Vim aqui dizer que me amarrei no episódio 3. Parecia uma série sobre uma mulher lidando com diversos percalços em sua primeira semana em um emprego novo. Mas achei tudo meio corrido. A maneira como os problemas foram se amontoando dá a impressão de que aconteceram em um curto espaço de tempo.
Terminei as quatro temporadas, foi satisfatório rever a série que mais marcou minha adolescência. Se eu pudesse resumir a experiência de revê-la, diria: "Everwood continua funcionando, não porque seja impecável, mas porque o coração da série permanece."
A história acompanha um pai e marido medíocre buscando cumprir uma promessa feita à sua falecida esposa, enquanto tenta insistentemente, com todo carisma e humor possível, construir uma ponte entre ele e o filho rebelde (não sem causa).
Embora existam discussões sérias sobre temas controversos, a primeira temporada tem um clima de "Conto de Fadas", com direito a narração de abertura. E pensando no que escreveu J. R. R. Tolkien, em seu ensaio "Sobre Histórias de Fadas", um conto de fadas não é, essencialmente, sobre seres diminutos (ou elfos e anões). É sobre a existência de um mundo secundário. Para a família Brown, esse mundo secundário se chama Everwood — e guardado as devidas proporções — um mundo cuja lógica transforma a percepção do protagonista.
Um exemplo dos elementos fantásticos são as primeiras histórias, sempre carregadas de um clima folclórico e de pequenas fábulas cotidianas. Como a história do homem que constrói um farol marítimo para a esposa. A história de outro homem que vive isolado numa floresta. O surgimento de um animal silvestre na casa dos Brown, Ephram acredita que exista um habitat ao qual o cervo possa voltar e parte numa jornada para encontrá-lo, construindo assim uma alegoria ao desejo de Ephram de voltar para casa. Ainda temos a "Ponte do Beijo", ilustrada em um belo Conto durante a narrativa de abertura e que resume o argumento central da série: personagens que buscam constantemente construir uma ponte que ligue duas margens opostas, pai e filho, por exemplo.
Todos esses elementos servem para construir um clima quase lúdico sobre essa pequena cidade que, inclusive, tem um clima que muda drasticamente e hábitos que lembram mais uma cidade pré-moderna. Assim como uma aldeia tradicional todos se conhecem, há festivais para comemorar eventos meteorológicos, histórias são transmitidas de forma oral e existe uma memória coletiva. Parte da força inicial de Everwood reside nesse sentimento que estamos diante de uma cidade peculiar, em que seus habitantes formam uma pequena massa homogênea, mas, ao olhar mais de perto, possuem suas particularidades e cada morador ocupa um papel reconhecido.
É claro que esse é um olhar encantado. O coração de Everwood não reside necessariamente em seus elementos fabulares, mas permanece nas relações humanas. Ora entre pai e filho, médico e paciente diante de um dilema irreconciliável, ora entre um coração dividido pelo que foi, pelo que é agora e pelo que ainda pode ser. O elemento mais marcante, porém, reside na capacidade humana de reconstruir vínculos depois que eles parecem irremediavelmente rompidos.
Todos os personagens são profundamente humanos e capazes das atitudes mais sublimes e, ao mesmo tempo, das mais incoerentes, transitando nesse espectro cinza. É justamente essa recusa em idealizá-los que torna a série tão convincente. Eles amam, erram, machucam e tentam reparar seus erros. Podem flertar com outra pessoa enquanto o namorado está em coma, conversar com a esposa morta depois de tê-la negligenciada em vida ou convence alguém a não realizar um aborto enquanto quem convence o prática. São essas contradições, somadas às limitações da natureza humana, que tornam Everwood tão viva e consistente.
Protagonistas bebendo álcool enquanto tomam remédios controlados, protagonista masculino com a profundidade de um pires e esse é, provavelmente, o casal com menos química que já vi num dorama. Sem contar que parecem, no máximo, estarem sofrendo de apatia, não necessariamente de depressão.
Foram longas semanas para terminar, porque chegou num momento que somente conseguia ver dez, ou vinte minutos, por dia. De longe o pior dorama que vi até aqui.
