James Franco (Homem Aranha 1,2 e 3; Comer, rezar e Amar) é Aron Ralston, um engenheiro e alpinista que não é muito chegado a dar satisfação sobre seus destinos aventureiros.
É facilmente perceptível a quantidade de desafios impostos ao diretor desse filme. O primeiro deles, comum a grande maioria dos longas de roteiro adaptado. Como tornar interessante um filme cujo quase todos já conhecem o final da trama?
Boyle foi muito feliz na escolha dos recursos pra tornar a trama interessante ao espectador.
Diversidade de ângulos das câmeras: O diretor esbanjou diferentes ângulos. Destaque pra câmera dentro do tubo de camelbak. Boyle recorreu a essa câmera diversas vezes para passar informações importantes ao espectador, tais como a quantidade de líquido que restava no recipiente ou o tipo de líquido que era sugado por Aron. Edição de som fantástica: Impressionante o ruído que a edição de som inseriu na cena da amputação. O espectador associa o ruído à dor de ter um nervo cortado, mesmo sem nunca ter passado pela experiência. Raio X – Confesso que senti um pouco de Tarantino em Danny Boyle quando vi a cena do raio x no braço de Aron. O segundo e maior desafio do diretor foi o de prender a atenção do espectador a uma estória de 127 horas sem novos acontecimentos e principalmente sem diálogos.
Para resolver o problema da ausência de acontecimentos e preencher a trama, Boyle fez o básico:
Prolongou um pouco o “Antes” do acidente, narrando um encontro casual com duas garotas aventureiras e um banho de piscina natural. Também no “Antes”, enfatizou imagens em pontos importantes para o restante do filme, como por exemplo o canivete esquecido, o telefonema da mãe ignorado e a garrafa de Gatorade deixada no interior do carro. E principalmente, sempre que necessário recorreu a algum sempre bem escolhido “flash back” de acontecimentos da vida de Aron. O problema da ausência de diálogos foi facilmente superado pelo diretor com as inserções de depoimentos de Aron a sua filmadora. O equipamento eletrônico funcionou como uma espécie de Bola Wilson ao “escutar” as alucinações do protagonista confinado.
Enfim, uma estória que poderia ser contada em 127 segundos com detalhes, conseguiu prender a atenção do espectador por 94 minutos, mesmo com a ausência de grandes emoções. Este é o grande mérito de 127 horas.
E não se esqueça, antes de sair de casa, poste seu destino no Twitter.
Ao longo dos anos, o Rio de Janeiro e como conseqüência o Brasil, foram tratados pelo cinema internacional com uma visão recheada de caricaturas e estereótipos. Carlos Saldanha, é um carioca que parece se incomodar muito com esse fato. O incômodo de Saldanha é facilmente notado em Rio, a nova animação do diretor, que estreou mundialmente em Abril.
Em "Rio", Saldanha mostra um Brasil real, um Rio de Janeiro que, não fala espanhol, tem cientistas competentes, maravilhas naturais, um espetacular carnaval que não gira em torno dos atributos físicos femininos, pessoas simpáticas, boa culinária, crime organizado e favelas. Acredito que essa qualidade do filme acabou se tornando o seu ponto fraco, pois os demais elementos do filme acabaram ficando em segundo plano. É aquele velho ditado. Em "Rio" o cachorro não balançou o rabo. O rabo acabou balançando o cachorro.
O roteiro deixa muito a desejar em emoção e se tornou muito previsível. O que falta de clichês no "background" da história da arara azul, sobra no roteiro. Alguns vão dizer que isso não chega a ser um defeito pra avaliar um filme infantil. Eu concordaria se esse problema em Rio não fosse tão acentuado. Fica claro que, o que norteou o roteirista foi a preocupação exagerada em mostrar o Rio de Janeiro. Forçaram tanto a barra que o ponto fundamental da trama é a necessidade dos bandidos atravessarem a Marquês de Sapucaí pra chegarem a um aeroporto, como se não houvesse uma alternativa. A questão é que a Sapucaí tinha que ser mostrada.
Esta gafe do roteirista, em colocar a Marquês de Sapucaí como rota única pra um destino carioca, contrasta completamente com o que o filme tem de mais forte, a fidelidade ao real. Por isso não pegou bem.
Além do mais, Shrek e Madagascar mostraram que é possível fazer cinema infantil com roteiros interessantes.
