Não consegui gostar de Superman 2025. Tentei realmente dar uma chance, mas o filme não foi o que eu esperava, deixou a desejar em vários aspectos. Soou como um filme estilo Marvel.
Ultraman não tem nada a ver com o Ultraman da HQ, Lex numa vibe Elon Musk, Superman mais apanha do que bate, vários erros no filme. Só gostei da CGI. O Krypto foi o único que gostei no filme haha
Melhor filme do Street Fighter já feito. Conta a origem de tudo, do estilo de luta Ansatsuken, do Hadou, do Satsui No Hadou, Mu No Ken, conta sobre o velho Mestre Gotetsu, Gouken, Gouki até chegar em Ryu e Ken. É um filme de origem e conceitos, mostra o desenvolvimento das técnicas, é um filme realmente para os fãs do jogo e que curtem uma boa história por trás da porradaria. É um filme de artes marciais de fato, não um de porradaria inconsequente.
Assisti na época que lançou, mas nunca me canso de rever essa obra-prima.
Tinha tudo para ser algo bom; começou bem e, depois, teve toda a confusão. Senti que foi muito desconexo o fato de o Kang Ha ser o irmão do rapaz que morreu. Acredito que a série teria um plot maior se o Kang Ha fosse somente um amigo muito próximo do rapaz que morreu e que ele não fosse "pobre", mas sim parte da "elite", embora ninguém o conhecesse (soubessem quem era o pai dele). Aí, sim, seria interessante ver o desenrolar, porque ele iria ingressar na escola como "bolsista", porém buscando um plano de vingança para seu "amigo". Daí, poderiam trabalhar melhor a série. Basicamente, o roteiro da série só favoreceu a "elite", e isso é exaustivo, já que ninguém foi "punido" como realmente deveria ter sido. Achei que a Jae-Yi tinha mais química com o Rian, mas acho que poderiam ter trabalhado melhor a relação dos dois. Se a segunda temporada existir (o que acho bem difícil), eles deveriam fazer com que, de fato, ela e o Ryan acabem juntos e que a vingança seja feita de verdade e não de forma tão superficial. Tem muita gente que tem culpa no cartório e que precisa pagar pelos atos, ainda mais os pais dos alunos. A "elite" tem que ser punida, na minha opinião. O que me decepcionou nessa série é que parece que desistiram do objetivo principal. Lembro que, quando assisti ao trailer, todo o hype da série era baseado na vingança e no mistério relacionado à morte do irmão do protagonista. Mas, do nada, começam a focar em um triângulo amoroso completamente sem sal e tedioso. Enfim, infelizmente, essa série foi só mais do mesmo, tentando apresentar vários temas diferentes em poucos episódios (gerando confusão), mas se perdendo no processo. Acho que o único personagem foda, que usa o cérebro nessa série, era o filho da diretora. O resto era tudo adolescente clichê. Ele, literalmente, em pouco tempo de tela, teve aparições mais interessantes e com mais emoção do que as cenas da Jae-Yi. Além de ser inteligente e hacker, ele é um ótimo espião; ele, sim, deveria ser um dos protagonistas.
O fato de a professora ser a culpada até que foi interessante, porém a série quis colocar tanta coisa que acabou apagando o que era pra ser o melhor momento. A cena pós-crédito foi interessante também, acredito que aquele corpo seja o do irmão da Jae-yi
A série é um pouco arrastada às vezes. E o primeiro episódio pode fazer desistir de continuar assistindo, mas na medida que você se permite continuar assistindo, os demais episódios têm a capacidade de prender a atenção e fazer com que desejemos chegar ao fim da história. É instigante e trata de assunto importantíssimo: violência sistemática nas escolas. Eu poderia dar uma nota 9 por causa de "coisas" que podiam ser solucionadas, mas a série fez jus ao nome.
Para mim, o propósito da série mudou na 4ª temporada.
1ª temporada: A primeira temporada na minha opinião fala muito sobre reviravolta, sobre dar a volta por cima dos que te rebaixaram, sendo muito interessante ver o jhonny indo atrás do que ele quer e mudando vidas como a de Miguel, Falcão e Aisha ( Focado principalmente no Miguel, se tornando para Jhonny o que sempre quis ter com Robby).
