Sou muito fã da franquia original a ponto de tê-la reassistido diversas vezes. Este filme é uma obra de origem do vampiro Radu e foi muito nostálgico e gratificante ter mais um filme da franquia sendo lançado, ainda mais com a equipe dos filmes originais. É impressionante como Denice Duff não envelheceu um dia sequer desde o quarto filme lá dos anos 90, o que me faz pensar que a atriz é uma vampira, assim como sua famosa personagem Michelle. kkkk Aqui as locações e cenários estão lindos, nos remetendo demais aos filmes originais, inclusive creio que o Castelo Vladislas é o mesmo utilizado nas obras anteriores da franquia. É muito interessante ver a origem da mãe bruxa de Radu, assim como do vampiro Ash que retorna no 4º filme, e também da vampira caçadora de vampiros que é a criadora mestra do Zachary de Vampire Journals e que segue os mesmos passos dela. Só o caminho que tomaram como o pai do Radu que achei equivocado e fora do que o primeiro filme da saga nos apresentou lá atrás, mas tirando isso é um bom filme. No final, é uma obra divertida, interessante e muito recompensadora para quem é fã da série.
O filme como um produto estético é muito bem feito, produção impecável, fotografia bonita, atuações boas e locações e cenários excelentes. Mas para por aí, pois como história é um total insulto ao clássico de Bram Stoker. E descobri só o fim que é uma adaptação de um conto do Joe Hill, o que me faz confirmar que não gosto mesmo dos contos dele, tanto os que li no volume "Fantasma do Século XX" quanto os adaptados não me agradaram tanto e esse aqui de longe é o mais fraco.
Que trasheira maravilhosa. Para quem é fã de histórias do Lovecraft (assim como eu) vai adorar esse filme, cheio de referências à personagens, acontecimentos e nomes importantes da obra do Lovecraft, e ainda temos um plus de ser um filme mega divertido, uma trama muito interessante que mescla muito bem os dois contos do título, O Inominável e O Depoimento de Randolph Carter e com o acréscimo de personagens legais e cativantes, como o próprio Carter e a indefesa Alyda e os magníficos efeitos práticos de maquiagem dando o nome e mostrando uma qualidade magitral. Lembrando que é um filme trash dos anos 90 com cara de anos 80, então não vão esperando uma obra-prima, mas sim um delicioso filme divertido feito para agraciar os fãs de horror cósmico e os fãs desse tipo de produção mais barata, porém cheia de esforço por parte de todos. Recomendo!
Eu gostei desse filme, um trash do início dos anos 90 com cheiro de anos 80 e uma história que tem inspirações em contos do Lovecraft e no livro/filme Os Invasores de Corpos. Bem divertido e descompromissado e com criaturas muito interessantes e bem feitas. Padrão Full Moon de qualidade trash gostosinho de assistir.
Mais um filmaço do Jean Rollin, aqui uma obra que transita entre o terror gore, o drama e o gótico, se passando em um castelo antigo e atmosférico cercado por uma floresta linda e próximo a um pequeno povoado cheio de pessoas supersticiosas. A morta-viva do título é o destaque do filme, com seus momentos raivosos e sanguinários e momentos de lucidez e depressão profunda por sua condição atual. Também interessante é a personagem da melhor amiga dela que faz de tudo para mantê-la "viva", de todas as formas e maneiras possíveis, mesmo que isso a leve à um espiral de assassinatos. Um filme maravilhoso, cheio da poesia gótica que Jean Rollin sabe muito bem fazer em suas produções, locações e cenários suntuosos e de encher os olhos e um roteiro simples mas muito efetivo que nos passa o horror e a melancolia de toda a situação. Esse diretor é bom demais, raro ele me desapontar e com certeza é um prato cheio para os amantes da arte gótica, seja na literatura ou no cinema.
Excelente retomada da franquia com mortes criativas, tensão crescente nos momentos de preparação da Morte e personagens legais, sem contar no novo fator da Morte perseguir todas as linhagens de sobreviventes da primeira premonição que aconteceu lá nos anos 60 e ainda contando com leves toques de humor negro. Se forem continuar com a franquia, o que é bem provável diante da Hollywood de hoje que prefere apostar em séries já consagradas do cinema, basta seguirem com ideias criativas e interessantes como nesse volume. Adorei.
Filmaço! Uma magistral mistura de body-horror, terror psicológico e humor negro. As críticas aos padrões de beleza estão todas ali de forma escancarada nos remetendo ao mais recente sucesso que faz a mesma coisa, o incrível A Substância, mas aqui o gore e a aflição é ainda maior e gráfica, acreditem. A "irmã feia", Elvira, nem é feia, a moça é linda, mas como os padrões de beleza sempre impõem um ideal ela é vista como feia. É só lembrarmos das cenas em que ela fantasia com o príncipe e está sem todos os artifícios que o filme usa para deixá-la feia como o aparelho, o penteado infantilizado e as roupas maiores do que ela, lá a vemos como ela realmente é, mesmo que a própria ache que aquela sua versão é apenas uma fantasia. E é claro, a versão sombria (e muito próxima da versão original do conto de fadas) de Cinderella é uma grata surpresa, com é claro, a famosa e super esperada cena do sapato, que para quem conhece o conto original, está nesse filme retratada certinha e de maneira horrenda e angustiante. Filmaço com toda certeza, bom ficarmos de olho na atriz da Elvira que fez um trabalho espetacular e na diretora que o fez sublimemente.
