Filme que critica os "ismos" sem deixar levar diretamente para alguma ideologia e que certamente algum fanático de direita ou esquerda deverá se apropriar da história como exemplo de seus adversários. A família vai se destruindo por suas escolhas políticas, escolhas que não são feitas de forma consciente da mesma forma em que acontece aqui fora, já que não há equilíbrio em nenhum tipo de sistema e mesmo assim não se pode criticar seus defeitos a seus defensores. Fica o exemplo de lição do totalitarismo que você deveria questionar se não é o que sua ideologia sempre está buscando. De bonito na história catastrófica fica o clássico "Don't dream its over", música do Crowded House e tema dos pais, nome sugestivo ao filme por sinal, de que isso não vai acabar tão cedo. E que pela letra, não deve ter sido escolhido como um mero acaso.
O filme perfeito para uma criança talvez um tanto perturbada como eu que torcia para o Tom, Frajola e o protagonista Coiote. Muitas referências aos clássicos da Warner que trazem um saudosismo bom das manhãs que nunca mais voltarão.
Filme que cativa mais pela simplicidade e ritmo lento combinando com o ambiente bucólico do que a história em si, que não se preocupa em aprofundar os temas abordados, mas não chega a ser um problema; o plot merecia um pouco mais de tempo de tela, ficou raso. Destaque para a atriz principal, que também é roteirista.
Filme bonito de se ver, muito contemplativo quando foca nos cenários que parecem pinturas e nas execuções na cozinha acompanhadas do devido silêncio. Quando surgem os diálogos, parecem um bando de pedantes falando algo com coisa nenhuma, onde o carisma passa a um km de distância, mesmo no elenco mais jovem. Juliette Binoche é a única que causa algum tipo de empatia e convencimento e quando o ato principal acontece, daí pra frente o filme fica torturante.
Assisti pela cena usada com exaustão no Instagram onde o primeiro casal fala sobre o convite de saírem juntos, mas este é o mais chato da história, com o desfecho dos dois sendo tratado com bastante displicência. A partir daí o filme flui bem, são aquelas situações que já passamos ou talvez vamos passar e mexe muito com o nosso lado sentimental.
Muita coisa acontecendo a todo o momento, nem se vê o tempo passar, enquanto boas atuações ajudam a fluir bem o roteiro cheio de reviravoltas. Muito bom.
Gosto dessa atmosfera perturbadora, longe do comum e com altos e baixos em sua intensidade, assim como em O Mistério de Silver Lake do mesmo diretor. O terror psicológico funciona bem quando se tem a sensação de que parece que as coisas nunca irão se resolver, causando aquela angústia boa de filmes do gênero.
Pessoas caricatas, efusivas ou sei lá qual adjetivo dar a mais, neste filme cheio de exageros, inclusive no constrangimento e vergonha alheia quando sempre vinha uma resposta batida ou ação da dupla descolada para dar lição de moral no casal problemático que parece ter um problema sério em agir de acordo com suas respectivas idades.
O filme todo se baseia em diálogos num lugar comum, fórmula que gosto, mas aqui não vi profundidade, sequer um mínimo de maturidade, e se a proposta não era esta e havia algum momento para achar isso genial ou engraçado, falhei miseravelmente.
O final traz um alívio quando vem com uma dose de normalidade que não vi em nenhum outro momento do filme, sempre coberto de excessos.
