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De longe as histórias de amor e relacionamentos mais críveis do universo Bridgerton!
Porque aqui, o casamento não é o objetivo final e realização do amor...
Mas é apenas o começo, é na intimidade que as histórias que cada um carrega serão expostas, o medo, a solidão, as cobranças, o adoecimento... Permanecer, amar e dividir, acolher as imperfeições e os fardos do cotidiano são escolhas diárias que Charlotte e Charlie partilharam.
Assim, como a escolha de permanecer "sozinha", livre e dona de si, tão arriscada e incompreendida no contexto feita por Lady Danbury... em qualquer que seja a escolha feita, importa a liberdade e o acolhimento pra descobrir, escolher e ser o que se é
Minha teoria sobre a história do filme é:
Ela, Laura, por não ter sido ouvida e validada durante o relacionamento e ter carregado sozinha todo o peso da decisão do término, carregava muitas mágoas. Porque final ruim, as vezes traz a sensação de que nada foi bom. Por isso precisava recordar as boas lembranças.
Ele, o Marco, pela dificuldade de viver e lidar com as emoções negativas, como o luto, os desentendimentos, a culpa, o arrependimento e etc. Precisava se confrontar com as lembranças ruins, até se permitir vivê-las, refletir, assumir as próprias responsabilidades pra assim aprender, mudar...
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O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
É muito interessante esse foco social e essa interação entre tecnologia e sociedade, essa reflexão dos efeitos da tecnologia na nossa vida. Não sei se tu assistiu Her mas o filme todo dá pra se entender como uma metáfora de relacionamentos modernos nesse mundo tecnológico. É muito bom. : )
Muito sério, me dá até depressão. :/ Eu também particularmente gosto de qualquer estilo desde que a trama me prenda, a exceção são os filmes trashs sem sentido. xD Olha, cyberpunk é um sub-gênero da ficção cientifica que foca na alta tecnologia (elemento cyber) e baixo nível de vida (elemento punk). São histórias em que a sociedade não acompanha a alta evolução tecnológica, regularmente protagonizadas por algum anti-herói. Alguns exemplos de livro: Neuromancer, Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?
Alguns exemplos de jogos: Deus Ex: Humam Machine, Shadowrun.
Exemplos de filmes: Matrix e Blade Runner mesmo. xD
Uma das coisas que esse filme me fez pensar :
por trás de grandes artistas que imortalizaram seu nome e sua obra na história, como era o ser humano, frágil e mortal? Como ele era querido, temido, lembrando por aqueles que realmente o conheceram enquanto pessoa e não figura?
Ambas as formas de estar/ser, são legitimas, um lidou com a passagem do tempo e o medo da morte e insignificância humana, através do desejo de tornar-se algo maior por sua arte, algo que não seria esquecido. O tempo, só seria significante a partir de uma grandeza externa que lhe desse algum significado. (uma vez que o personagem é profundamente deprimido)
O outro, penso eu, dava conta da vida um dia por vez, sem grandes projeções em uma rotina simples, comum, porém estável, em que cada parte irrelevante aos demais, era para ele fundamental (seus animais, ir ao bar com os amigos toda tarde, jantar com a irmã). Ser uma "boa pessoa", no ali e no agora em que seu mundo se resumia. Quando essa estabilidade é rompida um passo por vez, como a vida por vezes o faz a todos nós, (o término da amizade, a morte de seu animal, a partida da irmã), o personagem se depara com a própria solidão e ao meu ver, com as frágeis fronteiras de sua própria sanidade.