E se me perguntam se vale a pena assistir? Claro que vale. É um filme leve, com boas músicas, algumas boas piadas e tecnicamente quase impecável. Faltou apenas o cachorro balançar o rabo.
Kathryn Bigelow - com um filme de produção baixa - tirando o Oscar do ex marido - James Cameron com Avatar - na batalha de egos pós divórcio por si só já é um evento digno de 4 estrelas.
Revolucionaram os filmes de super heróis. Atuação magnífica de Leadger. O ponto fraco é que o coringa foi um pouco descaracterizado de suas características originais. Não pelo ator, mas pelo roteirista.
Atuação do Clint como um velho ranzinza é uma das melhores que ja vi. Ele é tão ranzinza que chega a ser engraçado. O roteiro tbm é bacana, fala sobre uma verdadeira amizade, galgada na base da conquista da confiança.
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
4.3 5,0K Assista AgoraExcelente filme, retrata a vida de forma inocente pela Amelie, que vai descobrindo aos poucos o significado do amor.
Tbm gosto muito da fotografia verde e vermelha. Estiliza o filme.
Amnésia
4.2 2,2K Assista AgoraRevolucionou os flashbacks do cinema.
127 Horas
3.8 3,1K Assista AgoraJames Franco (Homem Aranha 1,2 e 3; Comer, rezar e Amar) é Aron Ralston, um engenheiro e alpinista que não é muito chegado a dar satisfação sobre seus destinos aventureiros.
É facilmente perceptível a quantidade de desafios impostos ao diretor desse filme. O primeiro deles, comum a grande maioria dos longas de roteiro adaptado. Como tornar interessante um filme cujo quase todos já conhecem o final da trama?
Boyle foi muito feliz na escolha dos recursos pra tornar a trama interessante ao espectador.
Diversidade de ângulos das câmeras: O diretor esbanjou diferentes ângulos. Destaque pra câmera dentro do tubo de camelbak. Boyle recorreu a essa câmera diversas vezes para passar informações importantes ao espectador, tais como a quantidade de líquido que restava no recipiente ou o tipo de líquido que era sugado por Aron.
Edição de som fantástica: Impressionante o ruído que a edição de som inseriu na cena da amputação. O espectador associa o ruído à dor de ter um nervo cortado, mesmo sem nunca ter passado pela experiência.
Raio X – Confesso que senti um pouco de Tarantino em Danny Boyle quando vi a cena do raio x no braço de Aron.
O segundo e maior desafio do diretor foi o de prender a atenção do espectador a uma estória de 127 horas sem novos acontecimentos e principalmente sem diálogos.
Para resolver o problema da ausência de acontecimentos e preencher a trama, Boyle fez o básico:
Prolongou um pouco o “Antes” do acidente, narrando um encontro casual com duas garotas aventureiras e um banho de piscina natural.
Também no “Antes”, enfatizou imagens em pontos importantes para o restante do filme, como por exemplo o canivete esquecido, o telefonema da mãe ignorado e a garrafa de Gatorade deixada no interior do carro.
E principalmente, sempre que necessário recorreu a algum sempre bem escolhido “flash back” de acontecimentos da vida de Aron.
O problema da ausência de diálogos foi facilmente superado pelo diretor com as inserções de depoimentos de Aron a sua filmadora. O equipamento eletrônico funcionou como uma espécie de Bola Wilson ao “escutar” as alucinações do protagonista confinado.
Enfim, uma estória que poderia ser contada em 127 segundos com detalhes, conseguiu prender a atenção do espectador por 94 minutos, mesmo com a ausência de grandes emoções. Este é o grande mérito de 127 horas.
E não se esqueça, antes de sair de casa, poste seu destino no Twitter.
WALL·E
4.3 2,9KComeço do filme (mudo) é antológico.
Rio
3.6 2,7K Assista AgoraAo longo dos anos, o Rio de Janeiro e como conseqüência o Brasil, foram tratados pelo cinema internacional com uma visão recheada de caricaturas e estereótipos. Carlos Saldanha, é um carioca que parece se incomodar muito com esse fato. O incômodo de Saldanha é facilmente notado em Rio, a nova animação do diretor, que estreou mundialmente em Abril.
