Mais uma ótima comédia da diretora de Minha mãe é uma peça 3 e Minha vida em marte. Além de provocar várias risadas, o filme também mostra a importância das amizades verdadeiras, através da ótima química da Ingrid Guimarães e da Mônica Martelli. Ri muito e já quero a continuação! ❤️
A princípio parece ser apenas um musical, mas logo o Tim Curry mostra toda a transgressão que o seu personagem representa. Sua atuação é magnética e prende a atenção do começo ao fim, seja pelas expressões ou pelo domínio corporal, transformando o Frank em um ícone do cinema em poucos segundos de tela. Apesar de simples, a história traz no texto uma grande mensagem de liberdade sexual e quebra de padrões. Todas as músicas são ótimas e ajudam a complementar e conduzir a história. Um filme que celebra a liberdade de ser quem você é. “Não sonhe, seja.” Descanse em paz, Tim!
A história pode até ser clichê, mas é contada com muito coração. O elenco é muito bem escolhido e consegue transmitir com sensibilidade todas as nuances e sentimentos vividos pelos personagens. A trilha sonora é ótima, e o final é muito poético — daqueles que deixam qualquer um aos prantos. Que venham mais produções nacionais LGBTQIAPN+ com essa qualidade!
A história começa com um romance que parece ser clichê, mas logo o terror aparece quando o desejo do Bear é realizado. A performance e presença da Inde Navarrette é avassaladora e é a melhor coisa do filme. Ela consegue ir de doce pra assustadora em segundos, seja pelo texto ou por suas expressões. A trama explora os extremos entre o amor platônico e o amor obsessivo de forma envolvente e surpreendente. Além disso, o Michael Johnston expressa de forma muito convincente o medo que a Nikki provoca nele. A maneira como a Inde é filmada nas sombras em algumas cenas deixa tudo ainda mais assustador. Realmente é o melhor filme de terror do ano até agora.
Um ótimo recomeço pro Aranha. As teias orgânicas e a mutação foram ótimas escolhas pra dar um frescor na história e pra mostrar o amadurecimento e desgaste mental do Peter e do Spider, e de quebra, ainda homenagear os filmes do Tobey. Finalmente temos um Peter maduro, que não depende de ninguém e que faz o próprio traje (o mais bonito até agora). A comédia tá na medida certa e o drama vivido por ele devido a perda de memória de quem ele ama é bem explorado e emociona.
A Jean Grey foi outro acerto enorme e finalmente temos a introdução definitiva dos X-Men no UCM, e ela já chegou mostrando a sua imponência como uma das mutantes mais poderosas
. Destaque também pra ação e pro CGI, que foram inspirados nos últimos games e rendem ótimas cenas. Já é o meu segundo filme preferido dos filmes do Tom.
Foi um final mais rápido do que eu imaginava, mas fiquei satisfeito com a conclusão dos arcos da maioria dos personagens e gostei do tom mais pesado de certa parte da história. Mas acho que faltou mais emoção e mais tempo pra aprofundar melhor alguns personagens. Mesmo assim, Heartstopper foi uma série muito importante pra comunidade LGBTQIAPN+ acreditar que histórias e finais felizes são possíveis na vida real. Vai fazer muita falta! ❤️
Meu segundo filme favorito da franquia. A história é interessante, o terror é bem construído, mas a atuação da Ellie é o ponto alto do filme. Desde que vi o pôster pela primeira vez, a expressão da personagem já me causava medo. Tanto a fisicalidade, quanto a interpretação dela são excepcionais e prendem a atenção em todas as cenas em que ela aparece. Além disso, a gravação do padre recitando a invocação do Naturom Demonto são de arrepiar, assim como o que acontece com os personagens no ato final. Destaque também para a final girl e seu ótimo desfecho.
O retorno do elenco original foi a melhor coisa que podia ter acontecido. A maioria das piadas funcionam, as referências aos filmes de terror contemporâneos também, e a dublagem brasileira faz toda a diferença. Esse é obrigatório ver dublado. Espero que não parem por aqui.
