No geral, é um folk horror que me trouxe uma experiência muito satisfatória. Aqui o terror vem da construção gradual de um sentimento de desconforto e inquietação, que me manteve envolvido do início ao fim, assim como aconteceu com Caveat (2020) e Oddity (2024) — do mesmo diretor e que considero igualmente ótimos. Senti falta de um pouco mais de coesão e ideias interessantes sobre a mitologia que poderiam ter sido exploradas com mais detalhe. Ainda assim, a execução fez toda a diferença. O protagonista é um personagem difícil de gostar, mas Adam Scott consegue transmitir o peso emocional que move a história. Gostei bastante.
É um found footage no estilo screenlife, ou seja, praticamente todo contado através de telas digitais. Dito isso, é um bom filme dentro da proposta. Com uma premissa bastante ousada e de escala global, ele consegue transmitir muito bem a sensação de que algo maior está acontecendo, mesmo limitando a narrativa a ambientes e personagens reduzidos. Em nenhum momento a ideia parece pequena ou artificial. Pelo contrário, o filme consegue dar uma boa noção do impacto mundial dos acontecimentos e fazer o espectador sentir essa escala. Só por conseguir executar algo ambicioso dentro das limitações do formato, já ganha muitos pontos comigo. A atuação do protagonista também ajuda bastante a sustentar a narrativa. Já o restante do elenco varia entre o mediano e o fraco, algo relativamente comum nesse tipo de produção. Ainda assim, no conjunto da obra, achei um bom found footage, especialmente para quem gosta de filmes que tentam fazer mais do que o habitual dentro do gênero.
É um ótimo filme. Na maior parte do tempo, quando precisa, constrói muito bem a tensão e o medo. Não é um terror extremamente assustador, mas sabe mostrar o que precisa mostrar, o que o diferencia de muitos filmes taiwaneses do mesmo estilo, que costumam trabalhar mais com sugestão. Os efeitos também me agradaram bastante. Ele tem alguns problemas comuns em produções orientais, como trilha sonora, que às vezes quebra o clima que estava sendo construído ou parece destoar do que está acontecendo em cena. Felizmente, isso acontece pouco aqui. Por se tratar de uma cultura diferente, quem não está acostumado a assistir filmes orientais talvez estranhe algumas situações ou considere certas premissas bobas ou exageradas. Mas, para quem já tem familiaridade com esse tipo de cinema, tudo faz sentido dentro do contexto cultural apresentado, e fica mais fácil sentir o peso dramático de situações que podem parecer inusitadas para um público ocidental. O final me marcou bem, por mostrar um tipo mais real de terror (no spoiler)
O filme trabalha um terror mais sobrenatural e simbólico, mas termina apresentando algo muito mais próximo da nossa realidade. O protagonista morre, mas continua existindo através de uma inteligência artificial criada por ele, acessível por meio de um jogo e realidade aumentada, quase como uma versão avançada de uma Alexa. Foi justamente essa ideia que me causou um medo mais concreto, porque parece muito mais plausível e próxima do futuro que estamos construindo do que qualquer elemento sobrenatural mostrado ao longo do filme.
O filme tem uma boa história e ideias interessantes, mas é prejudicado por uma direção e uma montagem que deixam a desejar. Existem momentos de terror que funcionam e algumas cenas realmente causam desconforto, porém falta a construção de tensão necessária para que tenham mais impacto. A narrativa também oscila entre se levar muito a sério e quase soar como uma sátira, o que enfraquece a experiência. Ainda assim, alguns efeitos e soluções visuais ajudam a manter o interesse. Fiquei com a impressão de que o filme teria funcionado melhor se tivesse abraçado de vez o formato found footage, tornando a experiência mais imersiva e disfarçando algumas fragilidades da narrativa.
