Assistido pela 3ª vez. E cada vez que assisto, mais eu gosto, mais eu o entendo, mais eu me identifico. Uma sacanagem tremenda as críticas que esse filme vem sofrendo. Parece combinado. Não tem explicação. Na primeira vez que vi, já não concordava com o massacre, imagina agora.
E outra: outro resultado que não seja o Oscar de Melhor para o Tom Cruise será uma sacanagem tremenda da Academia (o que não seria novidade, não é?!). John Goodman e Riz Ahmed juntos também merecem demais serem lembrados para grandes prêmios.
É um filme que, mesmo você não gostando, te faz pensar, te faz refletir. E as atuações elevam o poder que esse filme tem, faz ele ser magnético. E na 3ª vez, eu percebi ainda mais detalhes nas atuações de todos. Uma verdadeira aula.
A atuação do Tom Cruise (não só do monólogo espetacular, mas as nuances, os detalhes), do Riz Ahmed, do John Goodman, o monólogo do Jesse Plemons, a energia da Sophie Wilde, Michael Stulhbarg e outros coadjuvantes também...
Eu ri demais da parte do Curtis debochando do roteiro na cena do avião, a cena do Atum, a cena do twist no Teatro, a conversa com o presidente no quarto...
Cenas excelentes, bem construídas.
Enfim. Só continuo muito puto mesmo pela Sandra Huller. Foi a maior falha do Iñárritu nesse filme, o péssimo aproveitamento dela. Mas mesmo aparecendo pouco, ela foi brilhante.
Esse filme sem dúvida será cult daqui a alguns anos, e posso dizer com orgulho que assisti quando a maioria não percebeu a qualidade que tem.
Após assistir ao filme na quinta, me permiti assistir novamente no dia seguinte, dessa vez legendado (Repito, a versão dublada é ruim!). E na segunda assistida, o filme se sai bem melhor, pq você o compreende melhor.
Pra um cara que quase decidiu não ir, por se deixar influenciar pelas críticas e notas previas, assistir duas vezes foi bem legal. Depois desse filme, NUNCA MAIS me guiarei por nota de site e de "especialistas de cinema" no Youtube. Esse filme é a prova de que eles são superestimados e não sabem mais de cinema do que nós que comentamos aqui.
Sobre o filme, continuo achando que o roteiro poderia ter sido melhor e que foi um crime o aproveitamento da Sandra Huller, mas o filme definitivamente não merece o hate que está tendo. Cineastas como Robert Eggers, Wes Anderson, David Lynch e Yorgos Lanthimos são bajulados por vários filmes inferiores a Digger.
E, para mim, o Oscar de Melhor Ator é do Tom Cruise. Atuação espetacular. Mas, como já sabemos como funciona o sistema, sinto que vão esnobá-lo mais uma vez, assim como fizeram com Magnólia, Jerry Maguire, Nascido em 4 de Julho e outras grandes oportunidades que ele teve de ser indicado e não foi, como em Rain Man, Trovão Tropical, De Olhos Bem Fechados, O Último Samurai e Colateral. Que bom que ele aparenta não ligar pra isso, mas eu genuinamente gostaria de ver ele em mais papéis assim a partir de agora. É um dos melhores atores de todos os tempos.
E, continuo destacando as atuações do trio Riz Ahmed, John Goodman e Jesse Plemons. Foram excelentes. Até o Michael Stulhbarg se destacou nas vezes que apareceu. Sophie Wilde e Emma D'Arcy também merecem destaque. Só lamento pela Sandra Huller mesmo. Uma atriz do nível dela jogada como uma mera figurante foi uma falha grave do diretor.
Sou um grande fã de Tom Cruise e esperei por longos anos pra ver ele de volta aos dramas que o consagraram nos anos 90. E ele fez valer a espera. Uma atuação excepcional, digna de indicações aos grandes prêmios. Não creio que será dessa vez que ele ganhará o Oscar, mas ao menos indicado ele merece demais. E que a partir desse, ele volte a fazer mais filmes dramáticos, porque talento ele tem de sobra, e esse filme mostrou isso.
Destaco também Riz Ahmed, John Goodman, Jesse Plemons, Sophie Wilde e a bela Emma D'Arcy. E lamento o crime do diretor em desperdiçar o talento da Sandra Huller.
Sobre o filme, tem momentos bem engraçados e que valem muito a reflexão, mas acho que o Inarritu poderia ter passado a mensagem de uma forma melhor. Foi essa a sensação que eu tive.
do personagem do Tom Cruise, que perdeu a filha, e o Kenny encontrando ela, foi algo tão jogado, tão sem sentido. Pra mim, algo descartável na trama. Numa hora a esposa dele diz pra ele focar só na peça, e aí, no meio da peça, ela liga pra ele. kkkk
Mesmo assim, não acho que o filme tenha sido essa decepção toda que o corrupto Rotten Tomatoes e os badalados críticos de Youtube falaram. Garanto que não é pior que qualquer filme dos superestimados Yorgos não-sei-o-quê e Robert Eggers da vida.
