Um bom documentário. Chavy oi boicotado por uma minoria que não aceita piadas... foi um dos primeiros cancelamentos, hoje ele seria preso. O humor já mostrava que iria padecer para o politicamente correto...
Filmaço. A sinergia de Ford/Wayne brilhou. Contudo, quanto a democracia, estou com Platão. Disponível em 4k colorido e com dublagem clássiga no canal grjngo: https://www.youtube.com/watch?v=vX84Mhq_rdQ
Apesar de curtir mais Sartana, Django é um clássico absoluto. Como Loredana Nusciak é bela! Me apaixonei. Franco Nero e sua expressividade com aqueles belos olhos. O canal @GrjngoFilmesDeFaroeste possui todos os clássico de graça, recomendo! Agora entendi a homenagem por parte do Tarantino...
Bom documentário, me prendeu do começo ao fim. A Netflix pegou um escândalo que já tinha virado meme de internet e conseguiu transformar em algo que dá pra assistir sem perder o fio: Magnus Carlsen acusando Hans Niemann de trapaça depois de perder pra ele na Sinquefield Cup de 2022, e o circo que se montou em torno disso. Minha opinião, sem meio-termo: Magnus Carlsen é um esnobe megalomaníaco. O cara é o melhor do mundo, sabe que é o melhor do mundo, e não perde a chance de deixar isso entranhado em cada frase que diz. Fiquei do lado do Niemann — talvez porque sou do tipo que torce pro cara sendo esmagado pela narrativa institucional. Dito isso, ele também não ajudou muito a própria causa: tinha tudo pra ser mais comedido e não cutucar tanto a onça (ou, no caso, o rei) sabendo que já estava enfrentando alguém com aquele nível de poder simbólico no mundo do xadrez. Faltou prudência dos dois lados, mas faltou principalmente ele entender que não dá pra provocar quem já controla a narrativa. No fim, o que sobra é uma ironia básica: os dois saíram desse escândalo mais ricos e mais famosos do que entraram. Eu continuo aqui, na classe média, assistindo Netflix pra me distrair do meu próprio xeque-mate financeiro kkkkk. Recomendo. Vale o tempo, mesmo sem trazer nenhuma resposta definitiva sobre quem trapaceou de verdade.
Tocante, delicado e brutal. Um simples apertar de um botão, gravou o maior genocídio documentado da humanidade. Esses são os verdadeiros heróis, pessoas comuns que se rebelam contra o mal sistémico.
Assisti recentemente ao documentário sobre o Milli Vanilli e bateu uma nostalgia. Eu ouvia muito quando criança e, mesmo após a polêmica do playback ter vindo à tona anos mais tarde, meu carinho pelas músicas não mudou. Aqui no Maranhão, temos até uma versão em reggae de um dos hits deles que eu curto bastante. Jogaram toda a culpa neles, isso foi uma tremenda safadeza. Todos os envolvidos tinham ciência e lucraram milhões.
Incrível forma de montar o documentário. Muitos estão criticando a baixa qualidade gráfica do documentário, contudo para mim, é o ponto alto, pois parece que estou lá naquele momento. Remeteu um pouco a Bruxa de Blair. Claustrofobia e desespero, me passou sentimentos reais!
Satoshi Kon é um mestre que morreu cedo demais. Nolan desenvolveu e refinou muito os conceitos do filme. Animação excelente e novamente, confusão mental, do jeito que o pai gosta! Assisti na véspera de natal de 2025. Deixo a mensagem na garrafa para os futuros expectadores! Feliz natal , seja que ano for...
Perfect Blue não é apenas um filme; é uma experiência sensorial desorientadora. A trama acompanha Mima, uma idol que decide deixar a música para se tornar atriz, mas acaba mergulhando em um abismo de perseguição e fragmentação da identidade.
o maior trunfo da obra é a sua capacidade de deixar o espectador em um estado constante de dúvida. A montagem utiliza cortes secos que fundem o que Mima está vivendo, o que ela está encenando no set de filmagem e o que são seus delírios. O resultado é um terror psicológico de alto nível que questiona a natureza da percepção humana.
