Revi o filme após a Amy Madigan ganhar o Oscar de melhor atriz coadjuvante e mudei minha opinião sobre ele. Prestei mais atenção na performance dela e fiquei mais envolvido com a trama dessa vez. O terror vai crescendo ao longo da história, sem apelar pra sustos. Cada acontecimento vai se desenrolando e se entrelaçando até a gente saber da reviravolta final, que é bem inesperada e tem as cenas mais marcantes do filme. É o meu filme de terror preferido do ano passado e a Tia Gladys já virou um dos novos ícones do terror.
Poesia em forma de filme. Aqui os silêncios falam mais do que mil palavras. A brevidade da vida é mostrada ao longo de momentos felizes e de perdas nunca superadas. A natureza é parte fundamental da história e as paisagens são um espetáculo a parte. E é impossível não se arrepiar com esse final e não ficar reflexivo sobre o sentido da vida.
Kill Bill é o ápice da carreira do Quentin Tarantino pra mim. É onde ele conseguiu reunir a maior quantidade de referências, de cenas icônicas e de gêneros. É um filme de vingança, de artes marciais e de faroeste. Uma Thurman imprime na sua atuação todo o drama e a persistência de uma personagem que orquestra um plano e cumpre cada parte dele de forma exitosa. É impossível piscar os olhos em cada capítulo que é mostrado.
A trilha sonora se torna quase um personagem, de tão marcante que é, os closes do rosto deixam as cenas ainda mais inesquecíveis, as cenas de luta tem coreografias impecáveis, os diálogos são memoráveis, a fotografia e a estética vibrantes deixam a história ainda mais interessante. Ver a versão definitiva de Kill Bill no cinema foi uma experiência única, até porque só tinha visto os filmes separados em VHS e DVD. Sempre será um dos meus filmes prediletos e um dos maiores filmes de todos os tempos!
Isso sim é um final de trilogia! A magia do cinema atinge o seu ápice aqui e o Retorno do Rei dá uma aula de como terminar uma saga de forma épica e coesa, despertando um turbilhão de emoções do começo ao fim. As cenas são ainda mais grandiosas do que nos outros dois filmes, os arcos são bem fechados, a ação é imparável, a trilha sonora é pura emoção, os efeitos especiais são ótimos, mesmo se comparando com os de hoje em dia e as relações entre os personagens continuam bem desenvolvidas e cada um tem o seu momento na história. A lealdade entre os personagens é o que continua movendo a trama e faz a missão ser cumprida. Impossível não se emocionar com o Frodo reencontrando o Gandalf, o Tuk, o Merry, o Sam, o Gimli, o Aragorn e o Légolas. Rever os três filmes no cinema, foi sem dúvidas, uma das melhores experiências cinéfilas que eu tive até hoje e o filme mereceu cada um dos 11 Oscars que ganhou. Simplesmente a maior trilogia de todos os tempos!
Na época em que estreou o filme, eu tinha 12 anos e não consegui perceber a magnitude do que eu tava vendo. Agora, 24 anos depois, revendo dessa vez no cinema, eu pude entender o porque o filme foi e é tão aclamado. Acompanhar a aventura do Frodo no início da sua saga pela Terra-média é testemunhar o ápice do cinema, da fantasia, e da jornada de um herói que é pequeno em tamanho, mas gigante no seu coração e na sua coragem. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, é acima de tudo um filme sobre a importância da amizade e do trabalho em equipe. A sociedade no anel nunca teria êxito sem a sabedoria do Gandalf, a coragem do Frodo, a liderança do Aragorn, a amizade do Sam, a lealdade do Legolas, a determinação do Gimli, a valentia do Boromir e o humor do Tûk e do Merry. A história ganha ainda mais peso com as presenças marcantes da imponente Galadriel, do poderoso Saruman e do senso de ameaça do Sauron. É e sempre será uma das melhores adaptações de todos os tempos, carregada de simbologias, de diálogos e cenas marcantes e de atuações que transmitem toda a carga dramática dos personagens, prendendo o espectador do começo ao fim, dentro desse mundo fantástico criado pelo Tolkien, e magistralmente traduzido para as telas por Peter Jackson.
