Utilizaram o terror para explicitar a dor da perda misturada com culpa e o inconformismo de deixar um ente querido seguir seu caminho. Um filme bem satisfatório.
Determinados filmes e seriados, desde sua concepção, nasceram com potencial para ter uma continuidade e não esgotarem sua história em somente uma produção - mesmo assim não há garantias que a qualidade se mantenha em todos os projetos.
Já outras obras, em uma única película/temporada, transmitem toda sua grandeza e não exigem maiores explanações, pois já despertaram no público sentimentos que vão ficar impregnados em seu campo energético até o fim.
“O Diabo Veste Prada” é um desses filmes. Já cumpriu seu papel (com grandiosidade) e uma nova produção não deveria tentar interferir no que já foi captado e memorizado pelo público.
Não! Não há espaço e muito menos necessidade, assim como não havia necessidade de um “Gladiador 2”, “Estômago 2”, “Big Little Lies - Segunda Temporada”, “O Exorcista 2” e “Round 6 - Segunda Temporada”.
Qual o problema de dar espaço a novas histórias e novas personagens? A hora de parar precisa ser percebida e aceita com honra, em vez de persistir em algo que não traz mais novidade e não gera mais ânimo.
Isso também serve pra aqueles remakes infinitos que não chegam a lugar algum e que só atrapalham aquilo que poderia ser memorável.
Não! Miranda, Andrea e Emily já foram postas à prova e já foram amadas pelo público, não deveriam ser submetidas a um novo escrutínio, pois sua marca já foi feita.
O filme é tão insatisfatório que a Jessica Chastain não estava acreditando na própria atuação.
Foi o cachê, não foi?
Filmografia tão bela: A Most Violent Year, The Tree of Life, The Help, Interestellar, Armageddon Time, The Good Nurse, Zero Dark Thirty, Molly's Game...
Enfim, alguns filmes realmente são fracassos na carreira de alguns atores.
O casal que estava nas poltronas em frente à minha e que não parecia ser amante de cinema alternativo/cult, entre outros adjetivos, dizia o tempo todo: "Que merda é essa?".
Eu ri bastante, pois eles expressaram exatamente o que eu estava pensando ao decorrer do filme: "Que insânia é essa, Senhor?".
No final, ouvi a mulher dizendo: "Vamos embora deste lugar!".
Existe, realmente, um contraste entre a primeira uma hora e meia de filme e a segunda - algumas críticas estão fazendo essa diferenciação entre a primeira hora e as outras duas horas restantes, mas eu vejo de outro ângulo -, entretanto o filme em sua integridade é extasiante. Eu consegui fazer uma analogia entre a excitação inicial de fazer filme e estar naquele celeiro criativo, o baixar da febre com as criações subsequentes, a decadência e o decorrer/a trajetória do filme em si.
Aquele ambiente hollywoodiano parecendo a selva, no qual as pessoas só encaram as outras e dizem "O que é preciso fazer?", é o que me faz perceber (e compreender) o meu amor pela sétima arte e a ganância para entrar nesse mundo real, porém, ao mesmo tempo, ilusório.
Uma película extensa e com várias cenas desconfortantes e impactantes. No entanto, não é justo não apreciar aspectos relevantes como a fotografia, a cenografia (com todo o seu jogo de cores) e as atuações. Consigo compreender grande parte da rejeição, por este filme recebida, mas artisticamente possui seu valor.
Magnífico! Já tinha o visto, em seu ano de lançamento, mas a qualidade não estava adequada. Revendo-o novamente pude constatar sua magnitude. Que há vidas em algum lugar do Universo pode ser comprovado? Não! (Ainda não) Existem alguns registros, como vídeos aleatórios em plataformas de streaming, áudios de torre de comando de voos; contudo, nada que deixe explícito a realidade de outros seres que habitam outros lugares do infinito em que estamos situados. Eu acredito piamente na existência de extraterrestres e, também, acredito que é questão de pouco tempo para que uma comunicação seja estabelecida. Até que isso ocorra, vamos nos contentar com o que está a nosso alcance: a imaginação e esparsos e precários relatos. Além do mais, como demonstrado no filme, caso outras vidas estejam em algum lugar, elas realmente são inteligentes o suficiente para ainda não contatarem os humanos. Se nós somos capazes de produzir armas que exterminam a nossa própria espécie, qual o sentido de eles quererem buscar um contato saudável, se, com certeza, os que estão no Poder irão tentar uma defensiva agressiva? Será que, no decorrer do últimos anos e acontecimentos, os humanos têm se mostrado basicamente inteligentes para receberam ajuda, seja ela de qualquer tipo? Os que estão no Poder demonstram a cada dia que não passam de pirralhos brincado com seus video-games do que adultos capazes de usar mais que 1% de seu cérebro. Portanto, até que estejamos intelectualmente e moralmente preparados, não iremos receber visita abertamente disposta, de maneira alguma, pois o diferente ainda não é bem aceito em nossa sociedade, e se algum desses extraterrestres sejam vistos por aí, caso não tenham uma aparência agradável, serão recebidos com diálogo ou com um tiro por serem "estranhos"?