Outra recomendação importante: quando tiverem a oportunidade, assistam Legendado. A dublagem desse filme não foi boa.
Reassistido depois de mais de 20 anos. Confesso que não lembrava de muita coisa desse filme. Lembro mais das chamadas do Cinema em Casa, mas com certeza devo ter assistido quando criança, naquele saudoso anos 90. Um verdadeiro clássico. Filme muito bonito, leve, estilo anos 80, do jeito que eu gosto.
Bonnie Bedelia, linda, antes de atingir o ápice sendo resgatada do Nakatomi Plaza. Fred Savage bem novinho, uma linda Lucy Deakins (certeza que muito garoto se apaixonou por ela naquela época! Linda demais) e um talentoso Jay Underwood. Provavelmente naquela época ele era um dos jovens atores que prometiam muito, mas infelizmente a carreira não decolou. Uma pena. Mas por esse e alguns outros filmes dava pra ver o seu talento.
Esse é daqueles filmes que representam uma era dourada, não só do cinema, mas do mundo em geral. Privilégio eu tive de ser criança naquela época! 20.9.26
Nem preciso falar da luta Jackie Chan vs Brad Allan. Legendária. Uma das melhores da carreira do Chan e de filmes de ação, apesar de não ser dos melhores filmes do Jackie.
Mas, neste filme, quem rouba a cena mesmo é o também lendário Tony Leung. Atuação hilária e excelente, algo totalmente diferente do que ele fez na carreira. Cada cena que ele aparece vale a pena. Não à toa é um dos maiores atores asiáticos da história! Talento ilimitado.
Menção também ao ótimo e também hilário cameo do Stephen Chow.
Assistido ontem. Longe de ser um dos melhores do Jackie, mas tem uma porradaria de destaque e uma Maggie Cheung muito linda. E sem mencionar as participações especiais de algumas lendas daquele auge do cinema de HK. Vale a pipoca num domingo à noite. 7.9.26
Admito que ver o Papa-Léguas indo no tribunal defender o Coyote me pegou desprevenido.
Me fez perceber também o quanto fui sortudo de pegar aquela infância dos anos 80 e 90, com Looney Tunes e seus personagens carismáticos e que faziam você rir e se emocionar. Eles nunca deixarão de ser engraçados.
Um dos melhores filmes do ano. O melhor filme de animação com humanos desde Roger Rabbit (que nenhum superou até hoje, diga-se). As pessoas que tentaram proibir esse filme nos cinemas deveriam ser presas.
Assisti ontem, finalmente, depois de anos na minha lista, desde que vi o videoclipe da música "Nothing Gonna Stop Us Now", do Starship. Filme típico de Sessão da Tarde. Há filmes melhores, sem dúvida, mas esse também tem seu charme e é agradável de assistir.
Andrew McCarthy esbanja carisma, junto com Kim Cattrall, que estava absurdamente linda aqui também, assim como em Os Aventureiros do Bairro Proibido. A cena da moto, junto com a bela trilha sonora, faz qualquer um se apaixonar por ela e desejar guiar uma Harley-Davidson com ela na garupa. Que era de ouro foram os anos 80! Aqui eu posso colocar a Kim tranquilamente na lista de "Mulheres mais lindas já vistas em um filme!".
Eles dois, junto com a trilha sonora, salvaram o filme de um roteiro fraco e de alguns personagens insuportáveis e desnecessários.
Sobre a trilha sonora, preciso destacar uma coisa: mais um filme de 1987 com uma trilha sonora marcante. Não falo só da clássica do Starship, tem outras duas músicas muito boas na trilha oficial, e as instrumentais também. Recomendo darem uma olhada também na OST de Alguém Muito Especial e O Segredo do Meu Sucesso. Parece que os compositores estavam muito inspirados em 1987 (ou nos anos 80 como um todo, né!). Tenho certeza de que ainda vou descobrir outros filmes desse ano e que também terão uma OST massa.
Mannequin é daqueles filmes legais que te trazer uma grande nostalgia quando você assiste. Nostalgia de épocas melhores da vida.
Assisti a esse filme uma vez, alguns anos atrás. Lembro de pouca coisa, mas uma dessas coisas foi da atuação excelente do grande Jack Lemmon e do visual diferente do Michael Douglas. Tenho que rever esse filme! 4.8.26
Como não comentei esse clássico da TV dos anos 2000? Tenho um carinho especial por esse filme, principalmente pela Meg Ryan, a quem considero a musa dos filmes românticos dos anos 80 e 90. Nenhuma atriz reinou como ela nesse gênero. Uma das únicas comédias românticas que realmente gostei de assistir, e em todas a Meg está presente.