Demorei muito para assitir este filme que me perseguia de certa forma, pelas resenhas muito positivas e comentários, e acredito que havia um propósito de ser no momento certo, porque, quando mais novo, com o meu moralismo embaixo do braço eu julgaria demais a Francesca, mas a vida ensina muito, que ela é implacável no tempo; tempo que não espera, que não cura como dizem, e não há preço que o faça voltar. O momento breve em que tiveram toda esta intensidade foi muito bem desenvolvido, transmitido, conduzido pela Meryl Streep e Clint Eastwood em um tema difícil de romantizar pelas circunstâncias da vida da protagonista. Ainda sobre atuações, se eu tivesse que falar de um erro grave deste filme, seria o pouco aprofundamento e atuações ruins dos demais do elenco. <br/><br/>A vida de Francesca diz muito de exemplos por aí, a reflexão dos filhos dela talvez seja uma metáfora disso, sobre o tempo que desperdiçamos em um lugar, um lar que é onde mais precisamos de suporte, amor, segurança, e muitas vezes é onde menos queremos estar pela carga que temos que suportar sozinhos. Temos certeza disso quando o volume do som do carro é aumentado. <br/><br/>Deixamos de viver para viverem por nós. Mas quem sabe estamos também fazendo alguém suportar... Cabe mudar, deixar ir, ou ir.
Frankie Corio rouba toda a cena aqui, que atuação espetacular de uma atriz tão nova, que age de forma tão natural em todo tipo de cena. Com já disseram abaixo, é um filme para sentir, vivenciar... não há início, meio e fim, e sim momentos entre pai e filha, que nos cativam na simplicidade e ao mesmo tempo, talvez por causa da trilha sonora, das imagens com a câmera antiga e no prolongamento de cenas simples, causa um certo tipo de aflição, sensação de que aqueles poucos momentos precisam ser detalhados até onde pode porque vai eternizar só ali, naquelas férias entre os dois. Não vai acontecer novamente. E no final tudo parece ter sido muito bem trabalhado pela direção do filme para causar em nós aqui fora a mesma sensação da Sophie quando adulta.
Incomoda bem o desfecho da trama onde a família está o tempo todo em um conflito intenso com as criaturas e no final tudo se resolve da maneira mais "natural" possível. Fora o elenco bem irregular, as crianças não causam nenhum tipo de empatia, Greta Lee quando protagonizou um momento importante, agiu da forma mais estúpida possível para gerar tensão e o Wagner Moura só sabia fazer caretas e agir em excesso em qualquer cena que não pedia isso. Quando o conjunto da obra é ruim, nada funciona, mesmo quando tem potencial.
Filme mosaico como Crash, Magnólia, Amores Brutos, etc., que eu aprecio tanto e não assistia há um bom tempo, que bela surpresa por além disso ser nacional e não falhar, insistir em maneirismos tão comuns em outros filmes brasileiros que vem principalmente do sudeste. Ambientação que trata de um ciclo sem fim de violência, perdas, vingança, mas com uma esperança de recomeço no final, que achei bem equilibrado e satisfatório.
Apesar de assistir este desenho no auge de sua epoca e até ter ganho o boneco do Mandíbula da minha mãe de Natal, nunca vi He-Man com tanto interesse, entusiasmo, então talvez por isso pude pedir licença ao humor galhofa e à adaptação para os dias atuais sem me sentir ofendido, já que não sou fã. Deu pra ver pelo menos o mínimo de cuidado do diretor ao colocar o Gorpo com suas lições de moral no final e por tocar Masters of Universe do Queen. Divertiu.
Essa abordagem com excesso de sotaques, malandragem, gente caricata, feições forçadas e atuações de novelas da Globo não dá. O elenco de "peso" falado aí abaixo com Anitta, João Guilherme, Gagliasso e um Santoro irreconhecível é risível. Nem desligando o cérebro funciona, porque nada aqui tem alguma autenticidade. Puro lixo que só nos conseguimos produzir, apesar de apreciar bem o cinema nacional fora do circuito mais midiático. Patético.
Tem diretor que pode pegar qualquer gênero, filme de certa faixa etária ou público e nunca vai deixar passar batido, fazer parecer comum. Paul Thomas Anderson é fora da curva, faz filmes de longa duração parecerem poucos minutos de experiência que nos dão a sensação que podia ser mais, de tão bom. Trata de um relacionamento que insiste em não querer acontecer, porque se busca validação o tempo todo por parte da protagonista, mas acontece um desfecho muito satisfatório. Virou dos meus favoritos do diretor, abaixo do insuperável Magnólia.
