11 de setembro de 2001. Will Jimeno (Michael Pena), integrante do Departamento da Polícia Portuária, parte para mais um dia de trabalho. O sargento John McLoughlin (Nicolas Cage), veterano do Departamento, já estava acordado há algumas horas, em decorrência de sua ronda diária de uma hora e meia até a cidade. Jimeno, McLoughlin e seus colegas partem para o centro de Manhattan, como se fosse um dia qualquer. Até que um ataque terrorista ao World Trade Center muda completamente a situação, fazendo com que toda a equipe do Departamento seja convocada com urgência ao local do ataque. A 1ª equipe a entrar na torre não-atingida é composta por 5 homens, entre eles Jimeno e McLoughlin. Porém enquanto eles estão dentro do prédio, tentando ajudar os sobreviventes da torre em chamas, um 2º ataque terrorista atinge o World Trade Center, exatamente no prédio que ainda não tinha sido atingido.
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13.01.2008
As Torres Gêmeas. Direção Oliver Stone. Esperava mais desse filme por ser direção do Oliver Stone. Atentado do 11 de Setembro que entrou para história dos Estados Unidos como o maior atentado terrorista. É um bom filme, mas não tem qualidade dos demais filme de Oliver Stone. O filme foca em dois policias presos nos escombros das torres Gêmeas. Faltou mais suspense e emoção. Bom filme.
As Torres Gêmeas não tenta reconstruir o Atentados de 11 de setembro de 2001 como espetáculo, e essa escolha define toda a sua identidade. Em vez de grandiosidade ou múltiplas perspectivas, o filme opta por um olhar íntimo, quase claustrofóbico, focado na sobrevivência e na resistência humana diante do colapso.
A história acompanha dois policiais presos sob os escombros do World Trade Center após o desabamento das torres. A narrativa alterna entre o que acontece sob os destroços e o impacto nas famílias que aguardam notícias, criando um retrato dividido entre desespero físico e angústia emocional.
O conflito central é simples, mas poderoso. Sobreviver contra o tempo, contra a dor e contra a incerteza. O roteiro acerta ao manter foco na experiência humana, evitando excessos dramáticos, embora em alguns momentos a abordagem emocional soe controlada demais, reduzindo o impacto que poderia ser mais devastador.
Os personagens são tratados com respeito e sobriedade. Nicolas Cage entrega uma atuação contida, transmitindo vulnerabilidade e resistência sem exageros. Michael Peña complementa com uma presença emocional sincera. Ainda assim, o desenvolvimento é limitado pelo próprio recorte da narrativa.
Tecnicamente, o filme aposta na imersão sensorial. A direção utiliza som abafado, escuridão e enquadramentos fechados para transmitir claustrofobia e desorientação. A trilha sonora é discreta, reforçando o tom respeitoso, enquanto o ritmo mais lento pode afastar quem espera algo mais dinâmico.
No fim, é um filme que escolhe a contenção ao invés do impacto fácil. Não é sobre reviver o evento, mas sobre sentir suas consequências em escala humana. Pode não ser tão marcante quanto poderia, mas é digno, respeitoso e emocionalmente honesto.
Nota: 8,1
Poderia ser um baita filme emblemático…
Ficou no poderia. 😕
A primeira hora é até interessante, mas aí a torre caí e vem mais uma hora tediosa de gemidos e flashbacks totalmente desinteressantes. Oliver, você já fez coisa melhor! Nota 5,0.