A cena do beijo é bem marcante. O resto do elenco também está muito bem. Também posso dizer que foi a última era de destaque do Matthew Broderick no cinema.
Assistido de ontem pra hoje. É um filme meio complexo. Começa chato, mas melhora bastante quando Faye Wong e Tony Leung entram de vez na história. Leung como sempre excelente, e Wong aqui entrou pra aquela seleta lista de "atrizes mais lindas em um filme"! Primeiro dela que assisto. Mais uma beleza asiática que descubro.
Sobre o diretor Wong Kar Wai, segundo filme dele que vejo e fico com essa sensação de leve insatisfação diante do hype que me fez assistir. Mas uma coisa não posso negar: os filmes dele tem muitos momentos agradáveis de ver.
California Dreamin é uma música maravilhosa, e acho que agora vou passar alguns dias ouvindo ela sem parar. Além dela, descobrir Dreamlover, da própria Faye, também foi ótimo e é outra que já está na playlist. As cenas na lanchonete são ótimas, muito por conta do carisma dos dois protagonistas.
Só tem uma coisa que o filme me incomodou: a romantização da rejeição.
Ver o personagem do Tony Leung sorrindo pra mulher que fez ele sofrer e ainda pagar a conta dela foi bem irreal pra mim.
Sempre foi necessário muita disposição para se relacionar, mas neste século, essa necessidade multiplicou de tal modo que parece impossível tê-la. Saudade daquele mundo que o filme retrata e vive. Relacionamentos terminavam, mas logo tinhamos a esperança de novos "vôos". Já hoje...
Esse eu demorei pra ver, mas o dia finalmente chegou. Ótimo filme, com um ótimo elenco e uma ótima trama. Sinceramente, não entendi o hype pela atuação premiada da Kim Basinger nesse filme, não achei a atuação dela pra prêmio. Fora isso, o filme é realmente de qualidade, como há anos ouvia falar. 16.7.26
Fui pelo hype. Fácil notar várias referências à clássicos do terror, como O Exorcista, O Chamado e O Iluminado.
O hype do filme em si eu não peguei tanto. Me peguei desinteressado em algumas partes, mas tem algo nessas partes que me chamou atenção: em nenhuma delas estava Inde Navarrette. Aí sim eu entendi o hype.
Quando ela aparece, ela te prende na tela. Atuação histórica, memorável. Uma das melhores atuações que já vi em filmes de terror. Ela é quem carrega o filme e faz ele ter algo interessante.
Tenho que destacar também o trabalho do diretor. As cenas da Nikki no escuro é puro terror psicológico e funcionam demais.
Logo quando o Bear quebra a madeira e ela aparece no escuro pela primeira vez, o clima já ficou diferente e eu comecei a ficar tenso.
Fruto do excelente trabalho do diretor e da atriz. Incrível pensar que não custou nem US$ 1 milhão pra ser feito. Em tempos de CGI e IA, ver efeitos práticos e filmes de baixo orçamento se destacando assim, me faz lembrar da essência e da alma de filmes dos anos 80. Isso é cinema!
Esse eu assisti no cinema, em Outubro/04. Guardo boas lembranças daquela época. Milla Jovovich arrebentando, um elenco de apoio afiado, destacando a bela Sienna Guillory com sua Jill, e um trabalho de maquiagem e efeitos excelentes para o Nemesis ser o mais fiel possível do jogo. Foi uma ótima sequência do filme de 2002. Para mim, os dois melhores de toda a franquia. 5.7.26
Faz um bom tempo que não assisto. Preciso reassistir em breve. Dito isso, em mais de 60 anos de filmes do 007, Timothy Dalton ainda não foi superado como o melhor James Bond de todos. E sobre a música de abertura, eu sou suspeito para falar. A-ha é minha banda predileta dos anos 80! 5.7.26
Queria muito uma continuação de Cocktail. É aquele filme que não é muito bom, se analisarmos roteiro e o filme em si, mas inexplicavelmente é aquele filme que a gente pára pra assistir. Não sei explicar. Talvez porque ele foi feito numa época em que os filmes, mesmo os mais fracos de roteiro, tinham alma, tinham algo a passar. E claro, uma dupla de atores protagonistas que exalam carisma, talento e beleza, como Tom Cruise e minha musa Elisabeth Shue. Ela tava absurdamente linda nesse filme! Saudade de filmes ruins assim! Nem isso Hollywood consegue mais fazer. 1.7.26
Finalmente assisti. Vi tantos comentários sobre esse filme, que ficou a impressão de que ele tinha cenas +18, mas fui surpreendido. É um filme inegavelmente bonito, e na primeira metade estava bem agradável de se assistir. Porém, a partir daí, o filme ficou no estilo David Lynch, um estilo que eu sempre detestei, e infelizmente perdi a conexão com ele. Nunca vou entender e aceitar cinema nesse estilo ser chamado de arte. Uma coisa é um filme te fazer refletir, pensar por si próprio e até imaginar possíveis desfechos, e outra é o filme fazer você ter que adivinhar o que se passa na cabeça do diretor. Foi o que senti ao ver esse filme. No final, fiquei com aquela sensação: "Não entendi o hype!". Esse foi o primeiro filme de Wong Kar Wai que assisti, e já temo não entrar no hype dos próximos dele que estão na minha lista. Sobre atuações, dispensa comentários. Tony Leung e Maggie Cheung são monstros do cinema, e aqui destacar que nesse filme a Maggie estava absurdamente linda! A nota vai para a atuação deles!