Filme com a cara de Manchester sobre um cara caricato com o jeitão de Liam Gallagher / Damon Albarn que idealiza o amor perfeito em uma menina que mal conhece direito e acaba se envolvendo com uma exploradora da situação que o final vocês já sabem mais ou menos como é. Puxa para um lado despretensioso por tanta gente caricata, o humor inglês para poucos e um final bem familiar na maioria de filmes do tipo. No pós créditos você é agraciado por uma espécie de clipe de Bitter Sweet Symphony com o protagonista no lugar de Richard Ashcroft.
Supergirl conseguiu ser melhor nos pós créditos de Super Man do que neste filme todo. Vi pelo Lobo que é meu terceiro personagem preferido da DC e pelo menos este, apesar de ser muito podado até pra não atrapalhar a censura, não decepcionou tanto. Filme que, sem vilão consistente igual costuma acontecer na Marvel e a má vontade da protagonista faz ser totalmente dispensável como a maioria dos da DC que saíram nos últimos anos.
O extremo da Lorena Comparato se entregando ao papel ao contrário do personagem do Matsunaga que só deve ter ganhado a vaga pela semelhança, chega a ser constrangedor. Bem razoável, qualquer podcast com o Ulisses Campbell como convidado é bem mais rico de detalhes.
Vá com calma, é perfeitamente compreensível que colocar Steven Spielberg e a temática alien na mesma frase já traz aquela expectativa de ação, plot, intensidade, mas aqui o desenvolvimento é bem diferente e talvez nem chegue ao ápice que você gostaria. Emily Blunt, sempre muito bem em seus papéis, salva o filme do desastre completo, cheguei a sentir vergonha da comoção falsa quando revelam a questão principal no final do filme. Não funcionou pra mim.
Uma ode ao final dos anos 90, seja nos tabus em família, ótimas músicas, ambientes escolares bem diferentes de hoje e formas de abordagem da juventude daquela época. Tudo parecia bem melhor, mas enfim, não é este o assunto. Christine representa bem nossa cabeça naquela época, as expectativas de irmos embora de onde moramos por achar que é uma bolha minúscula e o mundo afora é bem melhor; de sairmos para bailes, festas e termos a chance de ficar com alguém, conhecer alguém legal porque não tínhamos redes sociais tão explícitas, no máximo um Icq ou um Orkut; nossos conflitos com amigos e familiares para sentirmos validados por achar que pensamos diferente da maioria, entre outras coisas que me causaram uma enorme nostalgia e o sentimento que valeu muito a pena ter vivido aqueles tempos.
O tema do fim do mundo foi muito mal explorado e a química do casal também foi bem fraca, uns diálogos bobos e nada convincentes, para um filme que no começo até que rendeu algumas risadas com a assistente estranha e o ciclo de amigos e parentes esquisitos do Adam. Quando a Tina chega, desanda bonito até o final. Na dúvida, assista "Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo" que também trata de amor no final dos tempos e é um abismo à frente em todos os aspectos.
O Aniversário
3.6 68 Assista AgoraFilme que critica os "ismos" sem deixar levar diretamente para alguma ideologia e que certamente algum fanático de direita ou esquerda deverá se apropriar da história como exemplo de seus adversários. A família vai se destruindo por suas escolhas políticas, escolhas que não são feitas de forma consciente da mesma forma em que acontece aqui fora, já que não há equilíbrio em nenhum tipo de sistema e mesmo assim não se pode criticar seus defeitos a seus defensores. Fica o exemplo de lição do totalitarismo que você deveria questionar se não é o que sua ideologia sempre está buscando.
De bonito na história catastrófica fica o clássico "Don't dream its over", música do Crowded House e tema dos pais, nome sugestivo ao filme por sinal, de que isso não vai acabar tão cedo. E que pela letra, não deve ter sido escolhido como um mero acaso.