Tem tudo o que precisa em um filme de Mortal Kombat: pancadaria exagerada, fatalities, personagens carismáticos, frases cafonas e energia de videogame o tempo inteiro. Não tenta ser mais profundo do que deveria e justamente por isso funciona tão bem. É puro suco do cringe… hurankandey turum turum :D
Achei um excelente terror contemporâneo. Terminei o filme com a sensação de ter assistido a um futuro clássico cult do gênero. Acho que muito do hate a esse filme vem do fato de carregar o nome "A Múmia", que nossa geração associa muito mais à aventura dos filmes dos anos 2000 do que ao terror. A versão clássica de 1932 tinha horror, mas muito ligado ao fascínio arqueológico e ao medo do desconhecido, algo que hoje já não causa o mesmo impacto cultural. Por isso, gostei de terem reinventado a proposta e apostado em um terror mais moderno, claramente inspirado em filmes recentes de possessão e franquias repaginadas como Evil Dead. O filme abraça o absurdo em vários momentos e talvez só faltou perder ainda mais o medo de exagerar. Consigo imaginar tranquilamente essa franquia sendo revisitada daqui a alguns anos como acontece com Evil Dead: filmes imperfeitos com um terror caótico que apesar de batido consegue exaltar uma personalidade própria e atrair uma boa base de fãs do horror.
Assisti ao filme com legendas parciais em inglês, que traduziam apenas algumas partes dos diálogos em japonês. Minha primeira impressão foi de que praticamente nada muito significativo acontecia além de um clima constante de tensão e estranheza. Depois fui perceber que o filme esconde várias pistas importantes nos cenários, em detalhes de cena e em falas aparentemente banais. O problema é que muita coisa só dá para captar entendendo japonês, porque há textos escritos sem tradução e momentos em que uma legenda aparece por cima de outra fala importante, dificultando completamente a compreensão para quem depende de tradução.
Não achei tão péssimo. Está bem na média dos found footage sobrenaturais dessa época. Não é nada memorável e claramente sofre com excesso de gritaria, personagens tomando decisões burras e sustos previsíveis, mas também está longe de ser um desastre absoluto. Para quem gosta de FF sobrenatural mais básico, cheio de clichês do gênero dá para divertir um pouco.
Começa muito bem e chega a criar uma boa expectativa, mas depois perde o rumo. Passa por momentos fracos, fica estranho em alguns pontos e tenta se recuperar, sem nunca engrenar de verdade. No fim, dá a sensação de um ciclo de altos e baixos com várias “barrigadas” pelo caminho.
O filme tem problemas bem sérios. Em vários momentos dá a sensação de que faltam cenas, como se a montagem estivesse incompleta ou mal resolvida. As atuações são apenas ok, pendendo mais para o fraco. A premissa até é interessante, mas é praticamente o único ponto que chama atenção. O enredo não se sustenta ao longo do filme e acaba ficando confuso. Isso não por ser complexo ou incompreensível, mas porque a ligação entre os acontecimentos é fraca e pouco convincente, mesmo levando em conta a pretensa fragilidade psicológica dos personagens.
O filme foge dos clichês clássicos de zumbi, embora acabe caindo em alguns elementos mais comuns do pós-apocalíptico. Mas, no geral, achei a proposta bem original e interessante. O clima é bem construído e ajuda bastante na imersão, enquanto o elenco dá conta do recado na maioria das vezes. Destaque especial para a maquiagem e os efeitos práticos, que na minha opinião estão muito bons e elevam a experiência. Consegue manter uma identidade própria e contar uma história diferenciada.
Fiquei meio dividido com o filme. Em termos de acontecimentos, quase nada realmente se desenvolve, o que pode frustrar bastante. Por outro lado, a construção de suspense e tensão é muito bem feita e me fez mergulhar na proposta enquanto assistia. No fim, a experiência até funciona. Mas me deixou uma sensação de vazio justamente porque pouca coisa acontece de fato, e o que acontece acaba sendo confuso ou mal explicado. Falta até uma base mínima para criar teorias ou interpretações mais sólidas. Como fã deste tipo de terror até que valeu a pena assistir.
Fui sem expectativas e, até a metade, estava comprando a proposta. Mas depois o filme desanda completamente e vai ladeira abaixo. O roteiro é extremamente fraco, com diálogos que chegam a ser constrangedores de tão ruins. Os efeitos visuais até não me incomodaram tanto, mas o problema maior está em como a narrativa se desenvolve e nas decisões que o filme toma ao longo do caminho. Uma pena.
