Romance bem levinho com pitadas de propósitos, destinos, escolhas/decisões, etc. Foi interessante sob o ponto de vista da realidade alternativa que mostrou um certo caminho e a fez ir em busca daquela vida. Brant Daugherty aparece em diversas obras, mas só o vi em alguns dos Fifty Shades; Rachel Skarsten também fez bastante coisa, assim como Fifty Shades, mas a vi também em The Vow e até em um dos American Pie; já Brian Brough dirigiu diversos filmes que eu nunca passei perto, mas o curioso é que ele gosta mesmo de romance e filmes com temas natalinos, assim como o casal protagonista.
Enfim, só recomendo se não tiver nada melhor a sua disposição ou se realmente se interessar pelo gênero.
Ótimo drama baseado no livro Penguin Bloom: The Odd Little Bird Who Saved a Family, escrito por Bradley Trevor Greive e Cameron Bloom, e que também é baseado em fatos reais (com a própria família Bloom participando da produção). Apesar de estranho, foi bacana ver o Andrew numa temática bem distante do que nos acostumamos em TWD, e Naomi Watts passou muita emoção e veracidade dentro daquele contexto extremamente sofrido, mas ao mesmo tempo exaltando as superações, propósitos, conexões, motivações e esperanças de reconstrução. A ave foi a cereja do bolo pra todos esses ingredientes se completarem. Recomendo!
Musical que conta as origens do Willy dentro do universo fantasioso e extremamente doce da nossa conhecida Fantástica Fábrica de Chocolate. Atuações incríveis de Chalamet, Hugh Grant e da menina Noodle (Calah Lane). Tecnicamente um espetáculo visual e sonoro, assim como uma grande direção de Paul King. Apesar de não ser exatamente o meu gênero favorito, é uma grande obra, assim como as demais desse universo, que além de tudo, ainda transmite uma mensagem de luta contra corrupção, ganância e injustiças, mantendo a esperança sempre acima de tudo, pra provar que imaginação e bondade podem transformar o mundo.
Mais um filme baseado em algum jogo que teria tudo pra ser mais um fiasco, e que foi de certa forma, mas por outro lado, temos pontos interessantes, por incrível que pareça. Aqui temos uma história que realmente aconteceu na vida real, com um elenco bacana (na verdade, apenas Orlando Legolas Bloom e David Stranger Red Guardian Harbour, porque o protagonista mesmo, deixa quieto), efeitos sonoros e visuais incríveis, mas ainda assim, tudo foi relativamente cansativo, talvez pelo tempo excessivo. O legal é que diferente de outras adaptações, teve um tom mais realista e menos fantasioso. Até o próprio Jann Mardenborough participou como consultor e também atuou como dublê. Dirigido por Neill Blomkamp, que fez algumas coisas interessantes, como District 9, Elysium, Chappie, etc.
Não é horrível, mas vale a conferida mais pelos mais chegados aos jogos ou grandes aficionados pelo gênero.
E finalmente, quase 10 anos depois do pseudo piloto pra série que nunca saiu do papel e quase 40 depois do original, eis que temos mais um remake, agora mais atualizado e moderninho.
O grande lance aqui é a protagonista; é praticamente unânime que Chloë Moretz é bonitinha e normalzinha demais para o papel da nossa querida e totalmente fora da curva, Carrie. E isso por si só já é o bastante pra perdermos quase toda a crença na produção. Porém, em contraponto, temos Julianne Moore como sua mãe, o que trouxe um peso considerável pra esse papel (na minha opinião, a melhor Margaret White de todas, muito semelhante a versão do livro). Os outros personagens importantes não foram exatamente um destaque, mas o casal maléfico até que teve um desempenho bacaninha. A trama em si segue o padrão, mas apesar de atualizada, seguiu muita coisa da obra original e deu um ar até mais interessante pra Carrie, não deixando ela tão mondragona como sempre apresentaram. Óbvio também, que a modernidade da época, somado a um investimento razoável, facilitou muito a parte gráfica, efeitos, etc, principalmente no clímax do baile.
Em resumo, foi um remake bacana, bem competente, com pontos de destaque, que julgo estar acima dos outros, mas toda e qualquer obra sempre ficará na sombra pesada do clássico eterno.
Com isso, finalizamos mais uma franquia (essa nem tão grande). Esperamos com boa fé que deixem os clássicos imortais em paz e esforcem-se para criar novos ao invés de viverem tentando surfar, e passarem vergonha, na obra dos outros.
