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Não tenho palavras para explicar tamanha beleza transmitida neste filme. Figurinos extraordinários e cenários impecáveis, tudo isso servindo de manto, envolvendo peculiares emoções. Posso dizer que em inúmeras partes do filme me senti angustiada. Anna, a todo segundo parecia estar sendo sugada e afogada em um mar de culpa pela exclusão e preconceito que sofria em sociedade. Vronsky, em minha opinião, confundiu o desejo e a paixão que sentia por Anna, com amor. A luxúria depois de algum tempo desaparece, e as consequências vieram em uma enorme proporção resultando em um final completamente trágico. Não devo deixar de comentar sobre a cena em que Anna pergunta a Vronsky se ele a ama. Para mim, foi uma das cenas mais ardentes e apaixonantes que eu já assisti.
Apesar desta série ter sido em partes muito fiél ao livro, creio que faltou um pouco da intensidade entre os dois personagens. Em minha humilde opinião, Toby Stephens não retratou corretamente a dor que o Mr. Rochester carregava consigo, embora o Edward fosse um homem grosseiro e irônico, o que Toby retratou corretamente, no livro, ele é também descrito como um homem amargurado. E acho que neste quesito, Michael Fassbender se sobresaiu dignamente. Ele apresentou muito bem o interior e a alma do personagem. Mas, como no livro, Mr. Rochester era considerado um homem não muito atraente, onde se tornava atraente aos olhos de Jane pela paixão que ela sentira, neste quesito, Toby Stephens foi fiél. (Mas babando eternamente pelo Michael).
Algumas cenas foram meio desnecessárias, como a que eles estavam praticamente transando, sendo que no livro nunca é mencionado nem pelo menos, um beijo extremamente intenso.
Se formos ver, na série, ela parecia alguém praticamente normal, e que a cena poderia ter sido interpretada apenas como um momento de ciúmes vivido pela personagem em relação a Jane. O filme de 2011, foi fiél em relação a doença de Bertha.
Só sei que Lily James interpretando a Elizabeth em uma versão real de P&P seria maravilhoso.