Filme que está tendo mais destaque pela mensagem e pela censura que vem sofrendo da mídia do que pela qualidade em si. Me faz lembrar de Sound of Freedom, de 3 anos atrás. Mas aquele filme, pelo menos, teve uma qualidade além da mensagem em si, enquanto esse só fica pela mensagem.
- Uwe Boll: finalmente assisto a um filme dele, e entendi totalmente toda a fama ruim que ele tem. - Algumas cenas são simplesmente horrorosas, com falhas graves de continuidade (a cena do teaser no parque, a menina sumindo do nada), cenas inúteis e longas sem necessidade (cena da GP e da invasão à casa). - Atuações horrendas, nível filme Z. A voz da âncora do jornal é ridícula, os figurantes, os extras, nenhum se salva. - Trilha sonora extremamente irritante. Uwe não tortura a gente o suficiente com seu péssimo trabalho, ele também usa a trilha sonora pra intensificar isso.
- A surpreendente entrega do Armie Hammer. Você vê que ele encarou o papel com seriedade, como se estivesse num filme Classe A de Hollywood. Deve ser frustrante demais pra ele ver que um filme em que é protagonista está fazendo sucesso, mas esse filme ter sido dirigido por Uwe Boll. - A mensagem principal. De fato, são coisas que infelizmente estão acontecendo no mundo, inclusive no Brasil.
No geral, a nota 2.5 foi pelo lado positivo. Já o lado negativo é uma distração maior do que deveria ser, e que prejudica o lado positivo. Uma mensagem forte e baseada em fatos como essa merecia ser entregue em um filme melhor, com diretor e elenco melhores.
Tem a censura e as críticas da mídia e de pessoas levando pro lado ideológico da coisa, assim como fizeram com Sound of Freedom, mas entendi a proposta do filme. O personagem do Armie Hammer está atendendo ao apelo de pessoas que estão cansadas da falta de punição e passividade da justiça que deveria protegê-los, mas o objetivo dele não é necessariamente ser o melhor modelo de como combater o mal que ocorre, afinal ele também mata inocentes no processo. Ele não age para fazer justiça, ele usa "fazer justiça" como pretexto para preencher a revolta que sente. Afinal, se a justiça funcionasse como deve, as pessoas não precisariam pensar em algo assim.
Por essas e outras é que não vejo qualquer perspectiva de melhora no mundo! E basta ver algumas respostas desse meu comentário para ver que eu tenho bons motivos para não acreditar nisso.
Filme muito bonito, e ao mesmo tempo cruel. Esse fazia tempo que estava na minha lista. Não recomendo assistir se você estiver passando por um momento sensível da sua vida. Esse filme potencializa sentimentos e reflexões dentro de si. Assistido no final do dia de ontem! 29.6.26
Digger
3.6 32Assistido pela 3ª vez. E cada vez que assisto, mais eu gosto, mais eu o entendo, mais eu me identifico. Uma sacanagem tremenda as críticas que esse filme vem sofrendo. Parece combinado. Não tem explicação. Na primeira vez que vi, já não concordava com o massacre, imagina agora.
E outra: outro resultado que não seja o Oscar de Melhor para o Tom Cruise será uma sacanagem tremenda da Academia (o que não seria novidade, não é?!). John Goodman e Riz Ahmed juntos também merecem demais serem lembrados para grandes prêmios.
É um filme que, mesmo você não gostando, te faz pensar, te faz refletir. E as atuações elevam o poder que esse filme tem, faz ele ser magnético. E na 3ª vez, eu percebi ainda mais detalhes nas atuações de todos. Uma verdadeira aula.
A atuação do Tom Cruise (não só do monólogo espetacular, mas as nuances, os detalhes), do Riz Ahmed, do John Goodman, o monólogo do Jesse Plemons, a energia da Sophie Wilde, Michael Stulhbarg e outros coadjuvantes também...
