Cortes, estética e roteiro impecáveis... Assisti hoje 20.09.2026... Soube das reviravoltas judiciais e da acuracidade do que realmente acontecia na ilha das flores... Por mais que a narrativa seja exagerada, eu vi muito destas coisas sendo um habitante do Maranhão e cearense de origem. Para além de frivuidades ideológicas, é uma boa reflexão.
Quando assisti o primeiro filme (o mais famoso), fiquei com com vontade de ler o mangá. Anos depois, comprei a versão completa e me surpreendi, pois é uma obra completamente diferente... Essa animaçao ficou bem fiel ao mangá e recomendo demais....
Tenho que tirar o Chapéu para este documentário. Excelente! A jornado do herói pobre, nordestino e analfabeto! UM grande brasileiro! Escutar a narração de Luciano do Vale e lembrar da minha infância assistindo as lutas, foi uma onda de nostalgia e emoção. Sorte de ter ido uma mulher que cuidou de sua carreira e legado, coisa, que por exemplo, o Renato Aragão não tem...
Um bom documentário. Chavy oi boicotado por uma minoria que não aceita piadas... foi um dos primeiros cancelamentos, hoje ele seria preso. O humor já mostrava que iria padecer para o politicamente correto...
Filmaço. A sinergia de Ford/Wayne brilhou. Contudo, quanto a democracia, estou com Platão. Disponível em 4k colorido e com dublagem clássiga no canal grjngo: https://www.youtube.com/watch?v=vX84Mhq_rdQ
Apesar de curtir mais Sartana, Django é um clássico absoluto. Como Loredana Nusciak é bela! Me apaixonei. Franco Nero e sua expressividade com aqueles belos olhos. O canal @GrjngoFilmesDeFaroeste possui todos os clássico de graça, recomendo! Agora entendi a homenagem por parte do Tarantino...
Bom documentário, me prendeu do começo ao fim. A Netflix pegou um escândalo que já tinha virado meme de internet e conseguiu transformar em algo que dá pra assistir sem perder o fio: Magnus Carlsen acusando Hans Niemann de trapaça depois de perder pra ele na Sinquefield Cup de 2022, e o circo que se montou em torno disso. Minha opinião, sem meio-termo: Magnus Carlsen é um esnobe megalomaníaco. O cara é o melhor do mundo, sabe que é o melhor do mundo, e não perde a chance de deixar isso entranhado em cada frase que diz. Fiquei do lado do Niemann — talvez porque sou do tipo que torce pro cara sendo esmagado pela narrativa institucional. Dito isso, ele também não ajudou muito a própria causa: tinha tudo pra ser mais comedido e não cutucar tanto a onça (ou, no caso, o rei) sabendo que já estava enfrentando alguém com aquele nível de poder simbólico no mundo do xadrez. Faltou prudência dos dois lados, mas faltou principalmente ele entender que não dá pra provocar quem já controla a narrativa. No fim, o que sobra é uma ironia básica: os dois saíram desse escândalo mais ricos e mais famosos do que entraram. Eu continuo aqui, na classe média, assistindo Netflix pra me distrair do meu próprio xeque-mate financeiro kkkkk. Recomendo. Vale o tempo, mesmo sem trazer nenhuma resposta definitiva sobre quem trapaceou de verdade.
A questão dos vídeos de nudismo que ele pediu — que levou seu assessor a pedir demissão — e os livros de garotos mostrados a uma testemunha de defesa me fizeram repensar sua inocência.