2ª temporada: Na segunda temporada, acho que é a temporada que Jhonny percebe no que está ensinando a nova geração, a não ter compaixão, e vê onde a vida levou Jhonny por realizar esta escolha, então tenta mudar o jeito do Cobra Kai, até porque depois que venceram o All Valley, seus alunos ficaram com o ego inflado que já sabiam de tudo e derrotariam qualquer oponente (Miguel e Eli desconfiam que Jhonny quer mudar os seus métodos de ensinar por causa de seu filho, que perdeu a final). Mas tudo se desmorona com a aparição de seu velho sensei, John Kreese, que aparentava estar morto a duas décadas. Tentando roubar o Cobra Kai de Jhonny e tornar seus alunos violentos, como no antigo Cobra Kai.
3ª temporada: Jhonny reflete muito sobre sua vida, principalmente pela briga na escola ocorrida no final da segunda temporada, onde seu filho fica foragido por ter quebrado as costas de um aluno (Miguel Diaz) no meio de uma briga, e seu aluno preferido estar com possibilidade de morte, assim, jogando a culpa em si, pois acha que foi quem criou todo este problema. Enquanto isso, Kreese avança seu plano com o Cobra Kai tornando seus alunos manipulados por seus ensinamentos. Jhonny tenta fazer Miguel voltar a andar, enquanto ele e Daniel LaRusso (Que até o momento sempre foi seu maior rival) tentam encontrar Robby Keene, para ir para o reformatório.
Depois disso, acho que a série perde seu conceito, virando uma série apenas de Karatê, que creio, e muito, que já foi muito mais do que isso. Acho da 1ª até a 3ª temporada assistível. Agora, da 4ª até a essa última, já fez com que a série decaísse.
Eu atualmente só assisto a série por conta do Jhony, que é sem dúvidas o melhor personagem da série e o único que eu me importo de verdade. Gostava bastante do Miguel nas primeiras 3 temporadas, mas depois daí foi só água abaixo, virou meio que um personagem genérico, sem propósito e motivação, aí agora colocaram a motivação dele sendo ganhar dinheiro para ir para a faculdade, que foda-se também, ninguém liga.
Sei que é cedo pra dar uma avaliada completa de todas as temporadas, mas fica aqui registrada a minha opinião.
Eu assisti já sabendo que seria tosco, mas não sabia que ganharia em termos de tosquice. Superando Sadako 3D, Sadako 3D 2 e Sadako, Capitulo final. Uma coisa que reparei foi: E a memória das investigações da jornalista Reiko Asakawa? (que nem sequer são vagamente mencionadas, meio que se perdeu isso no filme)
Não acrescenta nada de novo, pelo contrário, distorce os fundamentos (principalmente o prazo fatal ) e te fornece uma explicação bastante imaginativa e ridícula (ou melhor, ‘viral’, dados os tempos de pandemia em que vivemos) chegando a um terminado e, portanto, uma solução cafona.
Se você se contenta com muito pouco, pode nem te deixar entediado.
Enfim, é melhor deixar a Sadako no fundo do poço de uma vez por todas. Outra coisa que esqueci de falar é : COMO É QUE PODEM TROCAR O NOME SADAKO PARA SAMARA?
Que gesto mais tosco foi aquele que a menina abre as mãos em volta das orelhas como se para capturar seus pensamentos toda vez que tem que pensar profundamente sobre alguma coisa? kkkk
Uma refilmagem literal não seria possível, principalmente devido às tradicionais diferenças entre Oriente e Ocidente. Isso sem contar que o grande público não está acostumado a filmes como Ringu, por isso a refilmagem, The Ring, ganhou mais dinamismo, ação, surpresas e sustos por minuto – mas, mesmo sendo um bom filme, nem de longe se equipara ao original.
É só ver os dois filmes para perceber que em Ringu o medo vem ao natural, enquanto na refilmagem a produção usa e abusa de música alta nas cenas de horror e de efeitos especiais para exagerar a cara de horror das pessoas mortas, por exemplo. Até as imagens da fita amaldiçoada ganharam uma nova roupagem, repleta de efeitos especiais, mas não conseguiram superar o impacto causado pela versão oriental da mesma fita.
