Diferente de Rush, de mesma temática e que considero meu filme favorito sobre esporte, este aposta na galhofa, no extraordinário acontecendo nas pistas beirando a ficção, digno das pérolas do Michael Bay com reviravoltas mirabolantes sempre no momento certo. Não rolou pra mim. Ponto positivo para os efeitos de câmera.
Florence Pugh e Andrew Garfield formaram um belo casal aqui, convincente. Filme sem excessos e extremos, comuns em outros do gênero; gostei do equilíbrio que foi até o final, que mesmo previsível, raramente tratamos com indiferença.
Achei o plot um tanto forçado, não precisava. O polvo serve como uma percepção externa do quanto complicamos as coisas simples da vida, foi a melhor coisa do filme.
Reacendeu lembranças recentes, algo muito parecido que vivenciei. O cuidado com as palavras perto da pessoa adoecida, a sensação que o tempo não foi o suficiente para demonstrar o quanto ela é importante em sua vida e o velho ditado de que ninguém nunca está preparado. Estava tudo lá. Vem a sentença e com isso o tempo vira o vilão, não se sabe o que é melhor, se passa logo para amenizar o sofrimento ou se perdura para justificarmos maior cuidado que a gente sempre acha que foi pouco. Enfim, às vezes o tempo não cura, só passa. Mas somos fortes assim mesmo.
Um filme com a dosagem equilibrada na carga emocional, sem maiores apelações comuns do gênero e que nos pede licença da parte técnica para viver a trajetória da família, que pode parecer com a minha, com sua, com a de qualquer pessoa. E que unida, pode tornar o caminho menos árduo.
Do meio pra frente desandou bonito, pelo menos não caminharam para um final mais, digamos, esperado. Efeitos especiais risíveis e o roteiro sempre dando aquela força pioram a situação, mas diverte.
No diálogo com o senhor do sanduíche, este pergunta há quanto tempo tinha acontecido a situação e depois ele mesmo se explica sobre já ter passado muito tempo e talvez não ser o tempo suficiente. Lutos e traumas estão aí para assombrar a vida toda e em alguns casos não há muito o que fazer, somente seguir em frente como na jornada da protagonista aqui, onde você vai concordar e discordar de seus atos como naturalmente costuma ser. Foi uma bela surpresa com um desfecho reflexivo.
Um pouco melhor do que o péssimo "Consequência" protagonizado pelo mesmo Keanu Reeves, mas dispensável. Que ele não vire um novo De Niro aceitando tranqueiras, ou que fique claro que só quer se divertir após os sessenta para evitarmos expectativas maiores.
O clone da Margot Robbie, muito competente e linda por sinal, carrega o filme nas costas, já que a apelação do roteiro de resolver tudo para as irmãs em cima da hora o torna chato. Por sinal, a irmã é totalmente dispensável para a história, não há convencimento de que realmente estão se reaproximando pra valer enquanto dão conta da coisa toda. Talvez meu erro tenha sido assistir este na sequência após o primeiro, que foi muito bom pelo fator novidade da história e o ambiente claustrofóbico gerando muito mais tensão.
Continuação que ninguém pediu, já que o primeiro conclui por si só. Mas a gente insiste e cai na lógica. Morena Baccarin, assim como a Kaya Scodelario, além do sangue brasileiro, tem o poder sobrenatural de participarem de filmes ruins quase sempre.
Talvez se mantivessem o caos sob o ambiente insalubre do início do filme, traria alguma profundidade. Pegar a estrada vendo tantos personagens que trazem zero empatia e acontecimentos que não convencem pelas atuações sofríveis afundam a gente no verdadeiro significado de badtrip. O diretor achou que pegar um catado de situações impactantes da geopolítica local sem nenhuma ligação posterior seria o suficiente, aprendeu bem com vários filmes brasileiros similares que nascem com o roteiro morto. No final ninguém via propósito em mais nada, tudo permaneceu raso, o luto foi tratado de forma banal e o desfecho de várias coisas ficaram pelo caminho, demonstrando que a intenção do filme desde o começo foi chegar a lugar algum.