Divertido pra caramba. Com um fiapo bem fininho do conto original do Stephen King, o ótimo Osgood Perkins conseguiu fazer um filme de terror sangrento, gore, atmosférico em momentos específicos e cheio de cenas engraçadas e que se costuram muito bem aos acontecimentos non-sense da história. Vale muito a conferida.
Que filme maravilhoso. O remake norte-americano com certeza é o mais famoso aqui no ocidente, mas a obra original japonesa é incrível. Tem todo um tom mais cru e sóbrio, o que nos deixa mas imersos no filme, a história está toda lá, igualzinha a do remake que todos nós conhecemos, mas aqui ela adquire ares mais sombrios com o passado da Sadako e sua mãe, que no remake é apenas um vislumbre. A própria Sadako aqui é muito menos monstruosa e hollywoodiana e muito mais como algo errado e que não deveria estar aqui, com seu olhar que, para quem prestar atenção, é de ponta-cabeça. Aqui não temos aquele show de aparições e assombrações acontecendo a cada dia que a vítima se aproxima da data da sua morte como no remake, mas sim uma crescente de tensão e aflição mais calcada no real, conosco por vezes duvidando se a tal maldição é real ou não e por vezes tendo certeza de que algo não está certo. Enfim, um filme maravilhoso e que vale a conferida. Dessa vez, ponto tanto para o original quanto para o remake que souberam fazer obras de horror oportunas e específicas para seus públicos distintos.
Um filme esplêndido, tenso, pesado, perturbador e assustador. Os eventos acontecem em uma sucessão de fatos que nos deixa na ponta da cadeira durante todo o longa, a atmosfera pesada e de solidão que impermeia toda a história é palpável no ar e a desesperança pelo futuro dos personagens é constante e perturbadora. As aparições dos fantasmas são sinistras pra caramba e o modo como o diretor soube trabalhar de forma espetacular com as sombras e quase zero efeitos digitais é louvável e dá um ar perturbador e macabro para todo o filme. Com certeza uma filmaço que todos que amam o cinema de terror japonês precisam conferir e claro, mil anos luz à frente do remake norte-americano que só tem de bom a correção de cores para aquele tom mais azulado melancólico, pois de resto quase nada se aproveita lá. Esse aqui acerta do começo ao fim.
Realmente gosto desse filme. Ele é uma cópia descarada de Atividade Paranormal? Com certeza. Mas tem seus próprios méritos. O clima de tensão por toda obra é tangível, as atuações são muito boas para um filme desse estilo e baixo orçamento e os acontecimentos sobrenaturais são realmente assustadores, com destaque para as pegadas de cinzas no teto da casa. No total, é um ótimo filme para quem curte Found Footage e gostou de Atividade Paranormal.
Até os filmes found footage que hoje em dia estão batidos e sem graça no cinema em geral (salvo poucas franquias como Hell House LLC, Horror in High Desert e VHS) os asiáticos, nesse caso específico, os coreanos conseguem fazer um bom filme, assustador, sabendo usar os clichês do gênero à seu favor e deixando o expectador na ponta da cadeira. Adorei.
Gente do céu, que filme ruinzinho. É o puro suco do terror anos 2000: jump scares bobos, espíritos e demônios fazendo careta de CGI, ambientação e construção de clima zero, roteiro corrido e vazio, personagens sem graça e pessimamente desenvolvidos, produção de época (no caso anos 70) vergonhosa com nada nos remetendo que estamos naquela década e clichês super batidos e mal aproveitados. Ryan Reynolds mandou muito bem nesse papel, lembrando que na época o ator era especializado em comédias e besteiróis, mas aqui ele conseguiu sair muito bem de sua zona de conforto e entregar uma atuação bem diferente de tudo o que ele fez até aquele momento. Já o filme em si é um pastiche sem fim com nenhum pingo de originalidade dentro do gênero e nem inspiração no caso real, no livro e no filme original dos anos 70, que diga-se de passagem é uma pequena obra-prima dos filmes de casas assombradas. Esse aqui usou tudo o que era moda no cinema do começo dos anos 2000 à exaustão e deixou a obra muito rasa e que infelizmente envelheceu como leite. Funcionou na sua época de lançamento, inclusive para mim que naquele tempo me agradou e me fez ir atrás dos filmes anteriores da franquia original, mas hoje em dia em uma revisada é entediante, frustrante e morno. Vale a pena conferir muito mais o original de 1979 que mesmo sendo mais antigo não ficou datado ou perdeu sua eficácia em nos deixar com medo. Essa refilmagem o máximo que vai conseguir nos causar é vergonha alheia por conta de tanta exposição visual das assombrações (o que tira totalmente o clima de tensão) e por causa de seu roteiro pífio. Esse não passa na famosa Regra dos 15 Anos de jeito nenhum!