A "insanidade" de Perfect Blue reverberou profundamente no cinema ocidental e em outras produções icônicas: Cisne Negro (Black Swan); A Origem (Inception); Paprika (outra obra do mesmo autor); Neon Genesis Evangelion.
Satoshi Kon foi profético neste filme, basta observar a realidade atual. Fama, dinheiro, invasão de privacidade, paranóia tecnológica, idolatria, problemas mentais...
Embora o filme tenha uma mensagem clara de tolerância, ele mostra falhas sistêmicas que levam ao eterno ciclo de ódio. Neste diapasão, não retrata o racismo como um fenômeno isolado de "pessoas más", mas como uma resposta distorcida a tensões sociais reais, como a insegurança no trabalho e a falência das instituições. Ao dar voz aos argumentos (ainda que odiosos) de Derek no início do filme, a obra força o espectador a entender a lógica da radicalização para, só então, desconstruí-la.
O filme utiliza uma estrutura não linear (transitando entre o preto e branco para o passado e o colorido para o presente) para dissecar como o preconceito é construído e perpetuado. O filme ilustra o conceito de que "o ódio é uma bagagem que a vida é curta demais para carregar".
A obra sugere que o racismo de Derek Vinyard não é inato, mas um subproduto de luto, influência paterna e manipulação ideológica em momentos de vulnerabilidade econômica e social.
O impacto do filme reside no fato de não oferecer soluções fáceis; ele termina com a amarga constatação de que o perdão individual nem sempre é suficiente para interromper a inércia do ódio coletivo.
A Indústria do Ressentimento é real: Cameron Alexander não está na linha de frente; ele vive confortavelmente enquanto incita jovens pobres a se matarem. Isso demonstra que o ódio é uma ferramenta de elite para manter as classes baixas (brancas e negras) em conflito entre si, impedindo uma união contra problemas estruturais comuns.
Norton só não levou o Oscar por conta da temática do filme.
"O Brutalista" narra a trajetória de László Tóth, um arquiteto judeu húngaro que, após sobreviver ao Holocausto, emigra para os Estados Unidos em busca do sonho americano. Dirigido por Brady Corbet e estrelado por Adrien Brody, o filme aborda temas como imigração, arte e as complexidades do capitalismo.
Uma cena em particular tem gerado debates acalorados:
o momento em que László é violentado por Harrison Lee Van Buren, seu mecenas. Críticos e espectadores questionam a necessidade e a execução dessa sequência, considerando-a desnecessária e apelativa.
O site Plano Crítico destaca que a cena é um "golpe baixo narrativo", não por sua brutalidade, mas por ser "narrativamente desprezível". A crítica aponta que a violência de classe e o abuso de poder já estavam estabelecidos na trama, tornando a sequência redundante e infame. planocritico.com
Discussões em fóruns online também refletem essa insatisfação. Usuários do Reddit expressaram que a cena parecia deslocada e exagerada, contrastando com a sutileza presente na primeira metade do filme. Um usuário comentou que, embora a cena tenha causado choque inicialmente, ao refletir sobre ela, percebeu que fazia sentido dentro da narrativa, embora sua execução possa ter sido questionável.
Depois dessa cena, parei de assistir o filme. A obcessão da academia e dos progressistas neste orifício.
Esse caso foi um marco, se fazem isso nos próprios EUA, imaginem nos países de terceiro mundo. Mark Ruffalo não desce, o papel dele é ser ativista político de esquerda.
Pode destacar sua grandiosidade épica, a direção visionária de Denis Villeneuve e a imersão no rico universo criado por Frank Herbert. A cinematografia deslumbrante, combinada com a trilha sonora magistral de Hans Zimmer, certamente eleva a experiência do espectador. As performances de atores como Timothée Chalamet e Rebecca Ferguson continuam a ser pontos altos, trazendo profundidade emocional aos personagens complexos. Além disso, a narrativa ganha ainda mais intensidade com os conflitos políticos e as batalhas épicas, entregando uma continuação que honra o legado da obra original.