The Ring foi batizado como O Chamado no Brasil, mas o título original tem dois sentidos: ring pode ser traduzido como o chamado telefônico em si (aquele que recebem as pessoas que assistiram à fita, avisando que irão morrer), mas também como círculo – um círculo misterioso é justamente a primeira imagem da fita amaldiçoada, tanto no filme original quanto na refilmagem.
Muitos detalhes da trama original japonesa foram alterados, especialmente a origem da fita maldita – que no filme oriental envolvia poderes paranormais e uma vidente, e na ocidental diz respeito a uma misteriosa matança de cavalos em uma ilha e uma garotinha com poderes psíquicos. Mas a essência básica, e os sustos, foram mantidos.
Mesmo assim, um conselho de amigo: ver o Ringu original pela primeira vez, sem saber seus mistérios e segredos, é uma experiência única. Por isso, escolha sabiamente entre as duas versões porque, infelizmente, você nunca mais vai ter o prazer de ver Ringu pela primeira vez novamente.
Este é o que deveria ser o final da série Tomie (apesar de haver mais 2 lançados este ano) e eles são um conjunto interessante de filmes. A série é baseada em Tomie Kawakami, por qualquer motivo ela é incapaz de morrer e é capaz de fazer os homens caírem de joelhos à vontade. Suas travessuras geralmente acabam sendo sua própria morte, principalmente pelo fato de ela empurrar os homens tão longe que acabam matando-a.
Esta história é baseada em Tomie Hashimoto, ela é uma garota pobre que sempre parece ter um dia ruim. Suas colegas do colégio a torturam sem parar, sua mãe está morta e seu pai Kazu não parece se importar muito com nada. Um dia, Tomie conhece uma garota chamada Tomie Kazuhiko, que acaba se parecendo com uma garota que Kazu uma vez imaginou. Bem, é claro que é a mesma Tomie e ela voltou para reivindicar seu primeiro amor. Então os fogos de artifício começam, bem mais ou menos.
O filme é uma mistura de terror, drama, um leve senso de humor, mas geralmente recai sobre o drama. Para não dizer que isso é ruim, a maioria das cenas dramáticas são muito bem representadas e ajudam a manter o filme unido. A única coisa ruim é que o filme se move em um ritmo estranho, às vezes indo em direções diferentes e acaba caindo de cara no chão.
Foi bom ver um enredo mais focado no passado de Tomie para variar, mas para um final não tem muito boom, ficou meio sem sentido. Claro que as faíscas que estavam voando eram boas, mas a explosão poderia ter sido muito mais.
Se você quer um filme de Tomie parecido com esse eu recomendaria Tomie: Replay, tem o mesmo tipo de ritmo em algumas cenas, mas mostra um lado diferente de Tomie que os outros filmes não conseguiram mostrar.
Adendo: Gostei da referência que fizeram a Sadako de Ringu no começo do filme hahaha
Tendo assistido aos três primeiros filmes (Tomie, Tomie: Replay, e este, Tomie: Re-birth), posso dizer que este é de longe o mais acessível e interessante da franquia.
Com certeza, este filme é, como os outros, quase glacial, mas aqueles com atenção para isso serão recompensados.
É difícil descrever o enredo, mas gira essencialmente em torno do efeito que a personagem-título - Tomie, a garota que não pode morrer - tem nas pessoas à sua volta. Tomie "encanta" os homens na medida em que eles se tornam impotentes, loucamente apaixonados por ela, a ponto de matá-la e ela renascer.
Mas a personagem é muito mais complexa do que isso, e essa iteração da série a torna mais acessível e a expande muito além do que os filmes anteriores tinham.
Com certeza, isso é horror, mas é mais psicológico do que qualquer coisa. Existem cenas horríveis, mas todo o filme é eficaz porque os personagens são ricos, profundos e interessantes. Enquanto os dois primeiros filmes focaram quase inteiramente nos efeitos que Tomie teve sobre os homens que ela conheceu, este se expande além disso, tocando na família e nos amigos, e até se digna a nos mostrar o que acontece quando um homem resiste aos seus encantos.