Não achei tão ruim quanto estão dizendo. O que realmente me incomodou foi a motivação do assassino, que achei bem ridícula e pouco convincente. O filme entrega algumas mortes bem legais dentro daquele estilo mais clichê que já é marca da franquia, mas que ainda funciona e diverte. Entre os filmes mais recentes de Pânico, esse provavelmente é o mais fraco, mas para mim está longe de ser uma catástrofe.
É um Folk Horror interessante com muita atmosfera com um visual forte e um clima bem construído que pra mim funcionou bem. A direção do Osgood Perkins aqui funcionou, diferente dos últimos filmes dele que não me cativaram. O filme conseguiu focar em criar clima, com aquele terror mais psicológico, lento e desconfortável. As atuações também ajudam, principalmente a da Tatiana Maslany, nossa She Hulk, que aqui está muito bem.
É um típico terrir adolescente de zumbi. O filme tenta resgatar aquela vibe dos filmes de zumbi dos anos 90 e até chega perto em alguns momentos, mas não foi suficiente para me cativar. Faltou carisma e impacto para realmente funcionar. Talvez funcione melhor para um público mais jovem ou menos exigente com o gênero.
Quiseram levar pra um caminho, mas acho que ficou meio confuso. O escuro total pra "esconder os problemas de efeitos é sempre o pior caminho. Já vi FF melhores de baixo orçamento no mesmo estilo.
Hokum: O Pesadelo da Bruxa
3.0 67No geral, é um folk horror que me trouxe uma experiência muito satisfatória. Aqui o terror vem da construção gradual de um sentimento de desconforto e inquietação, que me manteve envolvido do início ao fim, assim como aconteceu com Caveat (2020) e Oddity (2024) — do mesmo diretor e que considero igualmente ótimos. Senti falta de um pouco mais de coesão e ideias interessantes sobre a mitologia que poderiam ter sido exploradas com mais detalhe. Ainda assim, a execução fez toda a diferença. O protagonista é um personagem difícil de gostar, mas Adam Scott consegue transmitir o peso emocional que move a história. Gostei bastante.
Ressurreição do Mal
2.7 29 Assista AgoraÉ um found footage no estilo screenlife, ou seja, praticamente todo contado através de telas digitais. Dito isso, é um bom filme dentro da proposta. Com uma premissa bastante ousada e de escala global, ele consegue transmitir muito bem a sensação de que algo maior está acontecendo, mesmo limitando a narrativa a ambientes e personagens reduzidos. Em nenhum momento a ideia parece pequena ou artificial. Pelo contrário, o filme consegue dar uma boa noção do impacto mundial dos acontecimentos e fazer o espectador sentir essa escala. Só por conseguir executar algo ambicioso dentro das limitações do formato, já ganha muitos pontos comigo.
A atuação do protagonista também ajuda bastante a sustentar a narrativa. Já o restante do elenco varia entre o mediano e o fraco, algo relativamente comum nesse tipo de produção. Ainda assim, no conjunto da obra, achei um bom found footage, especialmente para quem gosta de filmes que tentam fazer mais do que o habitual dentro do gênero.
O Boneco de Barro
3.8 1 Assista AgoraÉ um ótimo filme. Na maior parte do tempo, quando precisa, constrói muito bem a tensão e o medo. Não é um terror extremamente assustador, mas sabe mostrar o que precisa mostrar, o que o diferencia de muitos filmes taiwaneses do mesmo estilo, que costumam trabalhar mais com sugestão. Os efeitos também me agradaram bastante. Ele tem alguns problemas comuns em produções orientais, como trilha sonora, que às vezes quebra o clima que estava sendo construído ou parece destoar do que está acontecendo em cena. Felizmente, isso acontece pouco aqui.
Por se tratar de uma cultura diferente, quem não está acostumado a assistir filmes orientais talvez estranhe algumas situações ou considere certas premissas bobas ou exageradas. Mas, para quem já tem familiaridade com esse tipo de cinema, tudo faz sentido dentro do contexto cultural apresentado, e fica mais fácil sentir o peso dramático de situações que podem parecer inusitadas para um público ocidental. O final me marcou bem, por mostrar um tipo mais real de terror (no spoiler)
O filme trabalha um terror mais sobrenatural e simbólico, mas termina apresentando algo muito mais próximo da nossa realidade. O protagonista morre, mas continua existindo através de uma inteligência artificial criada por ele, acessível por meio de um jogo e realidade aumentada, quase como uma versão avançada de uma Alexa. Foi justamente essa ideia que me causou um medo mais concreto, porque parece muito mais plausível e próxima do futuro que estamos construindo do que qualquer elemento sobrenatural mostrado ao longo do filme.
