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No diálogo com o senhor do sanduíche, este pergunta há quanto tempo tinha acontecido a situação e depois ele mesmo se explica sobre já ter passado muito tempo e talvez não ser o tempo suficiente. Lutos e traumas estão aí para assombrar a vida toda e em alguns casos não há muito o que fazer, somente seguir em frente como na jornada da protagonista aqui, onde você vai concordar e discordar de seus atos como naturalmente costuma ser. Foi uma bela surpresa com um desfecho reflexivo.
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caramba,, so dando uma olhada nos favoritos rs hehehe
aonde estará você??
Reacendeu lembranças recentes, algo muito parecido que vivenciei. O cuidado com as palavras perto da pessoa adoecida, a sensação que o tempo não foi o suficiente para demonstrar o quanto ela é importante em sua vida e o velho ditado de que ninguém nunca está preparado. Estava tudo lá. Vem a sentença e com isso o tempo vira o vilão, não se sabe o que é melhor, se passa logo para amenizar o sofrimento ou se perdura para justificarmos maior cuidado que a gente sempre acha que foi pouco. Enfim, às vezes o tempo não cura, só passa. Mas somos fortes assim mesmo.
Um filme com a dosagem equilibrada na carga emocional, sem maiores apelações comuns do gênero e que nos pede licença da parte técnica para viver a trajetória da família, que pode parecer com a minha, com sua, com a de qualquer pessoa. E que unida, pode tornar o caminho menos árduo.