O final não podia ter sido mais coerente com toda a série, bonito, inteligente, coerente e acima de tudo, despreocupado, a leveza que essa galera levou essa série é digna de prêmios. Trazer filosofia e teorias quânticas no meio de tantas referencias a celebridades e sub celebridades não foi só uma tarefa fácil como foi uma tarefa inédita. Contem comigo pra tudo <3
Parece que eu morri e que está tudo bem com isso. Uma obra de arte. Atemporal. Vou rever a cada 10 anos.
Esperava um filme com mais referencias ao "bagulho", como o épico "Segurando as Pontas" e não é bem isso mas ainda assim, um filme divertido e inofensivo. Perdeu uma boa oportunidade de fazer críticas sutis a descriminalização, uma vez que usa da premissa da erva no enredo mas isso tbm não pesa no resultado final, que é uma boa comédia porém inteiramente esquecível.
Apesar do desfecho preguiçoso e do excesso de auto referencias é impressionante como mesmo depois de seis temporadas, a série ainda conseguem criar enredos que beiram o limite da criatividade.
Não tem como não ficar ansioso e nostálgico pela última temporada. Só vem.
De mediano pra baixo salvo pela produção competente, roteiro previsível onde a praga usual se espalha e os personagens morrem um por um, na maioria dos casos de forma pouco criativa. Eu só queria ser a loira peituda que morre logo no começo mas nem isso tem.
Muito bom. O enredo é intrigante e apesar de lento, que somado a uma fotografia impecável, nos prende de maneira mansa. As atuações são de qualidades questionáveis, que acabam por diminuir o apelo emocional da trama, principalmente no final. O que não desmerece o longa como um todo, sendo um filme pra ver, rever e indicar. Não conhecia Charlie McDowell e fiquei impressionado com a sua competência.
Power Rangers tem mais do que o suficiente pra ser uma saga de sucesso e esse reboot prova isso. Como prometido, o longa não se prende as referências originais, Jaspion, Changeman e derivados, e busca explorar com mais profundamente cada personagem, nos dando um vislumbre de tudo que jamais soubemos e não nos demos ao trabalho de questionar sobre o universo criado por Saban mas que aparentemente, foi pensado meticulosamente. O roteiro é bem construído e torna os personagens tão críveis quanto eu, você e o Capitão America – não, o Capitão América não rs –. Tão bem construído que deixou de lado o Zordon pacífico e deu vez a um Zordon impaciente, implacável, sedento por justiça – nada mais justo para alguém que sacrificou a todos, inclusive a si mesmo para salvar um universo que pode estar prestes a ser destruído mais uma vez –, e principalmente, substituindo os estereótipos exemplares de cada ranger. Dessa vez, mostrados como adolescentes inevitavelmente inconsequentes como nós somos ou já fomos, lidando ou não com as suas responsabilidades e com as consequências disso, da maneira mais crua possível. É impossível não relacionar o longa a seus irmãos "Projeto Almanaque" e "Poder sem limites", principalmente pelas semelhanças visuais, a direção competente, as câmeras nervosas, os tons que enfatizam os conflitos ao redor de cada personagem, a trilha sonora espetacular. Não espere por um filme cheio de pancadaria e grandes explosões, Transformers já fez isso suficiente nos últimos anos, “Sorry Bumblebee” – entendedores entenderão HAHAHA –.
As atuações são tão ruins que custa levar todo o resto a sério. Se ao menos a direção tivesse sido tão competente quanto a fotografia e cenografia, que são básicas mas muito bem desenvolvidas, teríamos uma comédia esdruxula porém eficiente, o que foi o caso. Exceto pelo fato de que finalmente houve motivo plausível pra existência de números primos, plano cartesiano no tridimensional e outros [...], e mostrou como transformar um bom argumento em um filme duvidoso, esse filme poderia não ter existido
Meio confuso mas todo eficiente. Explorou o tema "estrada da morte" de uma maneira estranha mas que funcionou. Sem se apegar aos personagens e, ao mesmo tempo, mostrando o que se passava ali, sem se sentir na obrigação de ligar todos os pontos, tensionou e deixou algumas reflexões, ainda que rasas.
