Assisti com boas expectativas, porque tinha visto muita gente falando bem. E, de fato, é uma série leve, divertida, com um humor agradável… mas, para mim, várias coisas simplesmente não desceram...<br/><br/>A principal sensação que tive é que esse mundo não parece o mesmo universo de GOT. Em Game of Thrones, tudo é mais rústico, mais duro, mais perverso, cheio de interesses, tensão, política e consequências. Aqui, a sociedade me pareceu “boazinha” demais mesmo que digam que eram tempos tranquilos, estável é de paz no reino. <br/><br/>Os Targaryen, por exemplo, que costumam ser intensos, orgulhosos, instáveis, duros no poder… aparecem muito mais humanos, piedosos e até “meigos” (aliás, nem só eles, quase todos). Isso quebra bastante a expectativa de quem já conhece esse universo.<br/><br/>Outro ponto que me incomodou muito foi a quantidade de conveniências no roteiro, tudo girando para favorecer o protagonista. O cara teve muita sorte o tempo inteiro. Parece que a vida inteira dele é construída em cima de ajudas e coincidências extremamente convenientes.<br/><br/>Primeiro, o velho cavaleiro, Sir Arlan de Pennytree, que tira ele completamente da lama, mas até aí tudo bem. Depois, o menino Egg, que surge no mesmo estaleiro quer ele e pede para servi-lo. Sabendo quem ele realmente é, isso é mais uma coincidência interessante que surge sim como um problema, mas também como o agente que possibilita a maior oportunidade da vida dele e a que ele buscava. A partir daí, tudo vai se encaixando de um jeito muito fácil.<br/><br/>Por exemplo: o cara que organiza o torneiro facilitando pra ele... O Baelor Targaryen também aceita um completo desconhecido, ouve suas histórias de igual pra igual, o reconhece como cavaleiro, e ainda permite que ele entre no torneio. Todo mundo tão benevolente, altruísta, ouvinte e preocupado com a causa alheia.<br/><br/>O Raymun Fossoway simplesmente vira amigo dele DO NADA, sem nenhum motivo forte, e passa a convidar para comer, beber, conviver… e isso abre portas importantes, como a do Lyonel Baratheon, que é outro que também cria uma conexão muito fácil com ele — acolhe, bebe junto, dança — e do nada decide arriscar a própria vida lutando contra membros do reino por um Zé Ninguém que acabou de conhecer.<br/><br/>O próprio Raymun a mesma coisa: um cara que nem cavaleiro era, decide ser nomeado ali na hora só para lutar ao lado do Dunk, o Zé ninguém que também acabou de conhecer. E mais... Tudo dá certo — ele sobrevive, sai praticamente intacto.<br/><br/>Depois, o Daeron Targaryen sai no meio da noite com o irmão mais novo, ambos se arriscando com o combinado de ajudar o Dunk no torneio (também um completo desconhecido)... Beleza que ele não gosta do irmão e que viu algo profético em sonho sobre isso, mas ainda assim tinha em jogo a vida de SIMPLESMENTE outros 4 príncipes de sua família (incluindo mão do rei e sucessor do rei), ou seja, uma situação que, teoricamente, requeria muita cautela, pois era séria e perigosa para assuntos da própria família, mas todo mundo achou uma ótima ideia e aceitou com honra como se nada representasse risco.<br/><br/>Na falta de um cavaleiro, o Baelor (mão do rei) decide lutar no time inimigo do próprio reino. Nossa, que legal. Quanta permissividade e falta de consequências nesse enredo, e de novo: por um cara que ele nem conhecia também, apenas porque todo mundo foi empático demais com o pobre coitado que foi injustiçado. Mas, gente, como ele conquistou todo mundo tão fácil, a ponto dessa justiça ser mais importante que todas as consequências que a morte desses membros do reino poderia causar? SURREAL!<br/><br/>O Egg encontrar. O Dunk e implorar para ser seu serviçal e escudeiro parece só uma peça colocada ali naquela situação só para fazer o roteiro andar.<br/><br/>E o final fecha esse ciclo de conveniências: Dunk conversa com o rei, que proíbe que Egg vá com ele… Logo depois o menino aparece dizendo que foi autorizado e que o pai o enviou para servi-lo. Sério que ele nem pensou em desconfiar???? Mesmo sabendo que ele já mentiu antes??? mesmo tendo acabado de ouvir o rei dizer o contrário?? Um menino com a maioria fama de fujão?? Dunk simplesmente aceita a palavra do menino e o leva consigo. É muita burrice e ingenuidade. Não aprendeu nada nesse último problema que se meteu?<br/><br/>De novo, tudo acontece do jeito mais conveniente possível para trazer as consequências que veremos na próxima temporada.<br/><br/>Ou seja, nada parece consequência real, parece que todas as situações foram colocadas e criadas de maneira preguiçosa, com premissas e contextos que fazem o roteiro ou personagens serem muito burros e ingênuos.<br/><br/>Por fim, sei que não posso dizer que o roteiro é totalmente “falho” no sentido técnico (até porque é baseado no livro e tem a mão do próprio autor), mas ainda assim, com tudo isso, achei sim um roteiro muito conveniente. As coisas não acontecem de forma inteligente ou cuidadosamente construída como vemos em GOT. Parece mais que tudo foi empurrado para levar o protagonista até onde ele precisa chegar.<br/><br/>Eu até gostei da série... ela é leve, divertida, tem um humor gostoso, mas esse universo tão inocente, com personagens tão “bonzinhos e altruístas” e pouco inteligentes, e com todo o universo conspirando a favor do protagonista, não me pareceu estar no nível do complexidade, imprevisibilidade, inteligência e tensão que vimos em GOT. Por isso, não me gerou tanta expectativa para a próxima temporada. Mas, veremos...<br/><br/>Um ponto super positivo: A cena da batalha foi muito boa!