É um tema que deixamos certas falhas cinematográficas para trás dada a intensidade da vivência, a situação delicada para quem como eu já viveu isso na família com alguém muito próximo, mas poucas coisas funcionam aqui, algumas atuações são muito fracas, os semblantes artificiais (principalmente do pai), diálogos curtos e rasos que atrapalham a dinâmica de um filme que já se repete o tempo todo... é uma aula sobre o que não fazer para algo com uma carga tão pesada que transmite tão pouco a quem tem um algum filtro. Talvez funcione melhor no livro, é um história baseada na realidade e toda luta sobre o tema é de grande relevância. Destaque para Leticia Spiller e para o André Ramiro que demonstra um patamar bem acima dos demais. Lembra um pouco "Uma Prova de Amor".
Premissa legal de levar de maneira leve e fantasiosa um tema que pende naturalmente para o drama. Zak e Tyler precisavam um do outro naquele momento e acharam propósito juntos. Reconfortante.
Sensação que nem os besteiróis são como antigamente, mas valeu a escrachada em alguns momentos como uma versão megazord de um venezuelano e a quebra da quarta parede falando sobre o filme.
Boa atuação de Fraser, apesar de em alguns momentos um tanto carregada, caricata do bom moço em contraste com a sua profissão "fake" de fingir, encenar no intuito de criar novos problemas para resolver antigos problemas familiares. E o Japão que por si só já é uma fotografia e tanto.
Tenho que falar do ápice no final do filme que consegue ainda ser melhor do que o início tão bem feito, fotografado, belo pela ambientação e atuação convincente da linda Jessie Buckley em sua personagem com toda a simplicidade e beleza comum que a torna tão apaixonante. Seus olhares no ato final,
na peça onde tudo é novo pra ela e a inocência e catarse são os extremos em tão pouco tempo de tela
me faz ter certeza que o Oscar foi entregue em boas mãos. Todos convencem, o ritmo não cai e a perda e o desfecho são emocionantes. Não sei se é o entusiasmo por acabar de ter assistido, mas aqui eu acho que encontrei o meu melhor filme do Oscar deste ano.
Nem todo mundo vai agradar em embarcar no pandemônio que é a vida de Marty, um cara sem escrúpulos e determinado a ir até o fim atrás de sua ambição independente de quem vai ferrar com força, em momentos cheio de exageros, acontecimentos absurdos a lá Forrest Gump e num ritmo fora do comum, que pode incomodar pelo tempo de tela. Achei aqui a melhor atuação do Oscar deste ano.
Só tinha assistido o primeiro e vi que não era pra mim, mesmo gostando do gênero. Indo no embalo dos ótimos A Hora do Mal e Faça Ela Voltar de 2025, resolvi dar uma chance para esta perda de tempo. Nem desligando qualquer lado crítico e indo para a diversão, deu certo. Chega a ser pior do que os filmes escrachados de terror de personagens da Disney que caíram no domínio público. É tudo tão ruim, as atuações tão desinteressadas, que fica difícil pontuar alguma coisa, faz pensar em como em pleno 2026 algum diretor conclui um dejeto desses e se sente satisfeito com o resultado.
Desde quando vi Sidney Sweeney pela primeira vez no insano O Mistério de Silver Lake até o momento, achei este o papel mais desafiador, creio que naturalmente por ser uma biografia como também por focar zero por cento em sua beleza tão exposta por aí, reforçada por polêmicas recentes. Já tinha gostado dela em Americana e acredito que há muito o que explorar ainda, fora do tipo manjado de filmes como A Empregada. Sobre o filme, sou suspeito pra falar de um dos gêneros que mais me agrada, mas achei desnecessariamente longo e algumas cenas não são tão convincentes. Ben Foster consegue um desempenho acima da média interpretando o verme do Jim e não tem como não pesquisar depois sobre a vida de Christy e não criar empatia.
