G i o v a n n i
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  • G i o v a n n i
    1 mês atrás

    Gente, é um 2.5/5 infelizmente. Eu queria tanto ter gostado, porém é aquele tipo de trama arranjada com alguns excessos de coincidências ou pura falta de lógica. Nosso personagem principal vai se esconder em sua cidade natal e mantém contato constante com sua família enquanto vive em uma "safe house" com outros perseguidos políticos. Não basta esse perigo de exposição que pode comprometer a segurança de toda uma resistência, nosso amado ainda vai trabalhar em um centro de identificação ligado à polícia civil. A gente pensa "poxa, mas lá ele pode se infiltrar e conseguir documentos falsos para outros perseguidos, certo?". Não. A única coisa que ele procura é o RG da mãe, que não possui valor estratégico nenhum, e ele ainda discute isso abertamente com colegas de trabalho em um ambiente de alto risco. Quem vai trabalhar em um centro de registro com documentos falsos? Isso acaba com toda a paranoia e tensão narrativa que ser perseguido pelo seu próprio Estado naquele momento político deveria causar. Não o bastante, o querido ainda conta para o sogro onde trabalha; o velho vai visitá-lo levando o matador de aluguel terceirizado diretamente para o "Marcelo" e ainda o chama pelo nome verdadeiro. Agora você me pergunta: qual era o documento que ele iria entregar? Um manila paper? Algo de extrema função estratégica que valeria esse alto risco? Nada, era um desenho do filho. Nosso agente não é exatamente um agente e muito menos secreto.
    Olha, o filme é bem dirigido, o elenco é impecável e o design de produção faz uma ambientação super imersiva dentro dos limites de orçamento de um filme nacional. A fotografia é ok, não muito chamativa, mas faz sentido. É um tema importantíssimo, mesmo que o diretor não seja exatamente o mestre da sutileza e certos momentos pareçam uma aula, com os personagens te lembrando que "olha, esse é um filme sobre memória e essa ferida que nosso país se recusou a tratar". Na questão filosófica esse é talvez o filme mais desfocado do Kleber, é culpa da corrupção "do DNA" brasileiro? É culpa da elite? É o imperialismo? O filme não sabe exatamente o que está diagnosticando. Parece que a vontade de fazer um filme sobre tudo impediu ele de fazer um filme sólido sobre uma coisa. Como alguém que lê livros rsrs, eu sempre me pergunto se o cinema, como um produto de mídia extraordinariamente artificial, é a melhor das artes para as pessoas aprenderem sobre história; esse é meu grande problema com biopics e coisas do gênero. Prometo tentar assistir novamente e, mesmo com ressalvas, estou feliz pelo sucesso de um filme tão brasileiro. É incrível ver toda aquela semiótica da nossa identidade, mas todo grande clássico do cinema nacional é basicamente isso, esse realismo social cru. Eu quero ver filmes brasileiros mais ousados e criativos! Vamos ver o fantástico, o futuro, o novo!

    editado
  • Bugonia (Bugonia) 427

    Bugonia

  • G i o v a n n i
    1 mês atrás

    Aqui Lanthimos escolhe Will Tracy (Succession) para o roteiro e o resultado é interessante. Acho que a peculiaridade do diretor funciona melhor com seu conterrâneo Efthimis Filippou. Os maiores sucessos dele foram com o Tony McNamara (The favorite, Poor Things) porém não são meus favoritos dele, parece uma amenizada na loucura para agradar Hollywood (e funciona). Bugonia fica num meio termo, não chega ao auge do bizarro como kinds of kindness mas ainda tem sagacidade.
    Adorei a trilha e cinematográfia, filmar em Vista-vision é um puta desafio até mesmo para os atores. Os rolos de filme são limitados as câmeras antigas quebram constantemente e faz um barulho insuportável no set que precisa ser retirado em pós-produção. Falando em atores o Plemons tá fantástico aqui ele e a Emma são uma combinação perfeita.
    Como eu já havia assistido o original sul-coreano minha experiência foi bastante prejudicada, porém ainda assim gostei bastante, não cheguei a berrar assistido como foi o caso de kinds of kindness mas fiquei fixado. 8/10

  • Mommy (Mommy) 1,2K

    Mommy

  • G i o v a n n i
    1 mês atrás

    É a obra-prima do Xavier, imagino que deva ser difícil para ele atingir o auge criativo aos 25 anos, não é por acaso que ele desistiu do cinema com 30 e poucos. No mais é um filme que você precisa sentir, a cinematográfia é espetacular, as atuações são talvez as melhores que eu já tenha visto em um único filme. O Pilon entraga um balanço de doçura e agressividade de uma sofisticação tão gigante que você não consegue parar de torcer para o Steve mesmo com todos os problemas dele. Uma hora você pensa nossa que moleque insuportável na outra você fica encantado com o carisma e o sorriso fofo dele. 10/10
    Para ser perfeito poderiam ter tirado o texto no começo do filme explicando a lei, achei desnecessário e você consegue pegar o contexto legal da internação através dos diálogos.

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