele é falho, relutante e, muitas vezes, impulsionado por motivos egoístas. No entanto, é exatamente essa humanização que torna sua jornada tão impactante. Além de Diego Luna, o elenco secundário também merece elogios. Stellan Skarsgård é magistral como Luthen Rael, trazendo intensidade e mistério a cada cena. Genevieve O’Reilly reprisa seu papel como Mon Mothma e oferece uma interpretação marcante, destacando os sacrifícios pessoais necessários para desafiar um regime totalitário. Cada personagem, por menor que seja seu papel, contribui para a narrativa com profundidade e autenticidade. Embora o início da série tenha um ritmo mais lento, essa escolha narrativa é uma aposta que vale a pena. Gilroy e sua equipe optam por priorizar o desenvolvimento de personagens e do cenário político, garantindo que cada decisão e cada conflito tenham peso real. Quando a série atinge seus episódios finais, a recompensa para o espectador é imensa. A tensão aumenta exponencialmente, culminando em episódios emocionantes que são verdadeiros exemplos de como contar histórias no gênero de ficção científica. O que torna *Andor* a melhor série do universo *Star Wars* é sua coragem de fugir das convenções. Não há Jedi, sabres de luz ou vilões caricatos. Em vez disso, a série oferece um olhar cru e realista sobre a resistência e o impacto do autoritarismo. *Andor* expande o universo de *Star Wars* de maneira significativa, mostrando que há tantas histórias fascinantes nas margens quanto no centro da galáxia. Com uma trama política envolvente, performances excepcionais e uma narrativa que recompensa a paciência, *Andor* é uma obra-prima que transcende o gênero de ficção científica e se torna uma das melhores produções televisivas da atualidade. Se você ainda não assistiu, prepare-se para uma jornada que o fará repensar o que significa resistir e lutar por um futuro melhor.
A minissérie da Netflix "Cem Anos de Solidão" é uma magnífica adaptação da obra-prima de Gabriel García Márquez, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura. A produção cativa o espectador com sua beleza visual e musical, transportando fielmente o mundo mágico e complexo de Macondo para a tela.
A trilha sonora, escolhida com maestria, evoca as emoções e atmosferas descritas no livro, sendo um personagem à parte na narrativa. A qualidade superior do elenco é outro ponto alto, com atuações que capturam a profundidade e a complexidade dos personagens de Márquez.
O mais impressionante é como a minissérie consegue traduzir imageticamente um livro notoriamente difícil de adaptar. Tendo lido o romance nos anos 80, muitas das cenas permaneciam vívidas na minha memória, como a impactante morte de um dos personagens, cujo sangue escorre até a mãe. Ver essas cenas ganharem vida na tela foi uma experiência arrebatadora.
Espero que a segunda parte da minissérie mantenha a mesma qualidade desta primeira. Foi um prazer assistir a algo tão inteligente em meio à oferta frequentemente medíocre das plataformas de streaming. Sem dúvida, "Cem Anos de Solidão" é uma obra que enriquece a cultura e o entretenimento contemporâneos.
A premissa da série tinha tudo para empolgar os fãs tanto de Star Wars quanto dos filmes de aventura dessa época, mas acaba por não atingir o esperado. As crianças protagonistas são, infelizmente, bastante irritantes, o que dificulta a conexão do público com a história. Jude Law, ator experiente e talentoso, parece não encontrar o tom certo para o seu personagem, deixando a atuação aquém do esperado.
Mesmo com elementos visuais e temáticos que prometiam trazer de volta a magia dos anos 80, a série não conseguiu manter minha atenção após quatro episódios. A trama não cativa o suficiente para que eu continue assistindo, o que é uma pena considerando o potencial que parecia ter. Em resumo, Star Wars: Skeleton Crew tenta trazer de volta a nostalgia dos clássicos de aventura, mas falha em entregar personagens carismáticos e uma execução envolvente.
