Vi há alguns dias e ainda me pego coçando a mente com essa história de horror desconcertante que se apropria de um crime da vida real - o caso do massacre das enfermeiras de Chicago por um maníaco nos anos 60 - para ilustrar em tela o que há de mais perturbador nele: a aleatoriedade de um ato de violência misógina por parte de um homem que não parece movido por algo senão ódio e prazer, numa mesma proporção. A categoria de pink film, a qual pertence esse título, até sugere uma exploração discutível sobre os corpos femininos, muito embora a intenção dessa exposição aqui, como é feita, me pareça mais distante do erotismo e mais próxima a uma iconoclastia cruel de imagens “sagradas”.
Vi há alguns dias e ainda me pego coçando a mente com essa história de horror desconcertante que se apropria de um crime da vida real - o caso do massacre das enfermeiras de Chicago por um maníaco nos anos 60 - para ilustrar em tela o que há de mais perturbador nele: a aleatoriedade de um ato de violência misógina por parte de um homem que não parece movido por algo senão ódio e prazer, numa mesma proporção. A categoria de pink film, a qual pertence esse título, até sugere uma exploração discutível sobre os corpos femininos, muito embora a intenção dessa exposição aqui, como é feita, me pareça mais distante do erotismo e mais próxima a uma iconoclastia cruel de imagens “sagradas”.