O filme transborda brasilidade através dos sotaques, dos contrastes culturais, do humor nordestino, da trilha sonora, das cores. O tom político e misterioso enriquecem ainda mais a experiência, assim como o clima de terror causado pela lenda urbana da perna cabeluda e pela ditadura. Além da ótima atuação do Wagner Moura, destaco também as cenas da Tânia Maria, que arranca risadas em todos os momentos em que aparece, trazendo leveza pra história. Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil tá muitíssimo bem representado. Viva o cinema nacional e que venham as indicações ao Oscar!
Uma história que prende do começo ao fim, com um ritmo tão frenético que mal dá tempo de piscar o olho. Críticas sociais à supremacia branca, ao racismo e à xenofobia. Ótimas atuações dos protagonistas e uma das melhores da carreira do DiCaprio. A trilha nervosa do Jonny Greenwood, do Radiohead, elevam a tensão, as reviravoltas surpreendem, e a comédia surge nos momentos certos, deixando a história mais leve em alguns momentos. Não é a toa que deve ser um dos mais indicados ao Oscar 2026, pelas previsões.
Uma versão sombria de Cinderela, mas que foca na sua irmã, e usa o horror corporal para fazer críticas sociais sobre seguir padrões de beleza a qualquer custo, além de trazer reflexões sobre as pressões estéticas que as mulheres vivem na sociedade. O final não é nada feliz e é aconselhável se preparar pras cenas de gore.
FINALMENTE TEMOS UM FILME DIGNO DO QUARTETO! Eu não esperava que ele fosse tão dramático e emocionante como é. A relação familiar é explorada desde a primeira cena e logo nos apegamos aos personagens. O filme é totalmente HQ e faz jus ao material fonte, seja nos trajes, no visual dos personagens ou na história. O Galactus tá perfeitamente adaptado e é bem ameaçador, a Surfista Prateada também, a Mulher invisível é imponente, exerce o papel de matriarca como tem que ser e é a personagem que mais gostei do quarteto.
A estética retrofuturista deu muita identidade pra produção e é de encher os olhos. E a maior surpresa pra mim foi o Franklin, o nascimento dele é emocionante e ele é peça fundamental na história. E claro, a trilha sonora! Ela me emocionou logo no começo e já é umas das mais marcantes da Marvel, Michael Giacchino é foda. O filme é FANTÁSTICO em todos os sentidos e a Marvel finalmente voltou a fazer filmes bons. Obg Marvel Studios! 🥹🙏🏻
As críticas estavam certas: é realmente um dos melhores da franquia e já é o meu segundo preferido, depois do 3. Não só pelas mortes, que agora tem o CGI bem melhor e são mais marcantes, mas também por uma tensão pré-mortes que inexistia nos filmes anteriores, e também por uma dramaticidade maior na história e por um humor mais bem construído.
Uma cinebiografia que mostra toda a transgressão e originalidade do Ney, com o Jesuíta Barbosa totalmente entregue à caracterização. E um roteiro honesto que não tem medo de mostrar as várias camadas da vida dele. O Ney com certeza ficou orgulhoso de ter assistido a esse filme!
Mais um terror memorável do Robert Eggers. A atmosfera, a ambientação, a fotografia, tudo é feito com muito cuidado e riqueza de detalhes. O Bill Skarsgård mostra mais uma vez que é um dos melhores atores da atualidade e o trabalho que ele faz com a voz é de arrepiar. O mesmo vale para entrega da Lily-Rose Depp. Mereceu todas as indicações que teve ao Oscar. Só não gostei tanto do visual do Nosferatu, mas nada que afete o resto.
Poético, tátil, artístico. Uma experiência sensorial. Poucos diálogos e muitas coisas para serem observadas e sentidas. Simples e certeiro no que se propõe. Arte pura!
Arrebatador. Real. Atual. Ainda estou aqui é emoção pura, do começo ao fim, e além de ser uma aula de cinema e de história, é também um lembrete do que o Brasil nunca mais pode deixar acontecer de novo. Fernanda Torres está monumental e transmite todas as nuances da aflição da Eunice na sua atuação. Fiquei ainda mais fã dela. A rápida participação de Fernanda Montenegro eleva ainda mais o produto final e mostra que o cinema não precisa de muitos artifícios para causar um turbilhão de sensações no espectador. Foi o primeiro filme nacional que eu vi o público aplaudir no final, e ele merece não só palmas e todo o reconhecimento que tá tendo, como também merece entrar no topo da lista de melhores filmes nacionais de todos os tempos!