Mais uma temporada fascinante, com personagens que nos cativam pela sua fragilidade e humanidade. É sempre um prazer assistir ao duelo entre Gary Oldman e Kristin Scott Thomas, com diálogos afiadíssimos e performances impressionantes. Interessante como introduzem personagens boçais trabalhando no serviço secreto e entre os mercenários; principalmente estes últimos, que parecem saídos de um filme americano de classe B.
Sempre me divirto com a série, e o fato de cada episódio ter 40 minutos, com apenas seis por temporada, mantém a história focada e sem grandes pontos mortos, o que realmente captura a atenção e te conduz pela trama. Recomendo fortemente para todos que apreciam histórias de espionagem, mas no estilo dos livros de John le Carré, e não no heroísmo, embora divertidíssimo, dos filmes de James Bond ou da franquia Missão Impossível.
ssa quarta temporada possui muitas qualidades, especialmente por investir em uma trama que explora o passado dos personagens. O que me encanta é a habilidade dos roteiristas em criar histórias envolventes sem recorrer a malabarismos exagerados, explosões, perseguições de carro e outros clichês.
Por exemplo, nesta temporada, temos uma cena de perseguição onde River foge em uma bicicleta numa cidadezinha da França, mal conseguindo pedalar, enquanto é perseguido por um cachorro. Os atores estão todos excelentes; Taverner é uma personagem absolutamente deliciosa e Gary Oldman arrasa mais uma vez, mesmo parecendo um pouco mais humanizado. O humor inglês ácido é delicioso.
Delícia de série, com bons atores e um roteiro que não dá tempo do expectador respirar. Gary Odman e Kristin Scott-Thomas estão fantásticos junto a um elenco de tirar o chapéu.
Excelente série de espionagem, com elenco de dar inveja Gary Oldman e Kristin Scott-Thomas arrasam. E o roteiro é sempre instigante, sabendo manter a atenção. As temporadas mais curtas também ajudam a concentrar a história, não tenho quase nunca pontos mortos.
A série é interessante e com boa produção. Mas essa segunda temporada tem alguns problemas de roteiro que acabam sendo frustrantes. Lestat faz falta, uma vez que Armanda acaba sendo um personagem mal construído. E Santiago carrega um pouco na canastricem mas é uma delícia odiá-lo.
Confesso que não li o livro e a única referência que tinha da obra era a adaptação dos anos noventa, que na época tinha achado apenas ok, apesar da direção do grande Neil Jordan. Mas gostei bastante dessa adaptação, que tem uma produção caprichada e bons atores. Toca em temas importantes, como relações familiares, intolerância, abuso, vida e morte, como nos deixamos aprisionar em algumas situações e a dificuldade de sair delas. Eu deixaria o final mais aberto, mas estou curioso com a próxima temporada.
Uma série muito boa, pena que curta. Adorei o humor e a ironia no tratamento dos temas . Oscar Martínez está perfeito em seu cinismo. Espero que tenhamos mais temporadas e que as linhas narrativas sejam melhor desenvolvidas - como a relação do personagem principal com o neto, por exemplo.
Uma decepção. A série tinha tantas possibilidades e optou-se aqui pelo caminho mais preguiçoso.. O melhor é pensar que tudo acabou na terceira temporada - que já não era tão boa assim - e pensar que essas nunca existiu.
Gostei bastante da temporada, tem personagens interessantes, uma excelente produção, bons efeitos. Mas tirando a batalha dos dragões realmente pouca coisa aconteceu. Os personagens mais interessantes ficaram cada um em seu castelo e faltou um pouco de dinamismo. A multiplicidade de histórias de Game of Thrones mantinha sempre o interesse e poucos episódios poderiam ser considerados parados. Está certo que a presença de um mal superior a todos também ajudava. /Acredito que as próximas temporadas, com todas as peças postas nesta, será eletrizantes.
Uma das piores séries que vi nos últimos tempos, e não digo somente do universo Star Wars. Tudo é desagradável, sem emoção, mal escrito, nem os efeitos são de qualidade. Um equívoco total. Pena.
