Marcelo Monteiro
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Estes são os meus filmes e séries favoritos

A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) 1,2K

A Felicidade Não Se Compra

Menina de Ouro (Million Dollar Baby) 1,8K

Menina de Ouro

Profissão de Risco (Blow) 388

Profissão de Risco

O Profissional (Léon) 2,2K

O Profissional

Perfume de Mulher (Scent of a Woman) 1,3K

Perfume de Mulher

Na Selva (Jungle) 235

Na Selva

Em Nome do Pai (In the Name of the Father) 416

Em Nome do Pai

Lion: Uma Jornada para Casa (Lion) 1,9K

Lion: Uma Jornada para Casa


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Império da Luz (Empire of Light) 75

Império da Luz

Relatos Selvagens (Relatos Salvajes) 2,9K

Relatos Selvagens

Inverno em sokcho (Hiver a sokcho) 10

Inverno em sokcho

Surf no Hawaí (North Shore) 63

Surf no Hawaí

Últimas opiniões enviadas

Império da Luz (Empire of Light) 75

Império da Luz

  • Marcelo Monteiro
    1 mês atrás

    O cinema ali aparece quase como metáfora: um lugar que promete luz e escapismo, mas que não consegue esconder as tensões políticas e humanas do lado de fora.

  • Rumo ao Vento (Rüzgara Bırak) 15

    Rumo ao Vento

  • Marcelo Monteiro
    4 meses atrás

    Rumo ao Vento (2025) destaca-se como um exemplar refinado do cinema turco contemporâneo, combinando atuações contidas e profundamente naturalistas com uma direção que privilegia silêncio, ritmo lento e observação sensível. A fotografia aposta em longos planos estáticos, cores frias e luz natural, criando um visual quase pictórico que lembra o realismo poético de Nuri Bilge Ceylan. O elenco entrega performances minimalistas, onde cada gesto sutil carrega significado. O resultado é um filme visualmente rigoroso, emocionalmente maduro e cinematograficamente preciso — uma obra que usa o vento como linguagem e a imagem como argumento. “Um filme que prova que, no cinema turco, o vento não sopra — ele compõe.”

  • O Homem de Alcatraz (Birdman of Alcatraz) 33

    O Homem de Alcatraz

  • Marcelo Monteiro
    4 meses atrás

    Preso para sempre e tratado como lixo pelo sistema, Robert Stroud descobre que, enquanto o governo o esquece numa cela, ele ainda consegue fazer algo que muitos líderes atuais não fazem: aprender, pensar e evoluir. Cuidando de pássaros enquanto o país cuida mal das próprias pessoas, Stroud vira um símbolo incômodo de que até um condenado pode ser mais humano, mais útil e mais intelectual do que muita autoridade solta por aí. No fim, Alcatraz parece menos prisão do que certos debates políticos atuais.
    “Quando até um presidiário mostra mais humanidade que o sistema, você percebe quem está realmente atrás das grades.”

  • Senhor Ivan 7 anos atrás

    Seja bem-vindo,Marcelo!