Não basta ser um filme de terror sólido, mas a qualidade da escrita em exibição é excelente e o coloca no mesmo nível de outros clássicos como Ring e Kairo. Este é um filme amadurecido de Tomie - não enfadonho como o primeiro ou abertamente americanizado como o segundo - mas cru e inteligente. É incrível como a cada filme vão tornando a Tomie mais especial, apesar de cada Tomie ser uma atriz diferente. Não fica na mesmice. Tem uma certa pegada de Ju-On, acho que isso se dá o fato de Takashi Shimizu estar por trás da direção.
É um filme sobre família e fé, sobre nossas obrigações com as tradições, nossa vontade de querer seguir um caminho diferente daquele que nos foi proposto. E também é um filme sobre mulheres lutando em meio ao caos provocado por terceiros. O filme engana no começo, parece ser um documentário de baixo orçamento e amador é meio cansativo o início mas vai ficando muito bom no decorrer do filme. Eles utilizam muito bem a justificativa de ser um documentário pra captar momentos muito angustiantes. A proposta é muito boa e vai preparando muito bem pro ápice do filme no final.
Uma dúvida que ficou na minha cabeça: será que o tio da Mink abusou dela sexualmente? Não é isso que fica implícito quando ela arranca as próprias roupas e o acusa de ser gostar do órgão genital de meninas novas?
Filme tosco demais! Usaram um ícone do terror oriental pra tentar fazer sucesso com esse filme. Se a ideia era usar a Sadako poderiam ter feito um remake do Ringu, mas na versão chinesa
Realmente com o comentário das pessoas dá pra se imaginar um filmão, mas passou bem longe disso, é bem feito, mas não para ter esse hype que teve. Eu não achei muito assustador, mas também achei interessante.
Estranho não haver muitas referências a esse filme por aí; é até difícil demais encontrar. Pelo jeito que as pessoas xingam o filme, o que dá para notar é que estavam esperando a coisa errada. Fiquei tentando encontrar um "terror oriental" no Google, e fiquei impressionadíssimo com a beleza do argumento e em perceber que o "terror" é aquele que nós mesmos produzimos tantas vezes a cada dia que, por isso mesmo, não nos parece tal; o terror não está nas cenas, na estética, exceto na medida em que o "gênero exige". (Aliás, o título engana, pois é, na verdade, "Lixeira".) Como poderia parecer terror? É isto que a história mostra, gente: o mundo de todas as insignificâncias (ou tudo de importante que se tornou insignificante) e coisas que se tornaram inconvenientes para nós. O filme é sobre a terrível destruição do que abandonamos e esquecemos, coisas que não podem mais permanecem em parte alguma, nem no subconsciente. Os objetos, os lugares, os fetos abordados, nossos mortos - os suicidas a quem é vedado o sacramento e não têm para onde ir. Tudo, até um rascunho rejeitado. As grandes e as pequenas coisas. O abandono e o esquecimento não poupam ninguém. Quem curte, veja de novo com outros olhos. Não costumo escrever comentários, mas a incompreensão de tanta gente me levou a escrever este.
Acho que nesse filme eles acertaram bem. Diferente do primeiro, que não passou aquele sentimento que você tem para com um personagem X. Nesse filme fiquei com dó da protagonista e torci por ela. Sofreu preconceito, foi alvo de piadas e tudo mais.
Superman
3.6 934 Assista AgoraNão consegui gostar de Superman 2025. Tentei realmente dar uma chance, mas o filme não foi o que eu esperava, deixou a desejar em vários aspectos. Soou como um filme estilo Marvel.
Ultraman não tem nada a ver com o Ultraman da HQ, Lex numa vibe Elon Musk, Superman mais apanha do que bate, vários erros no filme. Só gostei da CGI. O Krypto foi o único que gostei no filme haha
Street Fighter: Punho Assassino
3.8 180 Assista grátisMelhor filme do Street Fighter já feito. Conta a origem de tudo, do estilo de luta Ansatsuken, do Hadou, do Satsui No Hadou, Mu No Ken, conta sobre o velho Mestre Gotetsu, Gouken, Gouki até chegar em Ryu e Ken. É um filme de origem e conceitos, mostra o desenvolvimento das técnicas, é um filme realmente para os fãs do jogo e que curtem uma boa história por trás da porradaria. É um filme de artes marciais de fato, não um de porradaria inconsequente.