Coyote vs. Acme
3.8 74O filme perfeito para uma criança talvez um tanto perturbada como eu que torcia para o Tom, Frajola e o protagonista Coiote. Muitas referências aos clássicos da Warner que trazem um saudosismo bom das manhãs que nunca mais voltarão.
O Coreto
3.0 1 Assista AgoraFilme que cativa mais pela simplicidade e ritmo lento combinando com o ambiente bucólico do que a história em si, que não se preocupa em aprofundar os temas abordados, mas não chega a ser um problema; o plot merecia um pouco mais de tempo de tela, ficou raso. Destaque para a atriz principal, que também é roteirista.
O Sabor da Vida
3.7 94 Assista AgoraFilme bonito de se ver, muito contemplativo quando foca nos cenários que parecem pinturas e nas execuções na cozinha acompanhadas do devido silêncio. Quando surgem os diálogos, parecem um bando de pedantes falando algo com coisa nenhuma, onde o carisma passa a um km de distância, mesmo no elenco mais jovem. Juliette Binoche é a única que causa algum tipo de empatia e convencimento e quando o ato principal acontece, daí pra frente o filme fica torturante.
A Vida em Si
4.0 355 Assista AgoraAssisti pela cena usada com exaustão no Instagram onde o primeiro casal fala sobre o convite de saírem juntos, mas este é o mais chato da história, com o desfecho dos dois sendo tratado com bastante displicência. A partir daí o filme flui bem, são aquelas situações que já passamos ou talvez vamos passar e mexe muito com o nosso lado sentimental.
Adoráveis Mulheres
4.0 997 Assista AgoraMuita coisa acontecendo a todo o momento, nem se vê o tempo passar, enquanto boas atuações ajudam a fluir bem o roteiro cheio de reviravoltas. Muito bom.
Corrente do Mal
3.2 1,8K Assista AgoraGosto dessa atmosfera perturbadora, longe do comum e com altos e baixos em sua intensidade, assim como em O Mistério de Silver Lake do mesmo diretor. O terror psicológico funciona bem quando se tem a sensação de que parece que as coisas nunca irão se resolver, causando aquela angústia boa de filmes do gênero.
O Convite
3.9 323 Assista AgoraPessoas caricatas, efusivas ou sei lá qual adjetivo dar a mais, neste filme cheio de exageros, inclusive no constrangimento e vergonha alheia quando sempre vinha uma resposta batida ou ação da dupla descolada para dar lição de moral no casal problemático que parece ter um problema sério em agir de acordo com suas respectivas idades.
O filme todo se baseia em diálogos num lugar comum, fórmula que gosto, mas aqui não vi profundidade, sequer um mínimo de maturidade, e se a proposta não era esta e havia algum momento para achar isso genial ou engraçado, falhei miseravelmente.
O final traz um alívio quando vem com uma dose de normalidade que não vi em nenhum outro momento do filme, sempre coberto de excessos.
As Pontes de Madison
4.2 886 Assista AgoraDemorei muito para assitir este filme que me perseguia de certa forma, pelas resenhas muito positivas e comentários, e acredito que havia um propósito de ser no momento certo, porque, quando mais novo, com o meu moralismo embaixo do braço eu julgaria demais a Francesca, mas a vida ensina muito, que ela é implacável no tempo; tempo que não espera, que não cura como dizem, e não há preço que o faça voltar. O momento breve em que tiveram toda esta intensidade foi muito bem desenvolvido, transmitido, conduzido pela Meryl Streep e Clint Eastwood em um tema difícil de romantizar pelas circunstâncias da vida da protagonista. Ainda sobre atuações, se eu tivesse que falar de um erro grave deste filme, seria o pouco aprofundamento e atuações ruins dos demais do elenco. <br/><br/>A vida de Francesca diz muito de exemplos por aí, a reflexão dos filhos dela talvez seja uma metáfora disso, sobre o tempo que desperdiçamos em um lugar, um lar que é onde mais precisamos de suporte, amor, segurança, e muitas vezes é onde menos queremos estar pela carga que temos que suportar sozinhos. Temos certeza disso quando o volume do som do carro é aumentado. <br/><br/>Deixamos de viver para viverem por nós. Mas quem sabe estamos também fazendo alguém suportar... Cabe mudar, deixar ir, ou ir.