Eu ri demais da parte do Curtis debochando do roteiro na cena do avião, a cena do Atum, a cena do twist no Teatro, a conversa com o presidente no quarto...
Cenas excelentes, bem construídas.
Enfim. Só continuo muito puto mesmo pela Sandra Huller. Foi a maior falha do Iñárritu nesse filme, o péssimo aproveitamento dela. Mas mesmo aparecendo pouco, ela foi brilhante.
Esse filme sem dúvida será cult daqui a alguns anos, e posso dizer com orgulho que assisti quando a maioria não percebeu a qualidade que tem.
6.10.26
Digger
3.6 32Após assistir ao filme na quinta, me permiti assistir novamente no dia seguinte, dessa vez legendado (Repito, a versão dublada é ruim!). E na segunda assistida, o filme se sai bem melhor, pq você o compreende melhor.
Pra um cara que quase decidiu não ir, por se deixar influenciar pelas críticas e notas previas, assistir duas vezes foi bem legal. Depois desse filme, NUNCA MAIS me guiarei por nota de site e de "especialistas de cinema" no Youtube. Esse filme é a prova de que eles são superestimados e não sabem mais de cinema do que nós que comentamos aqui.
Sobre o filme, continuo achando que o roteiro poderia ter sido melhor e que foi um crime o aproveitamento da Sandra Huller, mas o filme definitivamente não merece o hate que está tendo.
Cineastas como Robert Eggers, Wes Anderson, David Lynch e Yorgos Lanthimos são bajulados por vários filmes inferiores a Digger.
E, para mim, o Oscar de Melhor Ator é do Tom Cruise. Atuação espetacular. Mas, como já sabemos como funciona o sistema, sinto que vão esnobá-lo mais uma vez, assim como fizeram com Magnólia, Jerry Maguire, Nascido em 4 de Julho e outras grandes oportunidades que ele teve de ser indicado e não foi, como em Rain Man, Trovão Tropical, De Olhos Bem Fechados, O Último Samurai e Colateral. Que bom que ele aparenta não ligar pra isso, mas eu genuinamente gostaria de ver ele em mais papéis assim a partir de agora. É um dos melhores atores de todos os tempos.
E, continuo destacando as atuações do trio Riz Ahmed, John Goodman e Jesse Plemons. Foram excelentes. Até o Michael Stulhbarg se destacou nas vezes que apareceu. Sophie Wilde e Emma D'Arcy também merecem destaque. Só lamento pela Sandra Huller mesmo. Uma atriz do nível dela jogada como uma mera figurante foi uma falha grave do diretor.
3.10.26
Digger
3.6 32Sou um grande fã de Tom Cruise e esperei por longos anos pra ver ele de volta aos dramas que o consagraram nos anos 90.
E ele fez valer a espera. Uma atuação excepcional, digna de indicações aos grandes prêmios. Não creio que será dessa vez que ele ganhará o Oscar, mas ao menos indicado ele merece demais. E que a partir desse, ele volte a fazer mais filmes dramáticos, porque talento ele tem de sobra, e esse filme mostrou isso.
Destaco também Riz Ahmed, John Goodman, Jesse Plemons, Sophie Wilde e a bela Emma D'Arcy. E lamento o crime do diretor em desperdiçar o talento da Sandra Huller.
Sobre o filme, tem momentos bem engraçados e que valem muito a reflexão, mas acho que o Inarritu poderia ter passado a mensagem de uma forma melhor. Foi essa a sensação que eu tive.
Além disso, o plot
do personagem do Tom Cruise, que perdeu a filha, e o Kenny encontrando ela, foi algo tão jogado, tão sem sentido. Pra mim, algo descartável na trama. Numa hora a esposa dele diz pra ele focar só na peça, e aí, no meio da peça, ela liga pra ele. kkkk
Mesmo assim, não acho que o filme tenha sido essa decepção toda que o corrupto Rotten Tomatoes e os badalados críticos de Youtube falaram. Garanto que não é pior que qualquer filme dos superestimados Yorgos não-sei-o-quê e Robert Eggers da vida.
Outra recomendação importante: quando tiverem a oportunidade, assistam Legendado. A dublagem desse filme não foi boa.
1.10.26
O Garoto que Podia Voar
3.2 175Reassistido depois de mais de 20 anos. Confesso que não lembrava de muita coisa desse filme. Lembro mais das chamadas do Cinema em Casa, mas com certeza devo ter assistido quando criança, naquele saudoso anos 90. Um verdadeiro clássico. Filme muito bonito, leve, estilo anos 80, do jeito que eu gosto.