Contudo, quando se fala de Zendaya e sua participação no filme, pode-se fazer uma crítica construtiva ao tipo de papéis que ela frequentemente interpreta. Zendaya é inegavelmente uma atriz talentosa, com carisma e presença de tela marcantes. No entanto, é válido questionar se a caracterização de suas personagens, frequentemente retratadas como mulheres extremamente empoderadas ou próximas ao arquétipo de "mary sue" (personagens quase perfeitas, com poucos defeitos ou desafios reais a superar), realmente permite que ela demonstre toda a sua capacidade como intérprete.
Neste caso, é importante observar como Chani, sua personagem, se desenvolve. No livro, Chani é mais do que um símbolo de força ou perfeição; ela tem camadas, medos e um papel crucial na evolução de Paul Atreides. Se a adaptação enfatiza apenas o lado empoderado e idealizado da personagem, pode haver uma oportunidade perdida de explorar aspectos mais vulneráveis e humanos, que enriqueceriam a trama e trariam maior identificação do público com a personagem. Uma abordagem mais equilibrada poderia permitir que Zendaya demonstrasse sua versatilidade, contribuindo para uma representação mais tridimensional.
Como nerdola é emocionado! O filme que "salvou" a Marvel kkkkkk. Filme mediano, muita galhofa, quarta parede demais e trocentos fans-Services. Dei umas risadas e só. Esquecível.
Eu assisti a baleia. Brendan Fraser foi merecedor do oscar, excelente atuação! No mais um filme é uma crítica a religião cristã, em detrimento a um homem
que se descobre gay e abandona sua família pra viver um amor em um novo espectro
. Lembrei da música Imagine: "Imagine there's no heaven, it's easy if you try, no hell below us Above us, only sky..." O filme se passa em um único cenário, o que deixa o espectador com uma experiência de uma imersão profunda. A nota é 7/10 . Romanos 8:13: "Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis." Eclesiastes 1:18: "Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta o conhecimento aumenta a tristeza."
Não tenho palavras para expressar a profundidade das atuações deste filme, junto com o enredo e as big pharmas/DEA. Dei 5 estrelas. Incrível como décadas depois, as pessoas deram todo o poder aos grandes conglomerados farmacéuticos. Será que a concientização que o protagonista buscava, foi atingida? Estamos fadados a repetir o mesmo erro e sermos eternas cobaias? Fica a reflexão.
God Snyder fez uma miscelânea de referências a outros filmes, e não ficou bom. Primeira parte do filme é um saco, contudo, gostei da luta final. Personagens que não tiveram muito desenvolvimento, principalmente o Robô, que fez uma referência ao homem de aço. No mais, creio que a Netflix não vai dar prosseguimento com essa obra.
Acabei de assistir Estava gostando até o quarto final do filme. Muito corrido, pouco desenvolvimento e um plot final ridículo. Nunca fui discípulo do deus snyder.
I'm Chevy Chase and You're Not
3.8 5Um bom documentário. Chavy oi boicotado por uma minoria que não aceita piadas... foi um dos primeiros cancelamentos, hoje ele seria preso. O humor já mostrava que iria padecer para o politicamente correto...
O Homem Que Matou o Facínora
4.3 181Filmaço. A sinergia de Ford/Wayne brilhou. Contudo, quanto a democracia, estou com Platão. Disponível em 4k colorido e com dublagem clássiga no canal grjngo: https://www.youtube.com/watch?v=vX84Mhq_rdQ
Django
3.9 218 Assista AgoraApesar de curtir mais Sartana, Django é um clássico absoluto. Como Loredana Nusciak é bela! Me apaixonei. Franco Nero e sua expressividade com aqueles belos olhos. O canal @GrjngoFilmesDeFaroeste possui todos os clássico de graça, recomendo! Agora entendi a homenagem por parte do Tarantino...