Gente, mesmo com a nota baixa, o filme é realmente bom. Ele é no mesmo esquema de Host, se passando em telas de computador, celular e às vezes de câmeras de segurança. E ainda nos mostra um pouquinho sobre o folclore japonês, sem contar que a história, embora não seja original (já vimos crianças possuídas por entidades aos montes em filmes) é bem legal de se acompanhar justamente pelo distanciamento entre a família e as coisas que o pai tenta fazer de todas as formas para ajudar, mesmo estando cada um de um lado do globo. Vale a conferida sim, pelo menos no mínimo umas 3 estrelas vale.
Versão divertida e tresloucada do conto original do mestre H. P. Lovecraft. Aqui nós temos mais uma aura de filme de terror trash dos anos 80, cheio de exageros em todos os sentidos, desde o final apoteótico até o modo como a cor se manifesta de maneira totalmente física. Os efeitos práticos estão impecáveis e dignos de nota e os digitais cumprem o seu papel bem, sem grande destaque mas também sem atrapalhar o filme como um todo. No quesito adaptação e fidelidade ao conto original, tem muitíssimas liberdades de roteiro, mas o plot básico está lá. O conto é muito mais macabro, sombrio e menos explícito (embora tenha uma ou outra cena mais chocante), mas num todo é uma versão interessante. Alguns dados curiosos é que o filme faz várias referências às obras gerais do Lovecraft como a citação da Universidade Miskatonik e da cidade Arkham que sempre aparecem nas histórias do autor. Outras referências são os nomes Lavínia que é a personagem de uma bruxa das trevas que engravida de um Deus Cósmico no conto "Horror em Dunwich" e Ward Phillips, sendo o primeiro nome uma clara referência à noveleta "O Estranho Caso de Charles Dextar Ward" e o segundo nome sendo o nome do meio do autor, Howard Phillips Lovecraft, além de uma rápida aparição de um livro Necronomicon frajuto na cama da personagem Lavínia. No geral, esse filme vai agradar bastante aos adoradores dos filmes trash dos anos 80, nada tão memorável e digno de nota como as excelentes versões que Stuart Gordon fez em "Re-Animator", "Noiva do Re-Animator", "Do Além" e "Sonhos na Casa da Bruxa". Está mais para "Abominável Criatura", "O Inominável", "Necronomicon", "Herança Maldita" e "Aprisionados pelo Medo", mas ainda assim garante horas de diversão. Nicholas Cage é a cereja do bolo com toda certeza, sua atuação excêntrica casou perfeitamente com o estilo do filme.
Essa franquia vem melhorando cada vez mais à cada filme. Temos um vilão marcante e único. Temos uma final girl carismática e fodona. Temos uma mitologia interessante sendo construída ao redor do vilão E temos todos o sangue, gore e tripas que os fãs do horror amam, mas com o charme do gore ser todo estilo anos 80, pedaços decepados claramente de bonecões e borracha, sangue vermelhão estilo giallo italiano e mortes exageradas e criativas, bem longe do grotesco realista de filmes como Jogos Mortais e O Albergue, aqui tudo está mais para o exagero surrealista e falso de um jeito bom dos filmes slahsers dos anos 80. Enfim, temos uma franquia de terror slasher crescendo promissoramente e pronta para ganhar várias continuações, algumas divertidas, outras duvidosas, bem como os grandes assassinos slashers dos anos 80 tinham à exemplo de Freddy Krueger (Art, O Palhaço tem muito dele), Michael Myers, Jason, Chucky e por aí vai. Ansioso pelo próximo filme.
Eu AMEI esse filme. Um excelente exemplar de filme slow burn onde o horror por horas se mostra na mente da protagonista e por horas é realmente sobrenatural. O ritmo e narrativa lenta enfatizam ainda mais a solidão e a claustrofobia da história, que mesmo se passando em um lugar totalmente aberto, é ermo e isolado de tudo. Um maravilhoso filme com a sub-temática de Folk-Horror (também conhecido como Horror Rural ou Folclórico).
Bem melhor do que vários American Pie's lançados fora da turma de protagonistas originais. Segue os mesmos elementos do original: besteirol, sacanagem, o pacto, uma Stifler presente, um adulto "prafrentés" que dá dicas de relacionamentos bem abertamente e personagens carismáticas e divertidas de acompanhar. Acho que a nota baixa se dá ao caso de ser focado totalmente nas moças, o que vai em contra-mão ao público primário da série que são rapazes. Mas é muito divertido e bem legal de se assistir. Recomendo pra quem gosta do gênero, gostou da série e não tem problemas com um filme desse estilo totalmente focado no ponto de vista feminino.