Bom filme, com um dilema moral bem forte e que nos faz refletir. Um final inesperado e surpreendente. Gostei do final, até porque terminar como terminou que levanta ainda mais questionamentos sobre moral, ética, sobre o certo e o errado. Mas, sou da opinião que o protagonista errou em sua decisão final. Ele se manteve coerente com seus princípios e manteve sua palavra e promessa para a mãe que procurava a filha, mas esse é o ponto: até que ponto ser uma pessoa de palavra é melhor do que não ser? Será que às vezes não cabe reavaliarmos se vale mesmo a pena nos esforçamos para realizar o que prometemos só porque prometemos? Até onde deve ir esse compromisso? <br/><br/>Ao darmos uma palavra, nunca, sob hipótese e circunstância nenhuma podemos mudar de ideia e voltar atrás? Ou talvez o melhor para nós, para os outros e para a situação seja fazer exatamente o oposto? <br/><br/>Esse choque de perspectiva fica bem evidente em um diálogo do filme em que protagonista fala para o policial que matar é errado e o policial responde que depende de quem se mata. O protagonista discorda e reafirma que é errado em qualquer hipótese ou situação. E o filme é inteirinho sobre isso... Nos faz pensar sobre essa relativização das coisas. Afinal, será mesmo que o final mais feliz seria devolver a filha para a sua mãe biológica? Isso é o que parece certo e natural para qualquer um, mas quando vemos que a mãe na verdade é uma irresponsável que não está nem aí para a menina e que no final não mudou nada, constatamos que por mais que todo o desaparecimento da garota tivesse uma explicação chocante por trás, aquele seria o melhor desfecho possivel para a história.
No fim tudo dá errado, e o detetive que antes estava com sensação de dever cumprido, talvez possa se arrepender de sua decisão.
Que série maravilhosa. Levei tempo para assitir, mas adorei. Elenco excepcional. Atuações impecáveis. Roteiro muito legal. Começa perfeita e tem alguns episódios medianos, mas não acho que prejudica o conjunto da obra.
Lorne Maluco é um vilão incrível, porreta, convincente e muito carismático. Incrível como eu estava torcendo por ele haha. Um dos melhores vilões que já vi.
Nossa! Achei o filme excelente, inclusive como já fazia um tempo que não vinha mais suportando os filmes da Marvel. Então, não esperava chegar aqui e ver essa nota, a meu ver, tão baixa. Eu achei top mesmo. Sem aquela porradaria, explosão, destruição toda, sem tanta piadinha. Achei tudo no ponto. A pegada retrô ficou linda demais. A mensagem por trás, corrida espacial, patriotismo, bem coletivo de família, força de uma mãe, enfim, achei tudo muito prazeroso de ver. Um filme com contexto e objetivo, sem se perder dos quadrinhos, claro.
Não achei tão ruim quanto a maioria. Gostei da mensagem final e entendo que para o final ser construído dessa forma tudo isso precisava acontecer, mas isso não tira a incoerência do roteiro que deixou ele parecendo uma pessoa bipolar, que uma hora faz uma coisa outra hora faz outra. Algumas atitudes dele simplesmente não fizeram sentido nenhum com o que ele vinha defendendo desde o início. E parece que desconfiguraram a essência do personagem em pontos chaves pra permitir chegar ao resultado que queriam de qualquer forma. Ele queria salvar o máximo de pessoas e não conseguiu, ok. No final só sobraram os 9 e ele viu que os que restaram ali não valiam a pena, estavam cegos pelo dinheiro. Por isso, seu único objetivo final se tornou cumprir o juramento de proteger a bebê da 222. Mas ele teve a chance ele acabar com todos enquanto dormiam e garantir a segurança do bebê e não fez. Até aí ainda deu pra engolir porque ele teve a visão da menina pedindo pra ele não fazer isso pelo bebê porque ele não era aquele tipo de pessoa. Seria bem covarde e bem contra a índole dele, então, mais uma vez, ok. Porém, ele não aceitar a proposta e o acordo na arena final de sacrificarem só uma pessoa e todos se salvarem não deu pra engolir não. Se fosse só por ele, ainda dava pra engolir, porque ele nunca queria deixar ninguém para trás, mas ali no ponto que ele estava (quando ele mesmo parecia já ter desistido daqueles caras corruptos que sobraram), ainda assim ele preferiu arriscar mais o bebê que jurou proteger. Não faz sentido! E pra defender o bebê achou mais válido contar com a sorte diversas vezes, aceitando até sorteio (beleza que o bebê ficava de fora, mas ele sabia que ele era único ali que protegeria o bebê até o final, então não era opção ele contar com a própria sorte também). Logo, o mais certo era aceitar a proposta e parar ali mesmo. Mas não... E depois acabou matando todos com as próprias mãos do mesmo jeito, mesmo