manhattan é, sem dúvidas, o meu filme preferido do woody allen. conheci anos e anos atrás depois de assistir “medianeras”, e fui atrás do filme que compõe uma cena. era manhattan.
a fotografia, o preto e branco, a trilha sonora, nova york noturna… tudo é perfeito. os diálogos acelerados de um woody neurótico e problemático - como sempre - dão o tom cômico ao filme. diane keaton simplesmente deslumbrante e icônica comprovando que foi uma das atrizes mais interessantes do cinema, em uma personagem complicada, intelectual, dramática e impulsiva. apaixonante.
vemos, também, uma meryl streep deusa, revoltada com o ex marido, causando os melhores surtos do woody. genial.
além disso, há dois anos, esse é o filme que mais assisti com meu amor. eu e meu namorado assistimos tantas vezes que, hoje, já com uma relação diferente, só de assistir a abertura consigo lembrar do sentimento de casa: nós dois sem roupa, enrolados no cobertor, um no colo do outro, pipoca que ele fazia, a tv no quarto, nada nos perturbando. ele dava play no filme: “chapter one”, e eu era feliz.
manhattan é, sem dúvidas, o meu filme preferido do woody allen. conheci anos e anos atrás depois de assistir “medianeras”, e fui atrás do filme que compõe uma cena. era manhattan.
a fotografia, o preto e branco, a trilha sonora, nova york noturna… tudo é perfeito. os diálogos acelerados de um woody neurótico e problemático - como sempre - dão o tom cômico ao filme. diane keaton simplesmente deslumbrante e icônica comprovando que foi uma das atrizes mais interessantes do cinema, em uma personagem complicada, intelectual, dramática e impulsiva. apaixonante.
vemos, também, uma meryl streep deusa, revoltada com o ex marido, causando os melhores surtos do woody. genial.
além disso, há dois anos, esse é o filme que mais assisti com meu amor. eu e meu namorado assistimos tantas vezes que, hoje, já com uma relação diferente, só de assistir a abertura consigo lembrar do sentimento de casa: nós dois sem roupa, enrolados no cobertor, um no colo do outro, pipoca que ele fazia, a tv no quarto, nada nos perturbando.
ele dava play no filme: “chapter one”, e eu era feliz.
mas, como no final, penso como a jovem hemingway: precisamos ter um pouco mais de fé nas pessoas.
que filme lindo.