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No começo eu estava chorando, no meio estava admirada, no final chorei mais que no começo.
Conheci as músicas de Rita ainda na barriguinha de minha mãe, (que também foi levada pelo câncer, doença ridícula) uma fã doidinha por mania de você, doce vampiro, lança perfume Quando nasci, ainda pequenininha cantava as músicas feliz.
No dia da morte da Rita foi como ficar órfã outra vez, mas apostei de pé junto que minha mãe furou a fila de fãs no céu só para tietar nossa rainha.
Estou sem pressa, mas também vou querer tietar você, Rita. Porque artista, ídolo, seres de luz como você, só em outro planeta mesmo. Love you, my darling.
Talvez esse tenha sido um dos filmes mais gore que eu ja vi na minha vida sem anúncio prévio. Eu achava que iria ver algo a lá "A pele que habito", com um contexto psicológico envolvente, assim como estava ocorrendo nas primeiras horas de filme.
Mas o que ocorre depois foi algo totalmente inesperado. A atuação da Demi Moore está incrível, me fazendo refletir se ela poderia ser uma boa concorrente para a Fernanda Torres no Oscar, pois ainda tenho (poucas) esperanças dela ser indicada, contudo. sabemos que o Oscar não é fã de terror e muito menos de gore, então fico imaginando se os minutos finais não acabaram com a chance da Demi Moore almejar a tão sonhada estatueta.
As referências ficaram muito claras em algumas cenas como "Carrie A estranha", "O iluminado" e até mesmo partes dos contos de Edgar Allan Poe em "O gato preto". Até percebi um pouquinho de "O médico e o monstro", assim como pitadas do "Retrato de Dorian Gray". Tais referências foram muito bem construídas e me agradaram demais.
O filme pra mim poderia ter terminado com:
Após o espancamento final na sala, assim que Elizabeth na sua versão quase cadavérica morresse, Sue sentisse seu corpo desmoronar, pois elas eram apenas uma. Se a matriz morre, imediatamente acredito que Sue também deveria ter morrido. Uma velha e a outra jovem, o filme fechado assim pra mim teria sido perfeito. Acho sinceramente dispensável a parte maluca que ocorre depois disso. E claro, as cenas de espancamento me causaram bastante desconforto. Na frente do espelho, então, me pareceu até mesmo uma pequena referência de Thomas Hobbes, em "O leviatã.
O homem é o lobo do homem ou a sociedade o corrompe?
Deu para matar a saudade um pouquinho de Into the Wild e Walden: life in the woods. ♥