É aquele tipo de filme que você acha que vai ser de um jeito e o plot twist subverte todas as expectativas. Ele é dividido em capítulos, mas eles não seguem um ordem, o que deixa a história ainda mais imprevisível e aumenta a tensão. Destaque pra atuação impressionante de Willa Fitzgerald. Mais um filme de terror ótimo num ano cheio deles!
Visceral. Desconfortante. Inacreditável. Um soco no estômago do etarismo, e de uma sociedade que cada vez mais preza apenas pela aparência e descarta principalmente as mulheres mais velhas. A mensagem de nos aceitarmos como somos pode até ser batida, mas o filme a transmite de uma maneira nada previsível. Uma aula de terror corporal e um novo clássico do terror. Reflexivo do começo ao fim e prende até o último minuto, além de ter uma das melhores atuações do ano. Demi Moore rainha. CINEMA!
Claustrofóbico. Aterrorizante. Sufocante. O melhor filme de terror do ano até agora. O clima de tensão vai aumentando a cada cena, a partir dos enquadramentos de câmera que sempre sugerem que alguém vai aparecer, das atuações excepcionais, das pistas a serem desvendadas, e do trabalho de som, que é digno de Oscar, assim como a atuação do Nicolas Cage.
O terror é realmente o ponto alto do filme, assim como os efeitos práticos, sem deixar de ter a claustrofobia de sempre. Também gostei das conexões com o primeiro Alien e da estética ser a mesma. Porém, os novos personagens não me chamaram tanto a atenção, apesar de ter gostado do Andy e da Rain. E achei que mostraram pouco os xenomorfos, mas ainda sim, é um ótimo filme.
Um dos filmes mais divertidos e inesperados da Marvel e uma bela homenagem aos filmes de super-herói da Fox. O Deadpool continua sendo o Deadpool e agora que ele tá no UCM, o cardápio de zoação tá muito maior. O Hugh Jackman fez toda a diferença na história e espero que ele apareça nos próximos filmes. Os trailers realmente não entregaram nada, quase tudo no filme é uma surpresa, e são muitas boas surpresas. Ryan Reynolds, você é um ícone!
Como fã de Amy eu amei o filme, principalmente a atuação e as performances da Marisa Abela, que sem dúvidas são as melhores coisas do filme. Deu pra notar que ela se entregou ao papel, e o uso da voz dela ao invés de dublar a de Amy foi uma boa escolha. Fiquei surpreso com o quanto o timbre ficou parecido.
Mas como fã de cinema eu senti falta de mais profundidade na história, que eu conheci tão bem entre 2005-2011. Pularam várias partes e aceleraram outras. E já dava pra esperar algo mais superficial depois de saber que o pai dela produziu o filme, mas mesmo assim chorei e me emocionei, não só pelas memórias dos anos em que acompanhei a carreira dela, mas também pela boa performance da Marisa.
Um filme que mostra o quanto é importante valorizar as pequenas coisas do dia a dia. Reflexivo, simples e encantador. E a trilha sonora é perfeita. Mereceu a indicação ao Oscar.
Aparente superficialidade, recheada de MUITO conteúdo. Quem diria que um filme sobre a Barbie trataria de questões como o feminismo, machismo, empoderamento, patriarcado, crise existencial. Tem gente que ainda acha que o filme é infantil, mas na verdade os diálogos vão muito além do que as crianças podem entender. O humor satírico é um dos pontos altos, o drama é totalmente inesperado e a gente entende tudo que faz a Barbie se espantar com o mundo real. É um dos roteiros mais surpreendentes que já vi. E tudo isso regado a cenários altamente criativos e a uma direção de arte primorosa. Merece muito toda a aclamação que tá tendo.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraRevi o filme após a Amy Madigan ganhar o Oscar de melhor atriz coadjuvante e mudei minha opinião sobre ele. Prestei mais atenção na performance dela e fiquei mais envolvido com a trama dessa vez. O terror vai crescendo ao longo da história, sem apelar pra sustos. Cada acontecimento vai se desenrolando e se entrelaçando até a gente saber da reviravolta final, que é bem inesperada e tem as cenas mais marcantes do filme. É o meu filme de terror preferido do ano passado e a Tia Gladys já virou um dos novos ícones do terror.