Untold: O Rei em Xeque
3.4 13Bom documentário, me prendeu do começo ao fim. A Netflix pegou um escândalo que já tinha virado meme de internet e conseguiu transformar em algo que dá pra assistir sem perder o fio: Magnus Carlsen acusando Hans Niemann de trapaça depois de perder pra ele na Sinquefield Cup de 2022, e o circo que se montou em torno disso.
Minha opinião, sem meio-termo: Magnus Carlsen é um esnobe megalomaníaco. O cara é o melhor do mundo, sabe que é o melhor do mundo, e não perde a chance de deixar isso entranhado em cada frase que diz. Fiquei do lado do Niemann — talvez porque sou do tipo que torce pro cara sendo esmagado pela narrativa institucional. Dito isso, ele também não ajudou muito a própria causa: tinha tudo pra ser mais comedido e não cutucar tanto a onça (ou, no caso, o rei) sabendo que já estava enfrentando alguém com aquele nível de poder simbólico no mundo do xadrez. Faltou prudência dos dois lados, mas faltou principalmente ele entender que não dá pra provocar quem já controla a narrativa.
No fim, o que sobra é uma ironia básica: os dois saíram desse escândalo mais ricos e mais famosos do que entraram. Eu continuo aqui, na classe média, assistindo Netflix pra me distrair do meu próprio xeque-mate financeiro kkkkk.
Recomendo. Vale o tempo, mesmo sem trazer nenhuma resposta definitiva sobre quem trapaceou de verdade.
33 Fotos do Gueto
3.2 1Tocante, delicado e brutal. Um simples apertar de um botão, gravou o maior genocídio documentado da humanidade. Esses são os verdadeiros heróis, pessoas comuns que se rebelam contra o mal sistémico.
Escândalos na Igreja A Luz do Mundo
3.1 6 Assista AgoraApensar de sempre ter ressalvas com documentérios da HBO, recomendo. Esse é o verdadeiro anticristo do México. Muito forte, fiquei em choque.
Ennio, O Maestro
4.5 20 Assista AgoraUm gênio! Será que suas músicas serão lembradas daqui a 200 anos?
Milli Vanilli: O Maior Escândalo do Mundo da Música
4.1 33Assisti recentemente ao documentário sobre o Milli Vanilli e bateu uma nostalgia. Eu ouvia muito quando criança e, mesmo após a polêmica do playback ter vindo à tona anos mais tarde, meu carinho pelas músicas não mudou. Aqui no Maranhão, temos até uma versão em reggae de um dos hits deles que eu curto bastante. Jogaram toda a culpa neles, isso foi uma tremenda safadeza. Todos os envolvidos tinham ciência e lucraram milhões.
A Vizinha Perfeita
3.5 212 Assista AgoraIncrível forma de montar o documentário. Muitos estão criticando a baixa qualidade gráfica do documentário, contudo para mim, é o ponto alto, pois parece que estou lá naquele momento. Remeteu um pouco a Bruxa de Blair. Claustrofobia e desespero, me passou sentimentos reais!
Paprika
4.2 515Satoshi Kon é um mestre que morreu cedo demais. Nolan desenvolveu e refinou muito os conceitos do filme. Animação excelente e novamente, confusão mental, do jeito que o pai gosta! Assisti na véspera de natal de 2025. Deixo a mensagem na garrafa para os futuros expectadores! Feliz natal , seja que ano for...
Perfect Blue
4.3 840Perfect Blue não é apenas um filme; é uma experiência sensorial desorientadora. A trama acompanha Mima, uma idol que decide deixar a música para se tornar atriz, mas acaba mergulhando em um abismo de perseguição e fragmentação da identidade.
o maior trunfo da obra é a sua capacidade de deixar o espectador em um estado constante de dúvida. A montagem utiliza cortes secos que fundem o que Mima está vivendo, o que ela está encenando no set de filmagem e o que são seus delírios. O resultado é um terror psicológico de alto nível que questiona a natureza da percepção humana.