Assisti na época que lançou, mas nunca me canso de rever essa obra-prima.
Hierarchy
2.6 19 Assista AgoraTinha tudo para ser algo bom; começou bem e, depois, teve toda a confusão. Senti que foi muito desconexo o fato de o Kang Ha ser o irmão do rapaz que morreu. Acredito que a série teria um plot maior se o Kang Ha fosse somente um amigo muito próximo do rapaz que morreu e que ele não fosse "pobre", mas sim parte da "elite", embora ninguém o conhecesse (soubessem quem era o pai dele). Aí, sim, seria interessante ver o desenrolar, porque ele iria ingressar na escola como "bolsista", porém buscando um plano de vingança para seu "amigo". Daí, poderiam trabalhar melhor a série. Basicamente, o roteiro da série só favoreceu a "elite", e isso é exaustivo, já que ninguém foi "punido" como realmente deveria ter sido. Achei que a Jae-Yi tinha mais química com o Rian, mas acho que poderiam ter trabalhado melhor a relação dos dois. Se a segunda temporada existir (o que acho bem difícil), eles deveriam fazer com que, de fato, ela e o Ryan acabem juntos e que a vingança seja feita de verdade e não de forma tão superficial. Tem muita gente que tem culpa no cartório e que precisa pagar pelos atos, ainda mais os pais dos alunos. A "elite" tem que ser punida, na minha opinião. O que me decepcionou nessa série é que parece que desistiram do objetivo principal. Lembro que, quando assisti ao trailer, todo o hype da série era baseado na vingança e no mistério relacionado à morte do irmão do protagonista. Mas, do nada, começam a focar em um triângulo amoroso completamente sem sal e tedioso. Enfim, infelizmente, essa série foi só mais do mesmo, tentando apresentar vários temas diferentes em poucos episódios (gerando confusão), mas se perdendo no processo. Acho que o único personagem foda, que usa o cérebro nessa série, era o filho da diretora. O resto era tudo adolescente clichê. Ele, literalmente, em pouco tempo de tela, teve aparições mais interessantes e com mais emoção do que as cenas da Jae-Yi. Além de ser inteligente e hacker, ele é um ótimo espião; ele, sim, deveria ser um dos protagonistas.
O fato de a professora ser a culpada até que foi interessante, porém a série quis colocar tanta coisa que acabou apagando o que era pra ser o melhor momento. A cena pós-crédito foi interessante também, acredito que aquele corpo seja o do irmão da Jae-yi
Pyramid Game
3.8 5 Assista AgoraA série é um pouco arrastada às vezes. E o primeiro episódio pode fazer desistir de continuar assistindo, mas na medida que você se permite continuar assistindo, os demais episódios têm a capacidade de prender a atenção e fazer com que desejemos chegar ao fim da história. É instigante e trata de assunto importantíssimo: violência sistemática nas escolas. Eu poderia dar uma nota 9 por causa de "coisas" que podiam ser solucionadas, mas a série fez jus ao nome.
Cobra Kai (6ª Temporada)
3.9 184 Assista AgoraPara mim, o propósito da série mudou na 4ª temporada.
1ª temporada: A primeira temporada na minha opinião fala muito sobre reviravolta, sobre dar a volta por cima dos que te rebaixaram, sendo muito interessante ver o jhonny indo atrás do que ele quer e mudando vidas como a de Miguel, Falcão e Aisha ( Focado principalmente no Miguel, se tornando para Jhonny o que sempre quis ter com Robby).
2ª temporada: Na segunda temporada, acho que é a temporada que Jhonny percebe no que está ensinando a nova geração, a não ter compaixão, e vê onde a vida levou Jhonny por realizar esta escolha, então tenta mudar o jeito do Cobra Kai, até porque depois que venceram o All Valley, seus alunos ficaram com o ego inflado que já sabiam de tudo e derrotariam qualquer oponente (Miguel e Eli desconfiam que Jhonny quer mudar os seus métodos de ensinar por causa de seu filho, que perdeu a final). Mas tudo se desmorona com a aparição de seu velho sensei, John Kreese, que aparentava estar morto a duas décadas. Tentando roubar o Cobra Kai de Jhonny e tornar seus alunos violentos, como no antigo Cobra Kai.