Sonhos de Trem
3.7 339 Assista AgoraPoesia em forma de filme. Aqui os silêncios falam mais do que mil palavras. A brevidade da vida é mostrada ao longo de momentos felizes e de perdas nunca superadas. A natureza é parte fundamental da história e as paisagens são um espetáculo a parte. E é impossível não se arrepiar com esse final e não ficar reflexivo sobre o sentido da vida.
Kill Bill: The Whole Bloody Affair
4.4 47Kill Bill é o ápice da carreira do Quentin Tarantino pra mim. É onde ele conseguiu reunir a maior quantidade de referências, de cenas icônicas e de gêneros. É um filme de vingança, de artes marciais e de faroeste. Uma Thurman imprime na sua atuação todo o drama e a persistência de uma personagem que orquestra um plano e cumpre cada parte dele de forma exitosa. É impossível piscar os olhos em cada capítulo que é mostrado.
A trilha sonora se torna quase um personagem, de tão marcante que é, os closes do rosto deixam as cenas ainda mais inesquecíveis, as cenas de luta tem coreografias impecáveis, os diálogos são memoráveis, a fotografia e a estética vibrantes deixam a história ainda mais interessante. Ver a versão definitiva de Kill Bill no cinema foi uma experiência única, até porque só tinha visto os filmes separados em VHS e DVD. Sempre será um dos meus filmes prediletos e um dos maiores filmes de todos os tempos!
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei
4.5 1,8K Assista AgoraIsso sim é um final de trilogia! A magia do cinema atinge o seu ápice aqui e o Retorno do Rei dá uma aula de como terminar uma saga de forma épica e coesa, despertando um turbilhão de emoções do começo ao fim. As cenas são ainda mais grandiosas do que nos outros dois filmes, os arcos são bem fechados, a ação é imparável, a trilha sonora é pura emoção, os efeitos especiais são ótimos, mesmo se comparando com os de hoje em dia e as relações entre os personagens continuam bem desenvolvidas e cada um tem o seu momento na história. A lealdade entre os personagens é o que continua movendo a trama e faz a missão ser cumprida. Impossível não se emocionar com o Frodo reencontrando o Gandalf, o Tuk, o Merry, o Sam, o Gimli, o Aragorn e o Légolas. Rever os três filmes no cinema, foi sem dúvidas, uma das melhores experiências cinéfilas que eu tive até hoje e o filme mereceu cada um dos 11 Oscars que ganhou. Simplesmente a maior trilogia de todos os tempos!
O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel
4.4 1,9K Assista AgoraNa época em que estreou o filme, eu tinha 12 anos e não consegui perceber a magnitude do que eu tava vendo. Agora, 24 anos depois, revendo dessa vez no cinema, eu pude entender o porque o filme foi e é tão aclamado. Acompanhar a aventura do Frodo no início da sua saga pela Terra-média é testemunhar o ápice do cinema, da fantasia, e da jornada de um herói que é pequeno em tamanho, mas gigante no seu coração e na sua coragem. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, é acima de tudo um filme sobre a importância da amizade e do trabalho em equipe. A sociedade no anel nunca teria êxito sem a sabedoria do Gandalf, a coragem do Frodo, a liderança do Aragorn, a amizade do Sam, a lealdade do Legolas, a determinação do Gimli, a valentia do Boromir e o humor do Tûk e do Merry. A história ganha ainda mais peso com as presenças marcantes da imponente Galadriel, do poderoso Saruman e do senso de ameaça do Sauron. É e sempre será uma das melhores adaptações de todos os tempos, carregada de simbologias, de diálogos e cenas marcantes e de atuações que transmitem toda a carga dramática dos personagens, prendendo o espectador do começo ao fim, dentro desse mundo fantástico criado pelo Tolkien, e magistralmente traduzido para as telas por Peter Jackson.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraO filme transborda brasilidade através dos sotaques, dos contrastes culturais, do humor nordestino, da trilha sonora, das cores. O tom político e misterioso enriquecem ainda mais a experiência, assim como o clima de terror causado pela lenda urbana da perna cabeluda e pela ditadura. Além da ótima atuação do Wagner Moura, destaco também as cenas da Tânia Maria, que arranca risadas em todos os momentos em que aparece, trazendo leveza pra história. Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil tá muitíssimo bem representado. Viva o cinema nacional e que venham as indicações ao Oscar!