Pode não ter sido a melhor temporada, mas ainda assim The Boys continua sendo uma diversão de primeira, com seu humor ácido e crítico e sua visão pessimista do ser humano. Algumas tramas simplesmente desapareceram durante a temporada, deixando furos, mas é impossível deixar de ansiar pela temporada final que, esperamos, seja tão legal quanto as que vimos até agora.
Uma experiência muito interessante, intensa e libertária. Toda a trama envolvendo a perseguição da organização, as fugas mirabolantes, as soluções encontradas não faz muitas vezes sentido, mas no universo criado pela irmãs Wachowski elas vão desvelando muitas das feições de nossa sociedade. A conexão entre os personagens é baseada no amor, seja físico ou espiritual, e quanto isso importa, quanto ele faz falta em um mundo em que a solidão é cada vez mais presente. De fato não gostei de tudo, mas gostei de muito.
Estreada há quase dez anos, esta série ainda consegue despertar interesse, pela trama intrigante e a humanidades com que é tratada a miríade de personagens, cada um com suas trajetória. Algumas coisas não ficam clara, outras não estão bem, mas o resultado é bastante positivo. Não sei como serão as próximas cenas, mas até agora está bem legal.
Das séries que vi até o momento que fazem parte do universo Star Wars, essa é uma das minhas preferidas. Gosto dos personagens, do desenvolvimento, da animação, do fato de não ficar tentando ser fofinha, Termina de forma muito legal, com muita ação e emoção. REcomendo.
Intrigante desde o principio, essa série tem uma produção caprichada, com bons atores e aparentemente bastante dinheiro na produção. Mas em alguns momentos exige do espectador uma suspensão da verossimilhança maior do que podemos conceder. As solução poderiam ser melhor buriladas portanto. ?Fiquei bastante curioso por conhecer a versão chinesa. Não sei se quando saia a segunda temporada nos incomodemos em vê-la, se a interrogação deixada vai ser forte o suficiente para despertar a nossa curiosidade. Esperemos para ver.
Uma série sobre zumbis infectados por fundos que, na verdade, pouco aparecem. Os humanos, no entanto, parecem muito piores e mais assustadores, sejam eles soldados da Fedra ou rebeldes, grupos de religiosos ou saqueadores. Baseado em um game, tem um roteiro interessante, talvez mais para aqueles que não conheçam o jogo. Bem dirigido, fotografado, com música marcante e uma dupla central com química e carisma suficiente para carregar a série nas costas. Mas vamos ver como se desenvolvem as outras temporadas, se conseguem manter a qualidade - e o interesse - desta ´primeira temporada.
A série começa um pouco devagar mas aos poucos vai ficando melhor, com alguns personagens bastante interessantes. Como sempre, a produção é excelente, os efeitos visuais fantásticos, uma recriação bastante fiel ao universo Star Wars principalmente aos personagens de Rebels e a Guerra dos Clones. Um ponto alto também é o elenco, bastante eficiente. Penso faltou um pouco da magia, de personagens mais carismáticos. De qualquer forma, de todas as séries de Star Wars que tem sido feitas esta tem um roteiro muito interessante, menos pueril, tão boa quanto Andor. Agora é esperar pelas próximas temporadas para ver se as expectativas que cria se cumprem.
Sem dúvida não é a melhor temporada da séria. Mas ainda assim tem muito a oferecer, discutindo temas que ainda não haviam sido abordados. Mas é uma série que vai dar saudade pelo humor e leveza com que tratou de temas delicados mas que são de extrema importância. Gillian Anderson é um charme, pena que com menos oportunidades nesta temporadea.
Uma boa exploração do universo Star Wars ainda antes da Disney. É irregular como toda série, com episódios empolgantes e outros bem francos Mas na média acaba sendo bastante interessante. A animação é de boa qualidade e os personagens vão se encaixando no universo SW, com várias conexões com outros filmes e séries. Ahsoka acabou por ganhar sua própria série, mas às vezes é um personagem bastante irritante. Grievious merecia muito mais uma live action.
Uma série interessante, com um clima claustrofóbico e muitas perguntas. O visual retrô e as interpretações ajudam bastante a criar o clima. Tem alguns capítulos bastante monótonos, mas em geral acompanhamos até o final com interesse. Esperemos o que virá por aí.
