Leda

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  • Leda
    5 anos atrás

    Durante boa parte do filme, me senti incomodada e com vontade de desistir de assistir até o final. Não por ser um filme pesado ou difícil de digerir, mas porque vários aspectos dele me pareceram muito óbvios logo de início.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    A princípio, a ideia de que ela alucinava e tudo aquilo era fruto de um transtorno pós-traumático, ou algo desse tipo, me deixou desanimada - era tudo tão óbvio. A partir do momento em que se revela que, de fato, o seu algoz ainda estava vivo e usando de um artifício tecnológico que o deixava invisível, o desânimo se tornou desinteresse - achei forçado.

    Mas insisti, pela atuação da Elisabeth Moss.
    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    O que senti na maior parte do filme foi uma mistura de "é tudo coisa da cabeça dela" com "não é possível que querem que a gente acredite numa roupa que deixa o cara invisível"

    .
    Foi só na cena final que me ocorreu que essa minha postura de descrença diante da narrativa meio que refletia a visão da maior parte da sociedade diante de um relacionamento abusivo. É como se a forma como a história é contada nos incitasse, quase que o tempo todo, a suspeitar da protagonista, da mulher que sofreu e sofre os abusos. Foi com essa sensação que terminei de assisti-lo.
    Pra mim, o filme é sobre isso, sobre a forma como vemos, como tratamos a mulher vítima de um relacionamento abusivo. Para além dos aspectos técnicos, ou da verossimilhança da narrativa, acho que ele foi muito eficaz em fazer com que essa reflexão ultrapassasse a tela e recaísse sobre nós, espectadores. De certa forma, somos também responsáveis pela perpetuação dos padrões de comportamentos abusivos. E a forma como reagimos a um filme prova isso.

    editado
  • Lucky (Lucky) 198

    Lucky

  • Leda
    7 anos atrás

    Nada é permanente.
    Obrigada Harry Dean Stanton.

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