que pra se defender ou defender o bebê, já que quase todas as pessoas que ele matou foi com a justificativa de que era pra se defender, ele nunca era o cara que atacava primeiro (com exceção do Terror que também foi uma atitude que fugiu da moral do personagem, mas parece ter sido um surto, sei lá, pelo menos tento ver assim pra conseguir aceitar, já que essa atitude dele não condizia com o personagem, ainda mais contra um cara que nem era tão ruim, só era frouxo mesmo). Enfim... Pra mim, não adianta que não tem argumento que salve esse detalhe da série dele não ter aceitado o acordo final. Isso me incomodou demais. Seria péssimo ver aqueles outros jogadores saírem dali vivos e com grana, mas já que a série não era sobre justiça e sim sobre humanidade e não tava nem aí pra final feliz, só mostra o quão raso é esse argumento da série. E já que ficaria péssimo esse final, então poderia ter ficado aqueles personagens mais queridos e bonzinhos para o jogo final e fazer o acordo ser mais fácil de aceitar pelo público também. Mas, como não queriam final feliz (e eu não tenho problema com isso, amo finais reais e impactantes mesmo que tristes), eles precisavam matar todos os 'vilões' que estavam com ele para tornar tudo mais palatável. Além disso, precisava sobrar só ele e o bebê para fazer o sacrifício final e passar a mensagem. Mas, é nisso tudo que mora o problema da série, pois optaram por perder todo o nexo das coisas e do personagem para um determinado fim, fechando os olhos pra essas falhas e isso acabou prejudicando sim. Não acho que desmerece toda a série, eu continuo achando a série muito boa e ainda daria uma nota 9, mas vamos ser sinceros que não dá pra dar engolir essas falhas. De resto, gostei de tudo e entendo que a série com seu final triste é sobre humanidade, injustiça, corrupção, perversão, sobre não conseguirmos lutar sozinhos contra todo um sistema e sobre as poucas pessoas no mundo que se levantam e se sacrificam por um ideal que muitos não enxergam.
O nicho do investigador também achei que foi inútil, embora eu entenda que é sobre isso que falei, não ser possível vencer sozinho todo um sistema, por isso a falta de resposta, por isso não tinha como ele chegar lá sozinho que nem o Rambo, parar os jogos, salvar todo mundo e prender os responsáveis. Mas até isso parecia que caminharia pra algo diferente, já que, a princípio, ele não chegaria sozinho e sim com os caras mais fodões que acharam por aí. Montaram toda uma equipe forte e no fim morreram na praia, sem nenhum, digo NENHUM grande impacto na trama.
Outro ponto foi que achei que o bebê ficaria para a soldada fodona, já que ela perdeu a filha (ou achava que tinha perdido) e carregava uma grande dor por isso, e ela tava lá no local da arena no final de tudo e, de alguma forma, poderia ter ficado com a bebê.Também achei que ela que teria pego o dinheiro e ajudado a filha do cara que ela salvou. Mas aí, do nada a menina ficou bem, segundo ele por ajuda da comunidade. Mas, se ele conseguiria ajuda da comunidade, então não precisava ele ter ido para os jogos e nem ela ter se arriscado tanto pra salvá-lo. Aí do nada o bebê e a grana fica com o investigador e a filha da moça na verdade parece estar viva e ela vai encontrar mas não mostra se era a filha dela mesmo nem o reencontro. Tipo? O quê? Por quê? Mas ok, que bom que a bebê pelo menos ficou com uma pessoa boa. Porém, essa temporada veio com inúmeras falhas e cenas questionáveis. Os VIPs também foram muito chatos de assistir, personagens super caricatos, diálogos chatos.
Bem mediano. Pendendo mais pra ruim do que bom. As melhores partes são as memórias do primeiro filme. Já sabia que ia ser uma continuação desnecessária e com grande risco de dar ruim.
A introdução com a morte da mulher dele... Nossa, achei super bosta e forçada. Entre tantas arqueiros... "do neida" o general aponta exatamente pra ela e pede pra matá-la. Ninguém conseguiu escrever isso de uma forma melhor, mais convincente e dramática? Justamente algo que motiva toda a história de vingança do personagem principal. Eu hein....
Cenas preguiçosas, cheias de clichês, repetições e exageros. Babuínos feios da desgraça... O mar de tubarões no Coliseu.... Enfim...
Historicamente falando nem foi o pior. O primeiro também não segue. Aqui ainda deu uma mesclada do Magnus com o Magnus Usurpador e a morte da Lucila devido a tentativa de golpe de estado, porém seu assassino não foi seu irmão, e por aí vai... Aceitável.
Mas, no geral, apenas um bom filme de ação, que consegue entreter. Como Denzel Washington falou: filme pra não esperar aula de história e assistir comendo pipoca. É isso!