Embora faça parte do grupo de pessoas que não gostou, não como um todo, do episódio quatro, não tem como não elogiar a criatividade do Akutami. E principalmente a crescente da temporada, pelo menos pra mim. Desenvolvem o conceito da Migração a Extinção calmamente, as regras do jogo e como isso se aplicava na realidade, ainda deixando espaço para dúvidas. Depois vieram as lutas.
Gostei de todas. O cara simplesmente meteu um advogado, um cara que usa notas fiscais e uma mulher que dobra o céu. Não tem como isso ser menos do que incrível!
Nossa, colocaram a policial jovem-mística namorando com o cara da musiquinha, pqp. Só isso, não aconteceu nada nessa temporada, nada de realmente importante para trama. Teve os novatos mais sem graça de todos.
Achei engraçado os policiais, sobre o comando da Lucy, resolverem dormir todos num mesmo local! hahaha
Nolan cometeu seu primeiro acobertamento, mesmo sendo completamente sem sentido a mulher não querer proteção, depois ir atrás de um assassino de aluguel porque estava com medo, sifude! uahuha
Revi todas as temporadas antes que a quinta fosse lançada, mesmo as temporadas que não curti tanto, a segunda e a terceira, passaram suave no teste do tempo.
Não tem como essa quinta temporada ser um primor, uma vez que a história entregou tudo anteriormente, tornando quase impossível fazer algo a altura das antecessoras. Aqui é como se fosse o ato final de um filme, o clímax. Como exatamente alguém conseguiria escrever quatro horas de êxtase/"ação"? Nosso cérebro nem conseguiria processar tal coisa.
Até tentaram desenvolver outros plot e buscar novas referências para abordar a expansão do universo, desenvolver/instigar um novo mistério sobre o passado do Vecna, mas nada funciona na mesma escala que já fora alcançada. O que resta é enxergar a última temporada apenas como a conclusão de uma história, sem muitas exigências, certamente você irá se divertir mais se pensar assim (ou não).
Somente a Sadie Sink conseguiu sair imune a premissa de deixar todos os personagens o mais feio possível! A roupa da Eleven mesmo é uma das coisas mais macabras que já vi! huhauhauhha
Revi todas as temporadas antes que a quinta fosse lançada, mesmo as temporadas que não curti tanto, a segunda e a terceira, passaram suave no teste do tempo.
Não tem como essa quinta temporada ser um primor, uma vez que a história entregou tudo anteriormente, tornando quase impossível fazer algo a altura das predecessoras. Aqui é como se fosse o ato final de um filme, o clímax. Como exatamente alguém conseguiria escrever quatro horas de êxtase/"ação"? Nosso cérebro nem conseguiria processar tal coisa.
Até tentaram desenvolver outros plot e buscar novas referências para abordar a expansão do universo, desenvolver/instigar um novo mistério sobre o passado do Vecna, mas nada funciona na mesma escala que já fora alcançada. O que resta é enxergar a última temporada apenas como a conclusão de uma história, sem muitas exigências, certamente você irá se divertir mais se pensar assim (ou não).
Somente a Sadie Sink conseguiu sair imune a premissa de deixar todos os personagens o mais feio possível! A roupa da Eleven mesmo é uma das coisas mais macabras que já vi! huhauhauhha
O que temos aqui é uma história sobre amizade, ressentimento, abuso e inveja, com doses de impunidade e manipulação. A violência é o único modo como todas essas cosias se encontram, se repelem e se resolvem.
Pegaram tão pesado com essa série que resolvi assistir. Sim, foi apenas por esse motivo, uma vez que até o momento vi apenas a série do Gavião Arqueiro e Loki. Não tenho lá muito interesse nessas séries da Marvel.
Enfim, basicamente a premissa da história não se sustenta, o roteiro erra naquilo que é mais importante, a lógica interna de uma história, mesmo em um mundo de fantasia/ficção, dois mais dois continua sendo quatro.
Katsuhiro Otomo disse certa vez que uma história não se sustenta se as pessoas não acreditarem no protagonista, não tem como acreditar que um gênio seria capaz de decisões tão imbecis e se tornar uma criminosa para poder levar seus projetos a frente. Muito menos no mundo que a Marvel estabeleceu. Não faz sentido, somente isso tem potencial suficiente para acabar com a série.
Deixando isso de lado, que a série é um fracasso em si mesma, continuei vendo com outro objetivo: da para ao menos se divertir vendo? E, pelo menos pra mim, até o episódio três (até onde vi), sim, da para se divertir um pouco, como num filme genérico que mistura ficção científica com ação, daqueles que seu pai vê e diz "bah, que filme foda!". No máximo, chutando alto, uma nota 2!