Passados 3 anos da famigerada (ou nem tanto) continuação, eis que surge um projeto mirabolante de um piloto para uma série da moça mais amável de todos os bailes sangrentos. Mas, devido a baixa audiência/recepção somados a questões financeiras contratuais, risco criativo e descaracterizações afora, a ideia foi engavetada e virou apenas um tipo de "what if?" no universo de Carrie. O fato é que apesar de muita gente torcer o nariz, essa versão é a mais fiel a obra literária do mestre King (com exceção do final, já que ele foi pensado pra seguir com episódios em série). O grande problema é que o baixo orçamento, somado a algumas atuações sofríveis, contribuíram pra que essa versão tenha aquele velho ar de fundo de quintal. Temos Angela Bettis fazendo uma Carrie bem estranha (!), talvez a mais bizarra de todas as versões e Patricia Clarkson como sua mãe, não ficando muito atrás, mas menos psicodélica. A direção/edição não deixa a desejar no baixo nível e consegue piorar quase tudo, mas confesso que gostei das cenas "originais" (não filmadas mas escritas), mesmo que tenham sido bem toscas, como por exemplo, a parte dos meteoros. Enfim, vale a pena para quem está se aventurando nesse mundo, para quem leu o livro e quer ver algo mais detalhado, etc, mas vá com a mente aberta e preparada para algo muito menos icônico que a versão de 76, servindo mais como complemento do que algo impactante.
23 anos depois do clássico, eis que surge uma sequência não oficial, tentando pegar carona na fama e nome do original, naquele velho estilo noventista que nos acostumamos a ver. Mas, apesar dessa realidade, temos alguns pontos razoáveis a elogiar aqui. Emily Bergl como protagonista, que inventaram ser parente da Carrie, até que foi bem aceitável. Tivemos Amy Irving, voltando ao papel de Sue Snell, a "amiga" que empresta o namorada pra Carrie, o que acaba contribuindo um pouco mais pro peso dessa pseudo continuação. E ainda houve tempo pro Finch (Eddie Kaye Thomas), de American Pie, fazer uma participação especial. A trama em si não é exatamente igual ao original, mas tem semelhanças, assim como suas próprias particularidades, como uma atualização para os meados dos anos 2000, com seus traumas e problemas sociais, rejeições, bullying, humilhações, etc, principalmente no ambiente escolar, com suas violências, culturas abusivas, entre outras bizarrices. Os efeitos são zoados, bem 90tão, com várias cenas bem malucas, câmeras insanas, edição duvidosa, músicas sinistras e excessos da época. Mas temos que destacar a cena da tatuagem, que ficou muito marcante. Enfim, não foi "uma continuação" incrível, mas tem seu charme meio cult, expandindo um pouco do legado de Carrie e servindo aos curiosos um pouco mais desse universo tele cinético macabro do mestre Stephen.
Mais um dos infinitos filmes do Liam, com quase sempre o mesmo roteiro. Não que seja ruim, mas é mais do mesmo, mudando esse ou aquele contexto, esse ou aquele cenário e essa ou aquela donzela/povoado em perigo esperando pra ser resgatada ou vingada. A fotografia aqui é um destaque, com paisagens isoladas da Irlanda, transmitindo um sentimento de desgaste emocional do "herói", que vinha de uma antiga vida violenta e moralmente pesada. Ao mesmo tempo, temos um embate não só físico, mas também ético, com justiça pessoal, responsabilidades, redenção e culpa. Tivemos tempo até para uma participação do Joffrey tosco de GoT, boas cenas com Kerry Condon e também com o peculiar Ciarán Hinds. Vale pelo imortal Neeson, mas não vai ser nada de incrível ou que você minimamente já não tenha assistido.
Clássico atemporal do grande Brian em cima da história sinistra do mestre King. Recentemente resolvi revisitar essas maravilhas (quatro ao todo) e aproveitei pra também ler a obra de 74. Nesse primeiro, temos Sissy Spacek no papel de Carietta White e Piper Laurie como sua mãe (curiosamente, ambas foram indicadas a Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante, respectivamente, coisa bem rara pra esse gênero, principalmente naquela época). Ainda teve um John Tramóia no início de carreira fazendo Billy Nolan, mas sem grande entusiasmo. Nessa versão, se compararmos ao livro, temos algumas diferenças narrativas, principalmente quanto aos depoimentos, relatórios, artigos, etc, que vão sendo apresentados de maneira fragmentada ao longo do livro, enquanto no filme, isso não é abordado, sendo algo mais linear e cronológico. Temos também uma Carrie mais frágil e ingênua, comparada a "original", com a aparição dos poderes de forma mais instintiva e emocional. Sua mãe foi suavizada no filme, sendo bem menos violenta e fanática, por incrível que pareça. O climax, no baile, é semelhante, só perdendo quanto a expansão da tragédia, já que ficou praticamente confinada a escola. De forma geral, o livro é quase um estudo sobre violência, fanatismo, repressão, histeria/bulling coletiva e moral, etc, dentro da Telecinesia, enquanto que esse primeiro filme acaba sendo mais emocional e mais subjetivo. Ainda assim, foi uma bela obra que merece e muito ser conhecida pelos apreciadores do gênero, ou não, dos grandes clássicos.
Uma animação incrível que mostra boa parte da complexidade humana (que certamente deve ser apenas a superfície), com seus traumas, suas psicologias, suas transformações, evoluções e paradigmas de personalidade. Nos faz refletir que todas os sentimentos são essenciais para um aprendizado e crescimento emocional constante, em busca da perfeição que nunca alcançaremos. Tecnicamente é o espetáculo visual que a Pixar sempre nos proporciona e que com muito mérito conquistou o Oscar de melhor animação daquele ano. Uma obra essencial e obrigatória para todas as idades!