Essa temporada tem um ritmo melhor do que a primeira. A tensão é constante do início ao fim, o roteiro é imprevisível, a ação é sempre bem coreografada, o Mercenário é um vilão tão bom quanto o Fisk, e as acrobacias que ele faz com os objetos são de tirar o fôlego sempre que ele aparece. A Jessica Jones finalmente tá de volta, e com cenas de luta decentes dessa vez. E o último ep tem um dos melhores desfechos que eu já vi na Marvel. A atuação do Charlie Cox traz toda a carga dramática necessária pro intenso final da história, e é impossível não se arrepiar com o Matt
Faz tempo que eu não via um clássico e gostava tanto. Tudo funciona: a história, o suspense, as atuações incríveis de Bette Davis e Joan Crawford, a trilha sonora característica dos anos 60 — que, nos momentos de tensão, torna as cenas ainda mais impactantes, a reviravolta final. Bette incorpora com maestria tanto a crueldade de sua personagem, quanto a sua inocência, ao revisitar as lembranças da infância, ao mesmo tempo em que evidencia a deterioração psicológica em que ela se encontra. Agora entendi por que Madonna cita Bette Davis em Vogue. Maravilhosa demais.
Gostei mais desse do que do primeiro filme, principalmente por causa do final. Miranda e Andy continuam carregando a trama com suas personalidades opostas e marcantes, a história traz novos elementos e personagens interessantes que agregam ao enredo, os looks estão impecáveis como sempre e tudo o que fez o primeiro ser tão bom continua aqui, mas com os personagens um pouco mais experientes e mostrando mais camadas.
A melhor coisa do filme são as partes musicais e a caracterização do Jaafar e do ator que faz o MJ criança. Em alguns momentos eles ficam idênticos ao MJ, mas o filme não mostra nada além disso. Falta história, aprofundamento e explicações pra muita coisa. Podiam ter explicado melhor o porquê da transição de cor e terem mostrado mais da concepção e do impacto do Thriller, por exemplo. O filme até cumpre o básico, que é entreter, mas o roteiro é apressado e o foco é mostrar ele apenas no seu auge. Quem quiser saber mais da vida dele vai ter que ir atrás dos documentários, inclusive sugiro o Thriller 40 e Bad 25, que são muito bons. Espero que na parte 2 se atentem mais pra esses erros, mas prevejo que vão tentar repetir o que foi feito aqui, já que a família do MJ teve muito controle sobre a história.
O hype tava certo, a série é boa mesmo. A química entre o Shane e o Ilya é magnética desde o primeiro ep. No começo, o relacionamento deles é bem tóxico, mas com o passar do tempo eles vão deixando as inseguranças de lado e vivem o amor do jeito que é possível, até perceberem que não podem mais esconder o que sentem pros outros e pra si mesmos. A relação deles não é muito diferente dos relacionamentos atuais, por isso fica bem fácil de se identificar (e de se emocionar). Que venha a segunda temporada!
A melhor série nacional que já vi. A história mostra como a desinformação e o preconceito mataram tanto quanto o próprio vírus HIV e retrata a luta dos personagens para continuarem vivos, além de evidenciar como a solidariedade ajudou a salvar a vida de muitos. A ambientação nos anos 80 é muito fiel, a trilha sonora contribui para a imersão na época, os personagens são interessantes e bem aprofundados, e é impossível não fazer uma analogia com os tempos atuais, especialmente com a pandemia da Covid, na qual, assim como na epidemia de AIDS, o poder público foi negligente em adotar medidas que poderiam ter salvado milhares de vidas. É um importante documento histórico para lembrarmos do que não pode ser repetido jamais.
Stranger Things nunca foi apenas sobre nostalgia, fantasia e monstros. O que fez ela fazer tanto sucesso sempre foram as relações de amizade e as conexões reais entre os personagens. Durante quase 10 anos, vimos as crianças crescerem e suas personalidades e carismas marcantes carregarem a trama. As 5 temporadas foram meticulosasamente preparadas pra esse final, que honrou tudo que foi feito até aqui, com a emoção e o coração de sempre. Obrigado Eleven, Dustin, Will, Mike, Lucas, Max e Erica, por tantas aventuras e momentos que nunca serão esquecidos. Foi um prazer embarcar nessa jornada com vocês. Sempre será minha serie preferida! ❤️
Revi o filme após a Amy Madigan ganhar o Oscar de melhor atriz coadjuvante e mudei minha opinião sobre ele. Prestei mais atenção na performance dela e fiquei mais envolvido com a trama dessa vez. O terror vai crescendo ao longo da história, sem apelar pra sustos. Cada acontecimento vai se desenrolando e se entrelaçando até a gente saber da reviravolta final, que é bem inesperada e tem as cenas mais marcantes do filme. É o meu filme de terror preferido do ano passado e a Tia Gladys já virou um dos novos ícones do terror.