Dito isso, mesmo não tendo sido condenado, ele recebeu sua sentença em vida. Sorte dele que esse julgamento não aconteceu na era das redes sociais. Preciso abrir espaço para elogiar a magistral defesa do advogado Thomas Mesereau. Escrevo este comentário à luz de 2026, do caso Epstein e de todos os seus desdobramentos. A elite hollywoodiana e artística envolvida até o pescoço, e nada acontece. Michael Jackson foi usado como boi de piranha? Talvez... Michael Jackson tinha sérios distúrbios mentais, agravados pela fama e pelo sucesso? Sim... Deve ter rolado muito dinheiro nos bastidores — e diziam que era tudo teoria da conspiração. Michael Jackson foi o maior artista que vi caminhar sobre a face da Terra. Seus discos chegavam até o interior do Maranhão na virada dos anos 80 para os 90, coisa inédita. Por fim, essas acusações destruíram sua reputação, o que me fez me afastar de sua obra e não entrar no frenesi do filme lançado recentemente.
Christine está de parabéns. Esse documentário me prendeu do início ao fim. Antes de assistir, recomendo o outro documentários dos profetas fundadores da seita.
Tocante, delicado e brutal. Um simples apertar de um botão, gravou o maior genocídio documentado da humanidade. Esses são os verdadeiros heróis, pessoas comuns que se rebelam contra o mal sistémico.
Série recomendada. Sejam brancos, sejam negros, todos são seres humanos, e assim sendo, capazes de atos atrozes em nome da religião, ciência... O homem/mulher nasce corrompido e a sociedade o corrompe sobremaneira...
Nunca tinha ouvido falar de Jimmy Savile antes de assistir ao documentário, e talvez isso tenha tornado a experiência ainda mais impactante. A forma como a narrativa é construída é, sem exagero, o que mais me prendeu: a primeira parte se dedica a erguer a figura pública, quase mítica, de um homem excêntrico, carismático e aparentemente generoso — alguém que parecia viver para ajudar os outros e estar sob os holofotes. Tudo é cuidadosamente apresentado para que o espectador compre essa imagem.
[/spoiler]o documentário desmonta, camada por camada, essa persona construída. O que antes parecia apenas excentricidade começa a ganhar contornos perturbadores. O “homem” dá lugar ao “monstro”, e o choque não vem só pelos crimes em si, mas pela percepção de como tudo isso pôde existir por tanto tempo, à vista de tantos.[spoiler]
O mais inquietante não é apenas o que ele fez, mas como conseguiu fazer. O documentário sugere, com muita força, que havia sinais — muitos sinais. Mas eles foram ignorados, relativizados ou até protegidos por instituições e pessoas que preferiram preservar a imagem pública a encarar a verdade. Isso levanta uma reflexão incômoda: quantas vezes a sociedade escolhe não ver?
Fica uma sensação clara ao final: é preciso sempre desconfiar de quem precisa aparecer demais, de quem constrói uma imagem perfeita demais. Não se trata de cinismo, mas de senso crítico. Pessoas reais são complexas, contraditórias — e quando alguém parece excessivamente “bom”, talvez valha a pena olhar com mais atenção.
No fim, o documentário não é só sobre Jimmy Savile. É sobre poder, silêncio e cumplicidade coletiva. E isso é o que realmente assusta.
Fiquei extremamente confuso com a messagem que o documentário tentou passar. Será que o autismo é o novo transtorno de múltiplas personalidas? Digo no sentido de ter virado moda...
Assisti recentemente ao documentário sobre o Milli Vanilli e bateu uma nostalgia. Eu ouvia muito quando criança e, mesmo após a polêmica do playback ter vindo à tona anos mais tarde, meu carinho pelas músicas não mudou. Aqui no Maranhão, temos até uma versão em reggae de um dos hits deles que eu curto bastante. Jogaram toda a culpa neles, isso foi uma tremenda safadeza. Todos os envolvidos tinham ciência e lucraram milhões.
Incrível forma de montar o documentário. Muitos estão criticando a baixa qualidade gráfica do documentário, contudo para mim, é o ponto alto, pois parece que estou lá naquele momento. Remeteu um pouco a Bruxa de Blair. Claustrofobia e desespero, me passou sentimentos reais!