Um filme pesado, com um contexto histórico incrível. Excelente atuação do Don Máquina de Combate Cheadle (indicado ao Oscar), bem como outros nomes importantes como Joaquin Coringa Phoenix e até o clássico Nick Nolte. Apesar de ser, infelizmente, baseado em fatos reais, é utilizado um tom mais contido, menos sensacionalista, mesmo que tudo ainda seja bem violento, mas sem explicitar demais. A crítica foca muito na indiferença da comunidade internacional, especialmente das potências ocidentais, ONU, etc, que certamente falharam em agir de forma efetiva para impedir aquela barbárie.
Filme duro, mas extremamente necessário como memória histórica, criando um eterno alerta para que tragédias semelhantes sejam evitadas.
Marcado um dia desses, 09/05/20, mas resolvei reassistir porque tinha ele perdido aqui não sei porque e também porque eu não tinha comentado e tal.
Boa animação, com uma historinha bobinha, mas ainda assim naqueles moldes de perseverança infinita do Naruto. Aliás, fazia muito tempo que não assistia nada desse universo que deu até saudade dos fillers infinitos. #SQN A trilha sonora sempre bacana, muito marcante e presente aqui. Os gráficos/ambientação também ficaram bem legais com a neve, assim como as roupas deles. A violência também não foi poupada em alguns momentos.
Um ótimo filme episódico e contemplativo, com excelentes locações e fotografias incríveis dentro do universo mitológico, desértico, pós-apocalíptico brutal e implacável de Mad Max. Anya e Thor, como era de se esperar, entregam muito, assim como a marcante direção do acima da média George Miller, que é o mestre em manusear esse universo épico. Apesar do foco na construção da icônica personagem, pode confundir um pouco, por ser um prelúdio para Mad Max: Fury Road (2015). Mas de toda forma, com certeza vale o seu tempo.
Comédia romântica bem interessante e cheia de detalhes e profundidades, além de também ter sido bastante aclamada e premiada. Tem um elenco de peso, com ótimas atuações de Cooper, De Niro, Chris Tucker e a vencedora da estatueta máxima, Jennifer Lawrence. A trama prende a atenção muito pela naturalidade do aprendizado constante de se conviver com as falhas humanas, aceitando o caos e encontrando beleza nele.
Uma obra-prima musical atemporal que une humor e muita sátira com a própria indústria hollywoodiana, na era da transição tecnológica do cinema mudo para o falado. Gene Kelly, Donald O’Connor, Debbie Reynolds e Jean Hagen, com atuações espetaculares, e que certamente se encontraram e continuaram suas apresentações em outras galáxias e/ou planos transcendentais.
Assisti ontem em 3D na XD do Cinemark, e como foi com os anteriores em seus respectivos lançados, foi uma experiência incrível, um verdadeiro espetáculo visual. Aliás, falando nos anteriores, reassisti ambos em 4K nos últimos dias, então foram 6 horas neles e agora mais 3 do novo, o que realmente cria uma imersão absurda, tanto que o começo desse novo pareceu como se eu ainda estivesse assistindo o segundo, de tão fluída que foi a passagem e de tão vivo que estava na memória (foi realmente uma ótima ideia). Sobre o filme/roteiro em si, eu também compartilho do pensamento de alguns; esperava mais. Assim como foi incrível o primeiro e tudo novo no segundo (com exceção de algumas questões), esperei que no terceiro houvessem novidades mais importantes, mas acabou sendo realmente uma continuação do anterior, quase como sendo uma única coisa (pelo que li, era pra ter sido, mas acabou dividido, assim como foi no Matrix 2 e 3, semelhantemente), com diversos pontos sendo praticamente iguais, com mesmos personagens, mesmos inimigos, mesmas motivações e até conclusões. E por conta disso também, senti falta de novas críticas, como foram tão bem feitas nos anteriores. Enfim, tirando isso, o espetáculo visual é indescritível. Realmente uma experiência surreal, então seria impossível dizer que é ruim. É tão espetacular quanto os anteriores, mas é claro que o primeiro sempre terá o lugar mais alto, devido ao fato de ter sido o precursor dessa absurda imersão audiovisual.
Continuando a saga. Um ano após o primeiro filme, o massacre continua. Aliás, cronologicamente e curiosamente falando, temos o primeiro filme de 1980 se passando em 1979 (o episódio do suposto afogamento ocorreu em 1957, com ele tendo cerca de 11 anos, então nos dias atuais do primeiro filme, teoricamente o malaco teria entre 32/33 anos, como esse segundo, de 1981 se passa cerca de 5 anos depois dos eventos do primeiro, então ele estaria aproximadamente com 38 anos). Considero esse aqui inferior ao primeiro. Não que a trama seja algo extremamente importante nesse gênero, mas pra mim, teve menos sentido, mesmo que uma ou outra explicação tenha sido apresentada e as cenas de "ação" tenham sido mais "bonitas". Uma ressalva para os acontecimentos iniciais, que criaram uma ligação razoável, mas é claro que com um desfecho totalmente sem lógica. O elenco também acho pior, apesar de achar as atuações menos medíocres. A final girl segue tosca com um final muito semelhante ao anterior e o mestre das punhaladas aparece com um visual sinistro, mas humano e furtivo, e começa a revelar sua obsessão em eliminar tudo aquilo que respira a sua volta. Steve Miner manteve razoavelmente o nível do antecessor, onde aliás, ele foi produtor, e retornaria na direção do terceiro no ano seguinte.