Achei o filme muito bom. Mas o final acaba exagerando. Tava indo tudo perfeito e do nada resolvem extrapolar. Achei que estragou. Poderia ter finalizado de maneira muito melhor e passando toda a mensagem e crítica da qual o filme trata de maneira bem mais impactante
É bem lindinho sim. Gostei bastante. Mas, confesso que demorei demais pra terminar. 16 episodios de 1h30 ou quase isso é complicado. Tem muita cena e drama desnecessário, muita coisa que chega a ser repetitivo... Chega a cansar mesmo. Com metade dos episódios dava pra ter conseguido o mesmo resultado. Mas, fora isso, gostei bastante.
Assistivel... Um filme leve, simples e visualmente bonito. Bem anos 90. Mas, peca bastante em algumas coisas. Não sei como um filme de apenas 1h40 me pareceu tão mais longo do que realmente é. Consegui ficar bem entediada em vários momentos. Muitas cenas que parecem só encher linguiça e não trazem desenvolvimento e relevância nenhuma pra história. Ao mesmo tempo em que outros momentos acontecem coisas demais, uma mistura louca e bagunçada de acontecimentos sem muita explicação e de forma bem desconexas. Enfim, história mal construída, roteiro fraco e com buracos. A sensação é de que o tempo do filme foi bem mal aproveitado com cenas irrelevantes ao invés de aprofundar nas coisas que precisavam. Tinha tudo pra ser um filme muito bom, clássico, culto mesmo, porém acho que a nostalgia que ele traz faz ele ser queridinho e parecer melhor do que realmente é, mas tem bastante falhas mesmo.
Finalmente tirei um tempo para assistir achando que era um clássico bonzão, mas na verdade achei um filme bem fraquinho, cheio de clichê, datado e muito previsível. Além do mais, o romance de Kevin Costner e Whitney Houston também é não convence, não tem química e é mal desenvolvido. Final bem bobo também, sem nenhuma grande reviravolta. Enfim, nada demais nesse filme.
Filme bem divertido, com piadas na dose e tempo certo. Um pouco lento, mas com cenas bem clássicas. Coreografia das lutas chega a ser cômico, parece até mais antigo do que é. Efeitos sonoros a mesma coisa. A trilha é bem legal. Incrível como essas trilhas de filmes de faroeste são tão boas. O final também achei ótimo, ele pensando duas vezes quando o pastor fala dele se matar de trabalhar kkkkkkkk
O filme começa bem ruinzinho. Até mal feito, eu diria. Tem muito diálogo, longos e cansativos. Apesar de serem diálogos bem naturais, reais e ter esse lado de serem bem construídos, eles não tem importância nenhuma pra trama. Enfim, metade do filme é isso, o que torna chato. Porém, também tem ótimas cenas, bem feitas, como a do carro com a caixa de dublê e perseguição do primeiro trio de meninas e, depois, a reviravolta nos últimos 20 min finais com o protagonismo feminino. Gostei de coisas pontuais no filme e Tarantino mostra seu brilhantismo. Mas, no geral, o filme como um todo não posso chamar de filmão. Bem mais cara de filme experimental mesmo.
Começa muito ruim e melhora um pouco. A ideia do filme é até boa. Tinha potencial. Mas, muito mal construído. Cenas bem mal feitas, empurradas do nada. Muita cena espalhafatosa, brega, fanfarrona, com um drama bem mal feito. Enfim...
O cara é problemático e faz raiva o tempo todo. Mostra todos os sinais de desequilíbrio, mas é aquele amor bem adolescente mesmo, inconsequente e imaturo e irracional. No início achei bem chatinho porque achei que seria só um romance bobo teen e de final feliz. Mas, os acontecimentos tristes e o final deram mais peso e realismo ao filme, e eu curto isso. Gostei.
Começou muito bom, com muitas referências e nostalgia. Do meio para o fim ficou enfadonho, ao mesmo tempo que tudo aconteceu rápido demais, sem muito desenvolvimento. O filme é muito bem feito, visualmente e graficamente, mas ainda está longe de ser tão bom e divertido quanto o primeiro.
