Ketsia Oliveira
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Últimas opiniões enviadas

Ketsia Oliveira
2 dias atrás

O processo foi muito além de um veredito de inocência, a vida de Michael mudou completamente, se tornou outra pessoa, alguém longe do que um dia foi nos palcos e em seus vídeos. Acredito que a forma que a mídia sensacionalista atuou na época foi tão quão oportunista como aqueles pais e funcionários, a doença de acreditar na mentira até ela virar verdade no inconsciente coletivo levou um dos maiores, se não for o maior astro de todos os tempos a um poço sem fundo de vergonha e humilhação. Seu legado é um marco que ninguém poderá negar, nem quem o considera culpado. MJ foi o maior!

Ketsia Oliveira
1 ano atrás

O filme retratou divinamente bem a transição da fantasia à realidade de viver um relacionamento em triângulo. A perca do controle da protagonista foi tão lenta e bem feita na trama que podemos perceber seus níveis, desde os primeiros incômodos em sentir a ausência até a necessidade desesperada de criar uma ilusão e viver dela como se fosse a única fonte de água no deserto.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

A cena da protagonista indo visitar a cidade de seu amante em busca de preencher algo que jamais foi preenchido pelo mesmo me marcou, ela andando pela a cidade sorrindo, como se estivesse fazendo parte da vida dele, ao seu lado, ou até mesmo como se tivesse sido assumida por ele.

A frieza real dele refletida no mundo fantasioso dela era desesperador, a distância entre os dois era tão grande a cada pergunta que ela fazia e ele não respondia, o olhar vazio dele e o olhar dela de querer fazê-lo se envolver e se entregar verdadeiramente era imensamente forte.

A luta no final foi perdida por ela, ele nunca seria o que ele queria, a volta dele nunca era da pessoa que ela queria, e não é uma alegria pra ela se desconectar dele por esse insight, foi doloroso, foi delacerador e não, ela não teve um final feliz, o que torna a história mais marcante ainda, ninguém sai bem de algo desse tamanho.

Ketsia Oliveira
1 ano atrás

MAGNÍFICO. A demora valeu cada segundo. Que atmosfera incrível, elenco impecável, história incrivelmente bem desenhada que incorpora elementos de Nosferatu (1922) e Drácula de Bram Stoker (1992). O horror é real, a doença romântica também, a personificação da entidade também, enfim. A responsabilidade de recriar um clássico é um uma tarefa difícil, imagina uma releitura de duas grande obras, o Diretor merece nossa total atenção. “O sangue é vida”

  • la 14 anos atrás

    Porreç mulher, tu tem 2 filmow? já lotou um né? KKKKKKKKKKKK