Revendo agora, a primeira temporada continua funcionando bem pra mim. Até por ser um pouco mais simples e ter menos personagens, focada no desenvolvimento dos laços familiares(?), os apuros que a Anne se mete por causa da sua personalidade imaginativa.
Devo confessar que permaneceu uma sensação de que faltava algum elemento nessa história, como se houvesse um vazio, ou algo que foi retirado. Foi então que, pesquisando sobre o livro, descubro que se trata originalmente de uma ficção cristã, aí as coisas fizeram mais sentido, o porque de resolverem recontar essa história, adicionar elementos estranhos e uma aura de sincretismo que vai se acentuando nas demais temporadas, se trata outra tentativa de "atualizar" um clássico (nem sei se é um clássico), mas pelo jeito parte do público naturalmente rejeitou isso culminando no final abrupto da série.
Esse dorama é quase um milagre, nada daquela futilidade tão comum em algumas novelas da Coreia, fala sobre ascensão feminina sem ser palestrinha como a séries e filmes ocidentais, principalmente sem culpar os homens que fazem o certo, embora não deixe de tecer criticas, mas de uma forma orgânica, diluída na história e sem culpar um gênero inteiro, também nós faz lembrar que aqueles que começam do zero sempre vão precisar de ajuda.
O que mais me impressionou é como a vida comum é parecida em qualquer lugar do mundo e como os homens, principalmente os que nasceram antes de 75, eram capazes de carregar o mundo nas costas. Yang Gwan-sik me fez lembra inúmeras vezes do meu pai, que fez tudo que pode pela nossa família, e que amava minha mãe desde criança, embora não obviamente como na série, mais pé no chão eu diria.
Assisti com a minha mãe e diversos momentos a fez recordar da própria vida, logo ela que tinha o sonho de ser uma professora, então não teve como conter a emoção. Qndo vi o primeiro dorama (japonês), lá por volta de 2006, não pensei que um dia veria um com a minha mãe. Ela sempre detestou qualquer coisa que fosse asiática, culpa dos filmes super violentos que eu e meus irmãos assistíamos! hahaha Foi satisfatória vê-la quebrando essa barreira!
Estamos vendo a demografia shounen sendo desconstruídas, diferente da desconstrução ocidental que torna quase tudo pior, os japoneses estão escrevendo histórias cada dia mais insanas.
Confesso que dei play no documentário acreditando que a mulher teria desvendado o crime/desaparecimento da filha sozinha, fui surpreendido da mesma forma em como os eventos foram se amarrando e trazendo desdobramentos cada vez mais intensos. A policia surpreendentemente nem se quer tentou investigar o caso afundo, aparentemente nem pegaram relatos mais aprofundado das amigas, nem se quer é questão de incompetência, foi um completo descaso mesmo.
Tem um documentário sobre uma leoa, enquanto for vivo vou me lembrar disso, que teve o filhote devorado por uma cobra, ela perseguiu a cobra por dias, ficando até mesmo sem comer, até que a cobrar ao se ver pressionada regurgitou o corpo do filhote, e a leoa pode reaver o corpo e come-lo fazendo assim o filhote voltar para o ventre, enfim, lembrei disso enquanto comentava aqui, porque essa mãe foi tão obstinada quanto. Realmente o fogo é visível em seus olhos.
Vale ressaltar que no documentário aparece um verdadeiro nerd, porra, colocar em torno de 19 mil desaparecidos numa planilha é bem coisa que um nerd obstinado faria, não essa merda de ver filmes da Marvel.
Tem mais barriga que a grávida de Taubaté. Acompanhar séries se tornou uma enorme fonte de frustração porque querem ganhar dinheiro infinito, já deveriam ter feito dez episódios e encerrado por aqui mesmo. Somente não vou reclamar mais porque vi de graça.
Qndo o anime chega nesse ponto; de ficar evitando alcançar o mangá, perde totalmente o ritmo e se torna super maçante. Depois de alguns episódios dessa temporada abandonei completamente o anime e nunca mais de continuidade.
Não vou dizer que foi uma baita decepção porque não tinha expectativa nenhuma, mas que é uma das coisas mais genéricas que já vi isso não tenho duvida.