Gostei demaaais dessa bagaceira. Um trashão de respeito que nos remete automaticamente aos filmes da trilogia das Bruxas Mães de Dario Argento, assim como outras pérolas do cinema de terror trash dos anos 70/80, com uma pitada de Sam Raimi e Lucio Fulci. Atuações breguíssimas, ambientação e fotografia interessantes e um roteiro muito bom dividido em capítulos e nos apresentando as tais duas bruxas do título, cada uma em seu tempo e à sua maneira. E sem contar no quesito de mostrar esse tipo de bruxa maléfica, horrenda, assustadora e perigosa do imaginário medieval sobre bruxaria satânica. Um filme despretensioso mas muito divertido para os menos exigentes. É só encarar como uma obra transmitida diretamente do Cine Trash apresentado na Rede Bandeirantes dos anos 90 pelo José Mojica Marins em seu personagem mais marcante, o saudoso Zé do Caixão.
Com certeza fechou com chave de ouro da trilogia com a Mia Goth e o Ti West. Uma mistura deliciosa de neo-noir com giallo, uma Hollywood anos 80 decadente, personagens desesperados para provarem seu talento e conquistarem seu espaço no cinema e cenas de assassinatos e investigações interessantíssimas. Mia Goth como sempre brilhando ofuscantemente sem comparações, mas agora dividindo mais a tela com outros astros ótimos, como Kevin Bacon que tem um personagem muito impactante e que também chama a atenção. Sem contar em todo o plot envolvendo o Night Stalker e a tal seita satânica que sabe muito sobre o passado sombrio da nossa querida, corajosa e doida Maxine, Amei demais.
Infinitamente melhor que o primeiro, aqui temos uma história que realmente se parece com uma partida de RPG: um dragão negro adormecido pelos poderes de druídas ancestrais, um vilão do passado que retorna do mundo dos mortos cheio de rancor e uma vingança avassaladora, um grupo de heróis reunidos na capital do reino para irem de encontro à sua missão e deter o mal que vai assolar suas terras, personagens que variam entre raças e classes diversas e paisagens e lugares muito legais e bem feitos (melhor CGI do que o do filme anterior) mas infelizmente os monstros de computacão gráficas continuam ruinzinhos, mas isso se deve ao fato de ser um filme feito direto para DVD/VHS, com um orçamento bem mais baixo que o anterior. Mas no geral é um filme bastante divertido, muito mais parecido com um RPG de verdade e com personagens legais, cenas de aventuras boas e um plot bem interessante. Sempre lembrando que é um filme de baixo orçamento e feito direto para locação, nada grandioso como obras feitas para o cinema. Parece que justamente por ser um filme B os produtores não colocaram tantos pitacos e o time de roteiritas e o diretor puderam fazer algo mais semelhante ao material de origem. Gostei. Agora partiu ver o terceiro.
Fui assistir esperando uma bomba terrível estilo filmes do Syfy mas é até divertido e dá para entreter quem gosta de uma fantasia despretensiosa e mais estilo "Sessão da Tarde e Cinema em Casa". Me lembrou os divertidos filmes de fantasia do Ray Harryhausen das décadas de 60 e 70. Lembrando que esse filme saiu antes de O Senhor dos Anéis que é com certeza a obra definitiva de fantasia medieval tanto no cinema quanto na literatura. Temos 2 grandes nomes do cinema da epoca no elenco, Jeremy Irons e Thora Birch para dar peso a obra e cenarios bonitos e bem aproveitados (os realistas) mas no quesito CHI realmente deixou a desejar, principalmente em criação de exteriores de castelos e cidadrs medievais e nos dragoes estranhos. Mas a trama é legal, divertida e despretensiosa digna de uma partida de mesa de RPG, varias raças provenientes do jogo e uma direção dura, mas eficiente. A trilha sonora também é competente e se encaixa muito bem com o filme e a estrutura política do universo funciona bem dentro da obra. Nao é essa horroridade toda que o pessoal está falando, assistam por conta própria e tirem suas conclusões, afinal é só uma fantasia medieval despretensiosa e leve. O pessoal não sabe leva em conta o que é filme ruim de verdade. Exemplo, Em Nome do Rei do Uwe Boll que é tenso de ruim ou as continuações de Coração de Dragão da mesma época.
Subspecies V: Blood Rise
2.8 10Sou muito fã da franquia original a ponto de tê-la reassistido diversas vezes.
Este filme é uma obra de origem do vampiro Radu e foi muito nostálgico e gratificante ter mais um filme da franquia sendo lançado, ainda mais com a equipe dos filmes originais. É impressionante como Denice Duff não envelheceu um dia sequer desde o quarto filme lá dos anos 90, o que me faz pensar que a atriz é uma vampira, assim como sua famosa personagem Michelle. kkkk
Aqui as locações e cenários estão lindos, nos remetendo demais aos filmes originais, inclusive creio que o Castelo Vladislas é o mesmo utilizado nas obras anteriores da franquia.