Poesia em forma de filme. Aqui os silêncios falam mais do que mil palavras. A brevidade da vida é mostrada ao longo de momentos felizes e de perdas nunca superadas. A natureza é parte fundamental da história e as paisagens são um espetáculo a parte. E é impossível não se arrepiar com esse final e não ficar reflexivo sobre o sentido da vida.
Kill Bill é o ápice da carreira do Quentin Tarantino pra mim. É onde ele conseguiu reunir a maior quantidade de referências, de cenas icônicas e de gêneros. É um filme de vingança, de artes marciais e de faroeste. Uma Thurman imprime na sua atuação todo o drama e a persistência de uma personagem que orquestra um plano e cumpre cada parte dele de forma exitosa. É impossível piscar os olhos em cada capítulo que é mostrado.
A trilha sonora se torna quase um personagem, de tão marcante que é, os closes do rosto deixam as cenas ainda mais inesquecíveis, as cenas de luta tem coreografias impecáveis, os diálogos são memoráveis, a fotografia e a estética vibrantes deixam a história ainda mais interessante. Ver a versão definitiva de Kill Bill no cinema foi uma experiência única, até porque só tinha visto os filmes separados em VHS e DVD. Sempre será um dos meus filmes prediletos e um dos maiores filmes de todos os tempos!
Isso sim é um final de trilogia! A magia do cinema atinge o seu ápice aqui e o Retorno do Rei dá uma aula de como terminar uma saga de forma épica e coesa, despertando um turbilhão de emoções do começo ao fim. As cenas são ainda mais grandiosas do que nos outros dois filmes, os arcos são bem fechados, a ação é imparável, a trilha sonora é pura emoção, os efeitos especiais são ótimos, mesmo se comparando com os de hoje em dia e as relações entre os personagens continuam bem desenvolvidas e cada um tem o seu momento na história. A lealdade entre os personagens é o que continua movendo a trama e faz a missão ser cumprida. Impossível não se emocionar com o Frodo reencontrando o Gandalf, o Tuk, o Merry, o Sam, o Gimli, o Aragorn e o Légolas. Rever os três filmes no cinema, foi sem dúvidas, uma das melhores experiências cinéfilas que eu tive até hoje e o filme mereceu cada um dos 11 Oscars que ganhou. Simplesmente a maior trilogia de todos os tempos!
Na época em que estreou o filme, eu tinha 12 anos e não consegui perceber a magnitude do que eu tava vendo. Agora, 24 anos depois, revendo dessa vez no cinema, eu pude entender o porque o filme foi e é tão aclamado. Acompanhar a aventura do Frodo no início da sua saga pela Terra-média é testemunhar o ápice do cinema, da fantasia, e da jornada de um herói que é pequeno em tamanho, mas gigante no seu coração e na sua coragem. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, é acima de tudo um filme sobre a importância da amizade e do trabalho em equipe. A sociedade no anel nunca teria êxito sem a sabedoria do Gandalf, a coragem do Frodo, a liderança do Aragorn, a amizade do Sam, a lealdade do Legolas, a determinação do Gimli, a valentia do Boromir e o humor do Tûk e do Merry. A história ganha ainda mais peso com as presenças marcantes da imponente Galadriel, do poderoso Saruman e do senso de ameaça do Sauron. É e sempre será uma das melhores adaptações de todos os tempos, carregada de simbologias, de diálogos e cenas marcantes e de atuações que transmitem toda a carga dramática dos personagens, prendendo o espectador do começo ao fim, dentro desse mundo fantástico criado pelo Tolkien, e magistralmente traduzido para as telas por Peter Jackson.
O filme transborda brasilidade através dos sotaques, dos contrastes culturais, do humor nordestino, da trilha sonora, das cores. O tom político e misterioso enriquecem ainda mais a experiência, assim como o clima de terror causado pela lenda urbana da perna cabeluda e pela ditadura. Além da ótima atuação do Wagner Moura, destaco também as cenas da Tânia Maria, que arranca risadas em todos os momentos em que aparece, trazendo leveza pra história. Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil tá muitíssimo bem representado. Viva o cinema nacional e que venham as indicações ao Oscar!