O Cavaleiro dos Sete Reinos (1ª Temporada)
4.2 171 Assista AgoraAssisti com boas expectativas, porque tinha visto muita gente falando bem. E, de fato, é uma série leve, divertida, com um humor agradável… mas, para mim, várias coisas simplesmente não desceram...<br/><br/>A principal sensação que tive é que esse mundo não parece o mesmo universo de GOT. Em Game of Thrones, tudo é mais rústico, mais duro, mais perverso, cheio de interesses, tensão, política e consequências. Aqui, a sociedade me pareceu “boazinha” demais mesmo que digam que eram tempos tranquilos, estável é de paz no reino. <br/><br/>Os Targaryen, por exemplo, que costumam ser intensos, orgulhosos, instáveis, duros no poder… aparecem muito mais humanos, piedosos e até “meigos” (aliás, nem só eles, quase todos). Isso quebra bastante a expectativa de quem já conhece esse universo.<br/><br/>Outro ponto que me incomodou muito foi a quantidade de conveniências no roteiro, tudo girando para favorecer o protagonista. O cara teve muita sorte o tempo inteiro. Parece que a vida inteira dele é construída em cima de ajudas e coincidências extremamente convenientes.<br/><br/>Primeiro, o velho cavaleiro, Sir Arlan de Pennytree, que tira ele completamente da lama, mas até aí tudo bem. Depois, o menino Egg, que surge no mesmo estaleiro quer ele e pede para servi-lo. Sabendo quem ele realmente é, isso é mais uma coincidência interessante que surge sim como um problema, mas também como o agente que possibilita a maior oportunidade da vida dele e a que ele buscava. A partir daí, tudo vai se encaixando de um jeito muito fácil.<br/><br/>Por exemplo: o cara que organiza o torneiro facilitando pra ele... O Baelor Targaryen também aceita um completo desconhecido, ouve suas histórias de igual pra igual, o reconhece como cavaleiro, e ainda permite que ele entre no torneio. Todo mundo tão benevolente, altruísta, ouvinte e preocupado com a causa alheia.<br/><br/>O Raymun Fossoway simplesmente vira amigo dele DO NADA, sem nenhum motivo forte, e passa a convidar para comer, beber, conviver… e isso abre portas importantes, como a do Lyonel Baratheon, que é outro que também cria uma conexão muito fácil com ele — acolhe, bebe junto, dança — e do nada decide arriscar a própria vida lutando contra membros do reino por um Zé Ninguém que acabou de conhecer.<br/><br/>O próprio Raymun a mesma coisa: um cara que nem cavaleiro era, decide ser nomeado ali na hora só para lutar ao lado do Dunk, o Zé ninguém que também acabou de conhecer. E mais... Tudo dá certo — ele sobrevive, sai praticamente intacto.<br/><br/>Depois, o Daeron Targaryen sai no meio da noite com o irmão mais novo, ambos se arriscando com o combinado de ajudar o Dunk no torneio (também um completo desconhecido)... Beleza que ele não gosta do irmão e que viu algo profético em sonho sobre isso, mas ainda assim tinha em jogo a vida de SIMPLESMENTE outros 4 príncipes de sua família (incluindo mão do rei e sucessor do rei), ou seja, uma situação que, teoricamente, requeria muita cautela, pois era séria e perigosa para assuntos da própria família, mas todo mundo achou uma ótima ideia e aceitou com honra como se nada representasse risco.<br/><br/>Na falta de um cavaleiro, o Baelor (mão do rei) decide lutar no time inimigo do próprio reino. Nossa, que legal. Quanta permissividade e falta de consequências nesse enredo, e de novo: por um cara que ele nem conhecia também, apenas porque todo mundo foi empático demais com o pobre coitado que foi injustiçado. Mas, gente, como ele conquistou todo mundo tão fácil, a ponto dessa justiça ser mais importante que todas as consequências que a morte desses membros do reino poderia causar? SURREAL!<br/><br/>O Egg encontrar. O Dunk e implorar para ser seu serviçal e escudeiro parece só uma peça colocada ali naquela situação só para fazer o roteiro andar.<br/><br/>E o final fecha esse ciclo de conveniências: Dunk conversa com o rei, que proíbe que Egg vá com ele… Logo depois o menino aparece dizendo que foi autorizado e que o pai o enviou para servi-lo. Sério que ele nem pensou em desconfiar???? Mesmo sabendo que ele já mentiu antes??? mesmo tendo acabado de ouvir o rei dizer o contrário?? Um menino com a maioria fama de fujão?? Dunk simplesmente aceita a palavra do menino e o leva consigo. É muita burrice e ingenuidade. Não aprendeu nada nesse último problema que se meteu?<br/><br/>De novo, tudo acontece do jeito mais conveniente possível para trazer as consequências que veremos na próxima temporada.<br/><br/>Ou seja, nada parece consequência real, parece que todas as situações foram colocadas e criadas de maneira preguiçosa, com premissas e contextos que fazem o roteiro ou personagens serem muito burros e ingênuos.<br/><br/>Por fim, sei que não posso dizer que o roteiro é totalmente “falho” no sentido técnico (até porque é baseado no livro e tem a mão do próprio autor), mas ainda assim, com tudo isso, achei sim um roteiro muito conveniente. As coisas não acontecem de forma inteligente ou cuidadosamente construída como vemos em GOT. Parece mais que tudo foi empurrado para levar o protagonista até onde ele precisa chegar.<br/><br/>Eu até gostei da série... ela é leve, divertida, tem um humor gostoso, mas esse universo tão inocente, com personagens tão “bonzinhos e altruístas” e pouco inteligentes, e com todo o universo conspirando a favor do protagonista, não me pareceu estar no nível do complexidade, imprevisibilidade, inteligência e tensão que vimos em GOT. Por isso, não me gerou tanta expectativa para a próxima temporada. Mas, veremos...<br/><br/>Um ponto super positivo: A cena da batalha foi muito boa!
Ed Kemper: A Mente de Um Monstro
3.6 7Bom documentário!