Fugindo totalmente da parte técnica, que também não sei nada, no final dos anos 90 era muito comum alguns textos rodarem pela internet através de sites de hospedagem gratuita como Hpg, Geocities, Angelfire, entre outros, e ao ver este filme, lembrei de um desses que chamavam de "O Trem da Vida", uma analogia entre as duas palavras do título. Um texto simples como o filme, onde dizia que "pessoas entram e saem dos vagões a todo o momento e algumas ficam por pouco tempo, outras deixam marcas profundas". Cita também que "muitos passageiros que amamos descem antes do nosso destino, deixando saudade". Semelhanças à parte, o filme também traz os impactos do progresso na vida do protagonista, tanto a destruição como sua aceitação já no final.
Eu diria que é uma vibe um tanto parecida com "Livre" e "Na Natureza Selvagem", não na semelhança de seus protagonistas, mas em absorver um pouco da essência de cada pessoa que você encontra em sua jornada. É uma fórmula um tanto já explorada em outras obras, mas eu diria que isso nunca é demais, tem seus méritos e sua forma de enxergar o jeito de levar as coisas como o luto, a solitude e os escapes necessários para tentar seguir em frente.
Fargo: Uma Comédia de Erros
3.9 982 Assista AgoraAcho que faltou um ritmo mais acelerado enquanto o caos se instaurava, crescia, mas é uma boa pedida. Frances McDormand sempre acima da média.
Observadores
3.0 488 Assista Agorauma bela briga de excessos, entre nudez, plots e más atuações.
O Drama
3.7 250 Assista AgoraÉ bom assistir sem saber que rumo a história vai tomar, foi uma boa surpresa
a situação partir para o cômico com a neurose extrema do noivo em imaginar a Emma como uma psicopata em potencial.
F1: O Filme
3.7 443 Assista AgoraDiferente de Rush, de mesma temática e que considero meu filme favorito sobre esporte, este aposta na galhofa, no extraordinário acontecendo nas pistas beirando a ficção, digno das pérolas do Michael Bay com reviravoltas mirabolantes sempre no momento certo. Não rolou pra mim. Ponto positivo para os efeitos de câmera.
Todo Tempo Que Temos
3.4 171 Assista AgoraFlorence Pugh e Andrew Garfield formaram um belo casal aqui, convincente. Filme sem excessos e extremos, comuns em outros do gênero; gostei do equilíbrio que foi até o final, que mesmo previsível, raramente tratamos com indiferença.
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes
3.9 72Achei o plot um tanto forçado, não precisava. O polvo serve como uma percepção externa do quanto complicamos as coisas simples da vida, foi a melhor coisa do filme.
Adeus, June
3.4 36 Assista AgoraReacendeu lembranças recentes, algo muito parecido que vivenciei. O cuidado com as palavras perto da pessoa adoecida, a sensação que o tempo não foi o suficiente para demonstrar o quanto ela é importante em sua vida e o velho ditado de que ninguém nunca está preparado. Estava tudo lá. Vem a sentença e com isso o tempo vira o vilão, não se sabe o que é melhor, se passa logo para amenizar o sofrimento ou se perdura para justificarmos maior cuidado que a gente sempre acha que foi pouco. Enfim, às vezes o tempo não cura, só passa. Mas somos fortes assim mesmo.
Um filme com a dosagem equilibrada na carga emocional, sem maiores apelações comuns do gênero e que nos pede licença da parte técnica para viver a trajetória da família, que pode parecer com a minha, com sua, com a de qualquer pessoa. E que unida, pode tornar o caminho menos árduo.
Socorro!
3.2 365 Assista AgoraDo meio pra frente desandou bonito, pelo menos não caminharam para um final mais, digamos, esperado. Efeitos especiais risíveis e o roteiro sempre dando aquela força pioram a situação, mas diverte.
