Do meio pra frente desandou bonito, pelo menos não caminharam para um final mais, digamos, esperado. Efeitos especiais risíveis e o roteiro sempre dando aquela força pioram a situação, mas diverte.
No diálogo com o senhor do sanduíche, este pergunta há quanto tempo tinha acontecido a situação e depois ele mesmo se explica sobre já ter passado muito tempo e talvez não ser o tempo suficiente. Lutos e traumas estão aí para assombrar a vida toda e em alguns casos não há muito o que fazer, somente seguir em frente como na jornada da protagonista aqui, onde você vai concordar e discordar de seus atos como naturalmente costuma ser. Foi uma bela surpresa com um desfecho reflexivo.
Um pouco melhor do que o péssimo "Consequência" protagonizado pelo mesmo Keanu Reeves, mas dispensável. Que ele não vire um novo De Niro aceitando tranqueiras, ou que fique claro que só quer se divertir após os sessenta para evitarmos expectativas maiores.
O clone da Margot Robbie, muito competente e linda por sinal, carrega o filme nas costas, já que a apelação do roteiro de resolver tudo para as irmãs em cima da hora o torna chato. Por sinal, a irmã é totalmente dispensável para a história, não há convencimento de que realmente estão se reaproximando pra valer enquanto dão conta da coisa toda. Talvez meu erro tenha sido assistir este na sequência após o primeiro, que foi muito bom pelo fator novidade da história e o ambiente claustrofóbico gerando muito mais tensão.
Continuação que ninguém pediu, já que o primeiro conclui por si só. Mas a gente insiste e cai na lógica. Morena Baccarin, assim como a Kaya Scodelario, além do sangue brasileiro, tem o poder sobrenatural de participarem de filmes ruins quase sempre.
Talvez se mantivessem o caos sob o ambiente insalubre do início do filme, traria alguma profundidade. Pegar a estrada vendo tantos personagens que trazem zero empatia e acontecimentos que não convencem pelas atuações sofríveis afundam a gente no verdadeiro significado de badtrip. O diretor achou que pegar um catado de situações impactantes da geopolítica local sem nenhuma ligação posterior seria o suficiente, aprendeu bem com vários filmes brasileiros similares que nascem com o roteiro morto. No final ninguém via propósito em mais nada, tudo permaneceu raso, o luto foi tratado de forma banal e o desfecho de várias coisas ficaram pelo caminho, demonstrando que a intenção do filme desde o começo foi chegar a lugar algum.
É um tema que deixamos certas falhas cinematográficas para trás dada a intensidade da vivência, a situação delicada para quem como eu já viveu isso na família com alguém muito próximo, mas poucas coisas funcionam aqui, algumas atuações são muito fracas, os semblantes artificiais (principalmente do pai), diálogos curtos e rasos que atrapalham a dinâmica de um filme que já se repete o tempo todo... é uma aula sobre o que não fazer para algo com uma carga tão pesada que transmite tão pouco a quem tem um algum filtro. Talvez funcione melhor no livro, é um história baseada na realidade e toda luta sobre o tema é de grande relevância. Destaque para Leticia Spiller e para o André Ramiro que demonstra um patamar bem acima dos demais. Lembra um pouco "Uma Prova de Amor".
Premissa legal de levar de maneira leve e fantasiosa um tema que pende naturalmente para o drama. Zak e Tyler precisavam um do outro naquele momento e acharam propósito juntos. Reconfortante.
Sensação que nem os besteiróis são como antigamente, mas valeu a escrachada em alguns momentos como uma versão megazord de um venezuelano e a quebra da quarta parede falando sobre o filme.
Boa atuação de Fraser, apesar de em alguns momentos um tanto carregada, caricata do bom moço em contraste com a sua profissão "fake" de fingir, encenar no intuito de criar novos problemas para resolver antigos problemas familiares. E o Japão que por si só já é uma fotografia e tanto.