Uma história que prende do começo ao fim, com um ritmo tão frenético que mal dá tempo de piscar o olho. Críticas sociais à supremacia branca, ao racismo e à xenofobia. Ótimas atuações dos protagonistas e uma das melhores da carreira do DiCaprio. A trilha nervosa do Jonny Greenwood, do Radiohead, elevam a tensão, as reviravoltas surpreendem, e a comédia surge nos momentos certos, deixando a história mais leve em alguns momentos. Não é a toa que deve ser um dos mais indicados ao Oscar 2026, pelas previsões.
Uma versão sombria de Cinderela, mas que foca na sua irmã, e usa o horror corporal para fazer críticas sociais sobre seguir padrões de beleza a qualquer custo, além de trazer reflexões sobre as pressões estéticas que as mulheres vivem na sociedade. O final não é nada feliz e é aconselhável se preparar pras cenas de gore.
Fui ver sem esperar nada e me surpreendi. Uma história que fala de amizade, identidade, resiliência, e que nos faz refletir sobre o quanto da nossa identidade temos que apagar para nos ajustar à sociedade, ao mesmo tempo em que mostra a importância de se ter um objetivo e não desistir dele, apesar das adversidades. Ótimo elenco e vários momentos tocantes e marcantes.
Minha Melhor Amiga
3.6 54Mais uma ótima comédia da diretora de Minha mãe é uma peça 3 e Minha vida em marte. Além de provocar várias risadas, o filme também mostra a importância das amizades verdadeiras, através da ótima química da Ingrid Guimarães e da Mônica Martelli. Ri muito e já quero a continuação! ❤️
The Rocky Horror Picture Show
4.1 1,3K Assista AgoraA princípio parece ser apenas um musical, mas logo o Tim Curry mostra toda a transgressão que o seu personagem representa. Sua atuação é magnética e prende a atenção do começo ao fim, seja pelas expressões ou pelo domínio corporal, transformando o Frank em um ícone do cinema em poucos segundos de tela. Apesar de simples, a história traz no texto uma grande mensagem de liberdade sexual e quebra de padrões. Todas as músicas são ótimas e ajudam a complementar e conduzir a história. Um filme que celebra a liberdade de ser quem você é. “Não sonhe, seja.” Descanse em paz, Tim!
Quinze Dias
3.7 105 Assista AgoraA história pode até ser clichê, mas é contada com muito coração. O elenco é muito bem escolhido e consegue transmitir com sensibilidade todas as nuances e sentimentos vividos pelos personagens. A trilha sonora é ótima, e o final é muito poético — daqueles que deixam qualquer um aos prantos. Que venham mais produções nacionais LGBTQIAPN+ com essa qualidade!
Obsessão
3.9 928 Assista AgoraA história começa com um romance que parece ser clichê, mas logo o terror aparece quando o desejo do Bear é realizado. A performance e presença da Inde Navarrette é avassaladora e é a melhor coisa do filme. Ela consegue ir de doce pra assustadora em segundos, seja pelo texto ou por suas expressões. A trama explora os extremos entre o amor platônico e o amor obsessivo de forma envolvente e surpreendente. Além disso, o Michael Johnston expressa de forma muito convincente o medo que a Nikki provoca nele. A maneira como a Inde é filmada nas sombras em algumas cenas deixa tudo ainda mais assustador. Realmente é o melhor filme de terror do ano até agora.
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 389Um ótimo recomeço pro Aranha. As teias orgânicas e a mutação foram ótimas escolhas pra dar um frescor na história e pra mostrar o amadurecimento e desgaste mental do Peter e do Spider, e de quebra, ainda homenagear os filmes do Tobey. Finalmente temos um Peter maduro, que não depende de ninguém e que faz o próprio traje (o mais bonito até agora). A comédia tá na medida certa e o drama vivido por ele devido a perda de memória de quem ele ama é bem explorado e emociona.
