Definitivamente uma das piores produções já feitas para a tv. Gente, não dá, tudo na série é ruim, ABSOLUTAMENTE TUDO. Roteiro simplesmente não existe; as situações são jogadas sem contexto e desenvolvimento, exalando futilidade ao extremo (o que amo, mas aqui é feito da pior maneira possível). Os diálogos são escabrosos de ruins, falas tenebrosas que dão uma vergonha alheia absurda… sério, chega a ser constrangedor!! As atrizes são muito boas, fato, mas nem elas conseguem melhorar a série e as personagens, que, diga-se de passagem, são horríveis, sem carisma e sem um pingo de profundidade. Gosto de séries ruins, e essa até que deu pra passar o tempo enquanto arrumava o quarto, mas nossa, dava pra ter feito algum ruim que fosse ao menos prazeroso e ruim na medida certa, mas não essa hecatombe nuclear.
A Prime Video tá se tornando especialista em série de palita, né? Todo mês sai uma série adolescente ruim que é ótima pra passar o tempo e que não precisa pensar! “Depois Daquele Ano” é o típico clichê que entretém e diverte, mas que é vazio e superficial ao extremo, como se fosse feita apenas para agradar o público que gosta desses produtos mais rasos e esquecíveis. Eu gostei da série, achei divertida, mas me incomoda muito a forma que as séries adolescentes se apresentam ultimamente: os personagens parecem não existir diante da realidade imposta, como se todas as suas falas, trejeitos e ações fossem condicionados única e exclusivamente para atender às demandas da própria narrativa em detrimento de um desenvolvimento mais amplo e complexo… o que quero dizer é que os personagens são desprovidos de alma, carisma e principalmente linguagem. Eles não existem fora daquele âmbito de relacionamento e triângulo amoroso, não possuem resquícios de uma personalidade própria e identidade congênita à própria gênese fictícia. Acho que é um mal das séries atuais que tendem a ser rasas e rápidas, prejudicando o desenvolvimento dos personagens de maneira que fazem-nos gostar e se apegar a eles: estou revendo algumas séries antigas adolescentes e é incrível como os personagens são interessantes e vão além de namoros e tramas que querem soar profundas mas são ridiculamente mal escritas, tal qual essa história patética da Percy ter transado com o irmão do Sam e isso ter sido o estopim da separação dos dois… patético!!
Achei a amiga Chantal bem chata tbm, inconveniente e totalmente avulsa na história. Delilah é o epítome da personagem caricata e chata que toda série tem, exalando futilidade e chatice por onde passa, por mais carismática e boa que a atriz seja. Os irmãos são lindos, principalmente o Sam, mas não vai muito além disso, já que a série só se resume a mostrar o relacionamento dos dois, não abrangendo para além disso, deixando os personagens fúteis, esquecíveis e sem desenvolvimento nenhum. Sabe quando você vê um edit do TikTok e acha o casal bonito? Assisti a essa série e é tipo isso: você assiste, se entretém mas daqui a uma semana você não lembra quase nada, a não ser os acontecimentos centrais, pq, no fim, não há nada a ser lembrado nessa produção, a não ser cenas avulsas com trilha sonora do TikTok pra virar edit, mas no fim é só isso mesmo.
É bem funcional e divertida quando aposta nos clichês e no teor despretensioso inerente às comédias românticas; na minha opinião, o casal, no geral, teve química e são carismáticos, principalmente ali no começo, que começa com o velho clichê do acordo que culmina nos dois se apaixonando! A trama da amiga também é bastante legal, principalmente a relação dela com o personagem Dean… teve momentos, inclusive, que achei melhor que o casal principal. Agora, em relação a parte negativa, digo que, o grande erro da série está na pretensão de querer abordar temas pesados, quando, na verdade, o texto não consegue mensurar a densidade desses assuntos, deixando a narrativa um tanto risível e superficial, além de entregar linhas de diálogos digna de fanfic adolescente. O sexo, imbuído à trama do abuso, deixa muito a desejar, principalmente quando retoma esse traumas da personagem Hanna e sucede-se pela tentativa dela em superar através do saco; como se o orgasmo viesse acompanhado da cura. Achei essa trama simplesmente ridícula, assim como toda a abordagem concernente a esse tema, foi muito mal escrito e os diálogos ruins não deram conta de fazer algo mais sério! Chega a ser constrangedor, inclusive! Mas, tirando essas ressalvas, até que gostei da série e me diverti assistindo… os personagens tem uma sinergia boa e são agradáveis de acompanhar, além do clima universitário descolado e repleto de hormônios (aliás, quanto macho gostoso essa série tem né?! 🫦).