Tenho que falar do ápice no final do filme que consegue ainda ser melhor do que o início tão bem feito, fotografado, belo pela ambientação e atuação convincente da linda Jessie Buckley em sua personagem com toda a simplicidade e beleza comum que a torna tão apaixonante. Seus olhares no ato final,
na peça onde tudo é novo pra ela e a inocência e catarse são os extremos em tão pouco tempo de tela
me faz ter certeza que o Oscar foi entregue em boas mãos. Todos convencem, o ritmo não cai e a perda e o desfecho são emocionantes. Não sei se é o entusiasmo por acabar de ter assistido, mas aqui eu acho que encontrei o meu melhor filme do Oscar deste ano.
Nem todo mundo vai agradar em embarcar no pandemônio que é a vida de Marty, um cara sem escrúpulos e determinado a ir até o fim atrás de sua ambição independente de quem vai ferrar com força, em momentos cheio de exageros, acontecimentos absurdos a lá Forrest Gump e num ritmo fora do comum, que pode incomodar pelo tempo de tela. Achei aqui a melhor atuação do Oscar deste ano.
Só tinha assistido o primeiro e vi que não era pra mim, mesmo gostando do gênero. Indo no embalo dos ótimos A Hora do Mal e Faça Ela Voltar de 2025, resolvi dar uma chance para esta perda de tempo. Nem desligando qualquer lado crítico e indo para a diversão, deu certo. Chega a ser pior do que os filmes escrachados de terror de personagens da Disney que caíram no domínio público. É tudo tão ruim, as atuações tão desinteressadas, que fica difícil pontuar alguma coisa, faz pensar em como em pleno 2026 algum diretor conclui um dejeto desses e se sente satisfeito com o resultado.
Desde quando vi Sidney Sweeney pela primeira vez no insano O Mistério de Silver Lake até o momento, achei este o papel mais desafiador, creio que naturalmente por ser uma biografia como também por focar zero por cento em sua beleza tão exposta por aí, reforçada por polêmicas recentes. Já tinha gostado dela em Americana e acredito que há muito o que explorar ainda, fora do tipo manjado de filmes como A Empregada. Sobre o filme, sou suspeito pra falar de um dos gêneros que mais me agrada, mas achei desnecessariamente longo e algumas cenas não são tão convincentes. Ben Foster consegue um desempenho acima da média interpretando o verme do Jim e não tem como não pesquisar depois sobre a vida de Christy e não criar empatia.
Fugindo totalmente da parte técnica, que também não sei nada, no final dos anos 90 era muito comum alguns textos rodarem pela internet através de sites de hospedagem gratuita como Hpg, Geocities, Angelfire, entre outros, e ao ver este filme, lembrei de um desses que chamavam de "O Trem da Vida", uma analogia entre as duas palavras do título. Um texto simples como o filme, onde dizia que "pessoas entram e saem dos vagões a todo o momento e algumas ficam por pouco tempo, outras deixam marcas profundas". Cita também que "muitos passageiros que amamos descem antes do nosso destino, deixando saudade". Semelhanças à parte, o filme também traz os impactos do progresso na vida do protagonista, tanto a destruição como sua aceitação já no final.
Eu diria que é uma vibe um tanto parecida com "Livre" e "Na Natureza Selvagem", não na semelhança de seus protagonistas, mas em absorver um pouco da essência de cada pessoa que você encontra em sua jornada. É uma fórmula um tanto já explorada em outras obras, mas eu diria que isso nunca é demais, tem seus méritos e sua forma de enxergar o jeito de levar as coisas como o luto, a solitude e os escapes necessários para tentar seguir em frente.
Não sei se tem a ver com um luto que estou vivendo, mas este filme em sua simplicidade me causou muita reflexão, não é uma obra-prima, mas significou muito pra mim neste momento. Como dito em certas parte do filme, "acho que nunca partimos de verdade, ainda estamos aqui".
Bela surpresa, este foi para um lado um tanto mais atípico e escrachado em relação ao último, Ralph Fiennes segue como alívio cômico, a performance dele
encenando The Number of The Beast foi o momento que ri alto, o WTF mais agradável que já vi em um filme de zumbi
. Senti um pouco a falta de uma amplitude na história, de mais lugares a serem explorados, mais pessoas envolvidas como num bom road trip zumbi, mas no fundo o foco em um acontecimento mais "fechado" tornam os personagens mais marcantes. A abertura que fica no final em relação ao protagonista e velhos rostos do passado e o desfecho do zumbenga Sansão me agradaram bastante.