A Jean Grey foi outro acerto enorme e finalmente temos a introdução definitiva dos X-Men no UCM, e ela já chegou mostrando a sua imponência como uma das mutantes mais poderosas
Heartstopper Para Sempre
3.5 61 Assista AgoraFoi um final mais rápido do que eu imaginava, mas fiquei satisfeito com a conclusão dos arcos da maioria dos personagens e gostei do tom mais pesado de certa parte da história. Mas acho que faltou mais emoção e mais tempo pra aprofundar melhor alguns personagens. Mesmo assim, Heartstopper foi uma série muito importante pra comunidade LGBTQIAPN+ acreditar que histórias e finais felizes são possíveis na vida real. Vai fazer muita falta! ❤️
A Morte do Demônio: A Ascensão
3.3 891 Assista AgoraMeu segundo filme favorito da franquia. A história é interessante, o terror é bem construído, mas a atuação da Ellie é o ponto alto do filme. Desde que vi o pôster pela primeira vez, a expressão da personagem já me causava medo. Tanto a fisicalidade, quanto a interpretação dela são excepcionais e prendem a atenção em todas as cenas em que ela aparece. Além disso, a gravação do padre recitando a invocação do Naturom Demonto são de arrepiar, assim como o que acontece com os personagens no ato final. Destaque também para a final girl e seu ótimo desfecho.
Todo Mundo em Pânico
2.6 355 Assista AgoraO retorno do elenco original foi a melhor coisa que podia ter acontecido. A maioria das piadas funcionam, as referências aos filmes de terror contemporâneos também, e a dublagem brasileira faz toda a diferença. Esse é obrigatório ver dublado. Espero que não parem por aqui.
Demolidor: Renascido (2ª Temporada)
3.6 94 Assista AgoraEssa temporada tem um ritmo melhor do que a primeira. A tensão é constante do início ao fim, o roteiro é imprevisível, a ação é sempre bem coreografada, o Mercenário é um vilão tão bom quanto o Fisk, e as acrobacias que ele faz com os objetos são de tirar o fôlego sempre que ele aparece. A Jessica Jones finalmente tá de volta, e com cenas de luta decentes dessa vez. E o último ep tem um dos melhores desfechos que eu já vi na Marvel. A atuação do Charlie Cox traz toda a carga dramática necessária pro intenso final da história, e é impossível não se arrepiar com o Matt
revelando a identidade do Demolidor pra proteger a Karen e NY. Me lembrou o Tony se revelando o Homem de Ferro.
O Que Terá Acontecido a Baby Jane?
4.4 854Faz tempo que eu não via um clássico e gostava tanto. Tudo funciona: a história, o suspense, as atuações incríveis de Bette Davis e Joan Crawford, a trilha sonora característica dos anos 60 — que, nos momentos de tensão, torna as cenas ainda mais impactantes, a reviravolta final. Bette incorpora com maestria tanto a crueldade de sua personagem, quanto a sua inocência, ao revisitar as lembranças da infância, ao mesmo tempo em que evidencia a deterioração psicológica em que ela se encontra. Agora entendi por que Madonna cita Bette Davis em Vogue. Maravilhosa demais.
O Diabo Veste Prada 2
3.3 424 Assista AgoraGostei mais desse do que do primeiro filme, principalmente por causa do final. Miranda e Andy continuam carregando a trama com suas personalidades opostas e marcantes, a história traz novos elementos e personagens interessantes que agregam ao enredo, os looks estão impecáveis como sempre e tudo o que fez o primeiro ser tão bom continua aqui, mas com os personagens um pouco mais experientes e mostrando mais camadas.
Michael
3.7 533 Assista AgoraA melhor coisa do filme são as partes musicais e a caracterização do Jaafar e do ator que faz o MJ criança. Em alguns momentos eles ficam idênticos ao MJ, mas o filme não mostra nada além disso. Falta história, aprofundamento e explicações pra muita coisa. Podiam ter explicado melhor o porquê da transição de cor e terem mostrado mais da concepção e do impacto do Thriller, por exemplo. O filme até cumpre o básico, que é entreter, mas o roteiro é apressado e o foco é mostrar ele apenas no seu auge. Quem quiser saber mais da vida dele vai ter que ir atrás dos documentários, inclusive sugiro o Thriller 40 e Bad 25, que são muito bons. Espero que na parte 2 se atentem mais pra esses erros, mas prevejo que vão tentar repetir o que foi feito aqui, já que a família do MJ teve muito controle sobre a história.