A "insanidade" de Perfect Blue reverberou profundamente no cinema ocidental e em outras produções icônicas: Cisne Negro (Black Swan); A Origem (Inception); Paprika (outra obra do mesmo autor); Neon Genesis Evangelion.
Satoshi Kon foi profético neste filme, basta observar a realidade atual. Fama, dinheiro, invasão de privacidade, paranóia tecnológica, idolatria, problemas mentais...
A Outra História Americana
4.4 2,3K Assista AgoraEmbora o filme tenha uma mensagem clara de tolerância, ele mostra falhas sistêmicas que levam ao eterno ciclo de ódio. Neste diapasão, não retrata o racismo como um fenômeno isolado de "pessoas más", mas como uma resposta distorcida a tensões sociais reais, como a insegurança no trabalho e a falência das instituições. Ao dar voz aos argumentos (ainda que odiosos) de Derek no início do filme, a obra força o espectador a entender a lógica da radicalização para, só então, desconstruí-la.
O filme utiliza uma estrutura não linear (transitando entre o preto e branco para o passado e o colorido para o presente) para dissecar como o preconceito é construído e perpetuado. O filme ilustra o conceito de que "o ódio é uma bagagem que a vida é curta demais para carregar".
A obra sugere que o racismo de Derek Vinyard não é inato, mas um subproduto de luto, influência paterna e manipulação ideológica em momentos de vulnerabilidade econômica e social.
O impacto do filme reside no fato de não oferecer soluções fáceis; ele termina com a amarga constatação de que o perdão individual nem sempre é suficiente para interromper a inércia do ódio coletivo.
A Indústria do Ressentimento é real: Cameron Alexander não está na linha de frente; ele vive confortavelmente enquanto incita jovens pobres a se matarem. Isso demonstra que o ódio é uma ferramenta de elite para manter as classes baixas (brancas e negras) em conflito entre si, impedindo uma união contra problemas estruturais comuns.
Norton só não levou o Oscar por conta da temática do filme.
Chainsaw Man - O Filme: Arco da Reze
4.1 71 Assista AgoraArte sublime, pacandaria, romance e filosofia. Pra mim, o melhor filme do ano. Japão está salvando, vivemos o pior momento de Hollywood.
O Brutalista
3.6 312 Assista Agora"O Brutalista" narra a trajetória de László Tóth, um arquiteto judeu húngaro que, após sobreviver ao Holocausto, emigra para os Estados Unidos em busca do sonho americano. Dirigido por Brady Corbet e estrelado por Adrien Brody, o filme aborda temas como imigração, arte e as complexidades do capitalismo.
Uma cena em particular tem gerado debates acalorados:
o momento em que László é violentado por Harrison Lee Van Buren, seu mecenas. Críticos e espectadores questionam a necessidade e a execução dessa sequência, considerando-a desnecessária e apelativa.
O site Plano Crítico destaca que a cena é um "golpe baixo narrativo", não por sua brutalidade, mas por ser "narrativamente desprezível". A crítica aponta que a violência de classe e o abuso de poder já estavam estabelecidos na trama, tornando a sequência redundante e infame.
planocritico.com
Discussões em fóruns online também refletem essa insatisfação. Usuários do Reddit expressaram que a cena parecia deslocada e exagerada, contrastando com a sutileza presente na primeira metade do filme. Um usuário comentou que, embora a cena tenha causado choque inicialmente, ao refletir sobre ela, percebeu que fazia sentido dentro da narrativa, embora sua execução possa ter sido questionável.
Depois dessa cena, parei de assistir o filme. A obcessão da academia e dos progressistas neste orifício.
O Preço da Verdade
3.9 239 Assista AgoraEsse caso foi um marco, se fazem isso nos próprios EUA, imaginem nos países de terceiro mundo. Mark Ruffalo não desce, o papel dele é ser ativista político de esquerda.