Sorry, Baby
3.7 54 Assista AgoraNo diálogo com o senhor do sanduíche, este pergunta há quanto tempo tinha acontecido a situação e depois ele mesmo se explica sobre já ter passado muito tempo e talvez não ser o tempo suficiente. Lutos e traumas estão aí para assombrar a vida toda e em alguns casos não há muito o que fazer, somente seguir em frente como na jornada da protagonista aqui, onde você vai concordar e discordar de seus atos como naturalmente costuma ser. Foi uma bela surpresa com um desfecho reflexivo.
Quando o Céu se Engana
3.2 115 Assista AgoraUm pouco melhor do que o péssimo "Consequência" protagonizado pelo mesmo Keanu Reeves, mas dispensável. Que ele não vire um novo De Niro aceitando tranqueiras, ou que fique claro que só quer se divertir após os sessenta para evitarmos expectativas maiores.
Casamento Sangrento: A Viúva
3.3 108O clone da Margot Robbie, muito competente e linda por sinal, carrega o filme nas costas, já que a apelação do roteiro de resolver tudo para as irmãs em cima da hora o torna chato. Por sinal, a irmã é totalmente dispensável para a história, não há convencimento de que realmente estão se reaproximando pra valer enquanto dão conta da coisa toda. Talvez meu erro tenha sido assistir este na sequência após o primeiro, que foi muito bom pelo fator novidade da história e o ambiente claustrofóbico gerando muito mais tensão.
Destruição Final 2
2.4 92 Assista AgoraContinuação que ninguém pediu, já que o primeiro conclui por si só. Mas a gente insiste e cai na lógica. Morena Baccarin, assim como a Kaya Scodelario, além do sangue brasileiro, tem o poder sobrenatural de participarem de filmes ruins quase sempre.
Sirāt
3.4 191 Assista AgoraTalvez se mantivessem o caos sob o ambiente insalubre do início do filme, traria alguma profundidade. Pegar a estrada vendo tantos personagens que trazem zero empatia e acontecimentos que não convencem pelas atuações sofríveis afundam a gente no verdadeiro significado de badtrip. O diretor achou que pegar um catado de situações impactantes da geopolítica local sem nenhuma ligação posterior seria o suficiente, aprendeu bem com vários filmes brasileiros similares que nascem com o roteiro morto. No final ninguém via propósito em mais nada, tudo permaneceu raso, o luto foi tratado de forma banal e o desfecho de várias coisas ficaram pelo caminho, demonstrando que a intenção do filme desde o começo foi chegar a lugar algum.
Eternidade
3.5 161 Assista AgoraO betinha não tem paz nem depois de morto 😅
Inexplicável
3.4 41 Assista AgoraÉ um tema que deixamos certas falhas cinematográficas para trás dada a intensidade da vivência, a situação delicada para quem como eu já viveu isso na família com alguém muito próximo, mas poucas coisas funcionam aqui, algumas atuações são muito fracas, os semblantes artificiais (principalmente do pai), diálogos curtos e rasos que atrapalham a dinâmica de um filme que já se repete o tempo todo... é uma aula sobre o que não fazer para algo com uma carga tão pesada que transmite tão pouco a quem tem um algum filtro. Talvez funcione melhor no livro, é um história baseada na realidade e toda luta sobre o tema é de grande relevância. Destaque para Leticia Spiller e para o André Ramiro que demonstra um patamar bem acima dos demais. Lembra um pouco "Uma Prova de Amor".
O Falcão Manteiga de Amendoim
3.7 88Premissa legal de levar de maneira leve e fantasiosa um tema que pende naturalmente para o drama. Zak e Tyler precisavam um do outro naquele momento e acharam propósito juntos. Reconfortante.
Noite da Pizza
2.6 9 Assista AgoraSensação que nem os besteiróis são como antigamente, mas valeu a escrachada em alguns momentos como uma versão megazord de um venezuelano e a quebra da quarta parede falando sobre o filme.
Consequência
2.1 27 Assista AgoraPelo menos tiraram a nossa vontade de que acabasse logo, visto que é um filme curto.