Rivalidade Ardente (1ª Temporada)
4.3 143 Assista AgoraO hype tava certo, a série é boa mesmo. A química entre o Shane e o Ilya é magnética desde o primeiro ep. No começo, o relacionamento deles é bem tóxico, mas com o passar do tempo eles vão deixando as inseguranças de lado e vivem o amor do jeito que é possível, até perceberem que não podem mais esconder o que sentem pros outros e pra si mesmos. A relação deles não é muito diferente dos relacionamentos atuais, por isso fica bem fácil de se identificar (e de se emocionar). Que venha a segunda temporada!
Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente
4.3 57 Assista AgoraA melhor série nacional que já vi. A história mostra como a desinformação e o preconceito mataram tanto quanto o próprio vírus HIV e retrata a luta dos personagens para continuarem vivos, além de evidenciar como a solidariedade ajudou a salvar a vida de muitos. A ambientação nos anos 80 é muito fiel, a trilha sonora contribui para a imersão na época, os personagens são interessantes e bem aprofundados, e é impossível não fazer uma analogia com os tempos atuais, especialmente com a pandemia da Covid, na qual, assim como na epidemia de AIDS, o poder público foi negligente em adotar medidas que poderiam ter salvado milhares de vidas. É um importante documento histórico para lembrarmos do que não pode ser repetido jamais.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 517 Assista AgoraStranger Things nunca foi apenas sobre nostalgia, fantasia e monstros. O que fez ela fazer tanto sucesso sempre foram as relações de amizade e as conexões reais entre os personagens. Durante quase 10 anos, vimos as crianças crescerem e suas personalidades e carismas marcantes carregarem a trama. As 5 temporadas foram meticulosasamente preparadas pra esse final, que honrou tudo que foi feito até aqui, com a emoção e o coração de sempre. Obrigado Eleven, Dustin, Will, Mike, Lucas, Max e Erica, por tantas aventuras e momentos que nunca serão esquecidos. Foi um prazer embarcar nessa jornada com vocês. Sempre será minha serie preferida! ❤️
A Hora do Mal
3.7 1,1K Assista AgoraRevi o filme após a Amy Madigan ganhar o Oscar de melhor atriz coadjuvante e mudei minha opinião sobre ele. Prestei mais atenção na performance dela e fiquei mais envolvido com a trama dessa vez. O terror vai crescendo ao longo da história, sem apelar pra sustos. Cada acontecimento vai se desenrolando e se entrelaçando até a gente saber da reviravolta final, que é bem inesperada e tem as cenas mais marcantes do filme. É o meu filme de terror preferido do ano passado e a Tia Gladys já virou um dos novos ícones do terror.
Sonhos de Trem
3.7 361 Assista AgoraPoesia em forma de filme. Aqui os silêncios falam mais do que mil palavras. A brevidade da vida é mostrada ao longo de momentos felizes e de perdas nunca superadas. A natureza é parte fundamental da história e as paisagens são um espetáculo a parte. E é impossível não se arrepiar com esse final e não ficar reflexivo sobre o sentido da vida.
Kill Bill: The Whole Bloody Affair
4.4 50Kill Bill é o ápice da carreira do Quentin Tarantino pra mim. É onde ele conseguiu reunir a maior quantidade de referências, de cenas icônicas e de gêneros. É um filme de vingança, de artes marciais e de faroeste. Uma Thurman imprime na sua atuação todo o drama e a persistência de uma personagem que orquestra um plano e cumpre cada parte dele de forma exitosa. É impossível piscar os olhos em cada capítulo que é mostrado.
A trilha sonora se torna quase um personagem, de tão marcante que é, os closes do rosto deixam as cenas ainda mais inesquecíveis, as cenas de luta tem coreografias impecáveis, os diálogos são memoráveis, a fotografia e a estética vibrantes deixam a história ainda mais interessante. Ver a versão definitiva de Kill Bill no cinema foi uma experiência única, até porque só tinha visto os filmes separados em VHS e DVD. Sempre será um dos meus filmes prediletos e um dos maiores filmes de todos os tempos!