Realmente deixa a desejar em alguns momentos, principalmente pelo ares de temporada épica que a própria trama deixou transparecer... agora essa aversão toda dizendo que é uma temporada péssima e um dos piores finais de série parece-me mais produto de um efeito-manada em que um reproduz falas-prontas e discursos embasados em achismos e sem embasamento. A temporada, assim como as anteriores, tem seus altos e baixos, com momentos incrivelmente bons e outros que ficam aquém do potencial, mas sempre pautada em diálogos inteligentes e um reflexo ácido da sociedade atual, mostrando-se extremamente pungente e síncrona.
Mais uma ótima e divertida temporada! Gosto demais dos personagens, do enredo, da ambientação e da trilha sonora, além da fotografia solar e bastante vivaz.
Isso daqui é dramaturgia da mais altíssima qualidade. Produção soberba; atuações impecáveis, fotografia e direção ímpar, figurinos e direção de arte irrepreensíveis! E que atuações lindas… literatura e audiovisual lindamente mesclados à gênese artística e semiótica.
É uma série envolvente, melodramática e muito bem-feita. Os diálogos são muito bons, com sutileza e nuances admiráveis a considerar a produção de Ryan Murphy e o jeito nada sutil que as produções dele tendem a ser. O elenco é maravilhoso, à exceção da Naomi Watts mãe do John F. Kennedy; é uma atriz excelente, fato, mas aqui estava péssima e super canastrona. Nossa, o casal principal é de uma química impar também. E QUE HOMEM BONITO E GOSTOSO O ATOR PRINCIPAL.
Tirando os detetives insuportáveis e totalmente descartáveis, a série é até legal de assistir, mas mais por conta do casal e da química dos atores do que pela história em si, que, vamos combinar, é bem superficial e rasa. A idas e vindas em torno de quem morreu e de quem matou é muito interessante quando bem-feita, o que não é o caso aqui; a narrativa mesclando passado e presente é feita de forma muito chato e repetitiva, além do mistério ser desinteressante e não muito aprofundado, embora traga um background interessante quando decide retomar elementos do passado pra justificar as escolhas e movimentações dos personagens, por mais que não traga à devidas catarse que a série necessitava pra ser mais memorável. O elenco é bem esquecível, vale destacar — à exceção do casal, não curti muito os outros personagens, principalmente os detetives sem graça e sem carisma.
Enfim, não é uma série inesquecível mas dá pra passar o tempo. Os protagonistas são uns gostosos; exalam tesão e química.
Seriezinha pataquada pra passar o tempo!! Gostei da série, é bem ruinzinha mas tem seu charme e carisma… curti os personagens também. É bem novelinha inofensiva e despretensiosa. Único defeito é a produção de baixo orçamento, principalmente nas cenas de patinação, na qual fica evidente o uso de dublês nada parecidos com os atores e o uso excessivo de IA degenerativa, deixando a cara dos atores tudo tortas e estranhas. Sou TEAM FREDDIE ❤️❤️
Sexy, excitante e com um casal extremamente gostoso e com química. Eu estou totalmente obcecado por eles!! As cenas deles conversando é tão sutil e genuinamente bem escrita que foi impossível não torcer e se apaixonar por eles. A veia de puto do Elya defronte à timidez do Shane é tão divertida, à medida que os dois vão se conhecendo e aproximando para além do sexo casual. A cena do Elya falando e se declarando para o Shane em russo é tão linda, sensível e delicada que nossa… fiquei emocionado. O jeito que os dois se olham, o toque efêmero, mas repleto de significado e nuances… ❤️ lindos!!!
Série mais canastrona, Karen e cozy family! Poderia ter sido muito mais divertida do que foi, caso não se levasse tão a sério; a impressão que tive é que os roteiristas pensaram estar fazendo um grande mousse com essa história, por mais risível e superficial que ela seja. Os diálogos exacerbada e excessivamente expositivos e didáticos são o cerne da narrativa, o que compromete ainda mais o roteiro frágil e as atuações, que não conseguem acompanhar a canastrice do texto, tentando emular uma visceralidade e uma força dramática inexistentes. O tom de novela mexicana, aliado à trilha sonora exagerada e excessivamente melodramática, deixa a trama curiosamente envolvente, ao mesmo tempo que expõe fissuras mal construídas sob um verniz que tenta soar complexo e bem escrito.