Bonnie Bedelia, linda, antes de atingir o ápice sendo resgatada do Nakatomi Plaza. Fred Savage bem novinho, uma linda Lucy Deakins (certeza que muito garoto se apaixonou por ela naquela época! Linda demais) e um talentoso Jay Underwood. Provavelmente naquela época ele era um dos jovens atores que prometiam muito, mas infelizmente a carreira não decolou. Uma pena. Mas por esse e alguns outros filmes dava pra ver o seu talento.
Esse é daqueles filmes que representam uma era dourada, não só do cinema, mas do mundo em geral. Privilégio eu tive de ser criança naquela época!
20.9.26
O Grande Desafio
3.3 124 Assista grátisNem preciso falar da luta Jackie Chan vs Brad Allan. Legendária. Uma das melhores da carreira do Chan e de filmes de ação, apesar de não ser dos melhores filmes do Jackie.
Mas, neste filme, quem rouba a cena mesmo é o também lendário Tony Leung. Atuação hilária e excelente, algo totalmente diferente do que ele fez na carreira. Cada cena que ele aparece vale a pena. Não à toa é um dos maiores atores asiáticos da história! Talento ilimitado.
Menção também ao ótimo e também hilário cameo do Stephen Chow.
9.9.26
Dragões em Dose Dupla
3.3 24 Assista AgoraAssistido ontem. Longe de ser um dos melhores do Jackie, mas tem uma porradaria de destaque e uma Maggie Cheung muito linda. E sem mencionar as participações especiais de algumas lendas daquele auge do cinema de HK. Vale a pipoca num domingo à noite.
7.9.26
A Caçada ao Outubro Vermelho
3.7 166 Assista AgoraPouco se fala na quantidade de ator de qualidade que o elenco desse filme tem. Mais um ótimo filme do McTiernan no seu auge.
2.9.26
Coyote vs. Acme
3.7 93Assistido no domingo, 30.8.
Filme leve, divertido e até emocionante.
Admito que ver o Papa-Léguas indo no tribunal defender o Coyote me pegou desprevenido.
Me fez perceber também o quanto fui sortudo de pegar aquela infância dos anos 80 e 90, com Looney Tunes e seus personagens carismáticos e que faziam você rir e se emocionar. Eles nunca deixarão de ser engraçados.
Um dos melhores filmes do ano. O melhor filme de animação com humanos desde Roger Rabbit (que nenhum superou até hoje, diga-se). As pessoas que tentaram proibir esse filme nos cinemas deveriam ser presas.
1.9.26
Dias de Trovão 2
2Já comecei o hype com esse anúncio oficial!!! Esse filme promete!
29.8.26
Manequim
3.1 145 Assista AgoraAssisti ontem, finalmente, depois de anos na minha lista, desde que vi o videoclipe da música "Nothing Gonna Stop Us Now", do Starship. Filme típico de Sessão da Tarde. Há filmes melhores, sem dúvida, mas esse também tem seu charme e é agradável de assistir.
Andrew McCarthy esbanja carisma, junto com Kim Cattrall, que estava absurdamente linda aqui também, assim como em Os Aventureiros do Bairro Proibido. A cena da moto, junto com a bela trilha sonora, faz qualquer um se apaixonar por ela e desejar guiar uma Harley-Davidson com ela na garupa. Que era de ouro foram os anos 80! Aqui eu posso colocar a Kim tranquilamente na lista de "Mulheres mais lindas já vistas em um filme!".
Eles dois, junto com a trilha sonora, salvaram o filme de um roteiro fraco e de alguns personagens insuportáveis e desnecessários.
Sobre a trilha sonora, preciso destacar uma coisa: mais um filme de 1987 com uma trilha sonora marcante. Não falo só da clássica do Starship, tem outras duas músicas muito boas na trilha oficial, e as instrumentais também. Recomendo darem uma olhada também na OST de Alguém Muito Especial e O Segredo do Meu Sucesso. Parece que os compositores estavam muito inspirados em 1987 (ou nos anos 80 como um todo, né!). Tenho certeza de que ainda vou descobrir outros filmes desse ano e que também terão uma OST massa.
Mannequin é daqueles filmes legais que te trazer uma grande nostalgia quando você assiste. Nostalgia de épocas melhores da vida.
10.8.26
Síndrome da China
3.7 44Assisti a esse filme uma vez, alguns anos atrás. Lembro de pouca coisa, mas uma dessas coisas foi da atuação excelente do grande Jack Lemmon e do visual diferente do Michael Douglas. Tenho que rever esse filme!
4.8.26
A Lente do Amor
3.0 89Como não comentei esse clássico da TV dos anos 2000?
Tenho um carinho especial por esse filme, principalmente pela Meg Ryan, a quem considero a musa dos filmes românticos dos anos 80 e 90. Nenhuma atriz reinou como ela nesse gênero. Uma das únicas comédias românticas que realmente gostei de assistir, e em todas a Meg está presente.