Satoshi Kon é um mestre que morreu cedo demais. Nolan desenvolveu e refinou muito os conceitos do filme. Animação excelente e novamente, confusão mental, do jeito que o pai gosta! Assisti na véspera de natal de 2025. Deixo a mensagem na garrafa para os futuros expectadores! Feliz natal , seja que ano for...
Perfect Blue não é apenas um filme; é uma experiência sensorial desorientadora. A trama acompanha Mima, uma idol que decide deixar a música para se tornar atriz, mas acaba mergulhando em um abismo de perseguição e fragmentação da identidade.
o maior trunfo da obra é a sua capacidade de deixar o espectador em um estado constante de dúvida. A montagem utiliza cortes secos que fundem o que Mima está vivendo, o que ela está encenando no set de filmagem e o que são seus delírios. O resultado é um terror psicológico de alto nível que questiona a natureza da percepção humana.
A "insanidade" de Perfect Blue reverberou profundamente no cinema ocidental e em outras produções icônicas: Cisne Negro (Black Swan); A Origem (Inception); Paprika (outra obra do mesmo autor); Neon Genesis Evangelion.
Satoshi Kon foi profético neste filme, basta observar a realidade atual. Fama, dinheiro, invasão de privacidade, paranóia tecnológica, idolatria, problemas mentais...
Embora o filme tenha uma mensagem clara de tolerância, ele mostra falhas sistêmicas que levam ao eterno ciclo de ódio. Neste diapasão, não retrata o racismo como um fenômeno isolado de "pessoas más", mas como uma resposta distorcida a tensões sociais reais, como a insegurança no trabalho e a falência das instituições. Ao dar voz aos argumentos (ainda que odiosos) de Derek no início do filme, a obra força o espectador a entender a lógica da radicalização para, só então, desconstruí-la.
O filme utiliza uma estrutura não linear (transitando entre o preto e branco para o passado e o colorido para o presente) para dissecar como o preconceito é construído e perpetuado. O filme ilustra o conceito de que "o ódio é uma bagagem que a vida é curta demais para carregar".
A obra sugere que o racismo de Derek Vinyard não é inato, mas um subproduto de luto, influência paterna e manipulação ideológica em momentos de vulnerabilidade econômica e social.
O impacto do filme reside no fato de não oferecer soluções fáceis; ele termina com a amarga constatação de que o perdão individual nem sempre é suficiente para interromper a inércia do ódio coletivo.
A Indústria do Ressentimento é real: Cameron Alexander não está na linha de frente; ele vive confortavelmente enquanto incita jovens pobres a se matarem. Isso demonstra que o ódio é uma ferramenta de elite para manter as classes baixas (brancas e negras) em conflito entre si, impedindo uma união contra problemas estruturais comuns.
Norton só não levou o Oscar por conta da temática do filme.
Ilha das Flores
4.5 1,0K Assista AgoraCortes, estética e roteiro impecáveis... Assisti hoje 20.09.2026... Soube das reviravoltas judiciais e da acuracidade do que realmente acontecia na ilha das flores... Por mais que a narrativa seja exagerada, eu vi muito destas coisas sendo um habitante do Maranhão e cearense de origem. Para além de frivuidades ideológicas, é uma boa reflexão.
The Ghost in The Shell
4.1 6 Assista AgoraQuando assisti o primeiro filme (o mais famoso), fiquei com com vontade de ler o mangá. Anos depois, comprei a versão completa e me surpreendi, pois é uma obra completamente diferente... Essa animaçao ficou bem fiel ao mangá e recomendo demais....
Infiltrados na Dark Web
4.3 2Fantástico documentário produzido pela BBC. Esses policiais são heróis anônimos...
Maguila: Prefiro Ficar Louco a Morrer de Fome
4.2 7Tenho que tirar o Chapéu para este documentário. Excelente! A jornado do herói pobre, nordestino e analfabeto! UM grande brasileiro! Escutar a narração de Luciano do Vale e lembrar da minha infância assistindo as lutas, foi uma onda de nostalgia e emoção. Sorte de ter ido uma mulher que cuidou de sua carreira e legado, coisa, que por exemplo, o Renato Aragão não tem...