Gostei do início, do caos implantado, mas depois o filme usou de vários oportunismos de roteiro para as coisas acontecerem, fora os personagens que são desprovidos de qualquer carisma.
Continuação desnecessária de um filme bem mais datado do que o primeiro. Mandam uma turma de despreparados, estereotipados que só dejetam diálogos imaturos para fazer uma busca importante num local perigoso e no final todo mundo já sabe o resultado. Para ajudar o roteiro, a protagonista volta dodói das ideias e resolve acordar somente lá no meio do filme, quando as coisas começam a ficar um pouco mais interessantes. O final foge do trivial, agrada poucos, mas pra mim foi o diferencial que salvou do desastre completo.
A atuação da maioria aqui me surpreendeu grandemente, vou demorar esquecer das feições de Antonino e Isaura quando na fase adulta em várias cenas, sejam elas pesadas ou sutis, pareciam de fato terem vivido toda a dor dos personagens. Temas sensíveis e tratados com um equilíbrio ímpar.
Parece uma salada de esquetes coladas para se criar um filme, as partes soltas quebram qualquer ritmo e a todo momento precisa acontecer alguma coisa para parecer engraçado ou dramático. Já fui mais paciente com filmes assim, uma hora cansa.
Fiquei satisfeito com a nota baixa do filme, enfim um consenso. Que plot detestável foi este, conseguiu piorar mais ainda o que já estava na fossa com uma atuação preguiçosa do Ice Cube.
Socorro!
3.3 300 Assista AgoraDo meio pra frente desandou bonito, pelo menos não caminharam para um final mais, digamos, esperado. Efeitos especiais risíveis e o roteiro sempre dando aquela força pioram a situação, mas diverte.
Sorry, Baby
3.7 54 Assista AgoraNo diálogo com o senhor do sanduíche, este pergunta há quanto tempo tinha acontecido a situação e depois ele mesmo se explica sobre já ter passado muito tempo e talvez não ser o tempo suficiente. Lutos e traumas estão aí para assombrar a vida toda e em alguns casos não há muito o que fazer, somente seguir em frente como na jornada da protagonista aqui, onde você vai concordar e discordar de seus atos como naturalmente costuma ser. Foi uma bela surpresa com um desfecho reflexivo.
Quando o Céu se Engana
3.2 111 Assista AgoraUm pouco melhor do que o péssimo "Consequência" protagonizado pelo mesmo Keanu Reeves, mas dispensável. Que ele não vire um novo De Niro aceitando tranqueiras, ou que fique claro que só quer se divertir após os sessenta para evitarmos expectativas maiores.
Casamento Sangrento: A Viúva
3.3 96O clone da Margot Robbie, muito competente e linda por sinal, carrega o filme nas costas, já que a apelação do roteiro de resolver tudo para as irmãs em cima da hora o torna chato. Por sinal, a irmã é totalmente dispensável para a história, não há convencimento de que realmente estão se reaproximando pra valer enquanto dão conta da coisa toda. Talvez meu erro tenha sido assistir este na sequência após o primeiro, que foi muito bom pelo fator novidade da história e o ambiente claustrofóbico gerando muito mais tensão.
Destruição Final 2
2.4 78 Assista AgoraContinuação que ninguém pediu, já que o primeiro conclui por si só. Mas a gente insiste e cai na lógica. Morena Baccarin, assim como a Kaya Scodelario, além do sangue brasileiro, tem o poder sobrenatural de participarem de filmes ruins quase sempre.
Sirāt
3.4 180 Assista AgoraTalvez se mantivessem o caos sob o ambiente insalubre do início do filme, traria alguma profundidade. Pegar a estrada vendo tantos personagens que trazem zero empatia e acontecimentos que não convencem pelas atuações sofríveis afundam a gente no verdadeiro significado de badtrip. O diretor achou que pegar um catado de situações impactantes da geopolítica local sem nenhuma ligação posterior seria o suficiente, aprendeu bem com vários filmes brasileiros similares que nascem com o roteiro morto. No final ninguém via propósito em mais nada, tudo permaneceu raso, o luto foi tratado de forma banal e o desfecho de várias coisas ficaram pelo caminho, demonstrando que a intenção do filme desde o começo foi chegar a lugar algum.