A cena do beijo é bem marcante. O resto do elenco também está muito bem. Também posso dizer que foi a última era de destaque do Matthew Broderick no cinema.
Enfim, um filme leve e bacana de assistir.
28.7.26
Amores Expressos
4.2 394 Assista AgoraAssistido de ontem pra hoje. É um filme meio complexo. Começa chato, mas melhora bastante quando Faye Wong e Tony Leung entram de vez na história. Leung como sempre excelente, e Wong aqui entrou pra aquela seleta lista de "atrizes mais lindas em um filme"! Primeiro dela que assisto. Mais uma beleza asiática que descubro.
Sobre o diretor Wong Kar Wai, segundo filme dele que vejo e fico com essa sensação de leve insatisfação diante do hype que me fez assistir. Mas uma coisa não posso negar: os filmes dele tem muitos momentos agradáveis de ver.
California Dreamin é uma música maravilhosa, e acho que agora vou passar alguns dias ouvindo ela sem parar. Além dela, descobrir Dreamlover, da própria Faye, também foi ótimo e é outra que já está na playlist. As cenas na lanchonete são ótimas, muito por conta do carisma dos dois protagonistas.
Só tem uma coisa que o filme me incomodou: a romantização da rejeição.
Ver o personagem do Tony Leung sorrindo pra mulher que fez ele sofrer e ainda pagar a conta dela foi bem irreal pra mim.
Sempre foi necessário muita disposição para se relacionar, mas neste século, essa necessidade multiplicou de tal modo que parece impossível tê-la. Saudade daquele mundo que o filme retrata e vive. Relacionamentos terminavam, mas logo tinhamos a esperança de novos "vôos". Já hoje...
27.7.26
Los Angeles: Cidade Proibida
4.1 560 Assista AgoraEsse eu demorei pra ver, mas o dia finalmente chegou. Ótimo filme, com um ótimo elenco e uma ótima trama. Sinceramente, não entendi o hype pela atuação premiada da Kim Basinger nesse filme, não achei a atuação dela pra prêmio. Fora isso, o filme é realmente de qualidade, como há anos ouvia falar.
16.7.26
Digger
3.6 32Acabei de ver o trailer. Vou estar lá no primeiro dia. Não vejo a hora do Oscar vencer o Tom Cruise! :)
13.7.26
Obsessão
3.9 964 Assista AgoraFui pelo hype. Fácil notar várias referências à clássicos do terror, como O Exorcista, O Chamado e O Iluminado.
O hype do filme em si eu não peguei tanto. Me peguei desinteressado em algumas partes, mas tem algo nessas partes que me chamou atenção: em nenhuma delas estava Inde Navarrette. Aí sim eu entendi o hype.
Quando ela aparece, ela te prende na tela. Atuação histórica, memorável. Uma das melhores atuações que já vi em filmes de terror. Ela é quem carrega o filme e faz ele ter algo interessante.
Tenho que destacar também o trabalho do diretor. As cenas da Nikki no escuro é puro terror psicológico e funcionam demais.
Logo quando o Bear quebra a madeira e ela aparece no escuro pela primeira vez, o clima já ficou diferente e eu comecei a ficar tenso.
Fruto do excelente trabalho do diretor e da atriz. Incrível pensar que não custou nem US$ 1 milhão pra ser feito. Em tempos de CGI e IA, ver efeitos práticos e filmes de baixo orçamento se destacando assim, me faz lembrar da essência e da alma de filmes dos anos 80. Isso é cinema!
12.7.26
Resident Evil: O Hóspede Maldito
3.4 1,1K Assista AgoraTenho um carinho especial por esse filme, por diversos motivos. Época boa da minha vida.
5.7.26
Resident Evil 2: Apocalipse
3.3 843 Assista AgoraEsse eu assisti no cinema, em Outubro/04. Guardo boas lembranças daquela época. Milla Jovovich arrebentando, um elenco de apoio afiado, destacando a bela Sienna Guillory com sua Jill, e um trabalho de maquiagem e efeitos excelentes para o Nemesis ser o mais fiel possível do jogo. Foi uma ótima sequência do filme de 2002. Para mim, os dois melhores de toda a franquia.
5.7.26
Resident Evil 6: O Capítulo Final
3.0 959 Assista AgoraMais um que assisti no cinema. Noite legal foi aquela!
5.7.26
007: Marcado para a Morte
3.4 149 Assista AgoraFaz um bom tempo que não assisto. Preciso reassistir em breve. Dito isso, em mais de 60 anos de filmes do 007, Timothy Dalton ainda não foi superado como o melhor James Bond de todos.
E sobre a música de abertura, eu sou suspeito para falar. A-ha é minha banda predileta dos anos 80!