I'm Chevy Chase and You're Not
3.8 5Um bom documentário. Chavy oi boicotado por uma minoria que não aceita piadas... foi um dos primeiros cancelamentos, hoje ele seria preso. O humor já mostrava que iria padecer para o politicamente correto...
O Homem Que Matou o Facínora
4.3 181Filmaço. A sinergia de Ford/Wayne brilhou. Contudo, quanto a democracia, estou com Platão. Disponível em 4k colorido e com dublagem clássiga no canal grjngo: https://www.youtube.com/watch?v=vX84Mhq_rdQ
Django
3.9 218 Assista AgoraApesar de curtir mais Sartana, Django é um clássico absoluto. Como Loredana Nusciak é bela! Me apaixonei. Franco Nero e sua expressividade com aqueles belos olhos. O canal @GrjngoFilmesDeFaroeste possui todos os clássico de graça, recomendo! Agora entendi a homenagem por parte do Tarantino...
Untold: O Rei em Xeque
3.4 13Bom documentário, me prendeu do começo ao fim. A Netflix pegou um escândalo que já tinha virado meme de internet e conseguiu transformar em algo que dá pra assistir sem perder o fio: Magnus Carlsen acusando Hans Niemann de trapaça depois de perder pra ele na Sinquefield Cup de 2022, e o circo que se montou em torno disso.
Minha opinião, sem meio-termo: Magnus Carlsen é um esnobe megalomaníaco. O cara é o melhor do mundo, sabe que é o melhor do mundo, e não perde a chance de deixar isso entranhado em cada frase que diz. Fiquei do lado do Niemann — talvez porque sou do tipo que torce pro cara sendo esmagado pela narrativa institucional. Dito isso, ele também não ajudou muito a própria causa: tinha tudo pra ser mais comedido e não cutucar tanto a onça (ou, no caso, o rei) sabendo que já estava enfrentando alguém com aquele nível de poder simbólico no mundo do xadrez. Faltou prudência dos dois lados, mas faltou principalmente ele entender que não dá pra provocar quem já controla a narrativa.
No fim, o que sobra é uma ironia básica: os dois saíram desse escândalo mais ricos e mais famosos do que entraram. Eu continuo aqui, na classe média, assistindo Netflix pra me distrair do meu próprio xeque-mate financeiro kkkkk.
Recomendo. Vale o tempo, mesmo sem trazer nenhuma resposta definitiva sobre quem trapaceou de verdade.
Michael Jackson: O Veredito
3.2 39 Assista AgoraAcabei de assistir ao documentário. Em nenhum mundo razoavelmente normal, uma criança dormiria na mesma cama que um adulto.
A questão dos vídeos de nudismo que ele pediu — que levou seu assessor a pedir demissão — e os livros de garotos mostrados a uma testemunha de defesa me fizeram repensar sua inocência.
Dito isso, mesmo não tendo sido condenado, ele recebeu sua sentença em vida. Sorte dele que esse julgamento não aconteceu na era das redes sociais. Preciso abrir espaço para elogiar a magistral defesa do advogado Thomas Mesereau.
Escrevo este comentário à luz de 2026, do caso Epstein e de todos os seus desdobramentos. A elite hollywoodiana e artística envolvida até o pescoço, e nada acontece. Michael Jackson foi usado como boi de piranha? Talvez... Michael Jackson tinha sérios distúrbios mentais, agravados pela fama e pelo sucesso? Sim... Deve ter rolado muito dinheiro nos bastidores — e diziam que era tudo teoria da conspiração.
Michael Jackson foi o maior artista que vi caminhar sobre a face da Terra. Seus discos chegavam até o interior do Maranhão na virada dos anos 80 para os 90, coisa inédita. Por fim, essas acusações destruíram sua reputação, o que me fez me afastar de sua obra e não entrar no frenesi do filme lançado recentemente.