3ª temporada: Jhonny reflete muito sobre sua vida, principalmente pela briga na escola ocorrida no final da segunda temporada, onde seu filho fica foragido por ter quebrado as costas de um aluno (Miguel Diaz) no meio de uma briga, e seu aluno preferido estar com possibilidade de morte, assim, jogando a culpa em si, pois acha que foi quem criou todo este problema. Enquanto isso, Kreese avança seu plano com o Cobra Kai tornando seus alunos manipulados por seus ensinamentos. Jhonny tenta fazer Miguel voltar a andar, enquanto ele e Daniel LaRusso (Que até o momento sempre foi seu maior rival) tentam encontrar Robby Keene, para ir para o reformatório.
Depois disso, acho que a série perde seu conceito, virando uma série apenas de Karatê, que creio, e muito, que já foi muito mais do que isso. Acho da 1ª até a 3ª temporada assistível. Agora, da 4ª até a essa última, já fez com que a série decaísse.
Eu atualmente só assisto a série por conta do Jhony, que é sem dúvidas o melhor personagem da série e o único que eu me importo de verdade. Gostava bastante do Miguel nas primeiras 3 temporadas, mas depois daí foi só água abaixo, virou meio que um personagem genérico, sem propósito e motivação, aí agora colocaram a motivação dele sendo ganhar dinheiro para ir para a faculdade, que foda-se também, ninguém liga.
Sei que é cedo pra dar uma avaliada completa de todas as temporadas, mas fica aqui registrada a minha opinião.
Consumidas pelo Fogo
3.3 28 Assista AgoraAvenida Brasil versão nipônica
O mais engraçado é um casarão daqueles não ter câmeras.
Cobra Kai (6ª Temporada)
3.9 184 Assista AgoraPra mim, a série morreu na 3ª temporada.
P.O.V - A Cursed Film
2.7 10Filme mediano, porém até que gostei. Uma curiosidade: A escola onde o filme se passa foi onde a atriz Mirai Shida fez o seu ensino médio na vida real.
O Chamado 4: Samara Ressurge
1.3 49 Assista AgoraEu assisti já sabendo que seria tosco, mas não sabia que ganharia em termos de tosquice. Superando Sadako 3D, Sadako 3D 2 e Sadako, Capitulo final. Uma coisa que reparei foi: E a memória das investigações da jornalista Reiko Asakawa? (que nem sequer são vagamente mencionadas, meio que se perdeu isso no filme)
Não acrescenta nada de novo, pelo contrário, distorce os fundamentos (principalmente o prazo fatal ) e te fornece uma explicação bastante imaginativa e ridícula (ou melhor, ‘viral’, dados os tempos de pandemia em que vivemos) chegando a um terminado e, portanto, uma solução cafona.
Se você se contenta com muito pouco, pode nem te deixar entediado.
Enfim, é melhor deixar a Sadako no fundo do poço de uma vez por todas. Outra coisa que esqueci de falar é : COMO É QUE PODEM TROCAR O NOME SADAKO PARA SAMARA?
Que gesto mais tosco foi aquele que a menina abre as mãos em volta das orelhas como se para capturar seus pensamentos toda vez que tem que pensar profundamente sobre alguma coisa? kkkk
O 3º Andar: Terror na Rua Malasana
3.0 192 Assista AgoraÉ um filme mediano, com um final que deixa a desejar.
O Chamado
3.3 354 Assista AgoraUma refilmagem literal não seria possível, principalmente devido às tradicionais diferenças entre Oriente e Ocidente. Isso sem contar que o grande público não está acostumado a filmes como Ringu, por isso a refilmagem, The Ring, ganhou mais dinamismo, ação, surpresas e sustos por minuto – mas, mesmo sendo um bom filme, nem de longe se equipara ao original.
É só ver os dois filmes para perceber que em Ringu o medo vem ao natural, enquanto na refilmagem a produção usa e abusa de música alta nas cenas de horror e de efeitos especiais para exagerar a cara de horror das pessoas mortas, por exemplo. Até as imagens da fita amaldiçoada ganharam uma nova roupagem, repleta de efeitos especiais, mas não conseguiram superar o impacto causado pela versão oriental da mesma fita.