É muito interessante ver a origem da mãe bruxa de Radu, assim como do vampiro Ash que retorna no 4º filme, e também da vampira caçadora de vampiros que é a criadora mestra do Zachary de Vampire Journals e que segue os mesmos passos dela.
Só o caminho que tomaram como o pai do Radu que achei equivocado e fora do que o primeiro filme da saga nos apresentou lá atrás, mas tirando isso é um bom filme.
No final, é uma obra divertida, interessante e muito recompensadora para quem é fã da série.
Abraham's Boys
2.1 6O filme como um produto estético é muito bem feito, produção impecável, fotografia bonita, atuações boas e locações e cenários excelentes. Mas para por aí, pois como história é um total insulto ao clássico de Bram Stoker. E descobri só o fim que é uma adaptação de um conto do Joe Hill, o que me faz confirmar que não gosto mesmo dos contos dele, tanto os que li no volume "Fantasma do Século XX" quanto os adaptados não me agradaram tanto e esse aqui de longe é o mais fraco.
O Inominável: O Retorno
3.0 38 Assista AgoraQue trasheira maravilhosa. Para quem é fã de histórias do Lovecraft (assim como eu) vai adorar esse filme, cheio de referências à personagens, acontecimentos e nomes importantes da obra do Lovecraft, e ainda temos um plus de ser um filme mega divertido, uma trama muito interessante que mescla muito bem os dois contos do título, O Inominável e O Depoimento de Randolph Carter e com o acréscimo de personagens legais e cativantes, como o próprio Carter e a indefesa Alyda e os magníficos efeitos práticos de maquiagem dando o nome e mostrando uma qualidade magitral. Lembrando que é um filme trash dos anos 90 com cara de anos 80, então não vão esperando uma obra-prima, mas sim um delicioso filme divertido feito para agraciar os fãs de horror cósmico e os fãs desse tipo de produção mais barata, porém cheia de esforço por parte de todos. Recomendo!
Semente do Mal
2.5 13Eu gostei desse filme, um trash do início dos anos 90 com cheiro de anos 80 e uma história que tem inspirações em contos do Lovecraft e no livro/filme Os Invasores de Corpos. Bem divertido e descompromissado e com criaturas muito interessantes e bem feitas. Padrão Full Moon de qualidade trash gostosinho de assistir.
A Morta-Viva
3.4 22Mais um filmaço do Jean Rollin, aqui uma obra que transita entre o terror gore, o drama e o gótico, se passando em um castelo antigo e atmosférico cercado por uma floresta linda e próximo a um pequeno povoado cheio de pessoas supersticiosas. A morta-viva do título é o destaque do filme, com seus momentos raivosos e sanguinários e momentos de lucidez e depressão profunda por sua condição atual. Também interessante é a personagem da melhor amiga dela que faz de tudo para mantê-la "viva", de todas as formas e maneiras possíveis, mesmo que isso a leve à um espiral de assassinatos.
Um filme maravilhoso, cheio da poesia gótica que Jean Rollin sabe muito bem fazer em suas produções, locações e cenários suntuosos e de encher os olhos e um roteiro simples mas muito efetivo que nos passa o horror e a melancolia de toda a situação.
Esse diretor é bom demais, raro ele me desapontar e com certeza é um prato cheio para os amantes da arte gótica, seja na literatura ou no cinema.
Project MKHEXE
2.1 4Muito bom, é uma mistura de teoria da conspiração governamental estilo MK Ultra, com uma modernização de O Chamado de Cthulhu.
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 735 Assista AgoraExcelente retomada da franquia com mortes criativas, tensão crescente nos momentos de preparação da Morte e personagens legais, sem contar no novo fator da Morte perseguir todas as linhagens de sobreviventes da primeira premonição que aconteceu lá nos anos 60 e ainda contando com leves toques de humor negro.
Se forem continuar com a franquia, o que é bem provável diante da Hollywood de hoje que prefere apostar em séries já consagradas do cinema, basta seguirem com ideias criativas e interessantes como nesse volume. Adorei.
A Meia-Irmã Feia
3.8 442 Assista AgoraFilmaço!
Uma magistral mistura de body-horror, terror psicológico e humor negro.
As críticas aos padrões de beleza estão todas ali de forma escancarada nos remetendo ao mais recente sucesso que faz a mesma coisa, o incrível A Substância, mas aqui o gore e a aflição é ainda maior e gráfica, acreditem.
A "irmã feia", Elvira, nem é feia, a moça é linda, mas como os padrões de beleza sempre impõem um ideal ela é vista como feia. É só lembrarmos das cenas em que ela fantasia com o príncipe e está sem todos os artifícios que o filme usa para deixá-la feia como o aparelho, o penteado infantilizado e as roupas maiores do que ela, lá a vemos como ela realmente é, mesmo que a própria ache que aquela sua versão é apenas uma fantasia.
E é claro, a versão sombria (e muito próxima da versão original do conto de fadas) de Cinderella é uma grata surpresa, com é claro, a famosa e super esperada cena do sapato, que para quem conhece o conto original, está nesse filme retratada certinha e de maneira horrenda e angustiante.