Uma Batalha Após a Outra
3.7 649 Assista AgoraUma história que prende do começo ao fim, com um ritmo tão frenético que mal dá tempo de piscar o olho. Críticas sociais à supremacia branca, ao racismo e à xenofobia. Ótimas atuações dos protagonistas e uma das melhores da carreira do DiCaprio. A trilha nervosa do Jonny Greenwood, do Radiohead, elevam a tensão, as reviravoltas surpreendem, e a comédia surge nos momentos certos, deixando a história mais leve em alguns momentos. Não é a toa que deve ser um dos mais indicados ao Oscar 2026, pelas previsões.
A Meia-Irmã Feia
3.8 427 Assista AgoraUma versão sombria de Cinderela, mas que foca na sua irmã, e usa o horror corporal para fazer críticas sociais sobre seguir padrões de beleza a qualquer custo, além de trazer reflexões sobre as pressões estéticas que as mulheres vivem na sociedade. O final não é nada feliz e é aconselhável se preparar pras cenas de gore.
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
3.4 543 Assista AgoraFINALMENTE TEMOS UM FILME DIGNO DO QUARTETO! Eu não esperava que ele fosse tão dramático e emocionante como é. A relação familiar é explorada desde a primeira cena e logo nos apegamos aos personagens. O filme é totalmente HQ e faz jus ao material fonte, seja nos trajes, no visual dos personagens ou na história. O Galactus tá perfeitamente adaptado e é bem ameaçador, a Surfista Prateada também, a Mulher invisível é imponente, exerce o papel de matriarca como tem que ser e é a personagem que mais gostei do quarteto.
A estética retrofuturista deu muita identidade pra produção e é de encher os olhos. E a maior surpresa pra mim foi o Franklin, o nascimento dele é emocionante e ele é peça fundamental na história. E claro, a trilha sonora! Ela me emocionou logo no começo e já é umas das mais marcantes da Marvel, Michael Giacchino é foda. O filme é FANTÁSTICO em todos os sentidos e a Marvel finalmente voltou a fazer filmes bons. Obg Marvel Studios! 🥹🙏🏻
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 732 Assista AgoraAs críticas estavam certas: é realmente um dos melhores da franquia e já é o meu segundo preferido, depois do 3. Não só pelas mortes, que agora tem o CGI bem melhor e são mais marcantes, mas também por uma tensão pré-mortes que inexistia nos filmes anteriores, e também por uma dramaticidade maior na história e por um humor mais bem construído.
Homem com H
4.2 518 Assista AgoraUma cinebiografia que mostra toda a transgressão e originalidade do Ney, com o Jesuíta Barbosa totalmente entregue à caracterização. E um roteiro honesto que não tem medo de mostrar as várias camadas da vida dele. O Ney com certeza ficou orgulhoso de ter assistido a esse filme!
Nosferatu
3.6 937 Assista AgoraMais um terror memorável do Robert Eggers. A atmosfera, a ambientação, a fotografia, tudo é feito com muito cuidado e riqueza de detalhes. O Bill Skarsgård mostra mais uma vez que é um dos melhores atores da atualidade e o trabalho que ele faz com a voz é de arrepiar. O mesmo vale para entrega da Lily-Rose Depp. Mereceu todas as indicações que teve ao Oscar. Só não gostei tanto do visual do Nosferatu, mas nada que afete o resto.
Todas as Estradas de Terra Têm Gosto de Sal
3.2 9Poético, tátil, artístico. Uma experiência sensorial. Poucos diálogos e muitas coisas para serem observadas e sentidas. Simples e certeiro no que se propõe. Arte pura!
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraArrebatador. Real. Atual. Ainda estou aqui é emoção pura, do começo ao fim, e além de ser uma aula de cinema e de história, é também um lembrete do que o Brasil nunca mais pode deixar acontecer de novo. Fernanda Torres está monumental e transmite todas as nuances da aflição da Eunice na sua atuação. Fiquei ainda mais fã dela. A rápida participação de Fernanda Montenegro eleva ainda mais o produto final e mostra que o cinema não precisa de muitos artifícios para causar um turbilhão de sensações no espectador. Foi o primeiro filme nacional que eu vi o público aplaudir no final, e ele merece não só palmas e todo o reconhecimento que tá tendo, como também merece entrar no topo da lista de melhores filmes nacionais de todos os tempos!