The Ring foi batizado como O Chamado no Brasil, mas o título original tem dois sentidos: ring pode ser traduzido como o chamado telefônico em si (aquele que recebem as pessoas que assistiram à fita, avisando que irão morrer), mas também como círculo – um círculo misterioso é justamente a primeira imagem da fita amaldiçoada, tanto no filme original quanto na refilmagem.
Muitos detalhes da trama original japonesa foram alterados, especialmente a origem da fita maldita – que no filme oriental envolvia poderes paranormais e uma vidente, e na ocidental diz respeito a uma misteriosa matança de cavalos em uma ilha e uma garotinha com poderes psíquicos. Mas a essência básica, e os sustos, foram mantidos.
Mesmo assim, um conselho de amigo: ver o Ringu original pela primeira vez, sem saber seus mistérios e segredos, é uma experiência única. Por isso, escolha sabiamente entre as duas versões porque, infelizmente, você nunca mais vai ter o prazer de ver Ringu pela primeira vez novamente.
O Chamado
3.3 354 Assista AgoraA capa original é mais legal do que essa que colocaram
O Teste Decisivo
3.6 415Filme até bom. O final que pecou, e muito!
Pânico 2
3.2 841 Assista AgoraÉ o que eu mais gosto da franquia.
Tomie: Forbidden Fruit
2.8 5Este é o que deveria ser o final da série Tomie (apesar de haver mais 2 lançados este ano) e eles são um conjunto interessante de filmes. A série é baseada em Tomie Kawakami, por qualquer motivo ela é incapaz de morrer e é capaz de fazer os homens caírem de joelhos à vontade. Suas travessuras geralmente acabam sendo sua própria morte, principalmente pelo fato de ela empurrar os homens tão longe que acabam matando-a.
Esta história é baseada em Tomie Hashimoto, ela é uma garota pobre que sempre parece ter um dia ruim. Suas colegas do colégio a torturam sem parar, sua mãe está morta e seu pai Kazu não parece se importar muito com nada. Um dia, Tomie conhece uma garota chamada Tomie Kazuhiko, que acaba se parecendo com uma garota que Kazu uma vez imaginou. Bem, é claro que é a mesma Tomie e ela voltou para reivindicar seu primeiro amor. Então os fogos de artifício começam, bem mais ou menos.
O filme é uma mistura de terror, drama, um leve senso de humor, mas geralmente recai sobre o drama. Para não dizer que isso é ruim, a maioria das cenas dramáticas são muito bem representadas e ajudam a manter o filme unido. A única coisa ruim é que o filme se move em um ritmo estranho, às vezes indo em direções diferentes e acaba caindo de cara no chão.
Foi bom ver um enredo mais focado no passado de Tomie para variar, mas para um final não tem muito boom, ficou meio sem sentido. Claro que as faíscas que estavam voando eram boas, mas a explosão poderia ter sido muito mais.
Se você quer um filme de Tomie parecido com esse eu recomendaria Tomie: Replay, tem o mesmo tipo de ritmo em algumas cenas, mas mostra um lado diferente de Tomie que os outros filmes não conseguiram mostrar.
Adendo: Gostei da referência que fizeram a Sadako de Ringu no começo do filme hahaha
Tomie: Re-birth
2.7 6Tendo assistido aos três primeiros filmes (Tomie, Tomie: Replay, e este, Tomie: Re-birth), posso dizer que este é de longe o mais acessível e interessante da franquia.
Com certeza, este filme é, como os outros, quase glacial, mas aqueles com atenção para isso serão recompensados.
É difícil descrever o enredo, mas gira essencialmente em torno do efeito que a personagem-título - Tomie, a garota que não pode morrer - tem nas pessoas à sua volta. Tomie "encanta" os homens na medida em que eles se tornam impotentes, loucamente apaixonados por ela, a ponto de matá-la e ela renascer.
Mas a personagem é muito mais complexa do que isso, e essa iteração da série a torna mais acessível e a expande muito além do que os filmes anteriores tinham.
Com certeza, isso é horror, mas é mais psicológico do que qualquer coisa. Existem cenas horríveis, mas todo o filme é eficaz porque os personagens são ricos, profundos e interessantes. Enquanto os dois primeiros filmes focaram quase inteiramente nos efeitos que Tomie teve sobre os homens que ela conheceu, este se expande além disso, tocando na família e nos amigos, e até se digna a nos mostrar o que acontece quando um homem resiste aos seus encantos.