Medo da Verdade
3.7 490 Assista AgoraBom filme, com um dilema moral bem forte e que nos faz refletir. Um final inesperado e surpreendente. Gostei do final, até porque terminar como terminou que levanta ainda mais questionamentos sobre moral, ética, sobre o certo e o errado. Mas, sou da opinião que o protagonista errou em sua decisão final. Ele se manteve coerente com seus princípios e manteve sua palavra e promessa para a mãe que procurava a filha, mas esse é o ponto: até que ponto ser uma pessoa de palavra é melhor do que não ser? Será que às vezes não cabe reavaliarmos se vale mesmo a pena nos esforçamos para realizar o que prometemos só porque prometemos? Até onde deve ir esse compromisso? <br/><br/>Ao darmos uma palavra, nunca, sob hipótese e circunstância nenhuma podemos mudar de ideia e voltar atrás? Ou talvez o melhor para nós, para os outros e para a situação seja fazer exatamente o oposto? <br/><br/>Esse choque de perspectiva fica bem evidente em um diálogo do filme em que protagonista fala para o policial que matar é errado e o policial responde que depende de quem se mata. O protagonista discorda e reafirma que é errado em qualquer hipótese ou situação. E o filme é inteirinho sobre isso... Nos faz pensar sobre essa relativização das coisas. Afinal, será mesmo que o final mais feliz seria devolver a filha para a sua mãe biológica?
Isso é o que parece certo e natural para qualquer um, mas quando vemos que a mãe na verdade é uma irresponsável que não está nem aí para a menina e que no final não mudou nada, constatamos que por mais que todo o desaparecimento da garota tivesse uma explicação chocante por trás, aquele seria o melhor desfecho possivel para a história.
No fim tudo dá errado, e o detetive que antes estava com sensação de dever cumprido, talvez possa se arrepender de sua decisão.
Fargo (1ª Temporada)
4.5 536 Assista AgoraQue série maravilhosa. Levei tempo para assitir, mas adorei. Elenco excepcional. Atuações impecáveis. Roteiro muito legal. Começa perfeita e tem alguns episódios medianos, mas não acho que prejudica o conjunto da obra.
Lorne Maluco é um vilão incrível, porreta, convincente e muito carismático. Incrível como eu estava torcendo por ele haha. Um dos melhores vilões que já vi.
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
3.4 549 Assista AgoraNossa! Achei o filme excelente, inclusive como já fazia um tempo que não vinha mais suportando os filmes da Marvel. Então, não esperava chegar aqui e ver essa nota, a meu ver, tão baixa. Eu achei top mesmo. Sem aquela porradaria, explosão, destruição toda, sem tanta piadinha. Achei tudo no ponto. A pegada retrô ficou linda demais. A mensagem por trás, corrida espacial, patriotismo, bem coletivo de família, força de uma mãe, enfim, achei tudo muito prazeroso de ver. Um filme com contexto e objetivo, sem se perder dos quadrinhos, claro.
Round 6 (3ª Temporada)
3.2 317 Assista AgoraNão achei tão ruim quanto a maioria. Gostei da mensagem final e entendo que para o final ser construído dessa forma tudo isso precisava acontecer, mas isso não tira a incoerência do roteiro que deixou ele parecendo uma pessoa bipolar, que uma hora faz uma coisa outra hora faz outra. Algumas atitudes dele simplesmente não fizeram sentido nenhum com o que ele vinha defendendo desde o início. E parece que desconfiguraram a essência do personagem em pontos chaves pra permitir chegar ao resultado que queriam de qualquer forma. Ele queria salvar o máximo de pessoas e não conseguiu, ok. No final só sobraram os 9 e ele viu que os que restaram ali não valiam a pena, estavam cegos pelo dinheiro. Por isso, seu único objetivo final se tornou cumprir o juramento de proteger a bebê da 222. Mas ele teve a chance ele acabar com todos enquanto dormiam e garantir a segurança do bebê e não fez. Até aí ainda deu pra engolir porque ele teve a visão da menina pedindo pra ele não fazer isso pelo bebê porque ele não era aquele tipo de pessoa. Seria bem covarde e bem contra a índole dele, então, mais uma vez, ok. Porém, ele não aceitar a proposta e o acordo na arena final de sacrificarem só uma pessoa e todos se salvarem não deu pra engolir não. Se fosse só por ele, ainda dava pra engolir, porque ele nunca queria deixar ninguém para trás, mas ali no ponto que ele estava (quando ele mesmo parecia já ter desistido daqueles caras corruptos que sobraram), ainda assim ele preferiu arriscar mais o bebê que jurou proteger. Não faz sentido! E pra defender o bebê achou mais válido contar com a sorte diversas vezes, aceitando até sorteio (beleza que o bebê ficava de fora, mas ele sabia que ele era único ali que protegeria o bebê até o final, então não era opção ele contar com a própria sorte também). Logo, o mais certo era aceitar a proposta e parar ali mesmo. Mas não... E depois acabou matando todos com as próprias mãos do mesmo jeito, mesmo que pra se defender ou defender o bebê, já que quase todas as pessoas que ele matou foi com a justificativa de que era pra se defender, ele nunca era o cara que atacava primeiro (com exceção do Terror que também foi uma atitude que fugiu da moral do