Que série ruim e mal escrita! Parece que foi feita lá em 2015/2016 no auge do quebrando tabu. Its a Sin e Tengo que morir todas las noches infinitamente superiores a essa porcaria.
O elenco é muito bom, as atuações até que são boas defronte o roteiro péssimos e os diálogos risíveis.
É bem condizente com a obra base: sendo tão ruim quanto! Gente, que produção mais mal feita e enjambrada; diálogos péssimos, personagens desprovidos de humanidade e linguagem (parecem todos bonecos condicionados a contar uma história; sem critério nenhum relacionado à realidade e às relações sociais). Um amontoado de situações querendo soar complexas e impactantes (o que de fato são, mas é tudo tão risível e superficial que em momento algum consegui levar a sério), por mais impactante e complexa que a premissa seja. A narrativa mostrando a perspectiva do Téo e da Clarice é até interessante, mas aqui ficou muito didática e repetitiva; aderindo pouquíssimo à história e às nuances dos personagens. De fato, é um enredo que prende muito, bem como a agilidade do autor em manter o leitor (telespectador) envolvido em suas obras, mas é impossível não perceber as precariedades em torno da construção (falta, no caso) dos personagens e da própria condução da história: repleta de conveniências, em que você precisa desligar a suspensão de descrença e embarcar nessa jornada “encenada”, com um pé na realidade mas totalmente fantasiosa no que concerne à representação crível da mesma. O elenco é muito bom e consegue segurar as cenas, tornando-as convincentes, mesmo com um texto tão qualquer coisa. Destaque para Julia Dalavia (incrível) e Jaffar Bambirra (excelente).
Muito inferior à primeira, com momentos insuportáveis e risivelmente ruins!! Gente, não dá: a Nan é uma das piores protagonistas da história das series, ela é muito chata, inverossímil e insuportável. Ridículo como as decisões dela são sempre as mais patéticas e esdrúxulas. O plot dele indo pra Itália foi horrível, não servindo para absolutamente nada e depois retorna como se nada tivesse acontecido… Ainda se fazendo de vítima.
Os diálogos dessa temporada foi péssimos também. O plot da mãe da Nan foi uma coisa totalmente aleatória, sendo esquecida por boa parte da temporada, vindo à tona somente no antepenúltimo episódio: numa resolução pobre e mal feita. Aliás, amo a Leighton, mas a atuação dela deixou muito a desejar, tava muito caricata e canastrona.
Realmente foi bem difícil terminar essa temporada. Achei muito fraca, ruim mesmo!! A impressão que deu foi que atiraram para tudo que é lado, sem se importarem com a coerência e verossimilhança; por mais fantasiosa que a série se proponha a ser, o mínimo é ser condizente com as tramas abordadas.
Nan e Guy dois insuportáveis Jinny tbm é outra imbecil Conchita maravilhosa, um dos poucos pontos positivos dessa temporada; Lizzie e Theo perfeitos ♥️. Honória diva;
Simplesmente perfeita! Que série maravilhosa e bem feita; fiquei encantado pelos figurinos, pelas atuações, locações e fotografia. A trilha sonora também é ótima e imersiva, passando emoções que vão desde ao romance melodramático ao erotismo e realismo mágico. Já tinha visto o filme dos anos 90 (que eu amo), mas para mim a série conseguiu superar. Quero muito a segunda temporada!! Azul Gaita perfeita e o Andrés Baida é muito lindo; gostei da química entre os dois. As atrizes das irmãs são ótimas também, e a da mãe é perfeita.
Definitivamente uma das séries mais fracas e ruins que vi nos últimos tempos!! Achei tudo muito raso, esquecível, apático e pretensioso, já que tentou abarcar várias temáticas sem se aprofundar em nenhuma delas. Que preguiça dessa militância chata e arrastada que a série foca, ficou muito repetitiva e forçada.
Os personagens são muito ruins e hipócritas, principalmente o grupo dos “mentirosos”, que constantemente ficavam demonizando os avós e as mães, mas não faziam nada pra bater de frente. E quando decidem fazer algo, optam pela decisão mais ridícula e esdrúxula possível… gente, que adolescentes insuportáveis e sem carisma. Foi difícil aguentá-los, principalmente nos momentos mais dramáticos”.