Aftersun
4.0 801Frankie Corio rouba toda a cena aqui, que atuação espetacular de uma atriz tão nova, que age de forma tão natural em todo tipo de cena. Com já disseram abaixo, é um filme para sentir, vivenciar... não há início, meio e fim, e sim momentos entre pai e filha, que nos cativam na simplicidade e ao mesmo tempo, talvez por causa da trilha sonora, das imagens com a câmera antiga e no prolongamento de cenas simples, causa um certo tipo de aflição, sensação de que aqueles poucos momentos precisam ser detalhados até onde pode porque vai eternizar só ali, naquelas férias entre os dois. Não vai acontecer novamente. E no final tudo parece ter sido muito bem trabalhado pela direção do filme para causar em nós aqui fora a mesma sensação da Sophie quando adulta.
A Última Casa
2.6 382 Assista AgoraIncomoda bem o desfecho da trama onde a família está o tempo todo em um conflito intenso com as criaturas e no final tudo se resolve da maneira mais "natural" possível. Fora o elenco bem irregular, as crianças não causam nenhum tipo de empatia, Greta Lee quando protagonizou um momento importante, agiu da forma mais estúpida possível para gerar tensão e o Wagner Moura só sabia fazer caretas e agir em excesso em qualquer cena que não pedia isso. Quando o conjunto da obra é ruim, nada funciona, mesmo quando tem potencial.
Nando Entre Dois Mundos: Um Filme Sintonia
3.2 9 Assista AgoraBoas interpretações, ação na medida e dramas bem colocados, tudo sem o excesso que tanto mina o cinema brasileiro. Bela surpresa.
Cinco Tipos de Medo
3.7 27 Assista AgoraFilme mosaico como Crash, Magnólia, Amores Brutos, etc., que eu aprecio tanto e não assistia há um bom tempo, que bela surpresa por além disso ser nacional e não falhar, insistir em maneirismos tão comuns em outros filmes brasileiros que vem principalmente do sudeste. Ambientação que trata de um ciclo sem fim de violência, perdas, vingança, mas com uma esperança de recomeço no final, que achei bem equilibrado e satisfatório.
Mestres do Universo
3.2 457 Assista AgoraApesar de assistir este desenho no auge de sua epoca e até ter ganho o boneco do Mandíbula da minha mãe de Natal, nunca vi He-Man com tanto interesse, entusiasmo, então talvez por isso pude pedir licença ao humor galhofa e à adaptação para os dias atuais sem me sentir ofendido, já que não sou fã. Deu pra ver pelo menos o mínimo de cuidado do diretor ao colocar o Gorpo com suas lições de moral no final e por tocar Masters of Universe do Queen. Divertiu.
Corrida dos Bichos
2.5 117 Assista AgoraEssa abordagem com excesso de sotaques, malandragem, gente caricata, feições forçadas e atuações de novelas da Globo não dá. O elenco de "peso" falado aí abaixo com Anitta, João Guilherme, Gagliasso e um Santoro irreconhecível é risível. Nem desligando o cérebro funciona, porque nada aqui tem alguma autenticidade. Puro lixo que só nos conseguimos produzir, apesar de apreciar bem o cinema nacional fora do circuito mais midiático. Patético.
Licorice Pizza
3.5 635Tem diretor que pode pegar qualquer gênero, filme de certa faixa etária ou público e nunca vai deixar passar batido, fazer parecer comum. Paul Thomas Anderson é fora da curva, faz filmes de longa duração parecerem poucos minutos de experiência que nos dão a sensação que podia ser mais, de tão bom. Trata de um relacionamento que insiste em não querer acontecer, porque se busca validação o tempo todo por parte da protagonista, mas acontece um desfecho muito satisfatório. Virou dos meus favoritos do diretor, abaixo do insuperável Magnólia.