Grande crítica à futilidade! Acho que só não gostou quem realmente não entendeu o que o filme pretende passar. A maioria dos integrantes da gangue tinha dinheiro, não eram milionários, mas possuíam boas condições para viver. Daí, entediados, resolveram "fazer compras". É impressionante a naturalidade com a qual eles entravam nas casas e pegavam o que queriam, é como se eles pensassem: "Eu tenho o direito de estar aqui". Nenhum limite.
É perceptível que o filme não buscou focar na história de amor entre as duas, e sim na luta pela conquista de seus direitos. O cunho político que carrega é de grande peso, o que me fez constatar, mais uma vez, minha crença sobre as decisões dos políticos. Em grande parte das vezes, todas estas são baseadas em suas convicções e, também, nas ideias propagadas pelas suas religiões, fazendo-me refletir: "O princípio da impessoalidade é letra morta da lei?" Pois é isso que normalmente vemos.
Temas tabus possuem um charme para mim. Acredito que a melhor maneira de expô-los é através do cinema, independetemente se de forma mais contida ou mais explícita. É importante o ser humano ter uma percepção mais realista de sua natureza, e, de forma individualista, olhar para si mesmo e ver até onde sua bagunça interna é capaz de invadir o limite do outro. No caso de "Mistérios da Carne" a forma que as histórias das personagens foram tratadas é especial. Cada um com seus limites e percepções diferentes das situações. Cada um lidando de acordo com sua própria visão de mundo. A começar pela Wendy (Michelle Trachtenberg), amiga de Neil, por mais que tenha um sentimento lindo pelo amigo, não conseguiu ajudá-lo de uma maneira "saudável", ou seja, não conseguiu fazer com que o amigo olhasse para o que estava acontecendo e fê-lo buscar ajuda; talvez por também se sentir culpada/confusa pelo que presenciou e não ter chegado a uma conclusão em sua cabeça. Já Brian (Brady Corbet) não conseguiu olhar diretamente para sua ferida, a alternativa escolhida foi a fuga. Buscou crer que a causa de toda sua dor estava bem distante... No caso de Niel (Joseph Gordon-Levitt), seus atos na vida adulta foram uma reprodução de sua vivência. Possivelmente uma mistura de culpa, vergonha, amor e prazer o fez adotar aquela conduta autodestrutiva. Exatamente esta deve ser a essência de fimes com assuntos polêmicos: repassar a forma como cada um lida com seus fantasmas e problemas em sua individualidade, com a intensidade de sua dor.
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Depois da Caçada
2.9 116 Assista AgoraJulia Roberts e música brasileira... Já vi essa combinação em "Comer, Rezar, Amar" e é sensacional.
Os Roses - Até que a Morte os Separe
3.4 67 Assista AgoraO trailer ofereceu um produto, mas o recebido foi um bem diferente.
Faça Ela Voltar
3.8 755 Assista AgoraUtilizaram o terror para explicitar a dor da perda misturada com culpa e o inconformismo de deixar um ente querido seguir seu caminho. Um filme bem satisfatório.
Juntos
3.3 389 Assista AgoraGente, o que está acontecendo com o cinema em 2025? Não estou conseguindo me conectar.
O Diabo Veste Prada 2
8Determinados filmes e seriados, desde sua concepção, nasceram com potencial para ter uma continuidade e não esgotarem sua história em somente uma produção - mesmo assim não há garantias que a qualidade se mantenha em todos os projetos.
Já outras obras, em uma única película/temporada, transmitem toda sua grandeza e não exigem maiores explanações, pois já despertaram no público sentimentos que vão ficar impregnados em seu campo energético até o fim.
“O Diabo Veste Prada” é um desses filmes. Já cumpriu seu papel (com grandiosidade) e uma nova produção não deveria tentar interferir no que já foi captado e memorizado pelo público.