Muito melhor do que algumas das séries live action que a Disney tem lançado, essa série animada tem personagens interessantes, bons roteiros e ação. Sim, alguns episódios são mais fracos do que outros, mas trata-se de uma série, e todas têm esse mesmo problema. Diversão garantida para todos que curtem Star Wars.
Star Wars: Andor (2ª Temporada)
4.5 86 Assista AgoraDesde sua estreia, *Andor* tem sido celebrada como uma das melhores — se não a melhor — produções do universo *Star Wars*. Criada por Tony Gilroy, a série se destaca ao apresentar uma abordagem madura e complexa, explorando não apenas os eventos que levam à formação da Aliança Rebelde, mas também a intrincada teia de política, espionagem e moralidade que permeia esse vasto universo.
Ao contrário de muitas produções de *Star Wars*, que focam em batalhas épicas e heroísmo grandioso, *Andor* aprofunda-se nas engrenagens políticas e sociais que sustentam a galáxia. A série mergulha na luta contra a opressão do Império, mostrando como as pequenas engrenagens — ações de indivíduos e grupos aparentemente insignificantes — podem desencadear grandes mudanças.
Nos primeiros episódios, a trama pode parecer um pouco lenta e até mesmo confusa, mas essa construção cuidadosa é essencial para estabelecer o tom e os conflitos centrais. As manobras políticas, os jogos de poder nos bastidores e a exploração das motivações dos personagens criam uma narrativa rica e envolvente. Os capítulos finais trazem um clímax arrebatador, recompensando a paciência dos espectadores com momentos de tensão, ação e emoção genuína.
As atuações em *Andor* são outro destaque inegável. Diego Luna brilha no papel de Cassian Andor, oferecendo uma performance cheia de nuances que expõem as camadas de complexidade de seu personagem. Cassian não é um herói tradicional — ele é falho, relutante e, muitas vezes, impulsionado por motivos egoístas. No entanto, é exatamente essa humanização que torna sua jornada tão impactante.
Além de Diego Luna, o elenco secundário também merece elogios. Stellan Skarsgård é magistral como Luthen Rael, trazendo intensidade e mistério a cada cena. Genevieve O’Reilly reprisa seu papel como Mon Mothma e oferece uma interpretação marcante, destacando os sacrifícios pessoais necessários para desafiar um regime totalitário. Cada personagem, por menor que seja seu papel, contribui para a narrativa com profundidade e autenticidade.
Embora o início da série tenha um ritmo mais lento, essa escolha narrativa é uma aposta que vale a pena. Gilroy e sua equipe optam por priorizar o desenvolvimento de personagens e do cenário político, garantindo que cada decisão e cada conflito tenham peso real. Quando a série atinge seus episódios finais, a recompensa para o espectador é imensa. A tensão aumenta exponencialmente, culminando em episódios emocionantes que são verdadeiros exemplos de como contar histórias no gênero de ficção científica.
O que torna *Andor* a melhor série do universo *Star Wars* é sua coragem de fugir das convenções. Não há Jedi, sabres de luz ou vilões caricatos. Em vez disso, a série oferece um olhar cru e realista sobre a resistência e o impacto do autoritarismo. *Andor* expande o universo de *Star Wars* de maneira significativa, mostrando que há tantas histórias fascinantes nas margens quanto no centro da galáxia.
Com uma trama política envolvente, performances excepcionais e uma narrativa que recompensa a paciência, *Andor* é uma obra-prima que transcende o gênero de ficção científica e se torna uma das melhores produções televisivas da atualidade. Se você ainda não assistiu, prepare-se para uma jornada que o fará repensar o que significa resistir e lutar por um futuro melhor.
Cem Anos de Solidão: Parte 1
4.5 132 Assista AgoraA minissérie da Netflix "Cem Anos de Solidão" é uma magnífica adaptação da obra-prima de Gabriel García Márquez, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura. A produção cativa o espectador com sua beleza visual e musical, transportando fielmente o mundo mágico e complexo de Macondo para a tela.