A química entre eles é até interessante, mas nada que justifique essa superficialidade e lentidão da história. O final é realmente muito imprevisível e surpreendente, mas nada que faça valer as horas perdidas vendo essa bomba.
em alguns momentos soa bastante didática e clichê, mas ainda sim é uma série muito bem feita. os personagens são maravilhosos, embora pouco desenvolvidos: cada um lidando com seus dilemas, enquanto enfrentam a violência policial, homofobia, intolerância (até mesmo dentro da comunidade) e a epidemia da AIDS que assolava o mundo nos anos 80. Embora se passe no México e traga o enredo já citado, a série peca em não trazer à cultura Mexicana como fio condutor da narrativa, seja na mise en scène, trilha sonora, movimentos sociais da época e a efervescência cultural e identitária.
Silvia Navarro está maravilhosa como Glória, um verdadeiro espetáculo. Fiquei encantado com a atuação do José Antonio Toledano, carregada de sutileza e naturalidade, LINDO
Sterling Point
3.8 48 Assista AgoraELLIS, QUE HOMEM LINDO!
Adultos (1ª Temporada)
3.7 17 Assista AgoraPaul Baker é meio que o amor da minha vida, né? Que príncipe lindo!!
Tudo é Justo (1ª Temporada)
2.7 18 Assista AgoraDefinitivamente uma das piores produções já feitas para a tv. Gente, não dá, tudo na série é ruim, ABSOLUTAMENTE TUDO. Roteiro simplesmente não existe; as situações são jogadas sem contexto e desenvolvimento, exalando futilidade ao extremo (o que amo, mas aqui é feito da pior maneira possível). Os diálogos são escabrosos de ruins, falas tenebrosas que dão uma vergonha alheia absurda… sério, chega a ser constrangedor!! As atrizes são muito boas, fato, mas nem elas conseguem melhorar a série e as personagens, que, diga-se de passagem, são horríveis, sem carisma e sem um pingo de profundidade. Gosto de séries ruins, e essa até que deu pra passar o tempo enquanto arrumava o quarto, mas nossa, dava pra ter feito algum ruim que fosse ao menos prazeroso e ruim na medida certa, mas não essa hecatombe nuclear.
Depois Daquele Ano (1ª Temporada)
2.9 29 Assista AgoraA Prime Video tá se tornando especialista em série de palita, né? Todo mês sai uma série adolescente ruim que é ótima pra passar o tempo e que não precisa pensar! “Depois Daquele Ano” é o típico clichê que entretém e diverte, mas que é vazio e superficial ao extremo, como se fosse feita apenas para agradar o público que gosta desses produtos mais rasos e esquecíveis. Eu gostei da série, achei divertida, mas me incomoda muito a forma que as séries adolescentes se apresentam ultimamente: os personagens parecem não existir diante da realidade imposta, como se todas as suas falas, trejeitos e ações fossem condicionados única e exclusivamente para atender às demandas da própria narrativa em detrimento de um desenvolvimento mais amplo e complexo… o que quero dizer é que os personagens são desprovidos de alma, carisma e principalmente linguagem. Eles não existem fora daquele âmbito de relacionamento e triângulo amoroso, não possuem resquícios de uma personalidade própria e identidade congênita à própria gênese fictícia. Acho que é um mal das séries atuais que tendem a ser rasas e rápidas, prejudicando o desenvolvimento dos personagens de maneira que fazem-nos gostar e se apegar a eles: estou revendo algumas séries antigas adolescentes e é incrível como os personagens são interessantes e vão além de namoros e tramas que querem soar profundas mas são ridiculamente mal escritas, tal qual essa história patética da Percy ter transado com o irmão do Sam e isso ter sido o estopim da separação dos dois… patético!!
Achei a amiga Chantal bem chata tbm, inconveniente e totalmente avulsa na história. Delilah é o epítome da personagem caricata e chata que toda série tem, exalando futilidade e chatice por onde passa, por mais carismática e boa que a atriz seja. Os irmãos são lindos, principalmente o Sam, mas não vai muito além disso, já que a série só se resume a mostrar o relacionamento dos dois, não abrangendo para além disso, deixando os personagens fúteis, esquecíveis e sem desenvolvimento nenhum. Sabe quando você vê um edit do TikTok e acha o casal bonito? Assisti a essa série e é tipo isso: você assiste, se entretém mas daqui a uma semana você não lembra quase nada, a não ser os acontecimentos centrais, pq, no fim, não há nada a ser lembrado nessa produção, a não ser cenas avulsas com trilha sonora do TikTok pra virar edit, mas no fim é só isso mesmo.