Não! Não há espaço e muito menos necessidade, assim como não havia necessidade de um “Gladiador 2”, “Estômago 2”, “Big Little Lies - Segunda Temporada”, “O Exorcista 2” e “Round 6 - Segunda Temporada”.
Qual o problema de dar espaço a novas histórias e novas personagens? A hora de parar precisa ser percebida e aceita com honra, em vez de persistir em algo que não traz mais novidade e não gera mais ânimo.
Isso também serve pra aqueles remakes infinitos que não chegam a lugar algum e que só atrapalham aquilo que poderia ser memorável.
Não! Miranda, Andrea e Emily já foram postas à prova e já foram amadas pelo público, não deveriam ser submetidas a um novo escrutínio, pois sua marca já foi feita.
Superman
3.6 918 Assista AgoraNão sei por que ainda insisto em tentar ver filmes de super-heróis.
Mickey 17
3.4 525 Assista AgoraPaguei para dormir em uma sala de cinema. Acordei mal-humorado, pois dormi todo torto e gastei para dormir mal.
Kill Bill: Volume 2
4.2 1,5K Assista AgoraToda vez que eu escuto as seguintes frases:
"Okay, Pai Mei. Here I come."
Eu fico todo arrepiado e choro.
It: Capítulo Dois
3.4 1,5K Assista AgoraO filme é tão insatisfatório que a Jessica Chastain não estava acreditando na própria atuação.
Foi o cachê, não foi?
Filmografia tão bela: A Most Violent Year, The Tree of Life, The Help, Interestellar, Armageddon Time, The Good Nurse, Zero Dark Thirty, Molly's Game...
Enfim, alguns filmes realmente são fracassos na carreira de alguns atores.
Foi Apenas um Sonho
3.6 1,3K Assista AgoraEu sinto este filme em todo o meu corpo.
Beau Tem Medo
3.2 441O casal que estava nas poltronas em frente à minha e que não parecia ser amante de cinema alternativo/cult, entre outros adjetivos, dizia o tempo todo: "Que merda é essa?".
Eu ri bastante, pois eles expressaram exatamente o que eu estava pensando ao decorrer do filme: "Que insânia é essa, Senhor?".
No final, ouvi a mulher dizendo: "Vamos embora deste lugar!".
Foi o momento que mais ri.
Titanic
4.0 4,6K Assista AgoraEm minha sessão, todos aplaudiram. Eu fiquei tão feliz!!!
Chorei, desde o início do filme.
Como foi esplendoroso ter a oportunidade de ver esta obra no cinema!
Obrigado, céus!
Babilônia
3.6 362 Assista AgoraQue explosão!
Existe, realmente, um contraste entre a primeira uma hora e meia de filme e a segunda - algumas críticas estão fazendo essa diferenciação entre a primeira hora e as outras duas horas restantes, mas eu vejo de outro ângulo -, entretanto o filme em sua integridade é extasiante. Eu consegui fazer uma analogia entre a excitação inicial de fazer filme e estar naquele celeiro criativo, o baixar da febre com as criações subsequentes, a decadência e o decorrer/a trajetória do filme em si.
Aquele ambiente hollywoodiano parecendo a selva, no qual as pessoas só encaram as outras e dizem "O que é preciso fazer?", é o que me faz perceber (e compreender) o meu amor pela sétima arte e a ganância para entrar nesse mundo real, porém, ao mesmo tempo, ilusório.
Blonde
2.6 450 Assista AgoraDesgraça atrás de desgraça!
Uma película extensa e com várias cenas desconfortantes e impactantes. No entanto, não é justo não apreciar aspectos relevantes como a fotografia, a cenografia (com todo o seu jogo de cores) e as atuações. Consigo compreender grande parte da rejeição, por este filme recebida, mas artisticamente possui seu valor.
Não Olhe para Cima
3.7 1,9K Assista AgoraQue filme insano, gente!
É cômico de tão surreal que é.
Eu amei!
Não Se Preocupe, Querida
3.3 625 Assista AgoraLouco para assistir a este filme!
A Chegada
4.2 3,5K Assista AgoraMagnífico!
Já tinha o visto, em seu ano de lançamento, mas a qualidade não estava adequada.
Revendo-o novamente pude constatar sua magnitude.