Joe Hill tem uma liberdade criativa invejável, e através dela torna mais uma história sobre "uma moça assassinada e seu namorado culpável e inconformado" em um enredo verdadeiramente intrigante e cativante. A direção e a fotografia são tão impecáveis quanto o próprio roteiro em si e a trilha sonora, excelente. Sem grandes ressalvas sobre as atuações, cabe apenas citar que não haviam vestígios de Harry no duvidoso Iggy, apesar de ter sido uma atuação mediana da parte do Radcliffe de um modo geral.
Despretensioso e incoerentemente divertido, o roteiro é bobo mas muito bem amarrado. Deixou, de maneira sutil e divertida, reflexões sobre intolerância e igualdade. Não faltando referencias ao cinema americano oitentista, a direção é razoável mas cabível ao gênero. Se o mundo melhorasse hoje, esse filme seria o "Sessão da Tarde" de amanhã.
Ótimo! Fiquei impressionado com a evolução dos "Vicious Brothers" que com uma proposta que tinha tudo pra ser um fiasco, o arriscado (pseudo) found footage e o usual grupo de amigos em uma cabana na floresta, no fim das contas foram excelentes. A direção super cuidadosa alinhada com a linda fotografia e os efeitos especiais tornaram tudo de tirar o fôlego.
Excelente dentro de sua estranheza. Misturar dois gêneros tão peculiares, e já tão repletos de clichês, como terror e musical não poderia soar mais original e único do que aqui. O roteiro, que apesar de simples, foi tão bem desenvolvido quanto as mortes, que apesar de não economizarem no sangue, não soaram falsamente exageradas em momento algum ou não para um musical. As interpretações, a fotografia pseudo envelhecida e a direção também foram excelentes. Estou em êxtase, cantando e sangrando por todos os lados... HUSHUAUHAS.
Repleto de personagens estereotipados e com uma premissa pouco original, o longa se sobressai no desenvolvimento, que é hilário. A direção é tão competente quanto o elenco, que juntos arrancam incontáveis gargalhadas durante as exatas duas horas de duração do filme. Entre os pontos mais marcantes está Jason Statham parodiando a si mesmo em tempo integral e Melissa que: dispensa comentários <3 Ainda que seja só mais um filme sobre espiões trapalhões, sem dúvidas encabeça os melhores da lista.
Uma incansável mistura de clichês que, apesar da direção esforçada, fotografia secamente interessante e das boas interpretações, mal prendem a atenção. Não é RUIM mas não merece além de uma estrela.
Apesar do roteiro estar longe de qualquer originalidade, a excelente direção, a bela fotografia e as singelas – porem eficientes – atuações tornam o que poderia ser apenas mais uma aventura infanto juvenil envolvendo alienígenas em algo extremamente cativante, divertido e emocionante.
The Good Place (4ª Temporada)
4.3 339 Assista AgoraO final não podia ter sido mais coerente com toda a série, bonito, inteligente, coerente e acima de tudo, despreocupado, a leveza que essa galera levou essa série é digna de prêmios. Trazer filosofia e teorias quânticas no meio de tantas referencias a celebridades e sub celebridades não foi só uma tarefa fácil como foi uma tarefa inédita. Contem comigo pra tudo <3
Parece que eu morri e que está tudo bem com isso. Uma obra de arte. Atemporal.
Vou rever a cada 10 anos.
X-Men: Fênix Negra
2.6 1,1KNada presta, nada funciona. Eu sendo a Marvel, ou qualquer pessoa envolvida, teria vergonha desse filme.
Divertida Mente
4.3 3,3K Assista AgoraNão tenho o que comentar mas não podia deixar passar a oportunidade de expressar que: esse filme é uma obra prima. "Que sensibilidade".
Família do Bagulho
3.6 1,5K Assista AgoraEsperava um filme com mais referencias ao "bagulho", como o épico "Segurando as Pontas" e não é bem isso mas ainda assim, um filme divertido e inofensivo. Perdeu uma boa oportunidade de fazer críticas sutis a descriminalização, uma vez que usa da premissa da erva no enredo mas isso tbm não pesa no resultado final, que é uma boa comédia porém inteiramente esquecível.