Duna: Parte Dois
4.2 867 Assista AgoraPode destacar sua grandiosidade épica, a direção visionária de Denis Villeneuve e a imersão no rico universo criado por Frank Herbert. A cinematografia deslumbrante, combinada com a trilha sonora magistral de Hans Zimmer, certamente eleva a experiência do espectador. As performances de atores como Timothée Chalamet e Rebecca Ferguson continuam a ser pontos altos, trazendo profundidade emocional aos personagens complexos. Além disso, a narrativa ganha ainda mais intensidade com os conflitos políticos e as batalhas épicas, entregando uma continuação que honra o legado da obra original.
Contudo, quando se fala de Zendaya e sua participação no filme, pode-se fazer uma crítica construtiva ao tipo de papéis que ela frequentemente interpreta. Zendaya é inegavelmente uma atriz talentosa, com carisma e presença de tela marcantes. No entanto, é válido questionar se a caracterização de suas personagens, frequentemente retratadas como mulheres extremamente empoderadas ou próximas ao arquétipo de "mary sue" (personagens quase perfeitas, com poucos defeitos ou desafios reais a superar), realmente permite que ela demonstre toda a sua capacidade como intérprete.
Neste caso, é importante observar como Chani, sua personagem, se desenvolve. No livro, Chani é mais do que um símbolo de força ou perfeição; ela tem camadas, medos e um papel crucial na evolução de Paul Atreides. Se a adaptação enfatiza apenas o lado empoderado e idealizado da personagem, pode haver uma oportunidade perdida de explorar aspectos mais vulneráveis e humanos, que enriqueceriam a trama e trariam maior identificação do público com a personagem. Uma abordagem mais equilibrada poderia permitir que Zendaya demonstrasse sua versatilidade, contribuindo para uma representação mais tridimensional.
Gladiador II
3.3 586 Assista AgoraPrecisava dessa sequência? Não! O filme é bom? sim. Bem feito? Sim. Recomendado? Sim. É bom assistir o primeiro? Sim!
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraUma grata surpresa. O filme é muito imersivo. Kronos é implacável, não tem adeno que salve... Spoiler:
tem a participação da leandrinha no final.
[spoiler][/spoiler]
Deadpool & Wolverine
3.7 931 Assista AgoraComo nerdola é emocionado! O filme que "salvou" a Marvel kkkkkk. Filme mediano, muita galhofa, quarta parede demais e trocentos fans-Services. Dei umas risadas e só. Esquecível.
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraEu assisti a baleia. Brendan Fraser foi merecedor do oscar, excelente atuação! No mais um filme é uma crítica a religião cristã, em detrimento a um homem
que se descobre gay e abandona sua família pra viver um amor em um novo espectro
[spoiler][/spoiler]
O Leitor
4.1 1,8K Assista AgoraUma grata surpresa! Magnífico!
Clube de Compras Dallas
4.3 2,8KNão tenho palavras para expressar a profundidade das atuações deste filme, junto com o enredo e as big pharmas/DEA. Dei 5 estrelas. Incrível como décadas depois, as pessoas deram todo o poder aos grandes conglomerados farmacéuticos. Será que a concientização que o protagonista buscava, foi atingida? Estamos fadados a repetir o mesmo erro e sermos eternas cobaias? Fica a reflexão.
Rebel Moon - Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes
2.6 144 Assista AgoraGod Snyder fez uma miscelânea de referências a outros filmes, e não ficou bom. Primeira parte do filme é um saco, contudo, gostei da luta final. Personagens que não tiveram muito desenvolvimento, principalmente o Robô, que fez uma referência ao homem de aço. No mais, creio que a Netflix não vai dar prosseguimento com essa obra.
Rebel Moon - Parte 1: A Menina do Fogo
2.6 327 Assista AgoraAcabei de assistir Estava gostando até o quarto final do filme. Muito corrido, pouco desenvolvimento e um plot final ridículo. Nunca fui discípulo do deus snyder.