personagem, mas parece ter sido um surto, sei lá, pelo menos tento ver assim pra conseguir aceitar, já que essa atitude dele não condizia com o personagem, ainda mais contra um cara que nem era tão ruim, só era frouxo mesmo). Enfim... Pra mim, não adianta que não tem argumento que salve esse detalhe da série dele não ter aceitado o acordo final. Isso me incomodou demais. Seria péssimo ver aqueles outros jogadores saírem dali vivos e com grana, mas já que a série não era sobre justiça e sim sobre humanidade e não tava nem aí pra final feliz, só mostra o quão raso é esse argumento da série. E já que ficaria péssimo esse final, então poderia ter ficado aqueles personagens mais queridos e bonzinhos para o jogo final e fazer o acordo ser mais fácil de aceitar pelo público também. Mas, como não queriam final feliz (e eu não tenho problema com isso, amo finais reais e impactantes mesmo que tristes), eles precisavam matar todos os 'vilões' que estavam com ele para tornar tudo mais palatável. Além disso, precisava sobrar só ele e o bebê para fazer o sacrifício final e passar a mensagem. Mas, é nisso tudo que mora o problema da série, pois optaram por perder todo o nexo das coisas e do personagem para um determinado fim, fechando os olhos pra essas falhas e isso acabou prejudicando sim. Não acho que desmerece toda a série, eu continuo achando a série muito boa e ainda daria uma nota 9, mas vamos ser sinceros que não dá pra dar engolir essas falhas. De resto, gostei de tudo e entendo que a série com seu final triste é sobre humanidade, injustiça, corrupção, perversão, sobre não conseguirmos lutar sozinhos contra todo um sistema e sobre as poucas pessoas no mundo que se levantam e se sacrificam por um ideal que muitos não enxergam.
O nicho do investigador também achei que foi inútil, embora eu entenda que é sobre isso que falei, não ser possível vencer sozinho todo um sistema, por isso a falta de resposta, por isso não tinha como ele chegar lá sozinho que nem o Rambo, parar os jogos, salvar todo mundo e prender os responsáveis. Mas até isso parecia que caminharia pra algo diferente, já que, a princípio, ele não chegaria sozinho e sim com os caras mais fodões que acharam por aí. Montaram toda uma equipe forte e no fim morreram na praia, sem nenhum, digo NENHUM grande impacto na trama.
Outro ponto foi que achei que o bebê ficaria para a soldada fodona, já que ela perdeu a filha (ou achava que tinha perdido) e carregava uma grande dor por isso, e ela tava lá no local da arena no final de tudo e, de alguma forma, poderia ter ficado com a bebê.Também achei que ela que teria pego o dinheiro e ajudado a filha do cara que ela salvou. Mas aí, do nada a menina ficou bem, segundo ele por ajuda da comunidade. Mas, se ele conseguiria ajuda da comunidade, então não precisava ele ter ido para os jogos e nem ela ter se arriscado tanto pra salvá-lo. Aí do nada o bebê e a grana fica com o investigador e a filha da moça na verdade parece estar viva e ela vai encontrar mas não mostra se era a filha dela mesmo nem o reencontro. Tipo? O quê? Por quê? Mas ok, que bom que a bebê pelo menos ficou com uma pessoa boa. Porém, essa temporada veio com inúmeras falhas e cenas questionáveis. Os VIPs também foram muito chatos de assistir, personagens super caricatos, diálogos chatos.
Desejo e Reparação
4.1 1,5K Assista AgoraSimplesmente maravilhoso esse filme. São tantas camadas.... Final surpreendente.
Gladiador II
3.3 574Bem mediano. Pendendo mais pra ruim do que bom. As melhores partes são as memórias do primeiro filme. Já sabia que ia ser uma continuação desnecessária e com grande risco de dar ruim.
A introdução com a morte da mulher dele... Nossa, achei super bosta e forçada. Entre tantas arqueiros... "do neida" o general aponta exatamente pra ela e pede pra matá-la. Ninguém conseguiu escrever isso de uma forma melhor, mais convincente e dramática? Justamente algo que motiva toda a história de vingança do personagem principal. Eu hein....
Cenas preguiçosas, cheias de clichês, repetições e exageros. Babuínos feios da desgraça... O mar de tubarões no Coliseu.... Enfim...
Historicamente falando nem foi o pior. O primeiro também não segue. Aqui ainda deu uma mesclada do Magnus com o Magnus Usurpador e a morte da Lucila devido a tentativa de golpe de estado, porém seu assassino não foi seu irmão, e por aí vai... Aceitável.
Mas, no geral, apenas um bom filme de ação, que consegue entreter. Como Denzel Washington falou: filme pra não esperar aula de história e assistir comendo pipoca. É isso!
Robô Selvagem
4.3 563Lindo, sensível, cheio de lições.
O tema de maternidade presente é bem forte e me fez chorar em diversos momentos.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraAchei o filme muito bom. Mas o final acaba exagerando. Tava indo tudo perfeito e do nada resolvem extrapolar. Achei que estragou. Poderia ter finalizado de maneira muito melhor e passando toda a mensagem e crítica da qual o filme trata de maneira bem mais impactante
A Partida
4.3 528 Assista AgoraLindo filme. História simples, com belas lições. Muito comovente o final! Trilha perfeita.