Eternidade
3.5 160 Assista AgoraO betinha não tem paz nem depois de morto 😅
Inexplicável
3.4 41 Assista AgoraÉ um tema que deixamos certas falhas cinematográficas para trás dada a intensidade da vivência, a situação delicada para quem como eu já viveu isso na família com alguém muito próximo, mas poucas coisas funcionam aqui, algumas atuações são muito fracas, os semblantes artificiais (principalmente do pai), diálogos curtos e rasos que atrapalham a dinâmica de um filme que já se repete o tempo todo... é uma aula sobre o que não fazer para algo com uma carga tão pesada que transmite tão pouco a quem tem um algum filtro. Talvez funcione melhor no livro, é um história baseada na realidade e toda luta sobre o tema é de grande relevância. Destaque para Leticia Spiller e para o André Ramiro que demonstra um patamar bem acima dos demais. Lembra um pouco "Uma Prova de Amor".
O Falcão Manteiga de Amendoim
3.7 88Premissa legal de levar de maneira leve e fantasiosa um tema que pende naturalmente para o drama. Zak e Tyler precisavam um do outro naquele momento e acharam propósito juntos. Reconfortante.
Noite da Pizza
2.7 8 Assista AgoraSensação que nem os besteiróis são como antigamente, mas valeu a escrachada em alguns momentos como uma versão megazord de um venezuelano e a quebra da quarta parede falando sobre o filme.
Consequência
2.1 25 Assista AgoraPelo menos tiraram a nossa vontade de que acabasse logo, visto que é um filme curto.
Família de Aluguel
3.8 50 Assista AgoraBoa atuação de Fraser, apesar de em alguns momentos um tanto carregada, caricata do bom moço em contraste com a sua profissão "fake" de fingir, encenar no intuito de criar novos problemas para resolver antigos problemas familiares. E o Japão que por si só já é uma fotografia e tanto.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 427 Assista AgoraTenho que falar do ápice no final do filme que consegue ainda ser melhor do que o início tão bem feito, fotografado, belo pela ambientação e atuação convincente da linda Jessie Buckley em sua personagem com toda a simplicidade e beleza comum que a torna tão apaixonante. Seus olhares no ato final,
na peça onde tudo é novo pra ela e a inocência e catarse são os extremos em tão pouco tempo de tela
Marty Supreme
3.7 352 Assista AgoraNem todo mundo vai agradar em embarcar no pandemônio que é a vida de Marty, um cara sem escrúpulos e determinado a ir até o fim atrás de sua ambição independente de quem vai ferrar com força, em momentos cheio de exageros, acontecimentos absurdos a lá Forrest Gump e num ritmo fora do comum, que pode incomodar pelo tempo de tela. Achei aqui a melhor atuação do Oscar deste ano.
Pânico 7
2.7 385 Assista AgoraSó tinha assistido o primeiro e vi que não era pra mim, mesmo gostando do gênero. Indo no embalo dos ótimos A Hora do Mal e Faça Ela Voltar de 2025, resolvi dar uma chance para esta perda de tempo. Nem desligando qualquer lado crítico e indo para a diversão, deu certo. Chega a ser pior do que os filmes escrachados de terror de personagens da Disney que caíram no domínio público. É tudo tão ruim, as atuações tão desinteressadas, que fica difícil pontuar alguma coisa, faz pensar em como em pleno 2026 algum diretor conclui um dejeto desses e se sente satisfeito com o resultado.
Christy: Um Novo Round
3.2 28Desde quando vi Sidney Sweeney pela primeira vez no insano O Mistério de Silver Lake até o momento, achei este o papel mais desafiador, creio que naturalmente por ser uma biografia como também por focar zero por cento em sua beleza tão exposta por aí, reforçada por polêmicas recentes. Já tinha gostado dela em Americana e acredito que há muito o que explorar ainda, fora do tipo manjado de filmes como A Empregada. Sobre o filme, sou suspeito pra falar de um dos gêneros que mais me agrada, mas achei desnecessariamente longo e algumas cenas não são tão convincentes. Ben Foster consegue um desempenho acima da média interpretando o verme do Jim e não tem como não pesquisar depois sobre a vida de Christy e não criar empatia.