8/10 - Friday the 13th (1980) 6/10 - Friday the 13th Part 2 (1981)
Revisto em 4K (em função do lançamento do Fire and Ash). Ele também continua um espetáculo visual, quando tive o prazer de assistir naquele magnífico 3D na XD, 2 anos atrás. Continuo com a mesma opinião que fiz naquela época, apenas reforçando toda a crítica por trás da caça predatória, ganância e exploração ambiental da vida marinha. É tão incrível quando o primeiro, mas aquele teve um impacto absurdamente inédito, então merece estar um degrau acima.
Revisitando essa pérola em alta definição. Simplesmente aquele que criou, ou verdadeiramente impulsionou, o gênero slasher na história do cinema. A trama é tosca, e as atuações são sofríveis, mas isso nem compromete muito o resultado final, tendo em vista a ideia como um todo. Aliás, temos até um Kevin Bacon no elenco, começando sua carreira. O desfecho com sua clássica final girl é bastante impactante, e criaria uma franquia quase interminável. Direção simples e eficaz de Sean Cunningham, que acabou construindo uma mitologia que atravessou (e seguirá atravessando) gerações com seu impacto incontestável no cinema. Clássico absoluto obrigatório aos fãs!
Revisto em 4K (em função do lançamento do Fire and Ash). Continua um espetáculo visual, assim quando tive o prazer de assistir naquele magnífico 3D na XD, lá no nem tão longínquo 2009. James Cameron só pode ser um alienígena pra conseguir criar esse épico futurista e ao mesmo tempo transmitir tanta conexão espiritual com a natureza, bem como explicitar o eterno conflito entre as devastações tecnológicas e a preservação ambiental, e também escancarar o colonialismo/invasões/explorações dos povos originários/nativos. Realmente foi um divisor de águas em vários sentidos. E muito mais do que seus méritos visuais e seus inúmeros prêmios e indicações, pra mim, a mensagem mais importante aqui é a responsabilidade, respeito e agradecimento à natureza e a todas as espécies que essa terra nos proporciona durante nossa curta e pequena estadia.
Um filme incrível, que venceu a estatueta máxima, mais que merecido, além de também premiar a excelente atuação de Troy Kotsur (Frank), como melhor ator coadjuvante. Um drama emocionante, que tem na sensibilidade, obviamente pela inclusão, seu ponto forte, além da tensão familiar e o conflito emocional da jovem Ruby (Emilia Jones) e seus anseios. Você realmente sente, de certa forma, como é a vida naquele completo silêncio; é uma sensação de desespero, mas em alguns momentos, de paz.
Interessante saber: CODA é uma sigla para Child of Deaf Adults (filha de adultos surdos).
Um filme muito tenso e extremamente pesado, principalmente pelo fato de não ser explícito. Só não gostei do final e de algumas tomadas de decisão. Tudo bem que é a realidade é aquela ou até pior, mas a partir do momento em que houve o "flagrante", a autoridade deveria ter sido prevalecida e melhor desenvolvida.
Slasher tosco pós anos 70, já dentro da era dourada e mística de 80. Não tem nada de incrível, e acredito que o que mais chama a atenção é o título BR (que obviamente não tem nada a ver com título original, mas que acabou criando uma atmosfera muito mais assustadora do que realmente é). Um detalhe curioso (pra mim e para quem é próximo, é que o título do 2º álbum do Álibi foi justamente inspirado nisso aqui). Tobe Hooper dirigiu muitas pérolas nesse segmento, como Texas Chain Saw, Poltergeist, etc. A molecada, bem como o elenco em geral, não tem nada de muito relevante e a trama como um todo é nos moldes daquela época: assusta ou chega pegar disso, mais pelo mistério em si, do que pela presença que surge.
Amor Além da Vida
2.9 11 Assista AgoraRomance bem levinho com pitadas de propósitos, destinos, escolhas/decisões, etc. Foi interessante sob o ponto de vista da realidade alternativa que mostrou um certo caminho e a fez ir em busca daquela vida.
Brant Daugherty aparece em diversas obras, mas só o vi em alguns dos Fifty Shades; Rachel Skarsten também fez bastante coisa, assim como Fifty Shades, mas a vi também em The Vow e até em um dos American Pie; já Brian Brough dirigiu diversos filmes que eu nunca passei perto, mas o curioso é que ele gosta mesmo de romance e filmes com temas natalinos, assim como o casal protagonista.
Enfim, só recomendo se não tiver nada melhor a sua disposição ou se realmente se interessar pelo gênero.
Um Milagre Inesperado
3.6 54 Assista AgoraÓtimo drama baseado no livro Penguin Bloom: The Odd Little Bird Who Saved a Family, escrito por Bradley Trevor Greive e Cameron Bloom, e que também é baseado em fatos reais (com a própria família Bloom participando da produção).