Aquele quadro macabro da Santa Ceia nos mostra a dimensão da idolatria e do ego inflado. Com Deus não se brinca.
Emergência Radioativa
3.9 222 Assista AgoraUma série boa. Já tinha assistido a vários documentários a respeito. A série é sólida e coesa.
Confie em Mim: O Falso Profeta
3.9 20 Assista AgoraChristine está de parabéns. Esse documentário me prendeu do início ao fim. Antes de assistir, recomendo o outro documentários dos profetas fundadores da seita.
33 Fotos do Gueto
3.2 1Tocante, delicado e brutal. Um simples apertar de um botão, gravou o maior genocídio documentado da humanidade. Esses são os verdadeiros heróis, pessoas comuns que se rebelam contra o mal sistémico.
People Magazine: Por Dentro das Seitas (2ª Temporada)
3.6 1 Assista AgoraImpressionante como essas seitas tem liberdade pra agir. Recomendado. Assista a primeira temporada também, vale a pena.
People Magazine Investiga: Cultos (1ª Temporada)
3.3 2 Assista AgoraSérie recomendada. Sejam brancos, sejam negros, todos são seres humanos, e assim sendo, capazes de atos atrozes em nome da religião, ciência... O homem/mulher nasce corrompido e a sociedade o corrompe sobremaneira...
Ken e Barbie: O Casal Assassino
3.4 7Um bom documentário. Quem assistiu o filme assasssinos por natureza, viu que foi inspirado no casal Ken e Barbie.
Segredos e Crimes de Jimmy Savile
3.4 36Nunca tinha ouvido falar de Jimmy Savile antes de assistir ao documentário, e talvez isso tenha tornado a experiência ainda mais impactante. A forma como a narrativa é construída é, sem exagero, o que mais me prendeu: a primeira parte se dedica a erguer a figura pública, quase mítica, de um homem excêntrico, carismático e aparentemente generoso — alguém que parecia viver para ajudar os outros e estar sob os holofotes. Tudo é cuidadosamente apresentado para que o espectador compre essa imagem.
E então vem a virada.
Na segunda parte,
[/spoiler]o documentário desmonta, camada por camada, essa persona construída. O que antes parecia apenas excentricidade começa a ganhar contornos perturbadores. O “homem” dá lugar ao “monstro”, e o choque não vem só pelos crimes em si, mas pela percepção de como tudo isso pôde existir por tanto tempo, à vista de tantos.[spoiler]
O mais inquietante não é apenas o que ele fez, mas como conseguiu fazer. O documentário sugere, com muita força, que havia sinais — muitos sinais. Mas eles foram ignorados, relativizados ou até protegidos por instituições e pessoas que preferiram preservar a imagem pública a encarar a verdade. Isso levanta uma reflexão incômoda: quantas vezes a sociedade escolhe não ver?
Fica uma sensação clara ao final: é preciso sempre desconfiar de quem precisa aparecer demais, de quem constrói uma imagem perfeita demais. Não se trata de cinismo, mas de senso crítico. Pessoas reais são complexas, contraditórias — e quando alguém parece excessivamente “bom”, talvez valha a pena olhar com mais atenção.
No fim, o documentário não é só sobre Jimmy Savile. É sobre poder, silêncio e cumplicidade coletiva. E isso é o que realmente assusta.
Escândalos na Igreja A Luz do Mundo
3.1 6 Assista AgoraApensar de sempre ter ressalvas com documentérios da HBO, recomendo. Esse é o verdadeiro anticristo do México. Muito forte, fiquei em choque.
As 24 Personalidades de Billy Milligan
3.6 53 Assista AgoraFiquei extremamente confuso com a messagem que o documentário tentou passar. Será que o autismo é o novo transtorno de múltiplas personalidas? Digo no sentido de ter virado moda...
