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Dois anos atrás, o guia de caça Mike Davis (Burt Lancaster) estava com um cliente que se rebelou nas terras de uma empresa de diamante e encontra um rico carregamento de pedras. Paul Vogel (Paul Henreid), sádico comandante de segurança da empresa, espancou Mike quase até a morte, mas Mike não revela a localização das pedras. Agora Mike está de volta em Diamantstad, no deserto sulafricano, e o gerente Martingale (Claude Rains) tem uma idéia melhor: ele contrata a deliciosa aventureira Suzanne (Corinne Calvet) para desentocar segredo de Mike. Mas ela logo descobre que está brincando com fogo.
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Aventura desértica interessante, situada em uma locação incomun (a fronteira entre Angola e África Do Sul), com elenco de primeria (Lancaster, Rains, Henreid, Lorre) e ótima trilha sonora de Franz Waxman. A lamentar apenas a francesa Calvet, uma clone diet e sem graça de Jane Russell...
O mais legal é o martingale, personagem muito figura.
Burt brilha nesse drama que se perde em alguns momentos, a cena do pôquer ilustra brilhantemente, parece uma pressa ou uma precária construção da cena, sei lá, mas parece mal feito. E, apesar disso, os embates com Paul Henreid soltam faíscas e o clima noir quase toma conta da trama, não envolve por essa 'pressa', mesmo com um personagem de Peter Lorre dando um tom canhestro sempre pelos cantos, fumando e com seu falar arrastado. Brilhante,
O filme tem seus acertos mas o resultado final é prejudicado por más escolhas.
Trama rica de ação e suspense. Filme desconhecidíssimo do grande público injustamente.
Aventura e suspense noir indicado ao Globo de Ouro de melhor roteiro. Porções do deserto do filme foram filmadas em Yuma, Arizona. Foi a estréia da francesa Corinne Calvet (1925-2001) em Hollywood. Um bom filme que mistura drama e ação, em preto e branco, composto por um grande elenco, destacando um trio de atores coadjuvantes que tiveram participações importantes no clássico Casablanca (42) e se reuniram novamente neste filme: Paul Henreid (1908-1992), Claude Rains (1889-1967) e Peter Lorre (1904-1964).
O título "Rope of sand" refere-se ao deserto do Saara, no entanto, o cenário mostrado é a África do Sul e a Cidade do Cabo é mencionada várias vezes - estas características geográficas encontram-se em extremos opostos do continente (o Saara, no norte). Em 1984, Burt Lancaster (1913-1994) disse: "Quando eu penso no meu filme favorito, eu penso em ... "Zona proibida"... Eu fiz aquela coisa sob grande pressão. Eu odiei isso". Em sua biografia, Corinne Calvet confessou que não entendeu o que o diretor William Dieterle (1893-1972) dizia por causa de seu forte sotaque alemão. Então ela pediu a sua co-estrela Burt Lancaster para traduzir para ela.