Aii... apesar da primeira metade promissora, achei que a segunda ficou devendo. Pra uma continuação inesperada, a premissa do roteiro até que foi boa, mas achei que se perdeu e acabou desperdiçando oportunidades de desenvolvimento melhor, como pras personagens da Lucy Liu e do Justin Theroux, que poderiam ter sido mais decisivos e antagônicos na história.
Também achei pouco crível a volta imediata da Andy pra Runnway, porque nunca que uma pessoa, 20 anos depois, voltaria pra uma empresa pra aceitar as mesmas humilhações. Acho que ela tinha que ter sofrido mais ou ficado desesperada pra aceitar essa posição novamente.
De todo modo, uma continuação decente, com as atuações que o mundo amou em 2006 resgatadas, fora a trilha e os looks mais uma vez icônicos.
Simplesmente inacreditável tamanha energia caótica ter dado tão certo. Lindo demais! Me choca também como tudo que vejo do Bob Dylan ele exala pressão baixíssima.
Apesar de algumas atuações não muito boas, inclusive da protagonista, é impressionante a imersão ao Brasil dos anos 1970 que esse filme proporciona. Fez história e é política e ecologicamente atual.
Aii... apesar da primeira metade promissora, achei que a segunda ficou devendo. Pra uma continuação inesperada, a premissa do roteiro até que foi boa, mas achei que se perdeu e acabou desperdiçando oportunidades de desenvolvimento melhor, como pras personagens da Lucy Liu e do Justin Theroux, que poderiam ter sido mais decisivos e antagônicos na história.
Também achei pouco crível a volta imediata da Andy pra Runnway, porque nunca que uma pessoa, 20 anos depois, voltaria pra uma empresa pra aceitar as mesmas humilhações. Acho que ela tinha que ter sofrido mais ou ficado desesperada pra aceitar essa posição novamente.
De todo modo, uma continuação decente, com as atuações que o mundo amou em 2006 resgatadas, fora a trilha e os looks mais uma vez icônicos.