Luvith Drevis
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Últimas opiniões enviadas

Luvith Drevis
1 ano atrás

O filme é o mais fraco em questão de tentar criar situações de tensão, te faz perguntar "pra que tentar criar outra atração nesse lugar??". Mas no geral eu gostei de ver a história ser concluída e, ao contrário de muita gente, eu meio que gostei do plot twist final...?

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

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No final é revelado que Russel havia morrido no acidente de carro que o deixou com a cicatriz no rosto, e ao que tudo indica o Russel desde então seria um anjo. Ou seu corpo estava possuído por um anjo. E na cena final ele "enfrenta" o dono do hotel e fecha o portal.
Isso levanta muitas questões sobre o porquê ele se deu ao trabalho de colocar uma nova atração lá, abrir o evento e deixar que pessoas morram. Ele precisava que o dono do hotel revelasse a si e ao tal "lago de fogo" para conseguir fechá-lo? Não sabemos.
Mas o que foi o diferencial de tantos outros filmes que usam de demônios e rituais infernais esse nos deu um fim. Ao invés de terminar com o clássico "o mal sempre vence" ele quis uma forma de derrotar esse "mal", e dar um final "feliz" às vítimas. Como os integrantes da Hell House, que neste final são mostrados no "pós-vida" após (ao meu entender) serem libertados do tormento do lago de fogo quando o portal foi fechado, compreendendo que estão mortos e aceitando (e possivelmente seguindo em frente para o céu?).
Admito que nessa hora até quis ver os outros que morreram no segundo filme, mas não devia caber no orçamento chamar os outros atores.
[spoiler]

Algo que vale dizer, os efeitos especiais são bem ruinzinhos. A atuação em certas cenas chega a ser engraçado, lá para o final do filme quando estamos no "ápice" fica bem mais óbvio e passa uma sensação de estar assistindo um daqueles filmes de terror de baixo orçamento, bem trash. A primeira coisa que eu notei, e não consegui "desver" foi a cicatriz do Russel. Dá pra perceber as edições de foto, e em cenas normais é fácil ver que é maquiagem.

No fim posso dizer que gostei da conclusão, embora não pretendo assistir novamente no futuro, não foi uma perda de tempo e saí satisfeita. E também...não é como se, baseado no primeiro filme que iniciou isso tudo, eu estivesse esperando uma produção incrível digna de aclamação.
Queria algo básico para me entreter quando estivesse com tédio, e foi o que encontrei.

Luvith Drevis
½
1 ano atrás

A verdade é que este filme nada mais é do que uma série animada, que foi cancelada, e para não desperdiçar os poucos episódios já feitos compilaram tudo e lançaram como um filme.
São 3 histórias que juram que tem conexão com Atlantis, forçam pra acontecer, tem resoluções fracas, e um final horripilante tentando fechar tudo de maneira desleixada e sem nexo algum. Se pensar apenas nos princípios básicos da narrativa original e suas reflexões e usar para comparar com essa suporta "continuação" fica ainda pior.

Esse "filme" nada mais é que um fruto da época que a disney investia em "sequências" em formato de série: animação inferior e plots de qualidade duvidosa (ou só ruins mesmo). E que sempre nos faz dizer às outras pessoas: "não perca seu tempo, só assista o filme original".

Como uma fã de infância de Atlantis, esse filme como "continuação" é um insulto.

editado
Luvith Drevis
1 ano atrás

Esse filme entrega tudo que um fã do universo de Predator poderia querer, eu fui com expectativas altas e fui surpreendida.
A cena final cria uma ponte entre ambos os trabalhos do diretor (Prey) e nos faz questionar se essa ponte irá se estender para Badlands, que é próximo trabalho do diretor na franquia.
Eu particularmente dou todo o meu voto de confiança, Dan Trachtenberg não está apenas revitalizando a franquia Predador, mas trazendo para as telas o que mais queríamos: mais da cultura, costumes e diversidade dos Yaujta, algo que até então só era realmente explorado em comics e novels.
Killer of Killers, ou Assassino de Assassinos, tem um gostinho de prelúdio de algo maior. E francamente mal posso esperar.

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