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Opiniões:
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Últimas opiniões enviadas

  • Jéssica Bellini

    O tão esperado filme da Capitã Marvel, eu estava bem animada para esse filme, mas talvez, animada demais. O filme apresenta um roteiro mediano que tentou inovar na maneira não linear de contar uma história de origem, mas que acabou afetado por ser confuso

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    (queria ter visto mais dela na força aérea)

    . A direção sem personalidade é outra característica forte e peca inclusive nas cenas de lutas. Que só se tornam mais problemáticas com a montagem cheia de cortes frenéticos e desnecessários. Esse é o penúltimo filme da fase 3 da Marvel, não é possível que não saibam fazer uma cena de luta realmente empolgante! O CGI em geral deixa a desejar, não está feio, porém, esperava mais capricho (com exceção do Samuel L. Jackson que tá perfeito a computação para rejuvenesce-lo).
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    O vilão é um dos mais fracos de todo MCU e olha que tivemos vilões fracos hein?

    E a Brie Larson, não sei se ela estava envergonhada, se não conseguiu captar a essência da personagem ou foi mal dirigida, mas faltou alguma coisa. Então você odiou o filme? Não, eu gostei do filme no geral, ele entretém e tem o papel importante de ter uma protagonista feminina, sem estereótipos, sem par romântico, sem sensualidade aflorada, que tanto na sua carreira mundana quanto como heroína impõe quebra de comportamentos. Que possui sororidade. Um filme de quadrinhos que passa no teste de Bechdel! Contudo, eu esperava muito mais, faltou capricho e amor por esse filme, acho que eles erraram o timing na realização. Ah o Goose tá sensacional

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  • Jéssica Bellini

    O seu roteiro é baseado nas memórias de infância do diretor Alfonso Cuarón, trazendo um ano da vida de uma empregada doméstica de uma família de classe média. Confesso que deixei para assisti-lo por último por que achei que seria difícil, mas apesar de ter uma narrativa lenta e contemplativa, especialmente no primeiro ato, da sua metade para frente existe uma crescente que nos conecta na história e nos entrega ao final dela tocados. O diretor utiliza de detalhes simples e triviais, planos longos, câmera parada com alguns movimentos horizontais para nos fazer sair da zona de conforto dos privilegiados, realizar um exercício de empatia e enxergar o mundo através da ótica de uma protagonista invisível, como tantas outras pessoas da nossa sociedade. E esse intuito do diretor se mostra quando ele não permite a legenda de idiomas que ela não fala. Somos convidados a sentar e ver todas aquelas cenas passar sem explicações além do que ela consegue entender. E dessa maneira ele aproveita para discutir o desamparo masculino, o trabalho doméstico infindável, as diferenças de classes

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    culminando no retrato do massacre de 1971

    . Existe uma controvérsia muito grande sobre a indicação de Yalitza Aparício ao Oscar, acredito que se sua atuação foi fruto de uma composição de personagem irretocável ou mérito do diretor que ao seguir o neorrealismo italiano escolheu uma pessoa perfeita para o papel, a atuação que assistimos em tela é digna de aplausos.

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  • Jéssica Bellini

    O protagonista aqui é completamente sem carisma, apático e calculista, que mostra características que o tornaram uma proeminente figura política. Destaque para Bale, reconhecido como um camaleão nos filmes que faz, que além da mudança física aposta e acerta na mudança de voz e progressão dessa com o envelhecimento do personagem transparecendo o aprimoramento de suas habilidades políticas, talvez seu maior empecilho para ganhar na categoria melhor ator seja o favorito Rami Malek. Amy Adams e Steve Carell tem o objetivo de contrapor essa quase completa apatia, especialmente, Amy como a esposa do protagonista aparece muito bem em seu papel, porém sem chances de ganhar esse Oscar. A montagem do filme é frenética e ajuda no tom sarcástico, sendo um dos favoritos a estatueta nessa categoria. Agora o que pesa no filme é o roteiro confuso que apela para diversos artifícios como a não linearidade, metáforas explícitas, artificialidade, prejudicando as atuações e o filme como um todo, apesar de ter boas sacadas. De todos os indicados a melhor filme, apesar de interessante historicamente, esse talvez seja o mais fraco.

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