Desconhecidos
3.5 310 Assista AgoraÉ aquele tipo de filme que você acha que vai ser de um jeito e o plot twist subverte todas as expectativas. Ele é dividido em capítulos, mas eles não seguem um ordem, o que deixa a história ainda mais imprevisível e aumenta a tensão. Destaque pra atuação impressionante de Willa Fitzgerald. Mais um filme de terror ótimo num ano cheio deles!
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraVisceral. Desconfortante. Inacreditável. Um soco no estômago do etarismo, e de uma sociedade que cada vez mais preza apenas pela aparência e descarta principalmente as mulheres mais velhas. A mensagem de nos aceitarmos como somos pode até ser batida, mas o filme a transmite de uma maneira nada previsível. Uma aula de terror corporal e um novo clássico do terror. Reflexivo do começo ao fim e prende até o último minuto, além de ter uma das melhores atuações do ano. Demi Moore rainha. CINEMA!
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 935 Assista AgoraClaustrofóbico. Aterrorizante. Sufocante. O melhor filme de terror do ano até agora. O clima de tensão vai aumentando a cada cena, a partir dos enquadramentos de câmera que sempre sugerem que alguém vai aparecer, das atuações excepcionais, das pistas a serem desvendadas, e do trabalho de som, que é digno de Oscar, assim como a atuação do Nicolas Cage.
Alien: Romulus
3.7 757 Assista AgoraO terror é realmente o ponto alto do filme, assim como os efeitos práticos, sem deixar de ter a claustrofobia de sempre. Também gostei das conexões com o primeiro Alien e da estética ser a mesma. Porém, os novos personagens não me chamaram tanto a atenção, apesar de ter gostado do Andy e da Rain. E achei que mostraram pouco os xenomorfos, mas ainda sim, é um ótimo filme.
Deadpool & Wolverine
3.7 922 Assista AgoraUm dos filmes mais divertidos e inesperados da Marvel e uma bela homenagem aos filmes de super-herói da Fox. O Deadpool continua sendo o Deadpool e agora que ele tá no UCM, o cardápio de zoação tá muito maior. O Hugh Jackman fez toda a diferença na história e espero que ele apareça nos próximos filmes. Os trailers realmente não entregaram nada, quase tudo no filme é uma surpresa, e são muitas boas surpresas. Ryan Reynolds, você é um ícone!
Back to Black
2.8 153Como fã de Amy eu amei o filme, principalmente a atuação e as performances da Marisa Abela, que sem dúvidas são as melhores coisas do filme. Deu pra notar que ela se entregou ao papel, e o uso da voz dela ao invés de dublar a de Amy foi uma boa escolha. Fiquei surpreso com o quanto o timbre ficou parecido.
Mas como fã de cinema eu senti falta de mais profundidade na história, que eu conheci tão bem entre 2005-2011. Pularam várias partes e aceleraram outras. E já dava pra esperar algo mais superficial depois de saber que o pai dela produziu o filme, mas mesmo assim chorei e me emocionei, não só pelas memórias dos anos em que acompanhei a carreira dela, mas também pela boa performance da Marisa.
Dias Perfeitos
4.2 599 Assista AgoraUm filme que mostra o quanto é importante valorizar as pequenas coisas do dia a dia. Reflexivo, simples e encantador. E a trilha sonora é perfeita. Mereceu a indicação ao Oscar.
Zona de Interesse
3.6 694 Assista AgoraPesadíssimo. O retrato de como o ser humano pode ser perverso e um lembrete do que nunca mais pode se repetir.
Vidas Passadas
4.1 939 Assista AgoraNão importa quantos anos ou décadas se passem, quando duas almas se conectam de verdade, o tempo é só um detalhe ❤️
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraAparente superficialidade, recheada de MUITO conteúdo. Quem diria que um filme sobre a Barbie trataria de questões como o feminismo, machismo, empoderamento, patriarcado, crise existencial. Tem gente que ainda acha que o filme é infantil, mas na verdade os diálogos vão muito além do que as crianças podem entender. O humor satírico é um dos pontos altos, o drama é totalmente inesperado e a gente entende tudo que faz a Barbie se espantar com o mundo real. É um dos roteiros mais surpreendentes que já vi. E tudo isso regado a cenários altamente criativos e a uma direção de arte primorosa. Merece muito toda a aclamação que tá tendo.