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Clichê, brega, chato. Todo Mundo em Pânico e Premonição tiveram um filho. E ele é feio! Ainda terminar o filme com a música Como Uma Deusa. Gente! Isso porque nem estou comparando com o animê, o qual vou rever pra me acalmar. Rsrs.
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Tudo certo Leonardo?
Escrevendo pra saber se você teria interesse de participar de um grupo de whatsapp sobre cinema.
Se sim, me dá um toque e a gente conversa.
Uma palavra resume o filme: indiferença. Alyosha podia ter tudo, quarto, comida, roupas, celular, escola, mas não tinha o que realmente nos faz sentir relevantes, amor.
Boris estava preocupado em não perder o emprego, a nova namorada, o status. Zhenya estava preocupada em vender o apto, agradar o namorado e o que diziam as redes sociais. O menino estava no caminho da "felicidade" dos dois, por isso decidiu fugir.
Aos olhos da sociedade, eles eram bons pais, preocupados em achar o filho. No necrotério, o choro não era pelo desespero de não ter encontrado Alyosha, mas porque não o amaram como ele merecia ter sido amado e já era tarde demais para isso.
No final, os dois permanecem vazios, seja vendo televisão, seja correndo na esteira. Quem não consegue amar, também não consegue ser amado.