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei
4.5 1,8K Assista AgoraIsso sim é um final de trilogia! A magia do cinema atinge o seu ápice aqui e o Retorno do Rei dá uma aula de como terminar uma saga de forma épica e coesa, despertando um turbilhão de emoções do começo ao fim. As cenas são ainda mais grandiosas do que nos outros dois filmes, os arcos são bem fechados, a ação é imparável, a trilha sonora é pura emoção, os efeitos especiais são ótimos, mesmo se comparando com os de hoje em dia e as relações entre os personagens continuam bem desenvolvidas e cada um tem o seu momento na história. A lealdade entre os personagens é o que continua movendo a trama e faz a missão ser cumprida. Impossível não se emocionar com o Frodo reencontrando o Gandalf, o Tuk, o Merry, o Sam, o Gimli, o Aragorn e o Légolas. Rever os três filmes no cinema, foi sem dúvidas, uma das melhores experiências cinéfilas que eu tive até hoje e o filme mereceu cada um dos 11 Oscars que ganhou. Simplesmente a maior trilogia de todos os tempos!
O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel
4.4 1,9K Assista AgoraNa época em que estreou o filme, eu tinha 12 anos e não consegui perceber a magnitude do que eu tava vendo. Agora, 24 anos depois, revendo dessa vez no cinema, eu pude entender o porque o filme foi e é tão aclamado. Acompanhar a aventura do Frodo no início da sua saga pela Terra-média é testemunhar o ápice do cinema, da fantasia, e da jornada de um herói que é pequeno em tamanho, mas gigante no seu coração e na sua coragem. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, é acima de tudo um filme sobre a importância da amizade e do trabalho em equipe. A sociedade no anel nunca teria êxito sem a sabedoria do Gandalf, a coragem do Frodo, a liderança do Aragorn, a amizade do Sam, a lealdade do Legolas, a determinação do Gimli, a valentia do Boromir e o humor do Tûk e do Merry. A história ganha ainda mais peso com as presenças marcantes da imponente Galadriel, do poderoso Saruman e do senso de ameaça do Sauron. É e sempre será uma das melhores adaptações de todos os tempos, carregada de simbologias, de diálogos e cenas marcantes e de atuações que transmitem toda a carga dramática dos personagens, prendendo o espectador do começo ao fim, dentro desse mundo fantástico criado pelo Tolkien, e magistralmente traduzido para as telas por Peter Jackson.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraO filme transborda brasilidade através dos sotaques, dos contrastes culturais, do humor nordestino, da trilha sonora, das cores. O tom político e misterioso enriquecem ainda mais a experiência, assim como o clima de terror causado pela lenda urbana da perna cabeluda e pela ditadura. Além da ótima atuação do Wagner Moura, destaco também as cenas da Tânia Maria, que arranca risadas em todos os momentos em que aparece, trazendo leveza pra história. Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil tá muitíssimo bem representado. Viva o cinema nacional e que venham as indicações ao Oscar!
Uma Batalha Após a Outra
3.7 687 Assista AgoraUma história que prende do começo ao fim, com um ritmo tão frenético que mal dá tempo de piscar o olho. Críticas sociais à supremacia branca, ao racismo e à xenofobia. Ótimas atuações dos protagonistas e uma das melhores da carreira do DiCaprio. A trilha nervosa do Jonny Greenwood, do Radiohead, elevam a tensão, as reviravoltas surpreendem, e a comédia surge nos momentos certos, deixando a história mais leve em alguns momentos. Não é a toa que deve ser um dos mais indicados ao Oscar 2026, pelas previsões.
A Meia-Irmã Feia
3.8 466 Assista AgoraUma versão sombria de Cinderela, mas que foca na sua irmã, e usa o horror corporal para fazer críticas sociais sobre seguir padrões de beleza a qualquer custo, além de trazer reflexões sobre as pressões estéticas que as mulheres vivem na sociedade. O final não é nada feliz e é aconselhável se preparar pras cenas de gore.
Boots
3.8 50 Assista AgoraFui ver sem esperar nada e me surpreendi. Uma história que fala de amizade, identidade, resiliência, e que nos faz refletir sobre o quanto da nossa identidade temos que apagar para nos ajustar à sociedade, ao mesmo tempo em que mostra a importância de se ter um objetivo e não desistir dele, apesar das adversidades. Ótimo elenco e vários momentos tocantes e marcantes.