Off Campus: Amores Improváveis (1ª Temporada)
4.0 89 Assista AgoraÉ bem funcional e divertida quando aposta nos clichês e no teor despretensioso inerente às comédias românticas; na minha opinião, o casal, no geral, teve química e são carismáticos, principalmente ali no começo, que começa com o velho clichê do acordo que culmina nos dois se apaixonando! A trama da amiga também é bastante legal, principalmente a relação dela com o personagem Dean… teve momentos, inclusive, que achei melhor que o casal principal. Agora, em relação a parte negativa, digo que, o grande erro da série está na pretensão de querer abordar temas pesados, quando, na verdade, o texto não consegue mensurar a densidade desses assuntos, deixando a narrativa um tanto risível e superficial, além de entregar linhas de diálogos digna de fanfic adolescente. O sexo, imbuído à trama do abuso, deixa muito a desejar, principalmente quando retoma esse traumas da personagem Hanna e sucede-se pela tentativa dela em superar através do saco; como se o orgasmo viesse acompanhado da cura. Achei essa trama simplesmente ridícula, assim como toda a abordagem concernente a esse tema, foi muito mal escrito e os diálogos ruins não deram conta de fazer algo mais sério! Chega a ser constrangedor, inclusive! Mas, tirando essas ressalvas, até que gostei da série e me diverti assistindo… os personagens tem uma sinergia boa e são agradáveis de acompanhar, além do clima universitário descolado e repleto de hormônios (aliás, quanto macho gostoso essa série tem né?! 🫦).
The Boys (5ª Temporada)
2.9 317 Assista AgoraRealmente deixa a desejar em alguns momentos, principalmente pelo ares de temporada épica que a própria trama deixou transparecer... agora essa aversão toda dizendo que é uma temporada péssima e um dos piores finais de série parece-me mais produto de um efeito-manada em que um reproduz falas-prontas e discursos embasados em achismos e sem embasamento. A temporada, assim como as anteriores, tem seus altos e baixos, com momentos incrivelmente bons e outros que ficam aquém do potencial, mas sempre pautada em diálogos inteligentes e um reflexo ácido da sociedade atual, mostrando-se extremamente pungente e síncrona.
Com Carinho, Kitty (3ª Temporada)
3.4 17 Assista AgoraMais uma ótima e divertida temporada! Gosto demais dos personagens, do enredo, da ambientação e da trilha sonora, além da fotografia solar e bastante vivaz.
Como Água Para Chocolate (2ª Temporada)
3.8 7 Assista AgoraIsso daqui é dramaturgia da mais altíssima qualidade. Produção soberba; atuações impecáveis, fotografia e direção ímpar, figurinos e direção de arte irrepreensíveis! E que atuações lindas… literatura e audiovisual lindamente mesclados à gênese artística e semiótica.
Andres Baida gostoso demais
História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette …
3.6 30 Assista AgoraÉ uma série envolvente, melodramática e muito bem-feita. Os diálogos são muito bons, com sutileza e nuances admiráveis a considerar a produção de Ryan Murphy e o jeito nada sutil que as produções dele tendem a ser. O elenco é maravilhoso, à exceção da Naomi Watts mãe do John F. Kennedy; é uma atriz excelente, fato, mas aqui estava péssima e super canastrona. Nossa, o casal principal é de uma química impar também. E QUE HOMEM BONITO E GOSTOSO O ATOR PRINCIPAL.
56 Dias
3.2 23 Assista AgoraTirando os detetives insuportáveis e totalmente descartáveis, a série é até legal de assistir, mas mais por conta do casal e da química dos atores do que pela história em si, que, vamos combinar, é bem superficial e rasa. A idas e vindas em torno de quem morreu e de quem matou é muito interessante quando bem-feita, o que não é o caso aqui; a narrativa mesclando passado e presente é feita de forma muito chato e repetitiva, além do mistério ser desinteressante e não muito aprofundado, embora traga um background interessante quando decide retomar elementos do passado pra justificar as escolhas e movimentações dos personagens, por mais que não traga à devidas catarse que a série necessitava pra ser mais memorável. O elenco é bem esquecível, vale destacar — à exceção do casal, não curti muito os outros personagens, principalmente os detetives sem graça e sem carisma.