É curioso como o traço dos personagens masculinos cada dia mais parece diretamente inspirados em personagens das novelas coreanas. Agora podiam maneiro um pouco na fofura. Esse excesso de flores, brilhos e deslumbramento é meio cansativo.
O que fizeram com o pessoal do estúdio MAPPA foi desumano e acabou prejudicando o resultado final de alguns episódios mais do que de outros, mas no geral foi uma temporada incrível! Tentei dar sequência na leitura do mangá só que o autor tem uma arte muita abaixo da média. Não entendo porque japoneses não aderem a desenhista e roteirista separadamente, seria melhor para todo mundo.
Único defeito é aquela competição entre as escola no maior estilo exame chuunin. Tem coisa boa ali, mas no geral foi meio meh.
Gosto de como Jujutsu parece uma crítica direta a Naruto. Tudo que o covarde do Kishimoto arrego, não tendo coragem de matar personagens significativos nem num arco de guerra, o autor original de Jujutsu passa por cima.
A Casa do Dragão (3ª Temporada)
3.7 158 Assista AgoraVim aqui dizer que me amarrei no episódio 3. Parecia uma série sobre uma mulher lidando com diversos percalços em sua primeira semana em um emprego novo. Mas achei tudo meio corrido. A maneira como os problemas foram se amontoando dá a impressão de que aconteceram em um curto espaço de tempo.
Everwood: Uma Segunda Chance (1ª Temporada)
4.2 71Terminei as quatro temporadas, foi satisfatório rever a série que mais marcou minha adolescência. Se eu pudesse resumir a experiência de revê-la, diria: "Everwood continua funcionando, não porque seja impecável, mas porque o coração da série permanece."
A história acompanha um pai e marido medíocre buscando cumprir uma promessa feita à sua falecida esposa, enquanto tenta insistentemente, com todo carisma e humor possível, construir uma ponte entre ele e o filho rebelde (não sem causa).
Embora existam discussões sérias sobre temas controversos, a primeira temporada tem um clima de "Conto de Fadas", com direito a narração de abertura. E pensando no que escreveu J. R. R. Tolkien, em seu ensaio "Sobre Histórias de Fadas", um conto de fadas não é, essencialmente, sobre seres diminutos (ou elfos e anões). É sobre a existência de um mundo secundário. Para a família Brown, esse mundo secundário se chama Everwood — e guardado as devidas proporções — um mundo cuja lógica transforma a percepção do protagonista.
Um exemplo dos elementos fantásticos são as primeiras histórias, sempre carregadas de um clima folclórico e de pequenas fábulas cotidianas. Como a história do homem que constrói um farol marítimo para a esposa. A história de outro homem que vive isolado numa floresta. O surgimento de um animal silvestre na casa dos Brown, Ephram acredita que exista um habitat ao qual o cervo possa voltar e parte numa jornada para encontrá-lo, construindo assim uma alegoria ao desejo de Ephram de voltar para casa. Ainda temos a "Ponte do Beijo", ilustrada em um belo Conto durante a narrativa de abertura e que resume o argumento central da série: personagens que buscam constantemente construir uma ponte que ligue duas margens opostas, pai e filho, por exemplo.
Todos esses elementos servem para construir um clima quase lúdico sobre essa pequena cidade que, inclusive, tem um clima que muda drasticamente e hábitos que lembram mais uma cidade pré-moderna. Assim como uma aldeia tradicional todos se conhecem, há festivais para comemorar eventos meteorológicos, histórias são transmitidas de forma oral e existe uma memória coletiva. Parte da força inicial de Everwood reside nesse sentimento que estamos diante de uma cidade peculiar, em que seus habitantes formam uma pequena massa homogênea, mas, ao olhar mais de perto, possuem suas particularidades e cada morador ocupa um papel reconhecido.
É claro que esse é um olhar encantado. O coração de Everwood não reside necessariamente em seus elementos fabulares, mas permanece nas relações humanas. Ora entre pai e filho, médico e paciente diante de um dilema irreconciliável, ora entre um coração dividido pelo que foi, pelo que é agora e pelo que ainda pode ser. O elemento mais marcante, porém, reside na capacidade humana de reconstruir vínculos depois que eles parecem irremediavelmente rompidos.