Em "Rio", Saldanha mostra um Brasil real, um Rio de Janeiro que, não fala espanhol, tem cientistas competentes, maravilhas naturais, um espetacular carnaval que não gira em torno dos atributos físicos femininos, pessoas simpáticas, boa culinária, crime organizado e favelas. Acredito que essa qualidade do filme acabou se tornando o seu ponto fraco, pois os demais elementos do filme acabaram ficando em segundo plano. É aquele velho ditado. Em "Rio" o cachorro não balançou o rabo. O rabo acabou balançando o cachorro.
O roteiro deixa muito a desejar em emoção e se tornou muito previsível. O que falta de clichês no "background" da história da arara azul, sobra no roteiro. Alguns vão dizer que isso não chega a ser um defeito pra avaliar um filme infantil. Eu concordaria se esse problema em Rio não fosse tão acentuado. Fica claro que, o que norteou o roteirista foi a preocupação exagerada em mostrar o Rio de Janeiro. Forçaram tanto a barra que o ponto fundamental da trama é a necessidade dos bandidos atravessarem a Marquês de Sapucaí pra chegarem a um aeroporto, como se não houvesse uma alternativa. A questão é que a Sapucaí tinha que ser mostrada.
Esta gafe do roteirista, em colocar a Marquês de Sapucaí como rota única pra um destino carioca, contrasta completamente com o que o filme tem de mais forte, a fidelidade ao real. Por isso não pegou bem.
Além do mais, Shrek e Madagascar mostraram que é possível fazer cinema infantil com roteiros interessantes.
E se me perguntam se vale a pena assistir? Claro que vale. É um filme leve, com boas músicas, algumas boas piadas e tecnicamente quase impecável. Faltou apenas o cachorro balançar o rabo.
Velocidade Máxima 2
2.5 289 Assista AgoraUma das piores continuações da história.
Armageddon
3.5 1,1KFilme clichê, mas agradável. Boa trilha sonora.
Triplo X
2.8 369 Assista AgoraExageradamente exagerado. A cena da avalanche merece um estudo.
Matrix Reloaded
3.7 859 Assista AgoraContinuação lixo.
Uma Saída de Mestre
3.6 456 Assista AgoraUm dos poucos filmes com perseguição de carros inteligente.
Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra
4.1 1,1K Assista AgoraOutra péssima continuação de Piratas 1.
Matrix Revolutions
3.5 827 Assista AgoraDecepcionante. Uma das piores continuações da história.
O Senhor das Armas
3.8 926 Assista AgoraMuito bom, ta na minha coleção.
Motoqueiro Fantasma
2.7 1,2K Assista AgoraNão consegui terminar de assistir.
300
3.8 1,8K Assista AgoraBom filme épico.
Piratas do Caribe: No Fim do Mundo
3.8 964 Assista AgoraFilme chato e com vários erros sequenciais. A estrela solitária vai pro Johnny Depp.
Transformers
3.4 1,3K Assista AgoraFraquinho.
Duro de Matar 4.0
3.5 547 Assista AgoraReviveu bem os clássicos dos anos 80. E a trilha sonora é bacana. O ponto fraco são os exageros.
Guerra ao Terror
3.5 1,4K Assista AgoraKathryn Bigelow - com um filme de produção baixa - tirando o Oscar do ex marido - James Cameron com Avatar - na batalha de egos pós divórcio por si só já é um evento digno de 4 estrelas.
Batman: O Cavaleiro das Trevas
4.5 3,8K Assista AgoraRevolucionaram os filmes de super heróis. Atuação magnífica de Leadger. O ponto fraco é que o coringa foi um pouco descaracterizado de suas características originais. Não pelo ator, mas pelo roteirista.
Crepúsculo
2.5 4,2K Assista AgoraA maior prova de amor que um homem pode fazer a uma mulher é ir assistir os filmes da saga Crepúsculo com a namorada.
Gran Torino
4.2 1,6K Assista AgoraAtuação do Clint como um velho ranzinza é uma das melhores que ja vi. Ele é tão ranzinza que chega a ser engraçado. O roteiro tbm é bacana, fala sobre uma verdadeira amizade, galgada na base da conquista da confiança.
X-Men Origens: Wolverine
3.2 2,2K Assista AgoraAchei chato.
Código de Conduta
4.0 1,8K Assista AgoraUm dos melhores filmes sobre vingança de todos os tempos.