Filmaço com toda certeza, bom ficarmos de olho na atriz da Elvira que fez um trabalho espetacular e na diretora que o fez sublimemente.
O Macaco
2.4 364 Assista AgoraDivertido pra caramba.
Com um fiapo bem fininho do conto original do Stephen King, o ótimo Osgood Perkins conseguiu fazer um filme de terror sangrento, gore, atmosférico em momentos específicos e cheio de cenas engraçadas e que se costuram muito bem aos acontecimentos non-sense da história. Vale muito a conferida.
O Chamado
3.3 351 Assista AgoraQue filme maravilhoso.
O remake norte-americano com certeza é o mais famoso aqui no ocidente, mas a obra original japonesa é incrível.
Tem todo um tom mais cru e sóbrio, o que nos deixa mas imersos no filme, a história está toda lá, igualzinha a do remake que todos nós conhecemos, mas aqui ela adquire ares mais sombrios com o passado da Sadako e sua mãe, que no remake é apenas um vislumbre. A própria Sadako aqui é muito menos monstruosa e hollywoodiana e muito mais como algo errado e que não deveria estar aqui, com seu olhar que, para quem prestar atenção, é de ponta-cabeça.
Aqui não temos aquele show de aparições e assombrações acontecendo a cada dia que a vítima se aproxima da data da sua morte como no remake, mas sim uma crescente de tensão e aflição mais calcada no real, conosco por vezes duvidando se a tal maldição é real ou não e por vezes tendo certeza de que algo não está certo.
Enfim, um filme maravilhoso e que vale a conferida.
Dessa vez, ponto tanto para o original quanto para o remake que souberam fazer obras de horror oportunas e específicas para seus públicos distintos.
Kairo
3.4 192Um filme esplêndido, tenso, pesado, perturbador e assustador.
Os eventos acontecem em uma sucessão de fatos que nos deixa na ponta da cadeira durante todo o longa, a atmosfera pesada e de solidão que impermeia toda a história é palpável no ar e a desesperança pelo futuro dos personagens é constante e perturbadora. As aparições dos fantasmas são sinistras pra caramba e o modo como o diretor soube trabalhar de forma espetacular com as sombras e quase zero efeitos digitais é louvável e dá um ar perturbador e macabro para todo o filme. Com certeza uma filmaço que todos que amam o cinema de terror japonês precisam conferir e claro, mil anos luz à frente do remake norte-americano que só tem de bom a correção de cores para aquele tom mais azulado melancólico, pois de resto quase nada se aproveita lá.
Esse aqui acerta do começo ao fim.
Entidade Paranormal
2.7 167Realmente gosto desse filme.
Ele é uma cópia descarada de Atividade Paranormal? Com certeza.
Mas tem seus próprios méritos. O clima de tensão por toda obra é tangível, as atuações são muito boas para um filme desse estilo e baixo orçamento e os acontecimentos sobrenaturais são realmente assustadores, com destaque para as pegadas de cinzas no teto da casa.
No total, é um ótimo filme para quem curte Found Footage e gostou de Atividade Paranormal.
Gonjiam: Manicômio Assombrado
3.0 142 Assista AgoraAté os filmes found footage que hoje em dia estão batidos e sem graça no cinema em geral (salvo poucas franquias como Hell House LLC, Horror in High Desert e VHS) os asiáticos, nesse caso específico, os coreanos conseguem fazer um bom filme, assustador, sabendo usar os clichês do gênero à seu favor e deixando o expectador na ponta da cadeira. Adorei.
Horror em Amityville
3.2 815 Assista AgoraGente do céu, que filme ruinzinho.
É o puro suco do terror anos 2000: jump scares bobos, espíritos e demônios fazendo careta de CGI, ambientação e construção de clima zero, roteiro corrido e vazio, personagens sem graça e pessimamente desenvolvidos, produção de época (no caso anos 70) vergonhosa com nada nos remetendo que estamos naquela década e clichês super batidos e mal aproveitados.
Ryan Reynolds mandou muito bem nesse papel, lembrando que na época o ator era especializado em comédias e besteiróis, mas aqui ele conseguiu sair muito bem de sua zona de conforto e entregar uma atuação bem diferente de tudo o que ele fez até aquele momento.
Já o filme em si é um pastiche sem fim com nenhum pingo de originalidade dentro do gênero e nem inspiração no caso real, no livro e no filme original dos anos 70, que diga-se de passagem é uma pequena obra-prima dos filmes de casas assombradas. Esse aqui usou tudo o que era moda no cinema do começo dos anos 2000 à exaustão e deixou a obra muito rasa e que infelizmente envelheceu como leite. Funcionou na sua época de lançamento, inclusive para mim que naquele tempo me agradou e me fez ir atrás dos filmes anteriores da franquia original, mas hoje em dia em uma revisada é entediante, frustrante e morno.
