Ulysses Rubin Lüersen
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Últimas opiniões enviadas

Ulysses Rubin Lüersen
2 semanas atrás

E lá vamos nós novamente!

O Mandaloriano e Grogu é bem legal. É exatamente assim que vou definir esse filme por enquanto. Não vou chamar de "épico", "sensacional", "incrível", mas "bem legal" acho que cabe perfeitamente.

O filme é uma coleção quase ininterrupta de cenas de ação empolgantes e muito bem editadas, sempre em meio a cenários belíssimos, efeitos especiais de primeira linha, criaturas de designs variados e a música maravilhosa de Ludwig Göransson como trilha sonora.

Até aí, nada novo, certo? É o mínimo que se espera de uma produção do universo Star Wars. A trama é quase inexistente, mas a interação dos personagens em meio aos perigos e intempéries intermináveis carrega o filme do início ao fim. Mando e Grogu continuam imensamente carismáticos, especialmente Grogu, que arrancou vários "OWNNNN!!" da plateia. As cenas com os Hutt são muito engraçadas e debochadas, mas a supresa, para mim, foi Rotta The Hutt, que se revelou um ótimo coadjuvante, com uma performance vocal muito acertada de Jeremy Allen White.

O filme é repleto de elementos e referências que só os fãs de Star Wars vão compreender. Muita coisa que a gente espera ver está lá. Hutts, stormptroopers, X-wings, droids imperiais. O que me pegou um pouco foi notar que todas essas presenças parecem ser só isso mesmo: te lembrar de algo que tu adorava muito, mas que era infinitamente mais legal.

Dito isso, reitero que O Mandaloriano e Grogu foi, para mim, um filme "bem legal", mas que evaporou da minha mente e do meu coração assim que saí da sala de cinema.

No entanto, quem disse que o filme foi feito para agradar a marmanjos? Levem as crianças. Garanto que vão adorar!

#TheMandalorianAndGrogu #OMandalorianoeGrogu #StarWars #Cinema

editado
Ulysses Rubin Lüersen
3 semanas atrás

Direto ao ponto:

O novo Faces da Morte não é nada do que se espera, mas é muito melhor do que tinha o direito de ser.

Ao invés de reviver o culto à violência do infame filme original, temos aqui um interessante exercício de metalinguagem, onde o próprio Faces da Morte original é o assunto, bem como a banalização da violência que aquele filme ajudou a popularizar.

Além da temática infinitamente mais interessante e urgente que os recentes sucessos do gênero, o filme surpreende pela narrativa bastante direta, ancorada numa montagem dinâmica e em várias aplicações bastante espertas de ângulos e truques de luz nas cenas de suspense.

Dacre Montgomery está ótimo como o vilão, mas Barbie Ferreira faz valer cada segundo de sua presença. Intensa e naturalmente engraçada, a atriz convence como um tipo comum, que poderia ser alguém do convívio do espectador. Torci por ela desde o início e vibrei com a catarse insana do clímax.

Mesmo com todas as qualidades, o que mais adorei nesse filme foi o sarcasmo crítico das situações e diálogos. Impossível não vibrar quando o psicopata diz:

"As pessoas me adoram. Os noticiários, anunciantes, fabricantes de armas e o governo. Eles me amam."

Bah!

Um deleite e também um alívio em meio a tanta coisa bobinha sendo lançada.

#FacesDaMorte #FacesOfDeath #Cinema

MANO!!!

Eu fiquei zoando que ia pagar mico chorando no cinema e tal.

FIO!

Tu acha que eu chorei?

Eu derramei as Cataratas do Iguaçú pelos olhos, parceiro.

😭😭😭😭😭😭😭

SIM, o filme tem as mesmas fragilidades e limitações da maioria dessas cinebiografias de grandes artistas.

Na boa: e daí?

O filme é vibrante e emocionante do início ao fim. A infância pobre dos Jacksons, a influência de James Brown, Gladys Knight, Diana Ross, Gene Kelly, Judy Garland, Fred Astaire, Charles Chaplin e outros ícones na formação da sensibilidade de Michael, os lendários Berry Gordy, Quincy Jones, John Branca e outras figuras essenciais na jornada de Michael, as recriações da criação das canções e vídeos eternos, as excentricidades e o universo particular do Michael (as cenas com os animais arrancaram gargalhadas da plateia inteira), o processo de emancipação do controle do pai e a figura resiliente e acolhedora da mãe, são muitos momentos e detalhes lindos e importantes. As reconstituições de shows para grandes públicos são impressionantes, um belíssimo trabalho de montagem e edição de som.

Importante destacar que a performance de Jaafar Jackson é belíssima, tanto no retrado da timidez sobreposta à ambição impetuosa de Michael, como na performance furiosa e por vezes sobrenatural do lendário artista. Ele conseguiu me fazer esquecer que se tratava de um ator interpretando Michael Jackson, algo que achei que fosse impossível.

O final é glorioso e libertador.

Após duas horas de emoções diversas, saí da sessão sentindo que esse filme serve como um manifesto da grandiosidade e universalidade do maior artista do nosso tempo.

Agora vou lá me hidratar.

#Michael #MichaelJackson #Cinema

  • Breno 1 ano atrás
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  • Mths Gonc 3 anos atrás

    Tudo certo também.

  • Glaucio Viana 3 anos atrás

    NÃO CREIO! MEU ÍDOLO KKKKKKKKKKKKK eu simplesmente berrava com aquele perfil, inclusive foi inspiração pra um fake cinéfilo que fiz