Apesar de estranho, foi bacana ver o Andrew numa temática bem distante do que nos acostumamos em TWD, e Naomi Watts passou muita emoção e veracidade dentro daquele contexto extremamente sofrido, mas ao mesmo tempo exaltando as superações, propósitos, conexões, motivações e esperanças de reconstrução. A ave foi a cereja do bolo pra todos esses ingredientes se completarem.
Recomendo!
Wonka
3.4 456 Assista AgoraMusical que conta as origens do Willy dentro do universo fantasioso e extremamente doce da nossa conhecida Fantástica Fábrica de Chocolate.
Atuações incríveis de Chalamet, Hugh Grant e da menina Noodle (Calah Lane). Tecnicamente um espetáculo visual e sonoro, assim como uma grande direção de Paul King.
Apesar de não ser exatamente o meu gênero favorito, é uma grande obra, assim como as demais desse universo, que além de tudo, ainda transmite uma mensagem de luta contra corrupção, ganância e injustiças, mantendo a esperança sempre acima de tudo, pra provar que imaginação e bondade podem transformar o mundo.
Gran Turismo: De Jogador a Corredor
3.6 226 Assista AgoraMais um filme baseado em algum jogo que teria tudo pra ser mais um fiasco, e que foi de certa forma, mas por outro lado, temos pontos interessantes, por incrível que pareça.
Aqui temos uma história que realmente aconteceu na vida real, com um elenco bacana (na verdade, apenas Orlando Legolas Bloom e David Stranger Red Guardian Harbour, porque o protagonista mesmo, deixa quieto), efeitos sonoros e visuais incríveis, mas ainda assim, tudo foi relativamente cansativo, talvez pelo tempo excessivo.
O legal é que diferente de outras adaptações, teve um tom mais realista e menos fantasioso. Até o próprio Jann Mardenborough participou como consultor e também atuou como dublê.
Dirigido por Neill Blomkamp, que fez algumas coisas interessantes, como District 9, Elysium, Chappie, etc.
Não é horrível, mas vale a conferida mais pelos mais chegados aos jogos ou grandes aficionados pelo gênero.
Carrie, a Estranha
2.8 3,5K Assista AgoraE finalmente, quase 10 anos depois do pseudo piloto pra série que nunca saiu do papel e quase 40 depois do original, eis que temos mais um remake, agora mais atualizado e moderninho.
O grande lance aqui é a protagonista; é praticamente unânime que Chloë Moretz é bonitinha e normalzinha demais para o papel da nossa querida e totalmente fora da curva, Carrie. E isso por si só já é o bastante pra perdermos quase toda a crença na produção. Porém, em contraponto, temos Julianne Moore como sua mãe, o que trouxe um peso considerável pra esse papel (na minha opinião, a melhor Margaret White de todas, muito semelhante a versão do livro). Os outros personagens importantes não foram exatamente um destaque, mas o casal maléfico até que teve um desempenho bacaninha.
A trama em si segue o padrão, mas apesar de atualizada, seguiu muita coisa da obra original e deu um ar até mais interessante pra Carrie, não deixando ela tão mondragona como sempre apresentaram. Óbvio também, que a modernidade da época, somado a um investimento razoável, facilitou muito a parte gráfica, efeitos, etc, principalmente no clímax do baile.
Em resumo, foi um remake bacana, bem competente, com pontos de destaque, que julgo estar acima dos outros, mas toda e qualquer obra sempre ficará na sombra pesada do clássico eterno.
Com isso, finalizamos mais uma franquia (essa nem tão grande). Esperamos com boa fé que deixem os clássicos imortais em paz e esforcem-se para criar novos ao invés de viverem tentando surfar, e passarem vergonha, na obra dos outros.
1976 - Carrie (10)
2013 - Carrie (8)
2002 - Carrie (7)
1999 - The Rage: Carrie 2 (6)
Carrie, a Estranha
3.1 624 Assista AgoraPassados 3 anos da famigerada (ou nem tanto) continuação, eis que surge um projeto mirabolante de um piloto para uma série da moça mais amável de todos os bailes sangrentos. Mas, devido a baixa audiência/recepção somados a questões financeiras contratuais, risco criativo e descaracterizações afora, a ideia foi engavetada e virou apenas um tipo de "what if?" no universo de Carrie.
O fato é que apesar de muita gente torcer o nariz, essa versão é a mais fiel a obra literária do mestre King (com exceção do final, já que ele foi pensado pra seguir com episódios em série).
O grande problema é que o baixo orçamento, somado a algumas atuações sofríveis, contribuíram pra que essa versão tenha aquele velho ar de fundo de quintal. Temos Angela Bettis fazendo uma Carrie bem estranha (!), talvez a mais bizarra de todas as versões e Patricia Clarkson como sua mãe, não ficando muito atrás, mas menos psicodélica.
A direção/edição não deixa a desejar no baixo nível e consegue piorar quase tudo, mas confesso que gostei das cenas "originais" (não filmadas mas escritas), mesmo que tenham sido bem toscas, como por exemplo, a parte dos meteoros.