Vale a pena conferir muito mais o original de 1979 que mesmo sendo mais antigo não ficou datado ou perdeu sua eficácia em nos deixar com medo. Essa refilmagem o máximo que vai conseguir nos causar é vergonha alheia por conta de tanta exposição visual das assombrações (o que tira totalmente o clima de tensão) e por causa de seu roteiro pífio.
Esse não passa na famosa Regra dos 15 Anos de jeito nenhum!
Bloat
1.9 9Gente, mesmo com a nota baixa, o filme é realmente bom. Ele é no mesmo esquema de Host, se passando em telas de computador, celular e às vezes de câmeras de segurança. E ainda nos mostra um pouquinho sobre o folclore japonês, sem contar que a história, embora não seja original (já vimos crianças possuídas por entidades aos montes em filmes) é bem legal de se acompanhar justamente pelo distanciamento entre a família e as coisas que o pai tenta fazer de todas as formas para ajudar, mesmo estando cada um de um lado do globo. Vale a conferida sim, pelo menos no mínimo umas 3 estrelas vale.
A Cor que Caiu do Espaço
3.1 367 Assista AgoraVersão divertida e tresloucada do conto original do mestre H. P. Lovecraft.
Aqui nós temos mais uma aura de filme de terror trash dos anos 80, cheio de exageros em todos os sentidos, desde o final apoteótico até o modo como a cor se manifesta de maneira totalmente física.
Os efeitos práticos estão impecáveis e dignos de nota e os digitais cumprem o seu papel bem, sem grande destaque mas também sem atrapalhar o filme como um todo.
No quesito adaptação e fidelidade ao conto original, tem muitíssimas liberdades de roteiro, mas o plot básico está lá. O conto é muito mais macabro, sombrio e menos explícito (embora tenha uma ou outra cena mais chocante), mas num todo é uma versão interessante.
Alguns dados curiosos é que o filme faz várias referências às obras gerais do Lovecraft como a citação da Universidade Miskatonik e da cidade Arkham que sempre aparecem nas histórias do autor. Outras referências são os nomes Lavínia que é a personagem de uma bruxa das trevas que engravida de um Deus Cósmico no conto "Horror em Dunwich" e Ward Phillips, sendo o primeiro nome uma clara referência à noveleta "O Estranho Caso de Charles Dextar Ward" e o segundo nome sendo o nome do meio do autor, Howard Phillips Lovecraft, além de uma rápida aparição de um livro Necronomicon frajuto na cama da personagem Lavínia.
No geral, esse filme vai agradar bastante aos adoradores dos filmes trash dos anos 80, nada tão memorável e digno de nota como as excelentes versões que Stuart Gordon fez em "Re-Animator", "Noiva do Re-Animator", "Do Além" e "Sonhos na Casa da Bruxa". Está mais para "Abominável Criatura", "O Inominável", "Necronomicon", "Herança Maldita" e "Aprisionados pelo Medo", mas ainda assim garante horas de diversão.
Nicholas Cage é a cereja do bolo com toda certeza, sua atuação excêntrica casou perfeitamente com o estilo do filme.
Terrifier 3
3.1 285 Assista AgoraEssa franquia vem melhorando cada vez mais à cada filme.
Temos um vilão marcante e único.
Temos uma final girl carismática e fodona.
Temos uma mitologia interessante sendo construída ao redor do vilão
E temos todos o sangue, gore e tripas que os fãs do horror amam, mas com o charme do gore ser todo estilo anos 80, pedaços decepados claramente de bonecões e borracha, sangue vermelhão estilo giallo italiano e mortes exageradas e criativas, bem longe do grotesco realista de filmes como Jogos Mortais e O Albergue, aqui tudo está mais para o exagero surrealista e falso de um jeito bom dos filmes slahsers dos anos 80.
Enfim, temos uma franquia de terror slasher crescendo promissoramente e pronta para ganhar várias continuações, algumas divertidas, outras duvidosas, bem como os grandes assassinos slashers dos anos 80 tinham à exemplo de Freddy Krueger (Art, O Palhaço tem muito dele), Michael Myers, Jason, Chucky e por aí vai.
Ansioso pelo próximo filme.
Terra Assombrada
2.9 98 Assista AgoraEu AMEI esse filme.
Um excelente exemplar de filme slow burn onde o horror por horas se mostra na mente da protagonista e por horas é realmente sobrenatural.
O ritmo e narrativa lenta enfatizam ainda mais a solidão e a claustrofobia da história, que mesmo se passando em um lugar totalmente aberto, é ermo e isolado de tudo.
Um maravilhoso filme com a sub-temática de Folk-Horror (também conhecido como Horror Rural ou Folclórico).
American Pie Apresenta: Meninas ao Ataque
1.9 83Bem melhor do que vários American Pie's lançados fora da turma de protagonistas originais. Segue os mesmos elementos do original: besteirol, sacanagem, o pacto, uma Stifler presente, um adulto "prafrentés" que dá dicas de relacionamentos bem abertamente e personagens carismáticas e divertidas de acompanhar.