Procurando Emily
3.5 11Filme com a cara de Manchester sobre um cara caricato com o jeitão de Liam Gallagher / Damon Albarn que idealiza o amor perfeito em uma menina que mal conhece direito e acaba se envolvendo com uma exploradora da situação que o final vocês já sabem mais ou menos como é. Puxa para um lado despretensioso por tanta gente caricata, o humor inglês para poucos e um final bem familiar na maioria de filmes do tipo. No pós créditos você é agraciado por uma espécie de clipe de Bitter Sweet Symphony com o protagonista no lugar de Richard Ashcroft.
Supergirl
2.8 257 Assista AgoraSupergirl conseguiu ser melhor nos pós créditos de Super Man do que neste filme todo. Vi pelo Lobo que é meu terceiro personagem preferido da DC e pelo menos este, apesar de ser muito podado até pra não atrapalhar a censura, não decepcionou tanto. Filme que, sem vilão consistente igual costuma acontecer na Marvel e a má vontade da protagonista faz ser totalmente dispensável como a maioria dos da DC que saíram nos últimos anos.
A Boca do Diabo
2.1 106 Assista AgoraDaqueles filmes honestos que com 5 minutos de duração já nos fazem desistir do lixo que está por vir.
Elize: Sombras de Uma Mulher
3.1 166 Assista AgoraO extremo da Lorena Comparato se entregando ao papel ao contrário do personagem do Matsunaga que só deve ter ganhado a vaga pela semelhança, chega a ser constrangedor. Bem razoável, qualquer podcast com o Ulisses Campbell como convidado é bem mais rico de detalhes.
Dia D
3.0 543 Assista AgoraVá com calma, é perfeitamente compreensível que colocar Steven Spielberg e a temática alien na mesma frase já traz aquela expectativa de ação, plot, intensidade, mas aqui o desenvolvimento é bem diferente e talvez nem chegue ao ápice que você gostaria. Emily Blunt, sempre muito bem em seus papéis, salva o filme do desastre completo, cheguei a sentir vergonha da comoção falsa quando revelam a questão principal no final do filme. Não funcionou pra mim.
Lady Bird: A Hora de Voar
3.8 2,1K Assista AgoraUma ode ao final dos anos 90, seja nos tabus em família, ótimas músicas, ambientes escolares bem diferentes de hoje e formas de abordagem da juventude daquela época. Tudo parecia bem melhor, mas enfim, não é este o assunto. Christine representa bem nossa cabeça naquela época, as expectativas de irmos embora de onde moramos por achar que é uma bolha minúscula e o mundo afora é bem melhor; de sairmos para bailes, festas e termos a chance de ficar com alguém, conhecer alguém legal porque não tínhamos redes sociais tão explícitas, no máximo um Icq ou um Orkut; nossos conflitos com amigos e familiares para sentirmos validados por achar que pensamos diferente da maioria, entre outras coisas que me causaram uma enorme nostalgia e o sentimento que valeu muito a pena ter vivido aqueles tempos.
Amor Apocalipse
2.9 3 Assista AgoraO tema do fim do mundo foi muito mal explorado e a química do casal também foi bem fraca, uns diálogos bobos e nada convincentes, para um filme que no começo até que rendeu algumas risadas com a assistente estranha e o ciclo de amigos e parentes esquisitos do Adam. Quando a Tina chega, desanda bonito até o final. Na dúvida, assista "Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo" que também trata de amor no final dos tempos e é um abismo à frente em todos os aspectos.
Armadilha Mortal
1.7 17 Assista AgoraInsisti pelo nome do famoso jogo de 1982, mesmo sabendo que não tem ligação direta, mas que lixo genérico da pior qualidade...