Todos os personagens são profundamente humanos e capazes das atitudes mais sublimes e, ao mesmo tempo, das mais incoerentes, transitando nesse espectro cinza. É justamente essa recusa em idealizá-los que torna a série tão convincente. Eles amam, erram, machucam e tentam reparar seus erros. Podem flertar com outra pessoa enquanto o namorado está em coma, conversar com a esposa morta depois de tê-la negligenciada em vida ou convence alguém a não realizar um aborto enquanto quem convence o prática. São essas contradições, somadas às limitações da natureza humana, que tornam Everwood tão viva e consistente.
Médicos em Colapso
4.0 36 Assista AgoraProtagonistas bebendo álcool enquanto tomam remédios controlados, protagonista masculino com a profundidade de um pires e esse é, provavelmente, o casal com menos química que já vi num dorama. Sem contar que parecem, no máximo, estarem sofrendo de apatia, não necessariamente de depressão.
Foram longas semanas para terminar, porque chegou num momento que somente conseguia ver dez, ou vinte minutos, por dia. De longe o pior dorama que vi até aqui.
Jujutsu Kaisen (3ª Temporada)
4.0 32 Assista AgoraEmbora faça parte do grupo de pessoas que não gostou, não como um todo, do episódio quatro, não tem como não elogiar a criatividade do Akutami. E principalmente a crescente da temporada, pelo menos pra mim. Desenvolvem o conceito da Migração a Extinção calmamente, as regras do jogo e como isso se aplicava na realidade, ainda deixando espaço para dúvidas. Depois vieram as lutas.
Gostei de todas. O cara simplesmente meteu um advogado, um cara que usa notas fiscais e uma mulher que dobra o céu. Não tem como isso ser menos do que incrível!
The Rookie (7ª Temporada)
3.8 7 Assista AgoraNossa, colocaram a policial jovem-mística namorando com o cara da musiquinha, pqp.
Só isso, não aconteceu nada nessa temporada, nada de realmente importante para trama. Teve os novatos mais sem graça de todos.
Achei engraçado os policiais, sobre o comando da Lucy, resolverem dormir todos num mesmo local! hahaha
Nolan cometeu seu primeiro acobertamento, mesmo sendo completamente sem sentido a mulher não querer proteção, depois ir atrás de um assassino de aluguel porque estava com medo, sifude! uahuha
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 517 Assista AgoraRevi todas as temporadas antes que a quinta fosse lançada, mesmo as temporadas que não curti tanto, a segunda e a terceira, passaram suave no teste do tempo.
Não tem como essa quinta temporada ser um primor, uma vez que a história entregou tudo anteriormente, tornando quase impossível fazer algo a altura das antecessoras. Aqui é como se fosse o ato final de um filme, o clímax. Como exatamente alguém conseguiria escrever quatro horas de êxtase/"ação"? Nosso cérebro nem conseguiria processar tal coisa.
Até tentaram desenvolver outros plot e buscar novas referências para abordar a expansão do universo, desenvolver/instigar um novo mistério sobre o passado do Vecna, mas nada funciona na mesma escala que já fora alcançada. O que resta é enxergar a última temporada apenas como a conclusão de uma história, sem muitas exigências, certamente você irá se divertir mais se pensar assim (ou não).
Somente a Sadie Sink conseguiu sair imune a premissa de deixar todos os personagens o mais feio possível! A roupa da Eleven mesmo é uma das coisas mais macabras que já vi! huhauhauhha
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 517 Assista AgoraRevi todas as temporadas antes que a quinta fosse lançada, mesmo as temporadas que não curti tanto, a segunda e a terceira, passaram suave no teste do tempo.
Não tem como essa quinta temporada ser um primor, uma vez que a história entregou tudo anteriormente, tornando quase impossível fazer algo a altura das predecessoras. Aqui é como se fosse o ato final de um filme, o clímax. Como exatamente alguém conseguiria escrever quatro horas de êxtase/"ação"? Nosso cérebro nem conseguiria processar tal coisa.
Até tentaram desenvolver outros plot e buscar novas referências para abordar a expansão do universo, desenvolver/instigar um novo mistério sobre o passado do Vecna, mas nada funciona na mesma escala que já fora alcançada. O que resta é enxergar a última temporada apenas como a conclusão de uma história, sem muitas exigências, certamente você irá se divertir mais se pensar assim (ou não).