Acho que a nota baixa se dá ao caso de ser focado totalmente nas moças, o que vai em contra-mão ao público primário da série que são rapazes.
Mas é muito divertido e bem legal de se assistir.
Recomendo pra quem gosta do gênero, gostou da série e não tem problemas com um filme desse estilo totalmente focado no ponto de vista feminino.
Duas Bruxas: A Herança Diabólica
2.1 42 Assista AgoraGostei demaaais dessa bagaceira. Um trashão de respeito que nos remete automaticamente aos filmes da trilogia das Bruxas Mães de Dario Argento, assim como outras pérolas do cinema de terror trash dos anos 70/80, com uma pitada de Sam Raimi e Lucio Fulci.
Atuações breguíssimas, ambientação e fotografia interessantes e um roteiro muito bom dividido em capítulos e nos apresentando as tais duas bruxas do título, cada uma em seu tempo e à sua maneira. E sem contar no quesito de mostrar esse tipo de bruxa maléfica, horrenda, assustadora e perigosa do imaginário medieval sobre bruxaria satânica.
Um filme despretensioso mas muito divertido para os menos exigentes. É só encarar como uma obra transmitida diretamente do Cine Trash apresentado na Rede Bandeirantes dos anos 90 pelo José Mojica Marins em seu personagem mais marcante, o saudoso Zé do Caixão.
MaXXXine
3.1 673 Assista AgoraCom certeza fechou com chave de ouro da trilogia com a Mia Goth e o Ti West.
Uma mistura deliciosa de neo-noir com giallo, uma Hollywood anos 80 decadente, personagens desesperados para provarem seu talento e conquistarem seu espaço no cinema e cenas de assassinatos e investigações interessantíssimas. Mia Goth como sempre brilhando ofuscantemente sem comparações, mas agora dividindo mais a tela com outros astros ótimos, como Kevin Bacon que tem um personagem muito impactante e que também chama a atenção.
Sem contar em todo o plot envolvendo o Night Stalker e a tal seita satânica que sabe muito sobre o passado sombrio da nossa querida, corajosa e doida Maxine,
Amei demais.
Dungeons & Dragons 2: O Poder Maior
1.9 34 Assista AgoraInfinitamente melhor que o primeiro, aqui temos uma história que realmente se parece com uma partida de RPG: um dragão negro adormecido pelos poderes de druídas ancestrais, um vilão do passado que retorna do mundo dos mortos cheio de rancor e uma vingança avassaladora, um grupo de heróis reunidos na capital do reino para irem de encontro à sua missão e deter o mal que vai assolar suas terras, personagens que variam entre raças e classes diversas e paisagens e lugares muito legais e bem feitos (melhor CGI do que o do filme anterior) mas infelizmente os monstros de computacão gráficas continuam ruinzinhos, mas isso se deve ao fato de ser um filme feito direto para DVD/VHS, com um orçamento bem mais baixo que o anterior.
Mas no geral é um filme bastante divertido, muito mais parecido com um RPG de verdade e com personagens legais, cenas de aventuras boas e um plot bem interessante. Sempre lembrando que é um filme de baixo orçamento e feito direto para locação, nada grandioso como obras feitas para o cinema. Parece que justamente por ser um filme B os produtores não colocaram tantos pitacos e o time de roteiritas e o diretor puderam fazer algo mais semelhante ao material de origem. Gostei.
Agora partiu ver o terceiro.
A Vampira Nua
3.0 13Esse infelizmente não é um dos melhores do Rollin, mas não deixa de ter seu charme.
Dungeons & Dragons: A Aventura Começa Agora
2.0 167 Assista AgoraFui assistir esperando uma bomba terrível estilo filmes do Syfy mas é até divertido e dá para entreter quem gosta de uma fantasia despretensiosa e mais estilo "Sessão da Tarde e Cinema em Casa". Me lembrou os divertidos filmes de fantasia do Ray Harryhausen das décadas de 60 e 70.
Lembrando que esse filme saiu antes de O Senhor dos Anéis que é com certeza a obra definitiva de fantasia medieval tanto no cinema quanto na literatura.
Temos 2 grandes nomes do cinema da epoca no elenco, Jeremy Irons e Thora Birch para dar peso a obra e cenarios bonitos e bem aproveitados (os realistas) mas no quesito CHI realmente deixou a desejar, principalmente em criação de exteriores de castelos e cidadrs medievais e nos dragoes estranhos.
Mas a trama é legal, divertida e despretensiosa digna de uma partida de mesa de RPG, varias raças provenientes do jogo e uma direção dura, mas eficiente.
A trilha sonora também é competente e se encaixa muito bem com o filme e a estrutura política do universo funciona bem dentro da obra. Nao é essa horroridade toda que o pessoal está falando, assistam por conta própria e tirem suas conclusões, afinal é só uma fantasia medieval despretensiosa e leve.
O pessoal não sabe leva em conta o que é filme ruim de verdade. Exemplo, Em Nome do Rei do Uwe Boll que é tenso de ruim ou as continuações de Coração de Dragão da mesma época.