Na Pensilvânia em 1876 James McParlan (Richard Harris), um agente de polícia, é enviado para uma comunidade mineira de irlandeses para se infiltrar entre os "Molly Maguires", uma sociedade secreta que combate o capitalismo selvagem dos patrões com sabotagem. McParlan se emprega nas minas e se torna amigo de Jack Kehoe (Sean Connery), o líder dos Maguires, porém ele reluta na sua missão de informante quando se apaixona por Mary (Samantha Eggar) e trava contato com a terrível situação dos mineiros.
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Apesar do bom elenco, ótimo enredo e plot inicial e a condução de Mart Ritt na direção, acabei não meme envolvendo muito no que tange ao roteiro que demorado e a longa extensão, dando margem a um romance que nem sempre ajuda no decorrer do filme. Mas no que tange o filme historicamente é excelente o enredo de imigrantes irlandeses sendo explorado ao máximo em terras americanas na região industrial da Pensilvânia e a luta contra a opressão já capitalista e industrial. Sean Connery aqui é apenas coadjuvante com poucos diálogos. No futuro irei reassistir para ser melhor avaliado. Por hora, não me envolveu tanto.
Nessa fase,tínhamos um Sean Connery que gostava de assuntos de sobrevivência.O filme valia muito por seu protagonismo.
>Maratona Sean Connery - Assistido em 03 de Junho de 2024
Lembro que esse filme passava direto na saudosa tv Guaíba de Porto Alegre, mas nunca consegui pegar ele desde o início. Hoje consegui assistir ele na integra e acabei gostando. Apesar do ritmo lento, o filme mantem o interesse até o final. Confesso que esperava por um final diferente, mas acabou sendo um bom passatempo.
Historicamente falando é um filme de muito valor , além da força da comunidade irlandesa em solo americano , dirigido pelo experiente Martin Ritt , com dois super astros que dispensam comentários , o inesquecível e inconfundível título em pt ofusca um pouco o original , Molly Maguires que eram membros de uma sociedade secreta irlandesa.
Acho que deveria ter sido bem mais forte e marcante na sua crítica. (Tinha estofo e material de sobra para isso).
É muito arrastado ao mesmo tempo que as coisas acontecem rápido demais, como a previsível confiabilidade do Sean Connery no Richard Harris. Além de ter cenas que pouco acrescentam ou com umas musiquinhas "anticlímax" que vão deixando tudo bem brega e sem peso.
1:03:00 Richard Harris vai passear com a mulher e ver vitrines, que caramba. Que saco!
Se tivesse focado na força de sua história/mensagem seria muito mais satisfatório, agora, do jeito que ficou, uns minutos a menos beneficiariam a obra, que conforme o tempo passa vai cansando e se diluindo em si mesma.
Não tem urgência, não tem tensão, não tem nada. 1:24:00 dá-lhe novamente caminhadas com a "princesa" de mãos dadas. E a historia?! Várias coisas poderiam ter sido cortadas ou melhor elaboradas.
Às 1:40 você já não aguenta mais o filme e só que ver os créditos finais chegarem.
A mensagem é boa, óbvia, clara como o sol, mas só. Muito fraquinho e aborrecido.