Live Survival
0.5 1 Assista AgoraE olha que eu tanko muito filme ruim. Mas não aguentei esse aqui.
No Me Sigas
2.2 14 Assista AgoraO filme tem uma boa história e ideias interessantes, mas é prejudicado por uma direção e uma montagem que deixam a desejar. Existem momentos de terror que funcionam e algumas cenas realmente causam desconforto, porém falta a construção de tensão necessária para que tenham mais impacto.
A narrativa também oscila entre se levar muito a sério e quase soar como uma sátira, o que enfraquece a experiência. Ainda assim, alguns efeitos e soluções visuais ajudam a manter o interesse.
Fiquei com a impressão de que o filme teria funcionado melhor se tivesse abraçado de vez o formato found footage, tornando a experiência mais imersiva e disfarçando algumas fragilidades da narrativa.
Mortal Kombat 2
3.2 178Tem tudo o que precisa em um filme de Mortal Kombat: pancadaria exagerada, fatalities, personagens carismáticos, frases cafonas e energia de videogame o tempo inteiro. Não tenta ser mais profundo do que deveria e justamente por isso funciona tão bem. É puro suco do cringe… hurankandey turum turum :D
Maldição da Múmia
3.1 210 Assista AgoraAchei um excelente terror contemporâneo. Terminei o filme com a sensação de ter assistido a um futuro clássico cult do gênero. Acho que muito do hate a esse filme vem do fato de carregar o nome "A Múmia", que nossa geração associa muito mais à aventura dos filmes dos anos 2000 do que ao terror. A versão clássica de 1932 tinha horror, mas muito ligado ao fascínio arqueológico e ao medo do desconhecido, algo que hoje já não causa o mesmo impacto cultural. Por isso, gostei de terem reinventado a proposta e apostado em um terror mais moderno, claramente inspirado em filmes recentes de possessão e franquias repaginadas como Evil Dead. O filme abraça o absurdo em vários momentos e talvez só faltou perder ainda mais o medo de exagerar. Consigo imaginar tranquilamente essa franquia sendo revisitada daqui a alguns anos como acontece com Evil Dead: filmes imperfeitos com um terror caótico que apesar de batido consegue exaltar uma personalidade própria e atrair uma boa base de fãs do horror.
Banned from Broadcast: Saiko! The Large Family
3.5 2Assisti ao filme com legendas parciais em inglês, que traduziam apenas algumas partes dos diálogos em japonês. Minha primeira impressão foi de que praticamente nada muito significativo acontecia além de um clima constante de tensão e estranheza. Depois fui perceber que o filme esconde várias pistas importantes nos cenários, em detalhes de cena e em falas aparentemente banais. O problema é que muita coisa só dá para captar entendendo japonês, porque há textos escritos sem tradução e momentos em que uma legenda aparece por cima de outra fala importante, dificultando completamente a compreensão para quem depende de tradução.
A Bruxa do Sino da Morte
1.9 4Não achei tão péssimo. Está bem na média dos found footage sobrenaturais dessa época. Não é nada memorável e claramente sofre com excesso de gritaria, personagens tomando decisões burras e sustos previsíveis, mas também está longe de ser um desastre absoluto. Para quem gosta de FF sobrenatural mais básico, cheio de clichês do gênero dá para divertir um pouco.
Mulberry Street: Infecção em Nova York
2.1 21É interessante só pelo conceito.
Casamento Sangrento: A Viúva
3.3 108Gostei! Expandiu muito bem a mitologia. Achei até melhor que o primeiro.
The Mortuary Assistant
1.4 17Começa muito bem e chega a criar uma boa expectativa, mas depois perde o rumo. Passa por momentos fracos, fica estranho em alguns pontos e tenta se recuperar, sem nunca engrenar de verdade. No fim, dá a sensação de um ciclo de altos e baixos com várias “barrigadas” pelo caminho.