Uma Ladra sem Limites
2.9 493 Assista AgoraDescompromissado e super divertido, dá até pra se emocionar com algumas cenas. Uma hora e cinquenta minutos de filme passam voando com essa dupla.
The 100 (6ª Temporada)
3.8 85 Assista AgoraApesar do desfecho preguiçoso e do excesso de auto referencias é impressionante como mesmo depois de seis temporadas, a série ainda conseguem criar enredos que beiram o limite da criatividade.
Não tem como não ficar ansioso e nostálgico pela última temporada. Só vem.
Channel Zero: The Dream Door (4ª Temporada)
3.4 38Se perdeu do meio pro fim, uma pena, premissa maravilhosa.
Hangman
2.3 112Poderia ter sido um perfeito curta viral de até 4 minutos.
Perdidos no Espaço (1ª Temporada)
3.7 265 Assista AgoraDesisti no terceiro episódio porque a minha existência é muito curta pra perder tempo com uma série que não quer dizer absolutamente NADA.
Liga da Justiça
3.3 2,5K Assista AgoraZack, eu te amo mas volta pro alterna que esse pop não tá rolando!
Alien: Covenant
3.0 1,3K Assista AgoraDe mediano pra baixo salvo pela produção competente, roteiro previsível onde a praga usual se espalha e os personagens morrem um por um, na maioria dos casos de forma pouco criativa.
Eu só queria ser a loira peituda que morre logo no começo mas nem isso tem.
A Descoberta
3.3 397 Assista AgoraMuito bom. O enredo é intrigante e apesar de lento, que somado a uma fotografia impecável, nos prende de maneira mansa.
As atuações são de qualidades questionáveis, que acabam por diminuir o apelo emocional da trama, principalmente no final. O que não desmerece o longa como um todo, sendo um filme pra ver, rever e indicar.
Não conhecia Charlie McDowell e fiquei impressionado com a sua competência.
Power Rangers
3.2 1,1K Assista AgoraPower Rangers tem mais do que o suficiente pra ser uma saga de sucesso e esse reboot prova isso. Como prometido, o longa não se prende as referências originais, Jaspion, Changeman e derivados, e busca explorar com mais profundamente cada personagem, nos dando um vislumbre de tudo que jamais soubemos e não nos demos ao trabalho de questionar sobre o universo criado por Saban mas que aparentemente, foi pensado meticulosamente.
O roteiro é bem construído e torna os personagens tão críveis quanto eu, você e o Capitão America – não, o Capitão América não rs –. Tão bem construído que deixou de lado o Zordon pacífico e deu vez a um Zordon impaciente, implacável, sedento por justiça – nada mais justo para alguém que sacrificou a todos, inclusive a si mesmo para salvar um universo que pode estar prestes a ser destruído mais uma vez –, e principalmente, substituindo os estereótipos exemplares de cada ranger. Dessa vez, mostrados como adolescentes inevitavelmente inconsequentes como nós somos ou já fomos, lidando ou não com as suas responsabilidades e com as consequências disso, da maneira mais crua possível.
É impossível não relacionar o longa a seus irmãos "Projeto Almanaque" e "Poder sem limites", principalmente pelas semelhanças visuais, a direção competente, as câmeras nervosas, os tons que enfatizam os conflitos ao redor de cada personagem, a trilha sonora espetacular. Não espere por um filme cheio de pancadaria e grandes explosões, Transformers já fez isso suficiente nos últimos anos, “Sorry Bumblebee” – entendedores entenderão HAHAHA –.
Amor e Revolução
3.9 298 Assista AgoraClaustrofóbico, agonizante, revoltante.
Parece que eu estive lá.