Enfim, não é uma série inesquecível mas dá pra passar o tempo. Os protagonistas são uns gostosos; exalam tesão e química.
Patinando no Amor (1ª Temporada)
2.7 13 Assista AgoraSeriezinha pataquada pra passar o tempo!! Gostei da série, é bem ruinzinha mas tem seu charme e carisma… curti os personagens também. É bem novelinha inofensiva e despretensiosa. Único defeito é a produção de baixo orçamento, principalmente nas cenas de patinação, na qual fica evidente o uso de dublês nada parecidos com os atores e o uso excessivo de IA degenerativa, deixando a cara dos atores tudo tortas e estranhas. Sou TEAM FREDDIE ❤️❤️
Rivalidade Ardente (1ª Temporada)
4.3 143 Assista AgoraSexy, excitante e com um casal extremamente gostoso e com química. Eu estou totalmente obcecado por eles!! As cenas deles conversando é tão sutil e genuinamente bem escrita que foi impossível não torcer e se apaixonar por eles. A veia de puto do Elya defronte à timidez do Shane é tão divertida, à medida que os dois vão se conhecendo e aproximando para além do sexo casual. A cena do Elya falando e se declarando para o Shane em russo é tão linda, sensível e delicada que nossa… fiquei emocionado. O jeito que os dois se olham, o toque efêmero, mas repleto de significado e nuances… ❤️ lindos!!!
Tudo Culpa Dela
4.1 325 Assista AgoraSérie mais canastrona, Karen e cozy family! Poderia ter sido muito mais divertida do que foi, caso não se levasse tão a sério; a impressão que tive é que os roteiristas pensaram estar fazendo um grande mousse com essa história, por mais risível e superficial que ela seja. Os diálogos exacerbada e excessivamente expositivos e didáticos são o cerne da narrativa, o que compromete ainda mais o roteiro frágil e as atuações, que não conseguem acompanhar a canastrice do texto, tentando emular uma visceralidade e uma força dramática inexistentes. O tom de novela mexicana, aliado à trilha sonora exagerada e excessivamente melodramática, deixa a trama curiosamente envolvente, ao mesmo tempo que expõe fissuras mal construídas sob um verniz que tenta soar complexo e bem escrito.
Chespirito: Sem Querer Querendo
3.5 111 Assista AgoraUm tanto chapa-branca, mas inegavelmente uma obra à altura da grandiosidade artística e criativa do Chespirito. Um gênio!
Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente
4.3 57 Assista AgoraQue série ruim e mal escrita! Parece que foi feita lá em 2015/2016 no auge do quebrando tabu. Its a Sin e Tengo que morir todas las noches infinitamente superiores a essa porcaria.
O elenco é muito bom, as atuações até que são boas defronte o roteiro péssimos e os diálogos risíveis.
A Namorada Ideal
3.5 85 Assista Agora#TeamCherry
Dias Perfeitos
3.4 91 Assista AgoraÉ bem condizente com a obra base: sendo tão ruim quanto! Gente, que produção mais mal feita e enjambrada; diálogos péssimos, personagens desprovidos de humanidade e linguagem (parecem todos bonecos condicionados a contar uma história; sem critério nenhum relacionado à realidade e às relações sociais). Um amontoado de situações querendo soar complexas e impactantes (o que de fato são, mas é tudo tão risível e superficial que em momento algum consegui levar a sério), por mais impactante e complexa que a premissa seja. A narrativa mostrando a perspectiva do Téo e da Clarice é até interessante, mas aqui ficou muito didática e repetitiva; aderindo pouquíssimo à história e às nuances dos personagens. De fato, é um enredo que prende muito, bem como a agilidade do autor em manter o leitor (telespectador) envolvido em suas obras, mas é impossível não perceber as precariedades em torno da construção (falta, no caso) dos personagens e da própria condução da história: repleta de conveniências, em que você precisa desligar a suspensão de descrença e embarcar nessa jornada “encenada”, com um pé na realidade mas totalmente fantasiosa no que concerne à representação crível da mesma. O elenco é muito bom e consegue segurar as cenas, tornando-as convincentes, mesmo com um texto tão qualquer coisa. Destaque para Julia Dalavia (incrível) e Jaffar Bambirra (excelente).