5.7.26
Cocktail
2.9 140 Assista AgoraQueria muito uma continuação de Cocktail.
É aquele filme que não é muito bom, se analisarmos roteiro e o filme em si, mas inexplicavelmente é aquele filme que a gente pára pra assistir. Não sei explicar.
Talvez porque ele foi feito numa época em que os filmes, mesmo os mais fracos de roteiro, tinham alma, tinham algo a passar. E claro, uma dupla de atores protagonistas que exalam carisma, talento e beleza, como Tom Cruise e minha musa Elisabeth Shue. Ela tava absurdamente linda nesse filme!
Saudade de filmes ruins assim! Nem isso Hollywood consegue mais fazer.
1.7.26
Amor à Flor da Pele
4.3 537 Assista AgoraFinalmente assisti. Vi tantos comentários sobre esse filme, que ficou a impressão de que ele tinha cenas +18, mas fui surpreendido.
É um filme inegavelmente bonito, e na primeira metade estava bem agradável de se assistir. Porém, a partir daí, o filme ficou no estilo David Lynch, um estilo que eu sempre detestei, e infelizmente perdi a conexão com ele. Nunca vou entender e aceitar cinema nesse estilo ser chamado de arte.
Uma coisa é um filme te fazer refletir, pensar por si próprio e até imaginar possíveis desfechos, e outra é o filme fazer você ter que adivinhar o que se passa na cabeça do diretor. Foi o que senti ao ver esse filme.
No final, fiquei com aquela sensação: "Não entendi o hype!".
Esse foi o primeiro filme de Wong Kar Wai que assisti, e já temo não entrar no hype dos próximos dele que estão na minha lista.
Sobre atuações, dispensa comentários. Tony Leung e Maggie Cheung são monstros do cinema, e aqui destacar que nesse filme a Maggie estava absurdamente linda! A nota vai para a atuação deles!
30.6.26
Citizen Vigilante
2.4 33Filme que está tendo mais destaque pela mensagem e pela censura que vem sofrendo da mídia do que pela qualidade em si. Me faz lembrar de Sound of Freedom, de 3 anos atrás. Mas aquele filme, pelo menos, teve uma qualidade além da mensagem em si, enquanto esse só fica pela mensagem.
Vamos começar pelas coisas negativas:
- Uwe Boll: finalmente assisto a um filme dele, e entendi totalmente toda a fama ruim que ele tem.
- Algumas cenas são simplesmente horrorosas, com falhas graves de continuidade (a cena do teaser no parque, a menina sumindo do nada), cenas inúteis e longas sem necessidade (cena da GP e da invasão à casa).
- Atuações horrendas, nível filme Z. A voz da âncora do jornal é ridícula, os figurantes, os extras, nenhum se salva.
- Trilha sonora extremamente irritante. Uwe não tortura a gente o suficiente com seu péssimo trabalho, ele também usa a trilha sonora pra intensificar isso.
De positivo:
- A surpreendente entrega do Armie Hammer. Você vê que ele encarou o papel com seriedade, como se estivesse num filme Classe A de Hollywood. Deve ser frustrante demais pra ele ver que um filme em que é protagonista está fazendo sucesso, mas esse filme ter sido dirigido por Uwe Boll.
- A mensagem principal. De fato, são coisas que infelizmente estão acontecendo no mundo, inclusive no Brasil.
No geral, a nota 2.5 foi pelo lado positivo. Já o lado negativo é uma distração maior do que deveria ser, e que prejudica o lado positivo. Uma mensagem forte e baseada em fatos como essa merecia ser entregue em um filme melhor, com diretor e elenco melhores.
Tem a censura e as críticas da mídia e de pessoas levando pro lado ideológico da coisa, assim como fizeram com Sound of Freedom, mas entendi a proposta do filme. O personagem do Armie Hammer está atendendo ao apelo de pessoas que estão cansadas da falta de punição e passividade da justiça que deveria protegê-los, mas o objetivo dele não é necessariamente ser o melhor modelo de como combater o mal que ocorre, afinal ele também mata inocentes no processo. Ele não age para fazer justiça, ele usa "fazer justiça" como pretexto para preencher a revolta que sente. Afinal, se a justiça funcionasse como deve, as pessoas não precisariam pensar em algo assim.
Por essas e outras é que não vejo qualquer perspectiva de melhora no mundo! E basta ver algumas respostas desse meu comentário para ver que eu tenho bons motivos para não acreditar nisso.
29.6.26
Túmulo dos Vagalumes
4.6 2,3K Assista AgoraFilme muito bonito, e ao mesmo tempo cruel. Esse fazia tempo que estava na minha lista. Não recomendo assistir se você estiver passando por um momento sensível da sua vida. Esse filme potencializa sentimentos e reflexões dentro de si. Assistido no final do dia de ontem!
29.6.26