A trilha sonora, escolhida com maestria, evoca as emoções e atmosferas descritas no livro, sendo um personagem à parte na narrativa. A qualidade superior do elenco é outro ponto alto, com atuações que capturam a profundidade e a complexidade dos personagens de Márquez.
O mais impressionante é como a minissérie consegue traduzir imageticamente um livro notoriamente difícil de adaptar. Tendo lido o romance nos anos 80, muitas das cenas permaneciam vívidas na minha memória, como a impactante morte de um dos personagens, cujo sangue escorre até a mãe. Ver essas cenas ganharem vida na tela foi uma experiência arrebatadora.
Espero que a segunda parte da minissérie mantenha a mesma qualidade desta primeira. Foi um prazer assistir a algo tão inteligente em meio à oferta frequentemente medíocre das plataformas de streaming. Sem dúvida, "Cem Anos de Solidão" é uma obra que enriquece a cultura e o entretenimento contemporâneos.
Star Wars: Skeleton Crew (1ª Temporada)
3.6 44 Assista AgoraA premissa da série tinha tudo para empolgar os fãs tanto de Star Wars quanto dos filmes de aventura dessa época, mas acaba por não atingir o esperado. As crianças protagonistas são, infelizmente, bastante irritantes, o que dificulta a conexão do público com a história. Jude Law, ator experiente e talentoso, parece não encontrar o tom certo para o seu personagem, deixando a atuação aquém do esperado.
Mesmo com elementos visuais e temáticos que prometiam trazer de volta a magia dos anos 80, a série não conseguiu manter minha atenção após quatro episódios. A trama não cativa o suficiente para que eu continue assistindo, o que é uma pena considerando o potencial que parecia ter. Em resumo, Star Wars: Skeleton Crew tenta trazer de volta a nostalgia dos clássicos de aventura, mas falha em entregar personagens carismáticos e uma execução envolvente.
Slow Horses (3ª Temporada)
4.1 18 Assista AgoraMais uma temporada fascinante, com personagens que nos cativam pela sua fragilidade e humanidade. É sempre um prazer assistir ao duelo entre Gary Oldman e Kristin Scott Thomas, com diálogos afiadíssimos e performances impressionantes. Interessante como introduzem personagens boçais trabalhando no serviço secreto e entre os mercenários; principalmente estes últimos, que parecem saídos de um filme americano de classe B.
Sempre me divirto com a série, e o fato de cada episódio ter 40 minutos, com apenas seis por temporada, mantém a história focada e sem grandes pontos mortos, o que realmente captura a atenção e te conduz pela trama. Recomendo fortemente para todos que apreciam histórias de espionagem, mas no estilo dos livros de John le Carré, e não no heroísmo, embora divertidíssimo, dos filmes de James Bond ou da franquia Missão Impossível.
Slow Horses (4ª Temporada)
4.0 25 Assista Agorassa quarta temporada possui muitas qualidades, especialmente por investir em uma trama que explora o passado dos personagens. O que me encanta é a habilidade dos roteiristas em criar histórias envolventes sem recorrer a malabarismos exagerados, explosões, perseguições de carro e outros clichês.
Por exemplo, nesta temporada, temos uma cena de perseguição onde River foge em uma bicicleta numa cidadezinha da França, mal conseguindo pedalar, enquanto é perseguido por um cachorro. Os atores estão todos excelentes; Taverner é uma personagem absolutamente deliciosa e Gary Oldman arrasa mais uma vez, mesmo parecendo um pouco mais humanizado. O humor inglês ácido é delicioso.
Slow Horses (1ª Temporada)
3.9 37 Assista AgoraDelícia de série, com bons atores e um roteiro que não dá tempo do expectador respirar. Gary Odman e Kristin Scott-Thomas estão fantásticos junto a um elenco de tirar o chapéu.
Slow Horses (2ª Temporada)
4.0 20 Assista AgoraExcelente série de espionagem, com elenco de dar inveja Gary Oldman e Kristin Scott-Thomas arrasam. E o roteiro é sempre instigante, sabendo manter a atenção. As temporadas mais curtas também ajudam a concentrar a história, não tenho quase nunca pontos mortos.