Ennio, O Maestro
4.5 20 Assista AgoraUm gênio! Será que suas músicas serão lembradas daqui a 200 anos?
Milli Vanilli: O Maior Escândalo do Mundo da Música
4.1 33Assisti recentemente ao documentário sobre o Milli Vanilli e bateu uma nostalgia. Eu ouvia muito quando criança e, mesmo após a polêmica do playback ter vindo à tona anos mais tarde, meu carinho pelas músicas não mudou. Aqui no Maranhão, temos até uma versão em reggae de um dos hits deles que eu curto bastante. Jogaram toda a culpa neles, isso foi uma tremenda safadeza. Todos os envolvidos tinham ciência e lucraram milhões.
A Vizinha Perfeita
3.5 212 Assista AgoraIncrível forma de montar o documentário. Muitos estão criticando a baixa qualidade gráfica do documentário, contudo para mim, é o ponto alto, pois parece que estou lá naquele momento. Remeteu um pouco a Bruxa de Blair. Claustrofobia e desespero, me passou sentimentos reais!
Paprika
4.2 515Satoshi Kon é um mestre que morreu cedo demais. Nolan desenvolveu e refinou muito os conceitos do filme. Animação excelente e novamente, confusão mental, do jeito que o pai gosta! Assisti na véspera de natal de 2025. Deixo a mensagem na garrafa para os futuros expectadores! Feliz natal , seja que ano for...
Perfect Blue
4.3 840Perfect Blue não é apenas um filme; é uma experiência sensorial desorientadora. A trama acompanha Mima, uma idol que decide deixar a música para se tornar atriz, mas acaba mergulhando em um abismo de perseguição e fragmentação da identidade.
o maior trunfo da obra é a sua capacidade de deixar o espectador em um estado constante de dúvida. A montagem utiliza cortes secos que fundem o que Mima está vivendo, o que ela está encenando no set de filmagem e o que são seus delírios. O resultado é um terror psicológico de alto nível que questiona a natureza da percepção humana.
A "insanidade" de Perfect Blue reverberou profundamente no cinema ocidental e em outras produções icônicas: Cisne Negro (Black Swan); A Origem (Inception); Paprika (outra obra do mesmo autor); Neon Genesis Evangelion.
Satoshi Kon foi profético neste filme, basta observar a realidade atual. Fama, dinheiro, invasão de privacidade, paranóia tecnológica, idolatria, problemas mentais...
A Outra História Americana
4.4 2,3K Assista AgoraEmbora o filme tenha uma mensagem clara de tolerância, ele mostra falhas sistêmicas que levam ao eterno ciclo de ódio. Neste diapasão, não retrata o racismo como um fenômeno isolado de "pessoas más", mas como uma resposta distorcida a tensões sociais reais, como a insegurança no trabalho e a falência das instituições. Ao dar voz aos argumentos (ainda que odiosos) de Derek no início do filme, a obra força o espectador a entender a lógica da radicalização para, só então, desconstruí-la.
O filme utiliza uma estrutura não linear (transitando entre o preto e branco para o passado e o colorido para o presente) para dissecar como o preconceito é construído e perpetuado. O filme ilustra o conceito de que "o ódio é uma bagagem que a vida é curta demais para carregar".
A obra sugere que o racismo de Derek Vinyard não é inato, mas um subproduto de luto, influência paterna e manipulação ideológica em momentos de vulnerabilidade econômica e social.
O impacto do filme reside no fato de não oferecer soluções fáceis; ele termina com a amarga constatação de que o perdão individual nem sempre é suficiente para interromper a inércia do ódio coletivo.
A Indústria do Ressentimento é real: Cameron Alexander não está na linha de frente; ele vive confortavelmente enquanto incita jovens pobres a se matarem. Isso demonstra que o ódio é uma ferramenta de elite para manter as classes baixas (brancas e negras) em conflito entre si, impedindo uma união contra problemas estruturais comuns.
Norton só não levou o Oscar por conta da temática do filme.