Não basta ser um filme de terror sólido, mas a qualidade da escrita em exibição é excelente e o coloca no mesmo nível de outros clássicos como Ring e Kairo. Este é um filme amadurecido de Tomie - não enfadonho como o primeiro ou abertamente americanizado como o segundo - mas cru e inteligente. É incrível como a cada filme vão tornando a Tomie mais especial, apesar de cada Tomie ser uma atriz diferente. Não fica na mesmice. Tem uma certa pegada de Ju-On, acho que isso se dá o fato de Takashi Shimizu estar por trás da direção.
Super Mario Bros.: O Filme
3.9 831 Assista AgoraAté que eu gostei do filme. Ele te passa sempre aquela sensação nostálgica e meio que faz você se sentir jogando o game.
Tomie: Another Face
2.6 8Nesse, a Tomie tá mais atrevida.haha
Tomie
2.5 13Eu nem sabia que era baseado em mangá, mesmo assim eu gostei.
A Médium
3.4 393 Assista AgoraÉ um filme sobre família e fé, sobre nossas obrigações com as tradições, nossa vontade de querer seguir um caminho diferente daquele que nos foi proposto. E também é um filme sobre mulheres lutando em meio ao caos provocado por terceiros. O filme engana no começo, parece ser um documentário de baixo orçamento e amador é meio cansativo o início mas vai ficando muito bom no decorrer do filme. Eles utilizam muito bem a justificativa de ser um documentário pra captar momentos muito angustiantes. A proposta é muito boa e vai preparando muito bem pro ápice do filme no final.
Uma dúvida que ficou na minha cabeça: será que o tio da Mink abusou dela sexualmente? Não é isso que fica implícito quando ela arranca as próprias roupas e o acusa de ser gostar do órgão genital de meninas novas?
Sadako: Ressurreição
2.6 6Filme tosco demais! Usaram um ícone do terror oriental pra tentar fazer sucesso com esse filme. Se a ideia era usar a Sadako poderiam ter feito um remake do Ringu, mas na versão chinesa
Marcas da Maldição
3.2 249 Assista AgoraRealmente com o comentário das pessoas dá pra se imaginar um filmão, mas passou bem longe disso, é bem feito, mas não para ter esse hype que teve. Eu não achei muito assustador, mas também achei interessante.
] A filha da Li Ruo-nan morreu no final do filme?
Assombração
3.0 159Estranho não haver muitas referências a esse filme por aí; é até difícil demais encontrar. Pelo jeito que as pessoas xingam o filme, o que dá para notar é que estavam esperando a coisa errada. Fiquei tentando encontrar um "terror oriental" no Google, e fiquei impressionadíssimo com a beleza do argumento e em perceber que o "terror" é aquele que nós mesmos produzimos tantas vezes a cada dia que, por isso mesmo, não nos parece tal; o terror não está nas cenas, na estética, exceto na medida em que o "gênero exige". (Aliás, o título engana, pois é, na verdade, "Lixeira".) Como poderia parecer terror? É isto que a história mostra, gente: o mundo de todas as insignificâncias (ou tudo de importante que se tornou insignificante) e coisas que se tornaram inconvenientes para nós. O filme é sobre a terrível destruição do que abandonamos e esquecemos, coisas que não podem mais permanecem em parte alguma, nem no subconsciente. Os objetos, os lugares, os fetos abordados, nossos mortos - os suicidas a quem é vedado o sacramento e não têm para onde ir. Tudo, até um rascunho rejeitado. As grandes e as pequenas coisas. O abandono e o esquecimento não poupam ninguém. Quem curte, veja de novo com outros olhos.
Não costumo escrever comentários, mas a incompreensão de tanta gente me levou a escrever este.
Mulher da Boca Cortada 2
3.5 18Acho que nesse filme eles acertaram bem. Diferente do primeiro, que não passou aquele sentimento que você tem para com um personagem X. Nesse filme fiquei com dó da protagonista e torci por ela. Sofreu preconceito, foi alvo de piadas e tudo mais.