Enfim, vale a pena para quem está se aventurando nesse mundo, para quem leu o livro e quer ver algo mais detalhado, etc, mas vá com a mente aberta e preparada para algo muito menos icônico que a versão de 76, servindo mais como complemento do que algo impactante.
1976 - Carrie (10)
2002 - Carrie (7)
1999 - The Rage: Carrie 2 (6)
A Maldição de Carrie
2.5 164 Assista Agora23 anos depois do clássico, eis que surge uma sequência não oficial, tentando pegar carona na fama e nome do original, naquele velho estilo noventista que nos acostumamos a ver. Mas, apesar dessa realidade, temos alguns pontos razoáveis a elogiar aqui. Emily Bergl como protagonista, que inventaram ser parente da Carrie, até que foi bem aceitável. Tivemos Amy Irving, voltando ao papel de Sue Snell, a "amiga" que empresta o namorada pra Carrie, o que acaba contribuindo um pouco mais pro peso dessa pseudo continuação. E ainda houve tempo pro Finch (Eddie Kaye Thomas), de American Pie, fazer uma participação especial.
A trama em si não é exatamente igual ao original, mas tem semelhanças, assim como suas próprias particularidades, como uma atualização para os meados dos anos 2000, com seus traumas e problemas sociais, rejeições, bullying, humilhações, etc, principalmente no ambiente escolar, com suas violências, culturas abusivas, entre outras bizarrices.
Os efeitos são zoados, bem 90tão, com várias cenas bem malucas, câmeras insanas, edição duvidosa, músicas sinistras e excessos da época. Mas temos que destacar a cena da tatuagem, que ficou muito marcante.
Enfim, não foi "uma continuação" incrível, mas tem seu charme meio cult, expandindo um pouco do legado de Carrie e servindo aos curiosos um pouco mais desse universo tele cinético macabro do mestre Stephen.
1976 - Carrie (10)
1999 - The Rage: Carrie 2 (6)
Na Terra de Santos e Pecadores
3.1 76 Assista AgoraMais um dos infinitos filmes do Liam, com quase sempre o mesmo roteiro. Não que seja ruim, mas é mais do mesmo, mudando esse ou aquele contexto, esse ou aquele cenário e essa ou aquela donzela/povoado em perigo esperando pra ser resgatada ou vingada.
A fotografia aqui é um destaque, com paisagens isoladas da Irlanda, transmitindo um sentimento de desgaste emocional do "herói", que vinha de uma antiga vida violenta e moralmente pesada. Ao mesmo tempo, temos um embate não só físico, mas também ético, com justiça pessoal, responsabilidades, redenção e culpa.
Tivemos tempo até para uma participação do Joffrey tosco de GoT, boas cenas com Kerry Condon e também com o peculiar Ciarán Hinds.
Vale pelo imortal Neeson, mas não vai ser nada de incrível ou que você minimamente já não tenha assistido.
Carrie, a Estranha
3.7 1,5K Assista AgoraClássico atemporal do grande Brian em cima da história sinistra do mestre King.
Recentemente resolvi revisitar essas maravilhas (quatro ao todo) e aproveitei pra também ler a obra de 74.
Nesse primeiro, temos Sissy Spacek no papel de Carietta White e Piper Laurie como sua mãe (curiosamente, ambas foram indicadas a Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante, respectivamente, coisa bem rara pra esse gênero, principalmente naquela época). Ainda teve um John Tramóia no início de carreira fazendo Billy Nolan, mas sem grande entusiasmo.
Nessa versão, se compararmos ao livro, temos algumas diferenças narrativas, principalmente quanto aos depoimentos, relatórios, artigos, etc, que vão sendo apresentados de maneira fragmentada ao longo do livro, enquanto no filme, isso não é abordado, sendo algo mais linear e cronológico.
Temos também uma Carrie mais frágil e ingênua, comparada a "original", com a aparição dos poderes de forma mais instintiva e emocional. Sua mãe foi suavizada no filme, sendo bem menos violenta e fanática, por incrível que pareça.
O climax, no baile, é semelhante, só perdendo quanto a expansão da tragédia, já que ficou praticamente confinada a escola.
De forma geral, o livro é quase um estudo sobre violência, fanatismo, repressão, histeria/bulling coletiva e moral, etc, dentro da Telecinesia, enquanto que esse primeiro filme acaba sendo mais emocional e mais subjetivo.
Ainda assim, foi uma bela obra que merece e muito ser conhecida pelos apreciadores do gênero, ou não, dos grandes clássicos.
Divertida Mente
4.3 3,3K Assista AgoraUma animação incrível que mostra boa parte da complexidade humana (que certamente deve ser apenas a superfície), com seus traumas, suas psicologias, suas transformações, evoluções e paradigmas de personalidade. Nos faz refletir que todas os sentimentos são essenciais para um aprendizado e crescimento emocional constante, em busca da perfeição que nunca alcançaremos.
Tecnicamente é o espetáculo visual que a Pixar sempre nos proporciona e que com muito mérito conquistou o Oscar de melhor animação daquele ano.
Uma obra essencial e obrigatória para todas as idades!