Entrevista com o Vampiro (2ª Temporada)
4.2 70A série é interessante e com boa produção. Mas essa segunda temporada tem alguns problemas de roteiro que acabam sendo frustrantes. Lestat faz falta, uma vez que Armanda acaba sendo um personagem mal construído. E Santiago carrega um pouco na canastricem mas é uma delícia odiá-lo.
`Se tivesse terminado umas duas ou três cenas antes, penso que seria mais interessante e melancólico
Entrevista com o Vampiro (1ª Temporada)
4.1 119Confesso que não li o livro e a única referência que tinha da obra era a adaptação dos anos noventa, que na época tinha achado apenas ok, apesar da direção do grande Neil Jordan. Mas gostei bastante dessa adaptação, que tem uma produção caprichada e bons atores. Toca em temas importantes, como relações familiares, intolerância, abuso, vida e morte, como nos deixamos aprisionar em algumas situações e a dificuldade de sair delas. Eu deixaria o final mais aberto, mas estou curioso com a próxima temporada.
O Museu (1ª Temporada)
3.8 8 Assista AgoraUma série muito boa, pena que curta. Adorei o humor e a ironia no tratamento dos temas . Oscar Martínez está perfeito em seu cinismo. Espero que tenhamos mais temporadas e que as linhas narrativas sejam melhor desenvolvidas - como a relação do personagem principal com o neto, por exemplo.
The Umbrella Academy (4ª Temporada)
2.8 94Uma decepção. A série tinha tantas possibilidades e optou-se aqui pelo caminho mais preguiçoso.. O melhor é pensar que tudo acabou na terceira temporada - que já não era tão boa assim - e pensar que essas nunca existiu.
A Casa do Dragão (2ª Temporada)
3.5 350 Assista AgoraGostei bastante da temporada, tem personagens interessantes, uma excelente produção, bons efeitos. Mas tirando a batalha dos dragões realmente pouca coisa aconteceu. Os personagens mais interessantes ficaram cada um em seu castelo e faltou um pouco de dinamismo. A multiplicidade de histórias de Game of Thrones mantinha sempre o interesse e poucos episódios poderiam ser considerados parados. Está certo que a presença de um mal superior a todos também ajudava. /Acredito que as próximas temporadas, com todas as peças postas nesta, será eletrizantes.
Star Wars: The Acolyte (1ª Temporada)
2.4 173 Assista AgoraUma das piores séries que vi nos últimos tempos, e não digo somente do universo Star Wars. Tudo é desagradável, sem emoção, mal escrito, nem os efeitos são de qualidade. Um equívoco total. Pena.
The Boys (4ª Temporada)
3.6 376 Assista AgoraPode não ter sido a melhor temporada, mas ainda assim The Boys continua sendo uma diversão de primeira, com seu humor ácido e crítico e sua visão pessimista do ser humano. Algumas tramas simplesmente desapareceram durante a temporada, deixando furos, mas é impossível deixar de ansiar pela temporada final que, esperamos, seja tão legal quanto as que vimos até agora.
Sense8 (2ª Temporada)
4.3 893 Assista AgoraUma experiência muito interessante, intensa e libertária. Toda a trama envolvendo a perseguição da organização, as fugas mirabolantes, as soluções encontradas não faz muitas vezes sentido, mas no universo criado pela irmãs Wachowski elas vão desvelando muitas das feições de nossa sociedade. A conexão entre os personagens é baseada no amor, seja físico ou espiritual, e quanto isso importa, quanto ele faz falta em um mundo em que a solidão é cada vez mais presente. De fato não gostei de tudo, mas gostei de muito.
Sense8 (1ª Temporada)
4.4 2,1K Assista AgoraEstreada há quase dez anos, esta série ainda consegue despertar interesse, pela trama intrigante e a humanidades com que é tratada a miríade de personagens, cada um com suas trajetória. Algumas coisas não ficam clara, outras não estão bem, mas o resultado é bastante positivo. Não sei como serão as próximas cenas, mas até agora está bem legal.