Que há vidas em algum lugar do Universo pode ser comprovado? Não! (Ainda não)
Existem alguns registros, como vídeos aleatórios em plataformas de streaming, áudios de torre de comando de voos; contudo, nada que deixe explícito a realidade de outros seres que habitam outros lugares do infinito em que estamos situados. Eu acredito piamente na existência de extraterrestres e, também, acredito que é questão de pouco tempo para que uma comunicação seja estabelecida. Até que isso ocorra, vamos nos contentar com o que está a nosso alcance: a imaginação e esparsos e precários relatos.
Além do mais, como demonstrado no filme, caso outras vidas estejam em algum lugar, elas realmente são inteligentes o suficiente para ainda não contatarem os humanos.
Se nós somos capazes de produzir armas que exterminam a nossa própria espécie, qual o sentido de eles quererem buscar um contato saudável, se, com certeza, os que estão no Poder irão tentar uma defensiva agressiva?
Será que, no decorrer do últimos anos e acontecimentos, os humanos têm se mostrado basicamente inteligentes para receberam ajuda, seja ela de qualquer tipo?
Os que estão no Poder demonstram a cada dia que não passam de pirralhos brincado com seus video-games do que adultos capazes de usar mais que 1% de seu cérebro.
Portanto, até que estejamos intelectualmente e moralmente preparados, não iremos receber visita abertamente disposta, de maneira alguma, pois o diferente ainda não é bem aceito em nossa sociedade, e se algum desses extraterrestres sejam vistos por aí, caso não tenham uma aparência agradável, serão recebidos com diálogo ou com um tiro por serem "estranhos"?
A Esposa
3.8 554Este filme retrata o quanto uma dependência emocional pode acabar com nossas vidas.
Sonhos podem ser deixados para trás e talentos podem ser surrupiados por aqueles a quem confiamos todo o nosso "eu".
(500) Dias com Ela
4.0 5,7K Assista Agora"Odeio" este filme por jogar a verdade na minha cara como se eu não fosse alguém ou não tivesse sentimentos.
Bling Ring - A Gangue de Hollywood
3.0 1,7K Assista AgoraGrande crítica à futilidade!
Acho que só não gostou quem realmente não entendeu o que o filme pretende passar.
A maioria dos integrantes da gangue tinha dinheiro, não eram milionários, mas possuíam boas condições para viver. Daí, entediados, resolveram "fazer compras".
É impressionante a naturalidade com a qual eles entravam nas casas e pegavam o que queriam, é como se eles pensassem: "Eu tenho o direito de estar aqui". Nenhum limite.
Amor Por Direito
4.0 460 Assista AgoraÉ perceptível que o filme não buscou focar na história de amor entre as duas, e sim na luta pela conquista de seus direitos. O cunho político que carrega é de grande peso, o que me fez constatar, mais uma vez, minha crença sobre as decisões dos políticos. Em grande parte das vezes, todas estas são baseadas em suas convicções e, também, nas ideias propagadas pelas suas religiões, fazendo-me refletir: "O princípio da impessoalidade é letra morta da lei?" Pois é isso que normalmente vemos.
Mistérios da Carne
4.1 1,0K Assista AgoraTemas tabus possuem um charme para mim. Acredito que a melhor maneira de expô-los é através do cinema, independetemente se de forma mais contida ou mais explícita. É importante o ser humano ter uma percepção mais realista de sua natureza, e, de forma individualista, olhar para si mesmo e ver até onde sua bagunça interna é capaz de invadir o limite do outro.
No caso de "Mistérios da Carne" a forma que as histórias das personagens foram tratadas é especial. Cada um com seus limites e percepções diferentes das situações. Cada um lidando de acordo com sua própria visão de mundo.
A começar pela Wendy (Michelle Trachtenberg), amiga de Neil, por mais que tenha um sentimento lindo pelo amigo, não conseguiu ajudá-lo de uma maneira "saudável", ou seja, não conseguiu fazer com que o amigo olhasse para o que estava acontecendo e fê-lo buscar ajuda; talvez por também se sentir culpada/confusa pelo que presenciou e não ter chegado a uma conclusão em sua cabeça.
Já Brian (Brady Corbet) não conseguiu olhar diretamente para sua ferida, a alternativa escolhida foi a fuga. Buscou crer que a causa de toda sua dor estava bem distante...
No caso de Niel (Joseph Gordon-Levitt), seus atos na vida adulta foram uma reprodução de sua vivência. Possivelmente uma mistura de culpa, vergonha, amor e prazer o fez adotar aquela conduta autodestrutiva.
Exatamente esta deve ser a essência de fimes com assuntos polêmicos: repassar a forma como cada um lida com seus fantasmas e problemas em sua individualidade, com a intensidade de sua dor.