Somente a Sadie Sink conseguiu sair imune a premissa de deixar todos os personagens o mais feio possível! A roupa da Eleven mesmo é uma das coisas mais macabras que já vi! huhauhauhha
Classe dos Heróis Fracos 1
4.3 42 Assista AgoraO que temos aqui é uma história sobre amizade, ressentimento, abuso e inveja, com doses de impunidade e manipulação. A violência é o único modo como todas essas cosias se encontram, se repelem e se resolvem.
Coração de Ferro
2.5 102 Assista AgoraPegaram tão pesado com essa série que resolvi assistir. Sim, foi apenas por esse motivo, uma vez que até o momento vi apenas a série do Gavião Arqueiro e Loki. Não tenho lá muito interesse nessas séries da Marvel.
Enfim, basicamente a premissa da história não se sustenta, o roteiro erra naquilo que é mais importante, a lógica interna de uma história, mesmo em um mundo de fantasia/ficção, dois mais dois continua sendo quatro.
Katsuhiro Otomo disse certa vez que uma história não se sustenta se as pessoas não acreditarem no protagonista, não tem como acreditar que um gênio seria capaz de decisões tão imbecis e se tornar uma criminosa para poder levar seus projetos a frente. Muito menos no mundo que a Marvel estabeleceu. Não faz sentido, somente isso tem potencial suficiente para acabar com a série.
Deixando isso de lado, que a série é um fracasso em si mesma, continuei vendo com outro objetivo: da para ao menos se divertir vendo? E, pelo menos pra mim, até o episódio três (até onde vi), sim, da para se divertir um pouco, como num filme genérico que mistura ficção científica com ação, daqueles que seu pai vê e diz "bah, que filme foda!". No máximo, chutando alto, uma nota 2!
Anne com um E (1ª Temporada)
4.6 763 Assista AgoraRevendo agora, a primeira temporada continua funcionando bem pra mim. Até por ser um pouco mais simples e ter menos personagens, focada no desenvolvimento dos laços familiares(?), os apuros que a Anne se mete por causa da sua personalidade imaginativa.
Devo confessar que permaneceu uma sensação de que faltava algum elemento nessa história, como se houvesse um vazio, ou algo que foi retirado. Foi então que, pesquisando sobre o livro, descubro que se trata originalmente de uma ficção cristã, aí as coisas fizeram mais sentido, o porque de resolverem recontar essa história, adicionar elementos estranhos e uma aura de sincretismo que vai se acentuando nas demais temporadas, se trata outra tentativa de "atualizar" um clássico (nem sei se é um clássico), mas pelo jeito parte do público naturalmente rejeitou isso culminando no final abrupto da série.
Se A Vida Te Der Tangerinas...
4.6 60 Assista AgoraEsse dorama é quase um milagre, nada daquela futilidade tão comum em algumas novelas da Coreia, fala sobre ascensão feminina sem ser palestrinha como a séries e filmes ocidentais, principalmente sem culpar os homens que fazem o certo, embora não deixe de tecer criticas, mas de uma forma orgânica, diluída na história e sem culpar um gênero inteiro, também nós faz lembrar que aqueles que começam do zero sempre vão precisar de ajuda.
O que mais me impressionou é como a vida comum é parecida em qualquer lugar do mundo e como os homens, principalmente os que nasceram antes de 75, eram capazes de carregar o mundo nas costas. Yang Gwan-sik me fez lembra inúmeras vezes do meu pai, que fez tudo que pode pela nossa família, e que amava minha mãe desde criança, embora não obviamente como na série, mais pé no chão eu diria.
Assisti com a minha mãe e diversos momentos a fez recordar da própria vida, logo ela que tinha o sonho de ser uma professora, então não teve como conter a emoção. Qndo vi o primeiro dorama (japonês), lá por volta de 2006, não pensei que um dia veria um com a minha mãe. Ela sempre detestou qualquer coisa que fosse asiática, culpa dos filmes super violentos que eu e meus irmãos assistíamos! hahaha Foi satisfatória vê-la quebrando essa barreira!
Prison Break (1ª Temporada)
4.6 848 Assista AgoraNão é aquela coisa genial que os fãs pintam, é repleta de conveniências, mas entretém e isso é mais do que o suficiente pra mim.