Os Bucaneiros (2ª Temporada)
3.1 9Muito inferior à primeira, com momentos insuportáveis e risivelmente ruins!! Gente, não dá: a Nan é uma das piores protagonistas da história das series, ela é muito chata, inverossímil e insuportável. Ridículo como as decisões dela são sempre as mais patéticas e esdrúxulas. O plot dele indo pra Itália foi horrível, não servindo para absolutamente nada e depois retorna como se nada tivesse acontecido… Ainda se fazendo de vítima.
Os diálogos dessa temporada foi péssimos também. O plot da mãe da Nan foi uma coisa totalmente aleatória, sendo esquecida por boa parte da temporada, vindo à tona somente no antepenúltimo episódio: numa resolução pobre e mal feita. Aliás, amo a Leighton, mas a atuação dela deixou muito a desejar, tava muito caricata e canastrona.
Realmente foi bem difícil terminar essa temporada. Achei muito fraca, ruim mesmo!! A impressão que deu foi que atiraram para tudo que é lado, sem se importarem com a coerência e verossimilhança; por mais fantasiosa que a série se proponha a ser, o mínimo é ser condizente com as tramas abordadas.
Nan e Guy dois insuportáveis
Jinny tbm é outra imbecil
Conchita maravilhosa, um dos poucos pontos positivos dessa temporada;
Lizzie e Theo perfeitos ♥️.
Honória diva;
Bridgerton (3ª Temporada)
3.7 129 Assista AgoraSimplesmente maravilhosa!
Como Água Para Chocolate (1ª Temporada)
3.7 8 Assista AgoraSimplesmente perfeita! Que série maravilhosa e bem feita; fiquei encantado pelos figurinos, pelas atuações, locações e fotografia. A trilha sonora também é ótima e imersiva, passando emoções que vão desde ao romance melodramático ao erotismo e realismo mágico. Já tinha visto o filme dos anos 90 (que eu amo), mas para mim a série conseguiu superar. Quero muito a segunda temporada!! Azul Gaita perfeita e o Andrés Baida é muito lindo; gostei da química entre os dois. As atrizes das irmãs são ótimas também, e a da mãe é perfeita.
Mentirosos (1ª Temporada)
3.2 74 Assista AgoraDefinitivamente uma das séries mais fracas e ruins que vi nos últimos tempos!! Achei tudo muito raso, esquecível, apático e pretensioso, já que tentou abarcar várias temáticas sem se aprofundar em nenhuma delas. Que preguiça dessa militância chata e arrastada que a série foca, ficou muito repetitiva e forçada.
Os personagens são muito ruins e hipócritas, principalmente o grupo dos “mentirosos”, que constantemente ficavam demonizando os avós e as mães, mas não faziam nada pra bater de frente. E quando decidem fazer algo, optam pela decisão mais ridícula e esdrúxula possível… gente, que adolescentes insuportáveis e sem carisma. Foi difícil aguentá-los, principalmente nos momentos mais dramáticos”.
A química entre eles é até interessante, mas nada que justifique essa superficialidade e lentidão da história. O final é realmente muito imprevisível e surpreendente, mas nada que faça valer as horas perdidas vendo essa bomba.
Adolescência
4.0 615 Assista AgoraOs diálogos são um primor; a direção é ousadíssima e magnética, impecável.
Luigi Mangione: O Assassino de CEO
2.5 16 Assista AgoraSe reparar bem 🫦
Tenho Que Morrer Todas as Noites (1ª Temporada)
4.0 10 Assista Agoraem alguns momentos soa bastante didática e clichê, mas ainda sim é uma série muito bem feita. os personagens são maravilhosos, embora pouco desenvolvidos: cada um lidando com seus dilemas, enquanto enfrentam a violência policial, homofobia, intolerância (até mesmo dentro da comunidade) e a epidemia da AIDS que assolava o mundo nos anos 80. Embora se passe no México e traga o enredo já citado, a série peca em não trazer à cultura Mexicana como fio condutor da narrativa, seja na mise en scène, trilha sonora, movimentos sociais da época e a efervescência cultural e identitária.
Silvia Navarro está maravilhosa como Glória, um verdadeiro espetáculo. Fiquei encantado com a atuação do José Antonio Toledano, carregada de sutileza e naturalidade, LINDO