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"Como nos consolar, a nós, assassinos entre os assassinos?"
- Friedrich Nietzsche.

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Últimas opiniões enviadas

  • Raul

    Doloroso e cruel, essas são as duas palavras que representam o filme.

    Vemos aqui um Logan que carrega o peso da culpa, ele se arrasta na sua própria poça de sangue. A dor é sua única companheira, ela está constantemente estampada em seu rosto que recebe enxurradas de lágrimas pesadas que não trazem redenção. Logan está imerso em sua parte humana que é velha, cansada envenenada pela dor.

    A ação aqui é muito bem dosada nas sequências brutais onde James Howlett, violentamente enfia sua garras nos inimigos, a agonia dessas cenas são passadas para o telespectador de uma maneira que te faz sentir pena pelos personagens.

    No final fica difícil segurar as lágrimas, foi a minha redenção. Espero ver mais filmes de super heróis como este, uma feliz surpresa.

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  • Raul

    O que foi isso que eu acabei de assistir?? Não sei como me expressar, o que mais falar se não Obra Prima.

    Eu fiquei o filme inteiro com um sorriso infantil estampado no rosto, foi como se eu tivesse tomado um choque de anestesia e entusiamo ao mesmo tempo, simplesmente fascinante. Uma homenagem ao cinema, uma brisa revigorante que traz de volta às sutilezas da sétima arte, estava sentido falta de algo tão grandioso como La La Land.

    Ah! Não preciso nem falar sobre a direção espetacular do Damien Chazelle, a linda fotografia e as atuações majestosas de Emma Stone e Ryan Gosling.

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  • Raul

    Ual!! Facinante.

    O filme revela a essência do abandono e não da solidão. O abandono representado aqui é um caos obscuro não aceito pela sociedade. Podemos ver que tanto em um relacionamento sem apego, sem expressões sentimentais quanto em um relacionamento no qual duas pessoas se amam e expressão, o abandono está presente. David, personagem do Colin Farrell se sente abandonado tanto entre a multidão quanto sozinho.

    "Uma coisa é o abandono, e outra a soledade; eis o que aprendeste agora! Que entre os homens serás sempre selvagem e estranho mesmo que te amem; porque, primeiro que tudo querem que se lhes guarde consideração” – Nietzsche

    No final, eu acho que o diretor queria apenas enfatizar a sensação de abandono, não temos como saber se ele realmente abandonou ela ou não, é irrelevante, peço que relembrem no começo do filme que ele acabou um relacionamento de onze anos e um mês e não chorou como pessoas "normais" fazem, ou seja, ele não se sente abalado, não vejo motivo porquê ele se sentiria no final do filme. Concluo que, onde já não se pode amar, deve-se passar!

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  • _Thiago
    _Thiago

    Aceito moço =D
    Bela capa.

  • Filipe
    Filipe

    Bem!
    Acho Coherence bem mais simples do que deveria ser na verdade, decorrente de um roteiro um tanto mais expositivo que o necessário, mas não prejudica o resultado final, gosto assim mesmo. O último que vi que me deixou com uma sensação de "nó" foi "Moebius", não seria grande coisa se fosse feito por um estúdio grande, contudo, acabou sendo produzido para um trabalho de faculdade, então foi mais longe do que o esperado: https://filmow.com/moebius-t57784/

  • Filipe
    Filipe

    Muito obrigado! Tudo bem contigo?
    Aliás, acho Coherence um filmão.
    "Wheeen you sing, stars fill up my eyes..."