Pousando no Amor
4.5 269É bem lindinho sim. Gostei bastante. Mas, confesso que demorei demais pra terminar. 16 episodios de 1h30 ou quase isso é complicado. Tem muita cena e drama desnecessário, muita coisa que chega a ser repetitivo... Chega a cansar mesmo. Com metade dos episódios dava pra ter conseguido o mesmo resultado. Mas, fora isso, gostei bastante.
Da Magia à Sedução
3.6 761 Assista AgoraAssistivel... Um filme leve, simples e visualmente bonito. Bem anos 90. Mas, peca bastante em algumas coisas. Não sei como um filme de apenas 1h40 me pareceu tão mais longo do que realmente é. Consegui ficar bem entediada em vários momentos. Muitas cenas que parecem só encher linguiça e não trazem desenvolvimento e relevância nenhuma pra história. Ao mesmo tempo em que outros momentos acontecem coisas demais, uma mistura louca e bagunçada de acontecimentos sem muita explicação e de forma bem desconexas. Enfim, história mal construída, roteiro fraco e com buracos. A sensação é de que o tempo do filme foi bem mal aproveitado com cenas irrelevantes ao invés de aprofundar nas coisas que precisavam. Tinha tudo pra ser um filme muito bom, clássico, culto mesmo, porém acho que a nostalgia que ele traz faz ele ser queridinho e parecer melhor do que realmente é, mas tem bastante falhas mesmo.
O Guarda-Costas
3.4 714 Assista AgoraFinalmente tirei um tempo para assistir achando que era um clássico bonzão, mas na verdade achei um filme bem fraquinho, cheio de clichê, datado e muito previsível. Além do mais, o romance de Kevin Costner e Whitney Houston também é não convence, não tem química e é mal desenvolvido. Final bem bobo também, sem nenhuma grande reviravolta. Enfim, nada demais nesse filme.
Trinity é o Meu Nome
3.7 81 Assista AgoraFilme bem divertido, com piadas na dose e tempo certo. Um pouco lento, mas com cenas bem clássicas. Coreografia das lutas chega a ser cômico, parece até mais antigo do que é. Efeitos sonoros a mesma coisa. A trilha é bem legal. Incrível como essas trilhas de filmes de faroeste são tão boas. O final também achei ótimo, ele pensando duas vezes quando o pastor fala dele se matar de trabalhar kkkkkkkk
À Prova de Morte
3.9 2,0K Assista AgoraO filme começa bem ruinzinho. Até mal feito, eu diria. Tem muito diálogo, longos e cansativos. Apesar de serem diálogos bem naturais, reais e ter esse lado de serem bem construídos, eles não tem importância nenhuma pra trama. Enfim, metade do filme é isso, o que torna chato. Porém, também tem ótimas cenas, bem feitas, como a do carro com a caixa de dublê e perseguição do primeiro trio de meninas e, depois, a reviravolta nos últimos 20 min finais com o protagonismo feminino. Gostei de coisas pontuais no filme e Tarantino mostra seu brilhantismo. Mas, no geral, o filme como um todo não posso chamar de filmão. Bem mais cara de filme experimental mesmo.
Expresso do Amanhã
3.5 1,3K Assista grátisComeça muito ruim e melhora um pouco. A ideia do filme é até boa. Tinha potencial. Mas, muito mal construído. Cenas bem mal feitas, empurradas do nada. Muita cena espalhafatosa, brega, fanfarrona, com um drama bem mal feito. Enfim...
Pinguim (1ª Temporada)
4.4 293Até aqui estou gostando muito da série.
Era Uma Vez...
3.7 829Filme muito bom. Achei bem realista. História bem escrita. Gostei do final também, apesar de trágico.
Divertida Mente 2
4.0 645 Assista AgoraBom filme. Mas nada demais. Achei bem superestimado. O primeiro é bem melhor.
A Forja: O Poder da Transformação
3.5 62 Assista AgoraO filme é bom. Bem feito, prende a atenção e tem lindas lições.
Paixão Sem Limites
3.9 545O cara é problemático e faz raiva o tempo todo. Mostra todos os sinais de desequilíbrio, mas é aquele amor bem adolescente mesmo, inconsequente e imaturo e irracional. No início achei bem chatinho porque achei que seria só um romance bobo teen e de final feliz. Mas, os acontecimentos tristes e o final deram mais peso e realismo ao filme, e eu curto isso. Gostei.
Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice
3.4 591 Assista AgoraComeçou muito bom, com muitas referências e nostalgia. Do meio para o fim ficou enfadonho, ao mesmo tempo que tudo aconteceu rápido demais, sem muito desenvolvimento. O filme é muito bem feito, visualmente e graficamente, mas ainda está longe de ser tão bom e divertido quanto o primeiro.
O Pior Vizinho do Mundo
4.0 678 Assista AgoraHistória bem simples, mas um filme muito bonito e gostoso de assitir.