Dexter (8ª Temporada)
3.5 1,7K Assista AgoraQue jogo é esse comigo? Só eu quis ir pra mesa dele depois desse final? Ter me matado era melhor </3
Cubo
3.3 895 Assista AgoraAs atuações são tão ruins que custa levar todo o resto a sério. Se ao menos a direção tivesse sido tão competente quanto a fotografia e cenografia, que são básicas mas muito bem desenvolvidas, teríamos uma comédia esdruxula porém eficiente, o que foi o caso.
Exceto pelo fato de que finalmente houve motivo plausível pra existência de números primos, plano cartesiano no tridimensional e outros [...], e mostrou como transformar um bom argumento em um filme duvidoso, esse filme poderia não ter existido
ou ter morrido no cubo sem entender nada como todos os personagens lúcidos e nós telespectadores
Southbound
2.9 158Meio confuso mas todo eficiente. Explorou o tema "estrada da morte" de uma maneira estranha mas que funcionou. Sem se apegar aos personagens e, ao mesmo tempo, mostrando o que se passava ali, sem se sentir na obrigação de ligar todos os pontos, tensionou e deixou algumas reflexões, ainda que rasas.
Amaldiçoado
3.0 1,2K Assista AgoraJoe Hill tem uma liberdade criativa invejável, e através dela torna mais uma história sobre "uma moça assassinada e seu namorado culpável e inconformado" em um enredo verdadeiramente intrigante e cativante.
A direção e a fotografia são tão impecáveis quanto o próprio roteiro em si e a trilha sonora, excelente.
Sem grandes ressalvas sobre as atuações, cabe apenas citar que não haviam vestígios de Harry no duvidoso Iggy, apesar de ter sido uma atuação mediana da parte do Radcliffe de um modo geral.
Guerra dos Monstros
2.7 134 Assista AgoraDespretensioso e incoerentemente divertido, o roteiro é bobo mas muito bem amarrado. Deixou, de maneira sutil e divertida, reflexões sobre intolerância e igualdade.
Não faltando referencias ao cinema americano oitentista, a direção é razoável mas cabível ao gênero.
Se o mundo melhorasse hoje, esse filme seria o "Sessão da Tarde" de amanhã.
Extraterrestrial
2.6 165Ótimo! Fiquei impressionado com a evolução dos "Vicious Brothers" que com uma proposta que tinha tudo pra ser um fiasco, o arriscado (pseudo) found footage e o usual grupo de amigos em uma cabana na floresta, no fim das contas foram excelentes.
A direção super cuidadosa alinhada com a linda fotografia e os efeitos especiais tornaram tudo de tirar o fôlego.
Stage Fright
2.6 68Excelente dentro de sua estranheza. Misturar dois gêneros tão peculiares, e já tão repletos de clichês, como terror e musical não poderia soar mais original e único do que aqui. O roteiro, que apesar de simples, foi tão bem desenvolvido quanto as mortes, que apesar de não economizarem no sangue, não soaram falsamente exageradas em momento algum ou não para um musical. As interpretações, a fotografia pseudo envelhecida e a direção também foram excelentes.
Estou em êxtase, cantando e sangrando por todos os lados... HUSHUAUHAS.
A Espiã que Sabia de Menos
3.5 655 Assista AgoraRepleto de personagens estereotipados e com uma premissa pouco original, o longa se sobressai no desenvolvimento, que é hilário. A direção é tão competente quanto o elenco, que juntos arrancam incontáveis gargalhadas durante as exatas duas horas de duração do filme.
Entre os pontos mais marcantes está Jason Statham parodiando a si mesmo em tempo integral e Melissa que: dispensa comentários <3
Ainda que seja só mais um filme sobre espiões trapalhões, sem dúvidas encabeça os melhores da lista.
Onde o Diabo se Esconde
2.6 99Uma incansável mistura de clichês que, apesar da direção esforçada, fotografia secamente interessante e das boas interpretações, mal prendem a atenção. Não é RUIM mas não merece além de uma estrela.
Terra para Echo
3.4 89Apesar do roteiro estar longe de qualquer originalidade, a excelente direção, a bela fotografia e as singelas – porem eficientes – atuações tornam o que poderia ser apenas mais uma aventura infanto juvenil envolvendo alienígenas em algo extremamente cativante, divertido e emocionante.