Família de Aluguel
3.8 57 Assista AgoraBoa atuação de Fraser, apesar de em alguns momentos um tanto carregada, caricata do bom moço em contraste com a sua profissão "fake" de fingir, encenar no intuito de criar novos problemas para resolver antigos problemas familiares. E o Japão que por si só já é uma fotografia e tanto.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 433 Assista AgoraTenho que falar do ápice no final do filme que consegue ainda ser melhor do que o início tão bem feito, fotografado, belo pela ambientação e atuação convincente da linda Jessie Buckley em sua personagem com toda a simplicidade e beleza comum que a torna tão apaixonante. Seus olhares no ato final,
na peça onde tudo é novo pra ela e a inocência e catarse são os extremos em tão pouco tempo de tela
Marty Supreme
3.6 364 Assista AgoraNem todo mundo vai agradar em embarcar no pandemônio que é a vida de Marty, um cara sem escrúpulos e determinado a ir até o fim atrás de sua ambição independente de quem vai ferrar com força, em momentos cheio de exageros, acontecimentos absurdos a lá Forrest Gump e num ritmo fora do comum, que pode incomodar pelo tempo de tela. Achei aqui a melhor atuação do Oscar deste ano.
Pânico 7
2.7 397 Assista AgoraSó tinha assistido o primeiro e vi que não era pra mim, mesmo gostando do gênero. Indo no embalo dos ótimos A Hora do Mal e Faça Ela Voltar de 2025, resolvi dar uma chance para esta perda de tempo. Nem desligando qualquer lado crítico e indo para a diversão, deu certo. Chega a ser pior do que os filmes escrachados de terror de personagens da Disney que caíram no domínio público. É tudo tão ruim, as atuações tão desinteressadas, que fica difícil pontuar alguma coisa, faz pensar em como em pleno 2026 algum diretor conclui um dejeto desses e se sente satisfeito com o resultado.
Christy: Um Novo Round
3.2 32 Assista AgoraDesde quando vi Sidney Sweeney pela primeira vez no insano O Mistério de Silver Lake até o momento, achei este o papel mais desafiador, creio que naturalmente por ser uma biografia como também por focar zero por cento em sua beleza tão exposta por aí, reforçada por polêmicas recentes. Já tinha gostado dela em Americana e acredito que há muito o que explorar ainda, fora do tipo manjado de filmes como A Empregada. Sobre o filme, sou suspeito pra falar de um dos gêneros que mais me agrada, mas achei desnecessariamente longo e algumas cenas não são tão convincentes. Ben Foster consegue um desempenho acima da média interpretando o verme do Jim e não tem como não pesquisar depois sobre a vida de Christy e não criar empatia.
Sonhos de Trem
3.7 351 Assista AgoraFugindo totalmente da parte técnica, que também não sei nada, no final dos anos 90 era muito comum alguns textos rodarem pela internet através de sites de hospedagem gratuita como Hpg, Geocities, Angelfire, entre outros, e ao ver este filme, lembrei de um desses que chamavam de "O Trem da Vida", uma analogia entre as duas palavras do título. Um texto simples como o filme, onde dizia que "pessoas entram e saem dos vagões a todo o momento e algumas ficam por pouco tempo, outras deixam marcas profundas". Cita também que "muitos passageiros que amamos descem antes do nosso destino, deixando saudade". Semelhanças à parte, o filme também traz os impactos do progresso na vida do protagonista, tanto a destruição como sua aceitação já no final.
Eu diria que é uma vibe um tanto parecida com "Livre" e "Na Natureza Selvagem", não na semelhança de seus protagonistas, mas em absorver um pouco da essência de cada pessoa que você encontra em sua jornada. É uma fórmula um tanto já explorada em outras obras, mas eu diria que isso nunca é demais, tem seus méritos e sua forma de enxergar o jeito de levar as coisas como o luto, a solitude e os escapes necessários para tentar seguir em frente.