Star Wars: The Bad Batch (3ª Temporada)
4.1 21Das séries que vi até o momento que fazem parte do universo Star Wars, essa é uma das minhas preferidas. Gosto dos personagens, do desenvolvimento, da animação, do fato de não ficar tentando ser fofinha, Termina de forma muito legal, com muita ação e emoção. REcomendo.
O Problema dos 3 Corpos (1ª Temporada)
3.5 215 Assista AgoraIntrigante desde o principio, essa série tem uma produção caprichada, com bons atores e aparentemente bastante dinheiro na produção. Mas em alguns momentos exige do espectador uma suspensão da verossimilhança maior do que podemos conceder. As solução poderiam ser melhor buriladas portanto. ?Fiquei bastante curioso por conhecer a versão chinesa. Não sei se quando saia a segunda temporada nos incomodemos em vê-la, se a interrogação deixada vai ser forte o suficiente para despertar a nossa curiosidade. Esperemos para ver.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraUma série sobre zumbis infectados por fundos que, na verdade, pouco aparecem. Os humanos, no entanto, parecem muito piores e mais assustadores, sejam eles soldados da Fedra ou rebeldes, grupos de religiosos ou saqueadores. Baseado em um game, tem um roteiro interessante, talvez mais para aqueles que não conheçam o jogo. Bem dirigido, fotografado, com música marcante e uma dupla central com química e carisma suficiente para carregar a série nas costas. Mas vamos ver como se desenvolvem as outras temporadas, se conseguem manter a qualidade - e o interesse - desta ´primeira temporada.
Star Wars: Ahsoka (1ª Temporada)
3.9 148 Assista AgoraA série começa um pouco devagar mas aos poucos vai ficando melhor, com alguns personagens bastante interessantes. Como sempre, a produção é excelente, os efeitos visuais fantásticos, uma recriação bastante fiel ao universo Star Wars principalmente aos personagens de Rebels e a Guerra dos Clones. Um ponto alto também é o elenco, bastante eficiente. Penso faltou um pouco da magia, de personagens mais carismáticos. De qualquer forma, de todas as séries de Star Wars que tem sido feitas esta tem um roteiro muito interessante, menos pueril, tão boa quanto Andor. Agora é esperar pelas próximas temporadas para ver se as expectativas que cria se cumprem.
Sex Education (4ª Temporada)
3.5 247 Assista AgoraSem dúvida não é a melhor temporada da séria. Mas ainda assim tem muito a oferecer, discutindo temas que ainda não haviam sido abordados. Mas é uma série que vai dar saudade pelo humor e leveza com que tratou de temas delicados mas que são de extrema importância. Gillian Anderson é um charme, pena que com menos oportunidades nesta temporadea.
Star Wars: The Clone Wars (1ª Temporada)
3.9 39 Assista AgoraUma boa exploração do universo Star Wars ainda antes da Disney. É irregular como toda série, com episódios empolgantes e outros bem francos Mas na média acaba sendo bastante interessante. A animação é de boa qualidade e os personagens vão se encaixando no universo SW, com várias conexões com outros filmes e séries. Ahsoka acabou por ganhar sua própria série, mas às vezes é um personagem bastante irritante. Grievious merecia muito mais uma live action.
Silo (1ª Temporada)
4.0 200 Assista AgoraUma série interessante, com um clima claustrofóbico e muitas perguntas. O visual retrô e as interpretações ajudam bastante a criar o clima. Tem alguns capítulos bastante monótonos, mas em geral acompanhamos até o final com interesse. Esperemos o que virá por aí.
Star Wars: The Bad Batch (1ª Temporada)
4.0 28 Assista AgoraMuito melhor do que algumas das séries live action que a Disney tem lançado, essa série animada tem personagens interessantes, bons roteiros e ação. Sim, alguns episódios são mais fracos do que outros, mas trata-se de uma série, e todas têm esse mesmo problema. Diversão garantida para todos que curtem Star Wars.