Dandadan (1ª Temporada)
4.2 84 Assista AgoraEstamos vendo a demografia shounen sendo desconstruídas, diferente da desconstrução ocidental que torna quase tudo pior, os japoneses estão escrevendo histórias cada dia mais insanas.
Em Busca de uma Filha
4.2 32 Assista AgoraConfesso que dei play no documentário acreditando que a mulher teria desvendado o crime/desaparecimento da filha sozinha, fui surpreendido da mesma forma em como os eventos foram se amarrando e trazendo desdobramentos cada vez mais intensos. A policia surpreendentemente nem se quer tentou investigar o caso afundo, aparentemente nem pegaram relatos mais aprofundado das amigas, nem se quer é questão de incompetência, foi um completo descaso mesmo.
Tem um documentário sobre uma leoa, enquanto for vivo vou me lembrar disso, que teve o filhote devorado por uma cobra, ela perseguiu a cobra por dias, ficando até mesmo sem comer, até que a cobrar ao se ver pressionada regurgitou o corpo do filhote, e a leoa pode reaver o corpo e come-lo fazendo assim o filhote voltar para o ventre, enfim, lembrei disso enquanto comentava aqui, porque essa mãe foi tão obstinada quanto. Realmente o fogo é visível em seus olhos.
Vale ressaltar que no documentário aparece um verdadeiro nerd, porra, colocar em torno de 19 mil desaparecidos numa planilha é bem coisa que um nerd obstinado faria, não essa merda de ver filmes da Marvel.
First Love
4.3 27 Assista AgoraTodo mundo achando a coisa mais linda do mundo e eu somente pensando na coitada da noiva do protagonista que foi feita de trouxa a novela inteira.
A Casa do Dragão (2ª Temporada)
3.5 350 Assista AgoraTem mais barriga que a grávida de Taubaté. Acompanhar séries se tornou uma enorme fonte de frustração porque querem ganhar dinheiro infinito, já deveriam ter feito dez episódios e encerrado por aqui mesmo. Somente não vou reclamar mais porque vi de graça.
Star Wars: The Acolyte (1ª Temporada)
2.4 173 Assista AgoraHahahaha meteram nudez em Star Wars! Logo as viúvas da Slave Leia! kkkkkkkkkk
Naruto Shippuden (2ª Temporada)
4.3 40 Assista AgoraQndo o anime chega nesse ponto; de ficar evitando alcançar o mangá, perde totalmente o ritmo e se torna super maçante. Depois de alguns episódios dessa temporada abandonei completamente o anime e nunca mais de continuidade.
The God of High School
3.3 30Não vou dizer que foi uma baita decepção porque não tinha expectativa nenhuma, mas que é uma das coisas mais genéricas que já vi isso não tenho duvida.
Paradise Kiss
4.3 41 Assista AgoraNunca vi o anime, mas comprei todos os volumes do mangá, mensalmente, apenas para acompanhar uma amiga na leitura. Que saudades da Fernanda. =[
Sakamichi no Apollon
4.5 50Infelizmente não é o "anime musical" que o jazz merece, e a história no fim é bem morna e tem um final abrupto.
Yubisaki to Renren
4.2 14 Assista AgoraÉ curioso como o traço dos personagens masculinos cada dia mais parece diretamente inspirados em personagens das novelas coreanas. Agora podiam maneiro um pouco na fofura. Esse excesso de flores, brilhos e deslumbramento é meio cansativo.
Jujutsu Kaisen (2ª Temporada)
4.2 84 Assista AgoraO que fizeram com o pessoal do estúdio MAPPA foi desumano e acabou prejudicando o resultado final de alguns episódios mais do que de outros, mas no geral foi uma temporada incrível! Tentei dar sequência na leitura do mangá só que o autor tem uma arte muita abaixo da média. Não entendo porque japoneses não aderem a desenhista e roteirista separadamente, seria melhor para todo mundo.
Jujutsu Kaisen (1ª Temporada)
4.3 175 Assista AgoraÚnico defeito é aquela competição entre as escola no maior estilo exame chuunin. Tem coisa boa ali, mas no geral foi meio meh.
Gosto de como Jujutsu parece uma crítica direta a Naruto. Tudo que o covarde do Kishimoto arrego, não tendo coragem de matar personagens significativos nem num arco de guerra, o autor original de Jujutsu passa por cima.