Hotel Ruanda
4.1 638 Assista AgoraUm filme pesado, com um contexto histórico incrível. Excelente atuação do Don Máquina de Combate Cheadle (indicado ao Oscar), bem como outros nomes importantes como Joaquin Coringa Phoenix e até o clássico Nick Nolte.
Apesar de ser, infelizmente, baseado em fatos reais, é utilizado um tom mais contido, menos sensacionalista, mesmo que tudo ainda seja bem violento, mas sem explicitar demais.
A crítica foca muito na indiferença da comunidade internacional, especialmente das potências ocidentais, ONU, etc, que certamente falharam em agir de forma efetiva para impedir aquela barbárie.
Filme duro, mas extremamente necessário como memória histórica, criando um eterno alerta para que tragédias semelhantes sejam evitadas.
Naruto 1: Confronto Ninja no País da Neve!
3.5 49Marcado um dia desses, 09/05/20, mas resolvei reassistir porque tinha ele perdido aqui não sei porque e também porque eu não tinha comentado e tal.
Boa animação, com uma historinha bobinha, mas ainda assim naqueles moldes de perseverança infinita do Naruto. Aliás, fazia muito tempo que não assistia nada desse universo que deu até saudade dos fillers infinitos. #SQN
A trilha sonora sempre bacana, muito marcante e presente aqui. Os gráficos/ambientação também ficaram bem legais com a neve, assim como as roupas deles. A violência também não foi poupada em alguns momentos.
Enfim... vale a conferida!
Furiosa: Uma Saga Mad Max
3.7 695 Assista AgoraUm ótimo filme episódico e contemplativo, com excelentes locações e fotografias incríveis dentro do universo mitológico, desértico, pós-apocalíptico brutal e implacável de Mad Max.
Anya e Thor, como era de se esperar, entregam muito, assim como a marcante direção do acima da média George Miller, que é o mestre em manusear esse universo épico.
Apesar do foco na construção da icônica personagem, pode confundir um pouco, por ser um prelúdio para Mad Max: Fury Road (2015). Mas de toda forma, com certeza vale o seu tempo.
O Lado Bom da Vida
3.7 4,7K Assista AgoraComédia romântica bem interessante e cheia de detalhes e profundidades, além de também ter sido bastante aclamada e premiada.
Tem um elenco de peso, com ótimas atuações de Cooper, De Niro, Chris Tucker e a vencedora da estatueta máxima, Jennifer Lawrence.
A trama prende a atenção muito pela naturalidade do aprendizado constante de se conviver com as falhas humanas, aceitando o caos e encontrando beleza nele.
Cantando na Chuva
4.4 1,1K Assista AgoraUma obra-prima musical atemporal que une humor e muita sátira com a própria indústria hollywoodiana, na era da transição tecnológica do cinema mudo para o falado.
Gene Kelly, Donald O’Connor, Debbie Reynolds e Jean Hagen, com atuações espetaculares, e que certamente se encontraram e continuaram suas apresentações em outras galáxias e/ou planos transcendentais.
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 276 Assista AgoraAssisti ontem em 3D na XD do Cinemark, e como foi com os anteriores em seus respectivos lançados, foi uma experiência incrível, um verdadeiro espetáculo visual. Aliás, falando nos anteriores, reassisti ambos em 4K nos últimos dias, então foram 6 horas neles e agora mais 3 do novo, o que realmente cria uma imersão absurda, tanto que o começo desse novo pareceu como se eu ainda estivesse assistindo o segundo, de tão fluída que foi a passagem e de tão vivo que estava na memória (foi realmente uma ótima ideia).
Sobre o filme/roteiro em si, eu também compartilho do pensamento de alguns; esperava mais. Assim como foi incrível o primeiro e tudo novo no segundo (com exceção de algumas questões), esperei que no terceiro houvessem novidades mais importantes, mas acabou sendo realmente uma continuação do anterior, quase como sendo uma única coisa (pelo que li, era pra ter sido, mas acabou dividido, assim como foi no Matrix 2 e 3, semelhantemente), com diversos pontos sendo praticamente iguais, com mesmos personagens, mesmos inimigos, mesmas motivações e até conclusões. E por conta disso também, senti falta de novas críticas, como foram tão bem feitas nos anteriores.
Enfim, tirando isso, o espetáculo visual é indescritível. Realmente uma experiência surreal, então seria impossível dizer que é ruim. É tão espetacular quanto os anteriores, mas é claro que o primeiro sempre terá o lugar mais alto, devido ao fato de ter sido o precursor dessa absurda imersão audiovisual.
Sexta-Feira 13: Parte 2
3.3 435 Assista AgoraContinuando a saga.
Um ano após o primeiro filme, o massacre continua. Aliás, cronologicamente e curiosamente falando, temos o primeiro filme de 1980 se passando em 1979 (o episódio do suposto afogamento ocorreu em 1957, com ele tendo cerca de 11 anos, então nos dias atuais do primeiro filme, teoricamente o malaco teria entre 32/33 anos, como esse segundo, de 1981 se passa cerca de 5 anos depois dos eventos do primeiro, então ele estaria aproximadamente com 38 anos).
