Últimas opiniões enviadas
Final foi digno demais. A temporada foi ótima como as outras, só perdendo pra primeira e segunda que são excelentes. O Homelander teve a máscara caída da melhor forma possível, no último nível de quem ele de fato é, um covarde patético que só não é pior que o Deep, porque era poderosíssimo. A série não teve medo de mergulhar nisso, mesmo que desagradasse algum fandom. As piadas funcionaram no nível ácido de sempre, pró ridicularização dos disfuncionais, revoltados, justiceiros e claros, fascistoides sociais dos últimos tempos e de todos os tempos também. É uma série ótima, com atuações muito boas, principalmente do Antony e do Karl.
Últimos recados
O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
Eu gostei demais. Não sei se gosto tanto de rir em meio ao terror, mas quando isso é feito de forma a não quebrar o ritmo, saem pérolas. Jordan Peele, Zach Cregger são ótimos nisso e agora, com Obsessão, temos o jovem Curry Barker.
O terror quando traz o desconforto numa boa história é ótimo, mas quando ainda traz o principal que é o medo, fica excelente. Esse filme consegue isso, e além disso introduz elementos novos, ousa na criação, o escuro, por exemplo, usualmente esconde o feio, faz o mistério, mas aqui ele simboliza a alma perdida da moça, numa silhueta escura e que a gente tenta ver mais, porém, dicotomicamente com medo de ver o pior.
Os movimentos bizarros, a câmera revelando o comportamento à distância da Nikki em várias situações q deixam a gente assustado com a mudança progressiva dela. Sustos bem empregados, tem um que ó, dei pulo. Aliás, essa atriz, Indi, é colossal.
Não vou me meter a falar de como o Bear é babaca, já tem gente demais falando disso, e claro, é um ponto essencial pra história fazer sentido nos novos tempos, e relações sociais, românticas e gerar discussões que vão além do horror metafísico. Mas, o que me pegou mesmo no filme foi a ousadia e a criação. Amo originalidade.