Sonhos de Trem
3.7 350 Assista AgoraFugindo totalmente da parte técnica, que também não sei nada, no final dos anos 90 era muito comum alguns textos rodarem pela internet através de sites de hospedagem gratuita como Hpg, Geocities, Angelfire, entre outros, e ao ver este filme, lembrei de um desses que chamavam de "O Trem da Vida", uma analogia entre as duas palavras do título. Um texto simples como o filme, onde dizia que "pessoas entram e saem dos vagões a todo o momento e algumas ficam por pouco tempo, outras deixam marcas profundas". Cita também que "muitos passageiros que amamos descem antes do nosso destino, deixando saudade". Semelhanças à parte, o filme também traz os impactos do progresso na vida do protagonista, tanto a destruição como sua aceitação já no final.
Eu diria que é uma vibe um tanto parecida com "Livre" e "Na Natureza Selvagem", não na semelhança de seus protagonistas, mas em absorver um pouco da essência de cada pessoa que você encontra em sua jornada. É uma fórmula um tanto já explorada em outras obras, mas eu diria que isso nunca é demais, tem seus méritos e sua forma de enxergar o jeito de levar as coisas como o luto, a solitude e os escapes necessários para tentar seguir em frente.
Em Um Piscar De Olhos
3.0 29 Assista AgoraNão sei se tem a ver com um luto que estou vivendo, mas este filme em sua simplicidade me causou muita reflexão, não é uma obra-prima, mas significou muito pra mim neste momento.
Como dito em certas parte do filme, "acho que nunca partimos de verdade, ainda estamos aqui".
Extermínio: O Templo dos Ossos
3.4 228 Assista AgoraBela surpresa, este foi para um lado um tanto mais atípico e escrachado em relação ao último, Ralph Fiennes segue como alívio cômico, a performance dele
encenando The Number of The Beast foi o momento que ri alto, o WTF mais agradável que já vi em um filme de zumbi
Senti um pouco a falta de uma amplitude na história, de mais lugares a serem explorados, mais pessoas envolvidas como num bom road trip zumbi, mas no fundo o foco em um acontecimento mais "fechado" tornam os personagens mais marcantes. A abertura que fica no final em relação ao protagonista e velhos rostos do passado e o desfecho do zumbenga Sansão me agradaram bastante.
Extermínio 2
3.4 746 Assista AgoraGostei do início, do caos implantado, mas depois o filme usou de vários oportunismos de roteiro para as coisas acontecerem, fora os personagens que são desprovidos de qualquer carisma.
Abismo do Medo 2
2.9 554 Assista AgoraContinuação desnecessária de um filme bem mais datado do que o primeiro. Mandam uma turma de despreparados, estereotipados que só dejetam diálogos imaturos para fazer uma busca importante num local perigoso e no final todo mundo já sabe o resultado. Para ajudar o roteiro, a protagonista volta dodói das ideias e resolve acordar somente lá no meio do filme, quando as coisas começam a ficar um pouco mais interessantes. O final foge do trivial, agrada poucos, mas pra mim foi o diferencial que salvou do desastre completo.
O Filho de Mil Homens
4.1 181 Assista AgoraA atuação da maioria aqui me surpreendeu grandemente, vou demorar esquecer das feições de Antonino e Isaura quando na fase adulta em várias cenas, sejam elas pesadas ou sutis, pareciam de fato terem vivido toda a dor dos personagens. Temas sensíveis e tratados com um equilíbrio ímpar.
Caramelo
3.6 236 Assista AgoraParece uma salada de esquetes coladas para se criar um filme, as partes soltas quebram qualquer ritmo e a todo momento precisa acontecer alguma coisa para parecer engraçado ou dramático. Já fui mais paciente com filmes assim, uma hora cansa.
A Guerra dos Mundos
1.4 97 Assista AgoraFiquei satisfeito com a nota baixa do filme, enfim um consenso. Que plot detestável foi este, conseguiu piorar mais ainda o que já estava na fossa com uma atuação preguiçosa do Ice Cube.