Considero esse aqui inferior ao primeiro. Não que a trama seja algo extremamente importante nesse gênero, mas pra mim, teve menos sentido, mesmo que uma ou outra explicação tenha sido apresentada e as cenas de "ação" tenham sido mais "bonitas". Uma ressalva para os acontecimentos iniciais, que criaram uma ligação razoável, mas é claro que com um desfecho totalmente sem lógica.
O elenco também acho pior, apesar de achar as atuações menos medíocres. A final girl segue tosca com um final muito semelhante ao anterior e o mestre das punhaladas aparece com um visual sinistro, mas humano e furtivo, e começa a revelar sua obsessão em eliminar tudo aquilo que respira a sua volta.
Steve Miner manteve razoavelmente o nível do antecessor, onde aliás, ele foi produtor, e retornaria na direção do terceiro no ano seguinte.
8/10 - Friday the 13th (1980)
6/10 - Friday the 13th Part 2 (1981)
Avatar: O Caminho da Água
3.9 1,4K Assista AgoraRevisto em 4K (em função do lançamento do Fire and Ash).
Ele também continua um espetáculo visual, quando tive o prazer de assistir naquele magnífico 3D na XD, 2 anos atrás.
Continuo com a mesma opinião que fiz naquela época, apenas reforçando toda a crítica por trás da caça predatória, ganância e exploração ambiental da vida marinha.
É tão incrível quando o primeiro, mas aquele teve um impacto absurdamente inédito, então merece estar um degrau acima.
Sexta-Feira 13
3.4 827 Assista AgoraRevisitando essa pérola em alta definição.
Simplesmente aquele que criou, ou verdadeiramente impulsionou, o gênero slasher na história do cinema.
A trama é tosca, e as atuações são sofríveis, mas isso nem compromete muito o resultado final, tendo em vista a ideia como um todo. Aliás, temos até um Kevin Bacon no elenco, começando sua carreira. O desfecho com sua clássica final girl é bastante impactante, e criaria uma franquia quase interminável.
Direção simples e eficaz de Sean Cunningham, que acabou construindo uma mitologia que atravessou (e seguirá atravessando) gerações com seu impacto incontestável no cinema.
Clássico absoluto obrigatório aos fãs!
Avatar
3.6 4,5K Assista AgoraRevisto em 4K (em função do lançamento do Fire and Ash).
Continua um espetáculo visual, assim quando tive o prazer de assistir naquele magnífico 3D na XD, lá no nem tão longínquo 2009.
James Cameron só pode ser um alienígena pra conseguir criar esse épico futurista e ao mesmo tempo transmitir tanta conexão espiritual com a natureza, bem como explicitar o eterno conflito entre as devastações tecnológicas e a preservação ambiental, e também escancarar o colonialismo/invasões/explorações dos povos originários/nativos.
Realmente foi um divisor de águas em vários sentidos. E muito mais do que seus méritos visuais e seus inúmeros prêmios e indicações, pra mim, a mensagem mais importante aqui é a responsabilidade, respeito e agradecimento à natureza e a todas as espécies que essa terra nos proporciona durante nossa curta e pequena estadia.
No Ritmo do Coração
4.1 771 Assista AgoraUm filme incrível, que venceu a estatueta máxima, mais que merecido, além de também premiar a excelente atuação de Troy Kotsur (Frank), como melhor ator coadjuvante.
Um drama emocionante, que tem na sensibilidade, obviamente pela inclusão, seu ponto forte, além da tensão familiar e o conflito emocional da jovem Ruby (Emilia Jones) e seus anseios.
Você realmente sente, de certa forma, como é a vida naquele completo silêncio; é uma sensação de desespero, mas em alguns momentos, de paz.
Interessante saber: CODA é uma sigla para Child of Deaf Adults (filha de adultos surdos).
Manas
4.2 136 Assista AgoraUm filme muito tenso e extremamente pesado, principalmente pelo fato de não ser explícito.
Só não gostei do final e de algumas tomadas de decisão. Tudo bem que é a realidade é aquela ou até pior, mas a partir do momento em que houve o "flagrante", a autoridade deveria ter sido prevalecida e melhor desenvolvida.
O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final
4.1 1,2K Assista AgoraConferido novamente, agora em 4K (com bitrate de 46911 kbps) e continua tão espetacular quanto sempre foi.
Pague Para Entrar, Reze Para Sair
3.1 353Slasher tosco pós anos 70, já dentro da era dourada e mística de 80. Não tem nada de incrível, e acredito que o que mais chama a atenção é o título BR (que obviamente não tem nada a ver com título original, mas que acabou criando uma atmosfera muito mais assustadora do que realmente é). Um detalhe curioso (pra mim e para quem é próximo, é que o título do 2º álbum do Álibi foi justamente inspirado nisso aqui).
Tobe Hooper dirigiu muitas pérolas nesse segmento, como Texas Chain Saw, Poltergeist, etc.
A molecada, bem como o elenco em geral, não tem nada de muito relevante e a trama como um todo é nos moldes daquela época: assusta ou chega pegar disso, mais pelo mistério em si, do que pela presença que surge.
Vale pela curiosidade, no máximo.