Loft
3.1 10O filme tem problemas bem sérios. Em vários momentos dá a sensação de que faltam cenas, como se a montagem estivesse incompleta ou mal resolvida. As atuações são apenas ok, pendendo mais para o fraco. A premissa até é interessante, mas é praticamente o único ponto que chama atenção. O enredo não se sustenta ao longo do filme e acaba ficando confuso. Isso não por ser complexo ou incompreensível, mas porque a ligação entre os acontecimentos é fraca e pouco convincente, mesmo levando em conta a pretensa fragilidade psicológica dos personagens.
Párvulos: Filhos do Apocalipse
2.4 12 Assista AgoraO filme foge dos clichês clássicos de zumbi, embora acabe caindo em alguns elementos mais comuns do pós-apocalíptico. Mas, no geral, achei a proposta bem original e interessante. O clima é bem construído e ajuda bastante na imersão, enquanto o elenco dá conta do recado na maioria das vezes. Destaque especial para a maquiagem e os efeitos práticos, que na minha opinião estão muito bons e elevam a experiência. Consegue manter uma identidade própria e contar uma história diferenciada.
Undertone
3.1 99Fiquei meio dividido com o filme. Em termos de acontecimentos, quase nada realmente se desenvolve, o que pode frustrar bastante. Por outro lado, a construção de suspense e tensão é muito bem feita e me fez mergulhar na proposta enquanto assistia. No fim, a experiência até funciona. Mas me deixou uma sensação de vazio justamente porque pouca coisa acontece de fato, e o que acontece acaba sendo confuso ou mal explicado. Falta até uma base mínima para criar teorias ou interpretações mais sólidas. Como fã deste tipo de terror até que valeu a pena assistir.
This is Not a Test
1.9 9Não é ruim. É um filme de zumbi bem clichê. As atuações não ajudam muito, mas no geral tá na média.
Estrada Maldita
2.6 218 Assista AgoraNão é ruim, mas também não achei grandes coisas.
Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno
1.7 162Fui sem expectativas e, até a metade, estava comprando a proposta. Mas depois o filme desanda completamente e vai ladeira abaixo. O roteiro é extremamente fraco, com diálogos que chegam a ser constrangedores de tão ruins. Os efeitos visuais até não me incomodaram tanto, mas o problema maior está em como a narrativa se desenvolve e nas decisões que o filme toma ao longo do caminho. Uma pena.
MadS
3.2 88Muito bom!!! Todo em um plano sequencia sensacional. Um filme de zumbi original em muitos aspectos. Podia ter um segundo.
Pânico 7
2.7 397 Assista AgoraNão achei tão ruim quanto estão dizendo. O que realmente me incomodou foi a motivação do assassino, que achei bem ridícula e pouco convincente. O filme entrega algumas mortes bem legais dentro daquele estilo mais clichê que já é marca da franquia, mas que ainda funciona e diverte. Entre os filmes mais recentes de Pânico, esse provavelmente é o mais fraco, mas para mim está longe de ser uma catástrofe.
Para Sempre Medo
2.4 72 Assista AgoraÉ um Folk Horror interessante com muita atmosfera com um visual forte e um clima bem construído que pra mim funcionou bem. A direção do Osgood Perkins aqui funcionou, diferente dos últimos filmes dele que não me cativaram. O filme conseguiu focar em criar clima, com aquele terror mais psicológico, lento e desconfortável. As atuações também ajudam, principalmente a da Tatiana Maslany, nossa She Hulk, que aqui está muito bem.
Hostile Dimensions
2.3 11 Assista AgoraA premissa é muito boa! O roteiro e a execução deixaram um pouco a desejar. Poderia ter sido melhor. Mas pra mim a ideia valeu pelo filme.
Dança com os Mortos
3.1 27 Assista AgoraÉ um típico terrir adolescente de zumbi. O filme tenta resgatar aquela vibe dos filmes de zumbi dos anos 90 e até chega perto em alguns momentos, mas não foi suficiente para me cativar. Faltou carisma e impacto para realmente funcionar. Talvez funcione melhor para um público mais jovem ou menos exigente com o gênero.
POV: Presença Oculta
2.2 41 Assista AgoraQuiseram levar pra um caminho, mas acho que ficou meio confuso. O escuro total pra "esconder os problemas de efeitos é sempre o pior caminho. Já vi FF melhores de baixo orçamento no mesmo estilo.